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Q3709243 Matemática
Samuel fez 2 rondas completas em um prédio e gastou, no total, 1 hora e 28 minutos. Sabendo que o tempo gasto na 2a ronda foi 20% maior do que o tempo gasto na 1a ronda, é correto afirmar que o tempo gasto, em minutos, na 2a ronda foi
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Q3709242 Matemática
Em um arquivo, há 64 pastas na cor azul e 40 pastas na cor branca. Todas essas pastas serão colocadas em caixas, de modo que cada caixa fique com o mesmo número de pastas, e esse número tem que ser o maior possível. Sabendo que cada caixa só poderá ter pastas de uma mesma cor, o número de caixas necessárias é
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Q3709241 Matemática
Em um estacionamento há determinado número de veículos. Desse total, 1/16 são motos e os demais são carros. Entre os carros, 4/5 têm placas do novo modelo Mercosul, e os outros 15 carros têm placas do modelo antigo. O número de motos que há nesse estacionamento é
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Q3709240 Português
Leia recorte de artigo a seguir publicado na revista Super Interessante, em agosto de 2025:

Resistência ______dor.
Ossos mais duros que o normal.
Músculos que crescem sem parar.
          primeira vista, isso soa como a descrição de um super-herói. Mas não é bem assim.
          seguir, conheça condições raras que podem ajudar (ou atrapalhar bastante a vida de quem as tem).

Com base na norma-padrão do emprego do acento indicativo de crase, as lacunas das frases devem ser preenchidas com:
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Q3709239 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Um rei seguia pela estrada com sua comitiva, quando viu um homem velho plantando uma arvorezinha.

     Achou aquela atitude muito estranha, já que a árvore demoraria em crescer e, quando pudesse dar frutos, o velho, na certa, não estaria mais lá para aproveitar.

    E então, o rei perguntou ao velho plantador de árvores por que insistia numa tarefa tão inútil. Ao que o homem respondeu:

    – Fico feliz em plantar, mesmo não sendo eu quem vai colher. Não estamos aproveitando hoje as árvores que foram plantadas há muitos anos? Plantar é o que importa. Não o colher.

    O rei considerou sábia a atitude do homem e, comovido, entregou um saco com muitas moedas de ouro como prêmio à sabedoria do plantador de árvores.

    E ele agradeceu dizendo:

    – Viu como são as coisas?


(Disponível em: http://www.meusonhonaotemfim.org.br/ reflexoes_view.asp?editid1=249, 04.08.2025. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão de emprego do pronome e sua colocação, a expressão em destaque na frase está corretamente substituída na alternativa: 
Alternativas
Q3709238 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Um rei seguia pela estrada com sua comitiva, quando viu um homem velho plantando uma arvorezinha.

     Achou aquela atitude muito estranha, já que a árvore demoraria em crescer e, quando pudesse dar frutos, o velho, na certa, não estaria mais lá para aproveitar.

    E então, o rei perguntou ao velho plantador de árvores por que insistia numa tarefa tão inútil. Ao que o homem respondeu:

    – Fico feliz em plantar, mesmo não sendo eu quem vai colher. Não estamos aproveitando hoje as árvores que foram plantadas há muitos anos? Plantar é o que importa. Não o colher.

    O rei considerou sábia a atitude do homem e, comovido, entregou um saco com muitas moedas de ouro como prêmio à sabedoria do plantador de árvores.

    E ele agradeceu dizendo:

    – Viu como são as coisas?


(Disponível em: http://www.meusonhonaotemfim.org.br/ reflexoes_view.asp?editid1=249, 04.08.2025. Adaptado)
Na frase – Não o colher. (4o parágrafo) – a palavra em destaque assume a mesma classe gramatical que a destacada na frase da alternativa:
Alternativas
Q3709237 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Um rei seguia pela estrada com sua comitiva, quando viu um homem velho plantando uma arvorezinha.

