Questões de Concurso Para zelador

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Q2609822 Português

Nomofobia, o vício ao celular, o que saber e como evitar


Nomofobia é uma doença cada vez mais comum, mas que pouca gente conhece. Quanto você não consegue deixar o celular ou o computador, cuidado, você pode estar sofrendo de dependência do seu dispositivo eletrônico.

Estresse, depressão, tristeza, falta de sono, dificuldade de se relacionar. Tudo isso pode estar relacionado com o vício ao celular. Pegando carona com uma discussão que houve na Câmara e com reportagem da Rádio Câmara, vamos discutir como combater o vício no uso de dispositivos eletrônicos.

Para falar sobre o tema, eu tive a honra de contar com a participação da psicóloga Leihge Roselle, da Universidade Federal do Mato Grosso, especialista em psicologia de saúde e doutoranda em educação. Leihge Roselle nos explica o que é a nomofobia: “se refere ao medo ou ansiedade pela falta de uso do celular, e quando causas sensação de medo, irritabilidade e prejuízo na vida, como falta de sono e dificuldades no trabalho, na escola e principalmente nas relações sociais.”

Nós estamos falando de saúde, mas também de tecnologia. São fenômenos recentes, e a pergunta é: o quanto isso agrava o problema, ao confundir essa dependência com aptidão para relações sociais?

É importante ressaltar que o transtorno não foi oficialmente reconhecido no Manual de diagnóstico e estatística dos transtornos mentais. Não há consenso sobre os aspectos que promovem a nomofobia, mas se sabe que é distúrbio multifatorial, ou seja, há razões sociais, funcionais, orgânicas e de saúde. Também não há consenso se o fator genético é tão importante quanto em outras dependências químicas. Alguns estudos indicam que os fatores genéticos estão presentes, porém não são determinantes, como explica a Leihge.

“Na dependência química, com todos os estudos avançados, a predisposição genética não é o fator mais relevante. O ambiente, as relações sociais e as relações de uso que se estabelecem com a substância, elas também são primordiais. Saber se há predisposição genética não determina uma situação de dependência, mas colabora com os cuidados e nos autocuidados preventivos. Os estudos estão conseguindo relacionar os traços de impulsividade e baixa autoestima com a dependência do celular. Então, nós voltamos para uma combinação multifatorial, de fatores sociais, ambientes e biológicos.”

E o que pode ser feito contra este distúrbio?

Pensar em ações de redução de danos e de autorregularão no uso de dispositivo, além de tomar medicação, associado a um tratamento psicológicos e terapêutico.

Existem testes que ajudam a avaliar a dependência do celular ou da internet. No consultório, o paciente irá responder vários questionários e realizar testes psicológicos relacionados a funções psíquicas para compreender o nível de dependência.

Leihge defende que se crie um grupo de trabalho governamental, incluindo usuários das plataformas até os provedores de plataformas, como as big techs, para discutir o assunto.

A nomofobia causa aumento do sofrimento, da ansiedade, do estresse, da tristeza, mas temos que aprender ainda a reconhecer um ataque de nomofobia em diferentes espaços físicos, diz Leihge Rossele.

“É importante entender que, para algumas pessoas, o celular é entendido como uma extensão do nosso corpo. Neste espaço nós estabelecemos relações e vivemos coisas não tão agradáveis aí, e vivemos situações como ciberbullying, o cancelamento, que podem atrapalhar as funções psíquicas. São fatores que são gatilhos para o sofrimento psíquico. entre outras”.

Fique de olho nos sintomas relacionados ao uso do celular e à irritabilidade. Cuide da perda de autonomia e a dificuldade de viver sem os likes, as notificações, os estímulos e as recompensas que a internet traz, como objetos que nos viciam e que são moldados para chamar nossa atenção e para que não possamos mais viver sem isso.

