Questões de Concurso Para agente de manutenção

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Q3904187 Matemática
Em uma loja, um produto que custava R$ 80,00 recebeu um desconto de 25%. O valor pago após o desconto foi de:
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Q3904186 Matemática
Para sinalizar um espaço, foram utilizados 5 rolos de fita, cada um com 2,5 metros de comprimento. Durante o trabalho, 3 metros de fita foram perdidos por corte inadequado, e 0,5 metro permaneceu sem uso ao final. O comprimento total de fita efetivamente utilizado foi de: 
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Q3904185 Matemática
Em uma compra, uma pessoa adquiriu 3 produtos de R$ 8,00 cada e 1 produto de R$ 6,00. O pagamento foi realizado com uma única nota de R$ 50,00. O valor do troco recebido foi de:
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Q3904184 Matemática
Em um almoxarifado, foram separados 12 kg de material para distribuição. Esse material foi dividido igualmente em 4 caixas. O tempo gasto para organizar cada caixa foi de 15 minutos. Considerando essas informações, a massa em cada caixa e o tempo total gasto, respectivamente, correspondem a:
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Q3904183 Matemática
Em uma escola, foram comprados 4 pacotes com 12 cadernos em cada um. Do total adquirido, 15 cadernos foram distribuídos pela manhã e o restante foi organizado igualmente em 3 caixas. A quantidade de cadernos colocada em cada caixa corresponde a:
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Q3904182 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Controle



    Há uma tendência interessante capitaneada pela geração Z (nascidos entre 1997 e 2012): muitos simplesmente não consomem nem se interessam por bebidas alcóolicas. O mais relevante: segundo pesquisas realizadas com essa faixa etária, ficar bêbado é visto como coisa de fracassado e de gente descontrolada, justamente numa época em que o autocontrole virou sinônimo de poder.

    A tendência é tão significativa que já acendeu o sinal de alerta em gigantes mundiais do setor, como a Ambev, que está adaptando seus produtos para a geração Z desenvolvendo mais opções sem álcool ou com baixo teor etílico, além de bebidas saudáveis. Aliás, outra característica dessa geração é a prática de atividade física regular e cuidados com a saúde, o que me leva a pensar bem empiricamente e instintivamente o quanto disso, na verdade, tem a ver com o pós-pandemia.

    A pandemia nos roubou totalmente o controle das nossas próprias vidas e colocou em risco a saúde de todos. Se para nós que éramos adultos na época já foi um trauma, imagina para uma criança ou pré-adolescente que se viu trancafiado dentro de casa, que não podia mais ir à escola, que observava os pais preocupados diuturnamente, que acessava a internet e assistia a vídeos assustadores como o do tal divulgador científico Atila Iamarino falando em “um milhão de mortos” logo no início da covid-19.

    Era muita informação para pouca maturidade. A geração Z se deu conta cedo demais do tanto que não podemos controlar e do tanto que podemos perder por estarmos à mercê de fatores externos. Por isso, muitos deles valorizam estoicamente o que podem controlar: seus hábitos, suas escolhas, o domínio sobre seu próprio corpo e sua própria mente. Na visão desses jovens, qualquer substância que leve à perda do controle de si mesmo acaba sendo vista como uma coisa meio idiota, de gente medíocre. Uma “champagne que pisca” na área vip de uma balada era sinônimo de status para os millennials; já para as novas gerações é algo simplesmente brega e desprovido de qualquer sentido.

    Essas questões de retomada de controle por meio da busca de uma vida mais saudável nos revelam um dos poucos impactos positivos da pandemia. Contudo, infelizmente, existem pouquíssimos estudos sobre o lado perverso de querer superar um trauma tentando impor controle não a si mesmo, mas ao outro mais fraco e mais vulnerável. Quando vamos realmente dar a devida atenção a isso?



Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado). 

A acentuação gráfica decorre, entre outros fatores, da posição da sílaba tônica. Considerando a palavra “hábitos”, assinale a alternativa que indica, corretamente, o motivo de sua acentuação.
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Q3904181 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Controle



    Há uma tendência interessante capitaneada pela geração Z (nascidos entre 1997 e 2012): muitos simplesmente não consomem nem se interessam por bebidas alcóolicas. O mais relevante: segundo pesquisas realizadas com essa faixa etária, ficar bêbado é visto como coisa de fracassado e de gente descontrolada, justamente numa época em que o autocontrole virou sinônimo de poder.

