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Q1780098 Conhecimentos Gerais
A formação de todo ser humano começa na família; é neste espaço que se tem início a um processo de humanização e libertação; é um caminho que busca fazer da criança um ser civilizado, para tal empreitada é necessário um trabalho contínuo que começa desde cedo e a escola participa desse processo. A educação para a cidadania tem como objetivo:
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Q1780097 Português

TEXTO I

Quartetos


Como nos tempos d’antanho já dis: merci beaucoup

obrigado a ti, Poesia, mil vezes obrigado

porque posso carregar fantasmas a tiracolo

E dizer: eu tenho o mundo. 


Na verdade, o tempo e a miséria eu tenho

e a mágoa de ter nascido ó minha mãe!

Quantas vezes, meu Deus, desci aos infernos

para tirar de lá apenas um poema e nada

mais...


Nos pensamentos enormes

somente o voo do pássaro é que importa

mas eu bendigo a dor de ter sofrido

para colher a rosa da esperança, a tênue rosa


O poetas do romantismo

vós vos matáveis por amor

porém nós, poetas do modernismo,

temos amor e não nos matamos.


Se me perguntassem (quem ousaria?)

qual o maior poeta do mundo

o que sofreu na carne a dor da poesia

responderia apenas: infelizmente, eu! 


Que dissolução nos sentidos

à hora morta do sono sem remédio.

O verso é como o acalanto

mas a criança não dorme há muitos anos...


E dormir é viver, é sonhar

e desperta quem há de achar

a palavra – a simples palavra

(Mulher) e o que engrandece?

( Antônio Girão Barroso Rev. Acad. Cear. Let. N° 35 – 1971)


TEXTO II

por Genildo para o Humor Político

Expressando-se por linguagens e perspectivas diferentes, os textos I e II estabelecem um certo diálogo. Podemos assim classifica-los:
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Q1780096 Português

TEXTO I

Quartetos


Como nos tempos d’antanho já dis: merci beaucoup

obrigado a ti, Poesia, mil vezes obrigado

porque posso carregar fantasmas a tiracolo

E dizer: eu tenho o mundo. 


Na verdade, o tempo e a miséria eu tenho

e a mágoa de ter nascido ó minha mãe!

Quantas vezes, meu Deus, desci aos infernos

para tirar de lá apenas um poema e nada

mais...


Nos pensamentos enormes

somente o voo do pássaro é que importa

mas eu bendigo a dor de ter sofrido

para colher a rosa da esperança, a tênue rosa


O poetas do romantismo

vós vos matáveis por amor

porém nós, poetas do modernismo,

temos amor e não nos matamos.


Se me perguntassem (quem ousaria?)

qual o maior poeta do mundo

o que sofreu na carne a dor da poesia

responderia apenas: infelizmente, eu! 


Que dissolução nos sentidos

à hora morta do sono sem remédio.

O verso é como o acalanto

mas a criança não dorme há muitos anos...


E dormir é viver, é sonhar

e desperta quem há de achar

a palavra – a simples palavra

(Mulher) e o que engrandece?

( Antônio Girão Barroso Rev. Acad. Cear. Let. N° 35 – 1971)

A realidade adversa, tantas vezes reiterada no poema, encontra abrigo ainda na seguinte colocação:
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Q1780095 Português

TEXTO I

Quartetos


Como nos tempos d’antanho já dis: merci beaucoup

obrigado a ti, Poesia, mil vezes obrigado

porque posso carregar fantasmas a tiracolo

E dizer: eu tenho o mundo. 


Na verdade, o tempo e a miséria eu tenho

e a mágoa de ter nascido ó minha mãe!

Quantas vezes, meu Deus, desci aos infernos

para tirar de lá apenas um poema e nada

mais...


Nos pensamentos enormes

somente o voo do pássaro é que importa

mas eu bendigo a dor de ter sofrido

para colher a rosa da esperança, a tênue rosa


O poetas do romantismo

vós vos matáveis por amor

porém nós, poetas do modernismo,

temos amor e não nos matamos.