Observar as sensações quando se afasta do celular é fundamental para estabelecer uma relação saudável com esse mundo digital que não pára nunca, questionando, por exemplo, as bolhas de algoritmos que enviam conteúdos que são viciantes.

Além disso, o controle parental é fundamental para controlar esse uso de dispositivos em crianças.

Na contramão do que defendem a Big Techs, o celular e a Internet podem ser espaços de aprendizagem e educação não formal, para empoderar o sujeito a participar da Sociedade da Informação, e não da Sociedade do Entretenimento.


(Extraído de “Papo de Futuro”, da Rádio Câmara. Disponível em https://www.camara.leg.br/radio/programas/977152-nomofobia-o-vicio-ao-celular-o-que-saber-e-como-evitar/#:~:text=Nomofobia%20%C3%A9%20uma%20doen%C3%A7a%20cada,sono%2C%20dificuldade%20de%20se %20relacionar).

Podemos dizer que na frase “o controle parental é fundamental para controlar esse uso de dispositivos em crianças”, o termo destacado é sinônimo de:

Alternativas
Q2609821 Português

Nomofobia, o vício ao celular, o que saber e como evitar


Nomofobia é uma doença cada vez mais comum, mas que pouca gente conhece. Quanto você não consegue deixar o celular ou o computador, cuidado, você pode estar sofrendo de dependência do seu dispositivo eletrônico.

Estresse, depressão, tristeza, falta de sono, dificuldade de se relacionar. Tudo isso pode estar relacionado com o vício ao celular. Pegando carona com uma discussão que houve na Câmara e com reportagem da Rádio Câmara, vamos discutir como combater o vício no uso de dispositivos eletrônicos.

Para falar sobre o tema, eu tive a honra de contar com a participação da psicóloga Leihge Roselle, da Universidade Federal do Mato Grosso, especialista em psicologia de saúde e doutoranda em educação. Leihge Roselle nos explica o que é a nomofobia: “se refere ao medo ou ansiedade pela falta de uso do celular, e quando causas sensação de medo, irritabilidade e prejuízo na vida, como falta de sono e dificuldades no trabalho, na escola e principalmente nas relações sociais.”

Nós estamos falando de saúde, mas também de tecnologia. São fenômenos recentes, e a pergunta é: o quanto isso agrava o problema, ao confundir essa dependência com aptidão para relações sociais?

É importante ressaltar que o transtorno não foi oficialmente reconhecido no Manual de diagnóstico e estatística dos transtornos mentais. Não há consenso sobre os aspectos que promovem a nomofobia, mas se sabe que é distúrbio multifatorial, ou seja, há razões sociais, funcionais, orgânicas e de saúde. Também não há consenso se o fator genético é tão importante quanto em outras dependências químicas. Alguns estudos indicam que os fatores genéticos estão presentes, porém não são determinantes, como explica a Leihge.

“Na dependência química, com todos os estudos avançados, a predisposição genética não é o fator mais relevante. O ambiente, as relações sociais e as relações de uso que se estabelecem com a substância, elas também são primordiais. Saber se há predisposição genética não determina uma situação de dependência, mas colabora com os cuidados e nos autocuidados preventivos. Os estudos estão conseguindo relacionar os traços de impulsividade e baixa autoestima com a dependência do celular. Então, nós voltamos para uma combinação multifatorial, de fatores sociais, ambientes e biológicos.”

E o que pode ser feito contra este distúrbio?

Pensar em ações de redução de danos e de autorregularão no uso de dispositivo, além de tomar medicação, associado a um tratamento psicológicos e terapêutico.

Existem testes que ajudam a avaliar a dependência do celular ou da internet. No consultório, o paciente irá responder vários questionários e realizar testes psicológicos relacionados a funções psíquicas para compreender o nível de dependência.

Leihge defende que se crie um grupo de trabalho governamental, incluindo usuários das plataformas até os provedores de plataformas, como as big techs, para discutir o assunto.

