Questões de Concurso
Para assistente
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No MS-PowerPoint 2010, na sua configuração padrão, a figura ilustra um grupo chamado “Mostrar”. A guia que contém esse grupo é



O resultado da fórmula
=SOMA(B1:B4) + SE(MÉDIA(A1:A4)>4;A$3*2;D$2-5)
quando aplicado na célula B5 é:
(G1, 12 mar.15. Disponível em:: <http://goo.gl/agjj2v> Adaptado)
Battisti foi condenado à prisão perpétua por homicídio na
(G1, 25 fev.15. Disponível em: <http://goo.gl/hZzggg> Adaptado)
A greve a que se refere a notícia ocorreu
achado morto na Argentina
Milhares de argentinos foram às ruas da capital, Buenos Aires, nesta quarta (18 de fevereiro), e em outras cidades em marchas para lembrar um mês da morte do promotor de Justiça Alberto Nisman.
(Folha de S.Paulo, 19 fev.15. Disponível em: <http://goo.gl/jwoPdP> Adaptado)
Nisman foi achado morto em seu apartamento um dia antes de apresentar, no Congresso, documentos que
(G1, 17 mar.15. Disponível em: <http://goo.gl/F9tze9> Adaptado)
As rebeliões a que se refere o trecho ocorreram
O dólar teve o maior fortalecimento em 12 anos. Desde junho de 2014, a moeda norte-americana valorizou 24% ao redor do mundo.
(Opera Mundi, 13 mar.15. Disponível em: <http://goo.gl/74ptnw> Adaptado)
Entre os principais fatores relacionados à alta recente do dólar, está
Nessa empresa, o número de funcionários que não domina nenhuma das três línguas pesquisadas é
No dia 1 de abril de 2015 às 17h, em uma cidade onde
não acontece o horário de verão, um relógio foi corretamente
ajustado e carregado com uma bateria que dura
exatamente 250 dias. Sabe-se que esse relógio adianta
13s por hora e tem um marcador de dia e mês. Se esse
relógio não for ajustado nesses 250 dias, quando sua bateria
acabar estará marcando o mês de dezembro e
A diferença entre a maior e menor parte dessa partilha é igual a
Uso das novas tecnologias em sala de aula
Em um mundo tecnológico, integrar novas tecnologias à sala de aula ainda é pouco frequente e um desafio para docentes. Em muitos casos, a formação não considera essas tecnologias, e se restringe ao teórico, ou seja, o professor precisa buscar esse conhecimento em outros espaços. Isso nem sempre funciona, pois frequentar cursos de poucas horas nem sempre garante ao professor segurança e domínio dessas tecnologias.
Muitos educadores já perceberam o potencial dessas ferramentas e procuram levar novidades para a sala de aula, seja com uma atividade prática no computador, com videogame, tablets e até mesmo com o celular.
O fato é que o uso dessas tecnologias pode aproximar alunos e professores, além de ser útil na exploração dos conteúdos de forma mais interativa. O aluno passa de mero receptor, que só observa e nem sempre compreende, para um sujeito mais ativo e participativo.
A tecnologia também auxilia o professor na busca por conteúdos a serem trabalhados. O Google, por exemplo, criou um espaço próprio para a educação, o Google Play for Education – cuja versão em português ainda está sem data de lançamento. O programa faz uma peneira por disciplina e série para sugerir aplicativos educacionais específicos para tablets. O professor pode, por exemplo, criar um grupo da sala em que todos os alunos poderão acessar o aplicativo, facilitando a participação.
A ideia não é abandonar o quadro negro, mas hoje, com todos os avanços, existe a necessidade de adequação, de abertura para o novo, a fim de tornar as aulas mais atraentes, participativas e eficientes.
(Disponível em http://www.gazetadopovo.com.br. Acesso em 24.10.2014. Adaptado)
Uso das novas tecnologias em sala de aula
Em um mundo tecnológico, integrar novas tecnologias à sala de aula ainda é pouco frequente e um desafio para docentes. Em muitos casos, a formação não considera essas tecnologias, e se restringe ao teórico, ou seja, o professor precisa buscar esse conhecimento em outros espaços. Isso nem sempre funciona, pois frequentar cursos de poucas horas nem sempre garante ao professor segurança e domínio dessas tecnologias.
Muitos educadores já perceberam o potencial dessas ferramentas e procuram levar novidades para a sala de aula, seja com uma atividade prática no computador, com videogame, tablets e até mesmo com o celular.
O fato é que o uso dessas tecnologias pode aproximar alunos e professores, além de ser útil na exploração dos conteúdos de forma mais interativa. O aluno passa de mero receptor, que só observa e nem sempre compreende, para um sujeito mais ativo e participativo.
A tecnologia também auxilia o professor na busca por conteúdos a serem trabalhados. O Google, por exemplo, criou um espaço próprio para a educação, o Google Play for Education – cuja versão em português ainda está sem data de lançamento. O programa faz uma peneira por disciplina e série para sugerir aplicativos educacionais específicos para tablets. O professor pode, por exemplo, criar um grupo da sala em que todos os alunos poderão acessar o aplicativo, facilitando a participação.
A ideia não é abandonar o quadro negro, mas hoje, com todos os avanços, existe a necessidade de adequação, de abertura para o novo, a fim de tornar as aulas mais atraentes, participativas e eficientes.
(Disponível em http://www.gazetadopovo.com.br. Acesso em 24.10.2014. Adaptado)