Se me perguntassem (quem ousaria?)

qual o maior poeta do mundo

o que sofreu na carne a dor da poesia

responderia apenas: infelizmente, eu! 


Que dissolução nos sentidos

à hora morta do sono sem remédio.

O verso é como o acalanto

mas a criança não dorme há muitos anos...


E dormir é viver, é sonhar

e desperta quem há de achar

a palavra – a simples palavra

(Mulher) e o que engrandece?

( Antônio Girão Barroso Rev. Acad. Cear. Let. N° 35 – 1971)

De acordo com as ideias apresentadas no texto, dentro de uma perspectiva metapoética, o maior poeta é aquele que:
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Q1780094 Português

TEXTO I

Quartetos


Como nos tempos d’antanho já dis: merci beaucoup

obrigado a ti, Poesia, mil vezes obrigado

porque posso carregar fantasmas a tiracolo

E dizer: eu tenho o mundo. 


Na verdade, o tempo e a miséria eu tenho

e a mágoa de ter nascido ó minha mãe!

Quantas vezes, meu Deus, desci aos infernos

para tirar de lá apenas um poema e nada

mais...


Nos pensamentos enormes

somente o voo do pássaro é que importa

mas eu bendigo a dor de ter sofrido

para colher a rosa da esperança, a tênue rosa


O poetas do romantismo

vós vos matáveis por amor

porém nós, poetas do modernismo,

temos amor e não nos matamos.


Se me perguntassem (quem ousaria?)

qual o maior poeta do mundo

o que sofreu na carne a dor da poesia

responderia apenas: infelizmente, eu! 


Que dissolução nos sentidos

à hora morta do sono sem remédio.

O verso é como o acalanto

mas a criança não dorme há muitos anos...


E dormir é viver, é sonhar

e desperta quem há de achar

a palavra – a simples palavra

(Mulher) e o que engrandece?

( Antônio Girão Barroso Rev. Acad. Cear. Let. N° 35 – 1971)

O último verso da terceira estrofe se caracteriza por enfatizar metaforicamente um aspecto peculiar da arte poética, que é:
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Q1780093 Português

TEXTO I

Quartetos


Como nos tempos d’antanho já dis: merci beaucoup

obrigado a ti, Poesia, mil vezes obrigado

porque posso carregar fantasmas a tiracolo

E dizer: eu tenho o mundo. 


Na verdade, o tempo e a miséria eu tenho

e a mágoa de ter nascido ó minha mãe!

Quantas vezes, meu Deus, desci aos infernos

para tirar de lá apenas um poema e nada

mais...


Nos pensamentos enormes

somente o voo do pássaro é que importa

mas eu bendigo a dor de ter sofrido

para colher a rosa da esperança, a tênue rosa


O poetas do romantismo

vós vos matáveis por amor

porém nós, poetas do modernismo,

temos amor e não nos matamos.


Se me perguntassem (quem ousaria?)

qual o maior poeta do mundo

o que sofreu na carne a dor da poesia

responderia apenas: infelizmente, eu! 


Que dissolução nos sentidos

à hora morta do sono sem remédio.

O verso é como o acalanto

mas a criança não dorme há muitos anos...


E dormir é viver, é sonhar

e desperta quem há de achar

a palavra – a simples palavra

(Mulher) e o que engrandece?

( Antônio Girão Barroso Rev. Acad. Cear. Let. N° 35 – 1971)

Todo tipo de discurso traz, mesmo sem intencionalidade, um diálogo com outros discursos já produzidos. Em se tratando de texto poético, este recurso é bastante utilizado. Quando o eu lírico fala que desceu aos infernos (terceiro verso, segunda estrofe), há uma referência ao escritor clássico...
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Q1780092 Português

TEXTO I

Quartetos


Como nos tempos d’antanho já dis: merci beaucoup

obrigado a ti, Poesia, mil vezes obrigado

porque posso carregar fantasmas a tiracolo

E dizer: eu tenho o mundo. 