A nomofobia causa aumento do sofrimento, da ansiedade, do estresse, da tristeza, mas temos que aprender ainda a reconhecer um ataque de nomofobia em diferentes espaços físicos, diz Leihge Rossele.

“É importante entender que, para algumas pessoas, o celular é entendido como uma extensão do nosso corpo. Neste espaço nós estabelecemos relações e vivemos coisas não tão agradáveis aí, e vivemos situações como ciberbullying, o cancelamento, que podem atrapalhar as funções psíquicas. São fatores que são gatilhos para o sofrimento psíquico. entre outras”.

Fique de olho nos sintomas relacionados ao uso do celular e à irritabilidade. Cuide da perda de autonomia e a dificuldade de viver sem os likes, as notificações, os estímulos e as recompensas que a internet traz, como objetos que nos viciam e que são moldados para chamar nossa atenção e para que não possamos mais viver sem isso.

Observar as sensações quando se afasta do celular é fundamental para estabelecer uma relação saudável com esse mundo digital que não pára nunca, questionando, por exemplo, as bolhas de algoritmos que enviam conteúdos que são viciantes.

Além disso, o controle parental é fundamental para controlar esse uso de dispositivos em crianças.

Na contramão do que defendem a Big Techs, o celular e a Internet podem ser espaços de aprendizagem e educação não formal, para empoderar o sujeito a participar da Sociedade da Informação, e não da Sociedade do Entretenimento.


(Extraído de “Papo de Futuro”, da Rádio Câmara. Disponível em https://www.camara.leg.br/radio/programas/977152-nomofobia-o-vicio-ao-celular-o-que-saber-e-como-evitar/#:~:text=Nomofobia%20%C3%A9%20uma%20doen%C3%A7a%20cada,sono%2C%20dificuldade%20de%20se %20relacionar).

De acordo com o texto, qual a importância do controle parental no combate à nomofobia?

Alternativas
Q2609820 Português

Nomofobia, o vício ao celular, o que saber e como evitar


Nomofobia é uma doença cada vez mais comum, mas que pouca gente conhece. Quanto você não consegue deixar o celular ou o computador, cuidado, você pode estar sofrendo de dependência do seu dispositivo eletrônico.

Estresse, depressão, tristeza, falta de sono, dificuldade de se relacionar. Tudo isso pode estar relacionado com o vício ao celular. Pegando carona com uma discussão que houve na Câmara e com reportagem da Rádio Câmara, vamos discutir como combater o vício no uso de dispositivos eletrônicos.

Para falar sobre o tema, eu tive a honra de contar com a participação da psicóloga Leihge Roselle, da Universidade Federal do Mato Grosso, especialista em psicologia de saúde e doutoranda em educação. Leihge Roselle nos explica o que é a nomofobia: “se refere ao medo ou ansiedade pela falta de uso do celular, e quando causas sensação de medo, irritabilidade e prejuízo na vida, como falta de sono e dificuldades no trabalho, na escola e principalmente nas relações sociais.”

Nós estamos falando de saúde, mas também de tecnologia. São fenômenos recentes, e a pergunta é: o quanto isso agrava o problema, ao confundir essa dependência com aptidão para relações sociais?

É importante ressaltar que o transtorno não foi oficialmente reconhecido no Manual de diagnóstico e estatística dos transtornos mentais. Não há consenso sobre os aspectos que promovem a nomofobia, mas se sabe que é distúrbio multifatorial, ou seja, há razões sociais, funcionais, orgânicas e de saúde. Também não há consenso se o fator genético é tão importante quanto em outras dependências químicas. Alguns estudos indicam que os fatores genéticos estão presentes, porém não são determinantes, como explica a Leihge.