    A tendência é tão significativa que já acendeu o sinal de alerta em gigantes mundiais do setor, como a Ambev, que está adaptando seus produtos para a geração Z desenvolvendo mais opções sem álcool ou com baixo teor etílico, além de bebidas saudáveis. Aliás, outra característica dessa geração é a prática de atividade física regular e cuidados com a saúde, o que me leva a pensar bem empiricamente e instintivamente o quanto disso, na verdade, tem a ver com o pós-pandemia.

    A pandemia nos roubou totalmente o controle das nossas próprias vidas e colocou em risco a saúde de todos. Se para nós que éramos adultos na época já foi um trauma, imagina para uma criança ou pré-adolescente que se viu trancafiado dentro de casa, que não podia mais ir à escola, que observava os pais preocupados diuturnamente, que acessava a internet e assistia a vídeos assustadores como o do tal divulgador científico Atila Iamarino falando em “um milhão de mortos” logo no início da covid-19.

    Era muita informação para pouca maturidade. A geração Z se deu conta cedo demais do tanto que não podemos controlar e do tanto que podemos perder por estarmos à mercê de fatores externos. Por isso, muitos deles valorizam estoicamente o que podem controlar: seus hábitos, suas escolhas, o domínio sobre seu próprio corpo e sua própria mente. Na visão desses jovens, qualquer substância que leve à perda do controle de si mesmo acaba sendo vista como uma coisa meio idiota, de gente medíocre. Uma “champagne que pisca” na área vip de uma balada era sinônimo de status para os millennials; já para as novas gerações é algo simplesmente brega e desprovido de qualquer sentido.

    Essas questões de retomada de controle por meio da busca de uma vida mais saudável nos revelam um dos poucos impactos positivos da pandemia. Contudo, infelizmente, existem pouquíssimos estudos sobre o lado perverso de querer superar um trauma tentando impor controle não a si mesmo, mas ao outro mais fraco e mais vulnerável. Quando vamos realmente dar a devida atenção a isso?



Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado). 

Na Língua Portuguesa, a separação silábica observa critérios fonéticos e ortográficos. Assinale a alternativa que apresenta a separação silábica correta da palavra “gigantes”.
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Q3904180 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Controle



    Há uma tendência interessante capitaneada pela geração Z (nascidos entre 1997 e 2012): muitos simplesmente não consomem nem se interessam por bebidas alcóolicas. O mais relevante: segundo pesquisas realizadas com essa faixa etária, ficar bêbado é visto como coisa de fracassado e de gente descontrolada, justamente numa época em que o autocontrole virou sinônimo de poder.

    A tendência é tão significativa que já acendeu o sinal de alerta em gigantes mundiais do setor, como a Ambev, que está adaptando seus produtos para a geração Z desenvolvendo mais opções sem álcool ou com baixo teor etílico, além de bebidas saudáveis. Aliás, outra característica dessa geração é a prática de atividade física regular e cuidados com a saúde, o que me leva a pensar bem empiricamente e instintivamente o quanto disso, na verdade, tem a ver com o pós-pandemia.

    A pandemia nos roubou totalmente o controle das nossas próprias vidas e colocou em risco a saúde de todos. Se para nós que éramos adultos na época já foi um trauma, imagina para uma criança ou pré-adolescente que se viu trancafiado dentro de casa, que não podia mais ir à escola, que observava os pais preocupados diuturnamente, que acessava a internet e assistia a vídeos assustadores como o do tal divulgador científico Atila Iamarino falando em “um milhão de mortos” logo no início da covid-19.

    Era muita informação para pouca maturidade. A geração Z se deu conta cedo demais do tanto que não podemos controlar e do tanto que podemos perder por estarmos à mercê de fatores externos. Por isso, muitos deles valorizam estoicamente o que podem controlar: seus hábitos, suas escolhas, o domínio sobre seu próprio corpo e sua própria mente. Na visão desses jovens, qualquer substância que leve à perda do controle de si mesmo acaba sendo vista como uma coisa meio idiota, de gente medíocre. Uma “champagne que pisca” na área vip de uma balada era sinônimo de status para os millennials; já para as novas gerações é algo simplesmente brega e desprovido de qualquer sentido.