     Achou aquela atitude muito estranha, já que a árvore demoraria em crescer e, quando pudesse dar frutos, o velho, na certa, não estaria mais lá para aproveitar.

    E então, o rei perguntou ao velho plantador de árvores por que insistia numa tarefa tão inútil. Ao que o homem respondeu:

    – Fico feliz em plantar, mesmo não sendo eu quem vai colher. Não estamos aproveitando hoje as árvores que foram plantadas há muitos anos? Plantar é o que importa. Não o colher.

    O rei considerou sábia a atitude do homem e, comovido, entregou um saco com muitas moedas de ouro como prêmio à sabedoria do plantador de árvores.

    E ele agradeceu dizendo:

    – Viu como são as coisas?


(Disponível em: http://www.meusonhonaotemfim.org.br/ reflexoes_view.asp?editid1=249, 04.08.2025. Adaptado)
A ideia central do texto pode ser resumida na seguinte frase popular:
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Q3709236 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a circunstância expressa pela palavra em destaque está corretamente apresentada.
Alternativas
Q3709235 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
A alternativa em que a palavra em destaque está substituída, nos colchetes, corretamente, sem alterar o sentido do texto, é:
Alternativas
Q3709234 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta a frase de acordo com a norma-padrão de concordância e/ou de regência.
Alternativas
Q3709233 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
Para Anne, justificava-se a rigidez de horário diante da seguinte situação:
Alternativas
Q3709232 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
De acordo com o texto, o desentendimento de Anne com seu parceiro acontecia, principalmente,
Alternativas
Q3709231 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
De acordo com estudos realizados, sabe-se que a criatividade se manifesta de maneira mais perceptível nas pessoas que
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Q3644349 Direito Constitucional
A Lei Orgânica de Guarujá do Sul/SC, em sua abrangência municipal define como poderes deste, independentes e harmônicos entre si:
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Q3644347 Português
Microplásticos por toda parte

O plástico é uma das invenções humanas mais presente em nosso dia a dia. Copos, garrafas, sacolas, aparelhos eletrônicos e até roupas são alguns dos incontáveis produtos feitos de plástico ou que contêm esse material como um de seus componentes principais.

Muitos desses produtos são descartáveis e compõem grande parte do lixo que produzimos diariamente. Toda essa poluição que vemos por aí é, sem dúvida, uma grande ameaça à natureza, isso porque o plástico pode levar até 500 anos para se decompor.

Essa conversa fica ainda mais preocupante quando descobrimos que há um tipo de plástico bem pequeno e que, apesar do tamanho, causa grandes problemas ambientais − o microplástico!