“Na dependência química, com todos os estudos avançados, a predisposição genética não é o fator mais relevante. O ambiente, as relações sociais e as relações de uso que se estabelecem com a substância, elas também são primordiais. Saber se há predisposição genética não determina uma situação de dependência, mas colabora com os cuidados e nos autocuidados preventivos. Os estudos estão conseguindo relacionar os traços de impulsividade e baixa autoestima com a dependência do celular. Então, nós voltamos para uma combinação multifatorial, de fatores sociais, ambientes e biológicos.”

E o que pode ser feito contra este distúrbio?

Pensar em ações de redução de danos e de autorregularão no uso de dispositivo, além de tomar medicação, associado a um tratamento psicológicos e terapêutico.

Existem testes que ajudam a avaliar a dependência do celular ou da internet. No consultório, o paciente irá responder vários questionários e realizar testes psicológicos relacionados a funções psíquicas para compreender o nível de dependência.

Leihge defende que se crie um grupo de trabalho governamental, incluindo usuários das plataformas até os provedores de plataformas, como as big techs, para discutir o assunto.

A nomofobia causa aumento do sofrimento, da ansiedade, do estresse, da tristeza, mas temos que aprender ainda a reconhecer um ataque de nomofobia em diferentes espaços físicos, diz Leihge Rossele.

“É importante entender que, para algumas pessoas, o celular é entendido como uma extensão do nosso corpo. Neste espaço nós estabelecemos relações e vivemos coisas não tão agradáveis aí, e vivemos situações como ciberbullying, o cancelamento, que podem atrapalhar as funções psíquicas. São fatores que são gatilhos para o sofrimento psíquico. entre outras”.

Fique de olho nos sintomas relacionados ao uso do celular e à irritabilidade. Cuide da perda de autonomia e a dificuldade de viver sem os likes, as notificações, os estímulos e as recompensas que a internet traz, como objetos que nos viciam e que são moldados para chamar nossa atenção e para que não possamos mais viver sem isso.

Observar as sensações quando se afasta do celular é fundamental para estabelecer uma relação saudável com esse mundo digital que não pára nunca, questionando, por exemplo, as bolhas de algoritmos que enviam conteúdos que são viciantes.

Além disso, o controle parental é fundamental para controlar esse uso de dispositivos em crianças.

Na contramão do que defendem a Big Techs, o celular e a Internet podem ser espaços de aprendizagem e educação não formal, para empoderar o sujeito a participar da Sociedade da Informação, e não da Sociedade do Entretenimento.


(Extraído de “Papo de Futuro”, da Rádio Câmara. Disponível em https://www.camara.leg.br/radio/programas/977152-nomofobia-o-vicio-ao-celular-o-que-saber-e-como-evitar/#:~:text=Nomofobia%20%C3%A9%20uma%20doen%C3%A7a%20cada,sono%2C%20dificuldade%20de%20se %20relacionar).

Segundo o texto, qual é a proposta da psicóloga Leihge Roselle para combater a nomofobia?

Alternativas
Q2609797 Português

Nomofobia, o vício ao celular, o que saber e como evitar


Nomofobia é uma doença cada vez mais comum, mas que pouca gente conhece. Quanto você não consegue deixar o celular ou o computador, cuidado, você pode estar sofrendo de dependência do seu dispositivo eletrônico.

Estresse, depressão, tristeza, falta de sono, dificuldade de se relacionar. Tudo isso pode estar relacionado com o vício ao celular. Pegando carona com uma discussão que houve na Câmara e com reportagem da Rádio Câmara, vamos discutir como combater o vício no uso de dispositivos eletrônicos.

Para falar sobre o tema, eu tive a honra de contar com a participação da psicóloga Leihge Roselle, da Universidade Federal do Mato Grosso, especialista em psicologia de saúde e doutoranda em educação. Leihge Roselle nos explica o que é a nomofobia: “se refere ao medo ou ansiedade pela falta de uso do celular, e quando causas sensação de medo, irritabilidade e prejuízo na vida, como falta de sono e dificuldades no trabalho, na escola e principalmente nas relações sociais.”