    Essas questões de retomada de controle por meio da busca de uma vida mais saudável nos revelam um dos poucos impactos positivos da pandemia. Contudo, infelizmente, existem pouquíssimos estudos sobre o lado perverso de querer superar um trauma tentando impor controle não a si mesmo, mas ao outro mais fraco e mais vulnerável. Quando vamos realmente dar a devida atenção a isso?



Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado). 

No trecho “muitos deles valorizam estoicamente o que podem controlar”, a palavra “estoicamente” foi empregada em sentido figurado. Assinale a alternativa que expressa o sentido do termo no contexto do texto.
Alternativas
Q3904179 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Controle



    Há uma tendência interessante capitaneada pela geração Z (nascidos entre 1997 e 2012): muitos simplesmente não consomem nem se interessam por bebidas alcóolicas. O mais relevante: segundo pesquisas realizadas com essa faixa etária, ficar bêbado é visto como coisa de fracassado e de gente descontrolada, justamente numa época em que o autocontrole virou sinônimo de poder.

    A tendência é tão significativa que já acendeu o sinal de alerta em gigantes mundiais do setor, como a Ambev, que está adaptando seus produtos para a geração Z desenvolvendo mais opções sem álcool ou com baixo teor etílico, além de bebidas saudáveis. Aliás, outra característica dessa geração é a prática de atividade física regular e cuidados com a saúde, o que me leva a pensar bem empiricamente e instintivamente o quanto disso, na verdade, tem a ver com o pós-pandemia.

    A pandemia nos roubou totalmente o controle das nossas próprias vidas e colocou em risco a saúde de todos. Se para nós que éramos adultos na época já foi um trauma, imagina para uma criança ou pré-adolescente que se viu trancafiado dentro de casa, que não podia mais ir à escola, que observava os pais preocupados diuturnamente, que acessava a internet e assistia a vídeos assustadores como o do tal divulgador científico Atila Iamarino falando em “um milhão de mortos” logo no início da covid-19.

    Era muita informação para pouca maturidade. A geração Z se deu conta cedo demais do tanto que não podemos controlar e do tanto que podemos perder por estarmos à mercê de fatores externos. Por isso, muitos deles valorizam estoicamente o que podem controlar: seus hábitos, suas escolhas, o domínio sobre seu próprio corpo e sua própria mente. Na visão desses jovens, qualquer substância que leve à perda do controle de si mesmo acaba sendo vista como uma coisa meio idiota, de gente medíocre. Uma “champagne que pisca” na área vip de uma balada era sinônimo de status para os millennials; já para as novas gerações é algo simplesmente brega e desprovido de qualquer sentido.

    Essas questões de retomada de controle por meio da busca de uma vida mais saudável nos revelam um dos poucos impactos positivos da pandemia. Contudo, infelizmente, existem pouquíssimos estudos sobre o lado perverso de querer superar um trauma tentando impor controle não a si mesmo, mas ao outro mais fraco e mais vulnerável. Quando vamos realmente dar a devida atenção a isso?



Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado). 

Ao questionar, no último parágrafo, a tentativa de impor controle “ao outro mais fraco e mais vulnerável”, a autora sugere que:
Alternativas
Q3904178 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Controle



    Há uma tendência interessante capitaneada pela geração Z (nascidos entre 1997 e 2012): muitos simplesmente não consomem nem se interessam por bebidas alcóolicas. O mais relevante: segundo pesquisas realizadas com essa faixa etária, ficar bêbado é visto como coisa de fracassado e de gente descontrolada, justamente numa época em que o autocontrole virou sinônimo de poder.

    A tendência é tão significativa que já acendeu o sinal de alerta em gigantes mundiais do setor, como a Ambev, que está adaptando seus produtos para a geração Z desenvolvendo mais opções sem álcool ou com baixo teor etílico, além de bebidas saudáveis. Aliás, outra característica dessa geração é a prática de atividade física regular e cuidados com a saúde, o que me leva a pensar bem empiricamente e instintivamente o quanto disso, na verdade, tem a ver com o pós-pandemia.

    A pandemia nos roubou totalmente o controle das nossas próprias vidas e colocou em risco a saúde de todos. Se para nós que éramos adultos na época já foi um trauma, imagina para uma criança ou pré-adolescente que se viu trancafiado dentro de casa, que não podia mais ir à escola, que observava os pais preocupados diuturnamente, que acessava a internet e assistia a vídeos assustadores como o do tal divulgador científico Atila Iamarino falando em “um milhão de mortos” logo no início da covid-19.