(https://chc.org.br/artigo/microplasticos-por-toda-parte/)
"Muitos desses produtos são descartáveis e compõem grande parte do lixo que produzimos diariamente."
A separação silábica e a posição da sílaba tônica da palavra 'diariamente' está corretamente identificada na alternativa:
Alternativas
Q3644345 Engenharia Civil
A prevenção e o combate a incêndios são noções essenciais para um Controlador de Acesso, pois o conhecimento técnico sobre o assunto permite uma resposta inicial segura e eficaz até a chegada do socorro especializado. Um dos pilares desse conhecimento é a correta identificação dos tipos de fogo, classificadas de acordo com o material combustível envolvido. Sobre as classes de incêndio, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3644344 Administração Pública
No contexto da função de um Controlador de Acesso em um órgão público, a prevenção de perdas e a proteção de bens públicos são atividades essenciais que demandam uma abordagem estratégica e integrada. A eficácia dessas medidas está diretamente ligada à capacidade de antecipar riscos e implementar procedimentos robustos que envolvam todos os setores. Acerca da prevenção de perdas e proteção de bens públicos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__)A prevenção de perdas se concentra na análise retrospectiva de ocorrências, como furtos e danos, para identificar falhas no sistema de segurança, sendo sua principal meta a apuração de responsabilidades e a notificação aos superiores, agindo, portanto, de forma reativa.
(__)A proteção de bens públicos se restringe à salvaguarda dos ativos tangíveis, como equipamentos e veículos, não abrangendo a integridade de dados e informações confidenciais que, por sua natureza intangível, são de responsabilidade exclusiva dos setores de tecnologia da informação.
(__)Em uma abordagem de prevenção de perdas, a instalação de equipamentos de videomonitoramento e alarmes por si só garante a segurança, visto que a tecnologia avançada é capaz de substituir procedimentos de ronda e a necessidade de treinamento contínuo da equipe operacional.
(__)A prevenção de perdas e a proteção de bens públicos constituem um conjunto de estratégias proativas e integradas que visam reduzir os riscos de danos, furtos, extravios e uso indevido de bens e informações, por meio de ações de controle, vigilância, auditoria e conscientização.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3644343 Administração Pública
A comunicação e o registro de ocorrências são ferramentas cruciais na rotina de um Controlador de Acesso, pois garantem que incidentes, irregularidades e falhas sejam devidamente reportados e documentados. O registro correto de informações é fundamental para a tomada de decisões e para a segurança do ambiente. Sobre a comunicação de ocorrências e registros de irregularidades, analise as afirmativas a seguir:
I.A comunicação de uma ocorrência deve ser imediata e seguir um padrão predefinido, contendo informações essenciais como o tipo de incidente, o local exato, o horário e o status da situação, para que a equipe de apoio possa agir de forma rápida e coordenada.
II.O registro de irregularidades deve priorizar a interpretação pessoal do Controlador de Acesso sobre a intenção dos envolvidos, pois a análise subjetiva é mais valiosa para a investigação do que a descrição factual e detalhada da cena.
III.O Controlador de Acesso deve se limitar a registrar apenas ocorrências de grande porte, como roubos ou incêndios, desconsiderando pequenos incidentes ou danos materiais de menor valor, pois estes não justificam o tempo de preenchimento do registro.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3644342 Administração Pública
O desempenho de um Controlador de Acesso em situações de emergência, como roubos, tumultos ou incêndios, é determinante para a mitigação de danos e a proteção da vida humana e do patrimônio. O preparo e o conhecimento de protocolos específicos são cruciais para a tomada de decisões rápidas e eficazes em momentos de crise. Acerca dos procedimentos em situações de emergência, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__)Em uma situação de roubo ou invasão, a prioridade do Controlador de Acesso deve ser a proteção imediata dos bens de alto valor, mesmo que isso signifique confrontar diretamente os invasores, visando evitar perdas patrimoniais significativas.
(__)A comunicação em situações de emergência exige objetividade e clareza, sendo essencial que o Controlador de Acesso, ao acionar os serviços de emergência, forneça informações precisas sobre o tipo de ocorrência, a localização exata e a quantidade de pessoas envolvidas ou feridas.
(__)Em caso de tumulto, a melhor ação do Controlador de Acesso é intervir diretamente no foco do conflito para tentar dispersar os envolvidos o mais rápido possível, utilizando a autoridade do cargo para restabelecer a ordem sem a necessidade de solicitar reforço externo.
(__)O conhecimento sobre planos de abandono e evacuação de área é um procedimento fundamental, pois capacita o profissional a orientar as pessoas para as saídas de emergência e pontos de encontro seguros, garantindo a organização e a minimização de pânico.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3644341 Relações Humanas
A rotina de um Controlador de Acesso frequentemente envolve a gestão de situações de estresse e conflito, exigindo um elevado grau de **controle emocional**. Para garantir a segurança e a ordem, é vital que o profissional saiba explicar as regras e procedimentos da instituição de forma clara e assertiva. Com base na importância do controle emocional para a explicação de regras e normas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
241: A
242: C
243: E
244: A
245: D
246: E
247: B
248: A
249: C
250: E
251: B
252: D
253: C
254: C
255: A
256: B
257: D
258: A
259: C
260: D