Nós estamos falando de saúde, mas também de tecnologia. São fenômenos recentes, e a pergunta é: o quanto isso agrava o problema, ao confundir essa dependência com aptidão para relações sociais?

É importante ressaltar que o transtorno não foi oficialmente reconhecido no Manual de diagnóstico e estatística dos transtornos mentais. Não há consenso sobre os aspectos que promovem a nomofobia, mas se sabe que é distúrbio multifatorial, ou seja, há razões sociais, funcionais, orgânicas e de saúde. Também não há consenso se o fator genético é tão importante quanto em outras dependências químicas. Alguns estudos indicam que os fatores genéticos estão presentes, porém não são determinantes, como explica a Leihge.

“Na dependência química, com todos os estudos avançados, a predisposição genética não é o fator mais relevante. O ambiente, as relações sociais e as relações de uso que se estabelecem com a substância, elas também são primordiais. Saber se há predisposição genética não determina uma situação de dependência, mas colabora com os cuidados e nos autocuidados preventivos. Os estudos estão conseguindo relacionar os traços de impulsividade e baixa autoestima com a dependência do celular. Então, nós voltamos para uma combinação multifatorial, de fatores sociais, ambientes e biológicos.”

E o que pode ser feito contra este distúrbio?

Pensar em ações de redução de danos e de autorregularão no uso de dispositivo, além de tomar medicação, associado a um tratamento psicológicos e terapêutico.

Existem testes que ajudam a avaliar a dependência do celular ou da internet. No consultório, o paciente irá responder vários questionários e realizar testes psicológicos relacionados a funções psíquicas para compreender o nível de dependência.

Leihge defende que se crie um grupo de trabalho governamental, incluindo usuários das plataformas até os provedores de plataformas, como as big techs, para discutir o assunto.

A nomofobia causa aumento do sofrimento, da ansiedade, do estresse, da tristeza, mas temos que aprender ainda a reconhecer um ataque de nomofobia em diferentes espaços físicos, diz Leihge Rossele.

“É importante entender que, para algumas pessoas, o celular é entendido como uma extensão do nosso corpo. Neste espaço nós estabelecemos relações e vivemos coisas não tão agradáveis aí, e vivemos situações como ciberbullying, o cancelamento, que podem atrapalhar as funções psíquicas. São fatores que são gatilhos para o sofrimento psíquico. entre outras”.

Fique de olho nos sintomas relacionados ao uso do celular e à irritabilidade. Cuide da perda de autonomia e a dificuldade de viver sem os likes, as notificações, os estímulos e as recompensas que a internet traz, como objetos que nos viciam e que são moldados para chamar nossa atenção e para que não possamos mais viver sem isso.

Observar as sensações quando se afasta do celular é fundamental para estabelecer uma relação saudável com esse mundo digital que não pára nunca, questionando, por exemplo, as bolhas de algoritmos que enviam conteúdos que são viciantes.

Além disso, o controle parental é fundamental para controlar esse uso de dispositivos em crianças.

Na contramão do que defendem a Big Techs, o celular e a Internet podem ser espaços de aprendizagem e educação não formal, para empoderar o sujeito a participar da Sociedade da Informação, e não da Sociedade do Entretenimento.


(Extraído de “Papo de Futuro”, da Rádio Câmara. Disponível em https://www.camara.leg.br/radio/programas/977152-nomofobia-o-vicio-ao-celular-o-que-saber-e-como-evitar/#:~:text=Nomofobia%20%C3%A9%20uma%20doen%C3%A7a%20cada,sono%2C%20dificuldade%20de%20se %20relacionar).

De acordo com o texto, o que é a nomofobia?