Na verdade, o tempo e a miséria eu tenho

e a mágoa de ter nascido ó minha mãe!

Quantas vezes, meu Deus, desci aos infernos

para tirar de lá apenas um poema e nada

mais...


Nos pensamentos enormes

somente o voo do pássaro é que importa

mas eu bendigo a dor de ter sofrido

para colher a rosa da esperança, a tênue rosa


O poetas do romantismo

vós vos matáveis por amor

porém nós, poetas do modernismo,

temos amor e não nos matamos.


Se me perguntassem (quem ousaria?)

qual o maior poeta do mundo

o que sofreu na carne a dor da poesia

responderia apenas: infelizmente, eu! 


Que dissolução nos sentidos

à hora morta do sono sem remédio.

O verso é como o acalanto

mas a criança não dorme há muitos anos...


E dormir é viver, é sonhar

e desperta quem há de achar

a palavra – a simples palavra

(Mulher) e o que engrandece?

( Antônio Girão Barroso Rev. Acad. Cear. Let. N° 35 – 1971)

No verso: porque posso carregar fantasmas a tiracolo a imagem criada dá a ideia de que, através da poesia, o eu lírico...
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Q1780091 Português

TEXTO I

Quartetos


Como nos tempos d’antanho já dis: merci beaucoup

obrigado a ti, Poesia, mil vezes obrigado

porque posso carregar fantasmas a tiracolo

E dizer: eu tenho o mundo. 


Na verdade, o tempo e a miséria eu tenho

e a mágoa de ter nascido ó minha mãe!

Quantas vezes, meu Deus, desci aos infernos

para tirar de lá apenas um poema e nada

mais...


Nos pensamentos enormes

somente o voo do pássaro é que importa

mas eu bendigo a dor de ter sofrido

para colher a rosa da esperança, a tênue rosa


O poetas do romantismo

vós vos matáveis por amor

porém nós, poetas do modernismo,

temos amor e não nos matamos.


Se me perguntassem (quem ousaria?)

qual o maior poeta do mundo

o que sofreu na carne a dor da poesia

responderia apenas: infelizmente, eu! 


Que dissolução nos sentidos

à hora morta do sono sem remédio.

O verso é como o acalanto

mas a criança não dorme há muitos anos...


E dormir é viver, é sonhar

e desperta quem há de achar

a palavra – a simples palavra

(Mulher) e o que engrandece?

( Antônio Girão Barroso Rev. Acad. Cear. Let. N° 35 – 1971)

No segundo verso da primeira estrofe temos um recurso poético utilizado pelo eu lírico e que aqui se encontra destacado. A tal recurso, denominamos:
“obrigado a ti, Poesia, mil vezes obrigado”
Alternativas
Q1780090 Português

TEXTO I

Quartetos


Como nos tempos d’antanho já dis: merci beaucoup

obrigado a ti, Poesia, mil vezes obrigado

porque posso carregar fantasmas a tiracolo

E dizer: eu tenho o mundo. 


Na verdade, o tempo e a miséria eu tenho

e a mágoa de ter nascido ó minha mãe!

Quantas vezes, meu Deus, desci aos infernos

para tirar de lá apenas um poema e nada

mais...


Nos pensamentos enormes

somente o voo do pássaro é que importa

mas eu bendigo a dor de ter sofrido

para colher a rosa da esperança, a tênue rosa


O poetas do romantismo

vós vos matáveis por amor

porém nós, poetas do modernismo,

temos amor e não nos matamos.


Se me perguntassem (quem ousaria?)

qual o maior poeta do mundo

o que sofreu na carne a dor da poesia

responderia apenas: infelizmente, eu! 


Que dissolução nos sentidos

à hora morta do sono sem remédio.

O verso é como o acalanto

mas a criança não dorme há muitos anos...


E dormir é viver, é sonhar

e desperta quem há de achar

a palavra – a simples palavra

(Mulher) e o que engrandece?