    Era muita informação para pouca maturidade. A geração Z se deu conta cedo demais do tanto que não podemos controlar e do tanto que podemos perder por estarmos à mercê de fatores externos. Por isso, muitos deles valorizam estoicamente o que podem controlar: seus hábitos, suas escolhas, o domínio sobre seu próprio corpo e sua própria mente. Na visão desses jovens, qualquer substância que leve à perda do controle de si mesmo acaba sendo vista como uma coisa meio idiota, de gente medíocre. Uma “champagne que pisca” na área vip de uma balada era sinônimo de status para os millennials; já para as novas gerações é algo simplesmente brega e desprovido de qualquer sentido.

    Essas questões de retomada de controle por meio da busca de uma vida mais saudável nos revelam um dos poucos impactos positivos da pandemia. Contudo, infelizmente, existem pouquíssimos estudos sobre o lado perverso de querer superar um trauma tentando impor controle não a si mesmo, mas ao outro mais fraco e mais vulnerável. Quando vamos realmente dar a devida atenção a isso?



Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado). 

Ao longo do texto, a autora sustenta a ideia de que: 
Alternativas
Q3884183 Engenharia Civil
Na construção civil, a adoção de Equipamentos de Proteção Individual e de Sistemas de Proteção Coletiva é fundamental para reduzir riscos ocupacionais e garantir a segurança das equipes durante a execução das atividades. Nesse contexto, é considerada uma conduta adequada aquela que envolve: 
Alternativas
Q3884182 Engenharia Civil
No que se refere às responsabilidades da organização quanto à segurança no trabalho em altura, conforme estabelece a NR-35, analise as assertivas a seguir. 
I. Cabe à organização assegurar a realização da Análise de Risco e, quando aplicável, a emissão da Permissão de Trabalho, bem como garantir que o trabalho em altura somente se inicie após a adoção das medidas de prevenção previstas na norma.
II. É responsabilidade da organização suspender os trabalhos em altura quando identificar situação de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível.
Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3884181 Edificações
Nas atividades de manutenção predial, o Agente de Construção e Conservação realiza reparos em paredes e pisos, substitui telhas e aparelhos sanitários e executa serviços básicos de carpintaria. Considerando essas atribuições, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3884180 Engenharia Civil
No âmbito da segurança e saúde no trabalho na indústria da construção, a NR-18 estabelece regras relacionadas à organização do canteiro de obras e ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Considerando essas disposições, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3884179 Edificações
No assentamento de tijolos, ladrilhos, azulejos e pedras, o uso correto da argamassa e o posicionamento adequado dos materiais são fundamentais para a qualidade da construção. Considerando essas práticas, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3884178 Engenharia Civil
 No preparo da argamassa para assentamento de tijolos em uma pequena obra, o trabalhador deve observar a proporção correta dos materiais para garantir resistência e boa aderência. Considerando práticas adequadas, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3884177 Direito Administrativo
A estabilidade no serviço público municipal assegura garantias ao servidor quanto à permanência no cargo, às hipóteses de desligamento e às consequências de eventual demissão. À luz das regras previstas na Lei Orgânica do Município, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3884176 Legislação Municipal
De acordo com a Lei Orgânica do Município, são direitos do servidor público municipal, entre outros, o vencimento padrão fixado em lei, o repouso semanal remunerado, a licença à gestante e: 
Alternativas
Q3884175 Administração Pública
Segundo a Lei Orgânica do Município, as atividades da Administração Pública Municipal obedecem a fundamentos que orientam sua organização e funcionamento. Assim, analise as assertivas a seguir: 
I. O planejamento é um dos fundamentos da Administração Pública Municipal e envolve a elaboração de planos, programas e orçamento.
II. A delegação de competência tem como finalidade concentrar as decisões nos níveis superiores da administração.

Está(ão) CORRETA(S): 
Alternativas
Q3884174 Direito Administrativo
De acordo com a Lei Orgânica do Município, a Administração Pública Municipal é organizada de modo a abranger diferentes estruturas responsáveis pelas atividades administrativas. Considerando essa organização, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
101: C
102: A
103: D
104: B
105: A
106: B
107: A
108: C
109: A
110: D
111: A
112: A
113: C
114: D
115: D
116: B
117: C
118: D
119: A
120: C