Alternativas
Q2594936 Segurança e Saúde no Trabalho
Assinalar a alternativa que descreve o uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).
Alternativas
Q2594935 Gestão de Pessoas
A importância das relações no trabalho se vê cada vez mais presente nas discussões de melhoria no trabalho. São fatores que prejudicam as relações no trabalho, EXCETO:
Alternativas
Q2594933 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
A soberania popular, segundo a Lei Orgânica do Município, será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com igual valor para todos, mediante:

I. Iniciativa popular.
II. Referendo.
III. Plebiscito.

Estão CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q2594932 Direito Constitucional
Conforme a Constituição Federal, constitui objetivo fundamental da República Federativa do Brasil:
Alternativas
Q2594931 Ética na Administração Pública
Assinalar a alternativa que apresenta uma conduta esperada no serviço público. 
Alternativas
Q2594928 Matemática
Henrique está brincando com um dado de 12 lados, enumerados de 1 a 12. Após jogar algumas vezes, ele quer descobrir qual a probabilidade de jogar o dado e ele cair em um número múltiplo de 3. Assinalar a alternativa que corresponde à probabilidade de sair um desses números. 
Alternativas
Q2594927 Matemática
Carlos, João e Marcos são três amigos e, junto com outros atletas, estavam participando de uma competição que envolvia quatro categorias. O vencedor seria determinado pelo total de pontos acumulados no final. A pontuação era atribuída apenas aos três primeiros colocados em cada categoria: o primeiro lugar recebia 5 pontos, o segundo 3 pontos, e o terceiro 1 ponto. Quem não ficava entre os três primeiros não recebia pontos. 
Imagem associada para resolução da questão

Com base no quadro, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q2594926 Matemática
O gerente de uma padaria queria verificar a produção de pães, então ele montou o quadro abaixo com a produção feita em 4 dias de serviço.
Imagem associada para resolução da questão

Com base nas informações do quadro, assinalar a alternativa que corresponde à média de produção diária de pães.
Alternativas
Q2594918 Português
Há quantos substantivos no diminutivo no trecho abaixo?
Em um lugarejo distante, havia uma pequena família. Este lugar, pequeno e aconchegante, abrigava algumas casinhas. Havia um riacho no qual seus residentes se banhavam.
Alternativas
Q2594916 Português
    Nem toda chuva é igual. A garoa surge de nuvens baixas e cinzentas, é formada por gotas pequenas e redondas, que caem unidas e parecem flutuar. Quando as nuvens estão bem cheias de água, acontece a chuva comum, com pingos grandes. E, se as nuvens estão supercarregadas, caem temporais, com muitas gotas grandes de água e raios.
    Você com certeza já sentiu o cheirinho que a chuva deixa quando vai embora. Mas sabia que ele é causado por uma bactéria? As gotas que caem no chão fazem subir minúsculos grãos de terra onde essas bactérias vivem. O contato com a água faz com que elas se multipliquem e, quando isso acontece, soltam esse “cheirinho de chuva”.
    Quando as nuvens atingem temperaturas abaixo de zero grau Celsius, as gotas de água congelam e caem em forma de chuva. Se não derreterem no caminho, acontece uma chuva de granizo. No passado, alguns povos cantavam e dançavam para pedir aos deuses que mandassem chuva. Até hoje há crenças sobre isso. Dizem__ por exemplo__ que sair na rua com o guarda-chuva aberto atrai chuva. Já para espantar um temporal, a receita é colocar um ovo em cima de um muro e pedir a Santa Clara que leve a chuva embora.

Maria Carolina Cristianini – Revista Recreio. Adaptado.
As lacunas em “Dizem__ por exemplo__ que sair na rua com o guarda-chuva aberto atrai chuva.” necessitam de sinais de pontuação. Os sinais CORRETOS são:
Alternativas
Respostas
1461: D
1462: D
1463: D
1464: B
1465: D
1466: D
1467: D
1468: A
1469: C
1470: C
1471: A
1472: D
1473: B
1474: A
1475: A
1476: B
1477: B
1478: C
1479: B
1480: A