( Antônio Girão Barroso Rev. Acad. Cear. Let. N° 35 – 1971)

Quanto a estrutura do poema, naquilo que representa os aspectos melódicos podemos dizer que apresenta:
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Q1780089 Português

TEXTO I

Quartetos


Como nos tempos d’antanho já dis: merci beaucoup

obrigado a ti, Poesia, mil vezes obrigado

porque posso carregar fantasmas a tiracolo

E dizer: eu tenho o mundo. 


Na verdade, o tempo e a miséria eu tenho

e a mágoa de ter nascido ó minha mãe!

Quantas vezes, meu Deus, desci aos infernos

para tirar de lá apenas um poema e nada

mais...


Nos pensamentos enormes

somente o voo do pássaro é que importa

mas eu bendigo a dor de ter sofrido

para colher a rosa da esperança, a tênue rosa


O poetas do romantismo

vós vos matáveis por amor

porém nós, poetas do modernismo,

temos amor e não nos matamos.


Se me perguntassem (quem ousaria?)

qual o maior poeta do mundo

o que sofreu na carne a dor da poesia

responderia apenas: infelizmente, eu! 


Que dissolução nos sentidos

à hora morta do sono sem remédio.

O verso é como o acalanto

mas a criança não dorme há muitos anos...


E dormir é viver, é sonhar

e desperta quem há de achar

a palavra – a simples palavra

(Mulher) e o que engrandece?

( Antônio Girão Barroso Rev. Acad. Cear. Let. N° 35 – 1971)

A ideia existente no primeiro verso nos leva a refletir sobre as relações sociais na contemporaneidade do amor líquido, das relações fragmentadas e do excessivo uso da auto representação. Inferimos que já não é importante a:
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Q801507 Pedagogia
A respeito de avaliação da aprendizagem e de aspectos a ela relacionados, assinale a opção correta.
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Q801506 Pedagogia
Com relação às avaliações diagnóstica, formativa e somativa, assinale a opção correta.
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Q801505 Pedagogia

Patto formulou importantes contribuições à educação no sentido de romper com o estigma de que o fracasso escolar é resultado exclusivo de problemas emocionais, orgânicos e neurológicos do aluno ou de sua família.


Maria Helena de Souza Patto. A produção do fracasso escolar: histórias de submissão e rebeldia. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1999.


Uma ação que não é da responsabilidade da escola no enfrentamento do fracasso escolar é a de

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Q801504 Pedagogia

Edgar Morin, ao desenvolver os sete saberes necessários à educação do futuro, argumenta que uma autêntica educação deve estar apoiada na justiça, na democracia verdadeira, na igualdade e na harmonia com o entorno.


Edgar Morin. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 3.ª ed. São Paulo: Cortez; Brasília – DF: UNESCO, 2001.


Assinale a opção que apresenta os sete saberes destacados por Edgar Morin para ser ensinados na escola.


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Q801503 Pedagogia
Assinale a opção que apresenta o processo de resolução dos conflitos cognitivos que, para Jean Piaget, representa a construção da aprendizagem.
Alternativas
Q801502 Pedagogia
Na perspectiva de Jean Piaget, em uma situação que envolva o cometimento de erro pelo aluno no processo de aprendizagem, o professor deve
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Q801501 Pedagogia
Assinale a opção que apresenta uma ação pedagógica que expresse o compromisso social e ético dos professores.
Alternativas
Q801500 Pedagogia
O sucesso e a qualidade da aprendizagem no processo pedagógico dependem, entre outros fatores, de o professor
Alternativas
Q801499 Pedagogia
O planejamento das atividades didáticas é uma ação do professor que envolve a previsão das atividades a ser realizadas em sala de aula com os alunos. O ponto de partida na elaboração desse planejamento é a
Alternativas
Respostas
141: B
142: C
143: C
144: D
145: C
146: A
147: A
148: B
149: A
150: C
151: A
152: B
153: A
154: C
155: B
156: C
157: C
158: D
159: B
160: C