Foram encontradas 16.334 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q399364 Português
                                   BEBIDA EM ALTA

        Ao contrário do que acontece nos países desenvolvidos, o consumo do álcool tem aumentado nos países em desenvolvimento. É o caso do Brasil, onde não há praticamente controle sobre a indústria de bebidas alcoólicas. Segundo os especialistas, é preciso uma política pública para o álcool tão ofensiva quanto a do cigarro. “Um litro de pinga aqui custa menos do que 1 dólar”, diz o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Nos países desenvolvidos, uma garrafa de destilado não sai por menos de 10 dólares.” Além dos preços baixíssimos, no Brasil o marketing da indústria do álcool é muito agressivo e mira sobretudo os jovens. O levantamento do Ministério da Saúde confirma essa tendência. Os brasileiros que bebem exageradamente têm, em sua maioria, entre 18 e 24 anos.
        Uma das principais preocupações é a tendência de aumento do abuso do álcool pelas mulheres jovens. Um estudo conduzido recentemente pela Unifesp revela que o consumo exagerado de álcool aumenta principalmente entre as meninas adolescentes. Elas já se equiparam aos meninos e três em cada dez bebem com freqüência. Quanto mais se bebe na juventude, maior será a propensão ao alcoolismo na idade adulta.
        Quantidades moderadas de álcool, algo como dois copos de vinho por semana, trazem benefícios ao coração e ao sistema circulatório. Mais do que isso pode resultar em danos irreversíveis ao fígado. Há indícios de que o abuso de álcool pode lesionar o cérebro. Em excesso, a bebida está associada a danos nas regiões cerebrais ligadas à memória e ao aprendizado.

                                            Veja, 05-03-2008


Os especialistas dizem que “é preciso uma política pública para o álcool tão ofensiva quanto a do cigarro”.

Isso significa dizer que:
Alternativas
Q399363 Português
                                   BEBIDA EM ALTA

        Ao contrário do que acontece nos países desenvolvidos, o consumo do álcool tem aumentado nos países em desenvolvimento. É o caso do Brasil, onde não há praticamente controle sobre a indústria de bebidas alcoólicas. Segundo os especialistas, é preciso uma política pública para o álcool tão ofensiva quanto a do cigarro. “Um litro de pinga aqui custa menos do que 1 dólar”, diz o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Nos países desenvolvidos, uma garrafa de destilado não sai por menos de 10 dólares.” Além dos preços baixíssimos, no Brasil o marketing da indústria do álcool é muito agressivo e mira sobretudo os jovens. O levantamento do Ministério da Saúde confirma essa tendência. Os brasileiros que bebem exageradamente têm, em sua maioria, entre 18 e 24 anos.
        Uma das principais preocupações é a tendência de aumento do abuso do álcool pelas mulheres jovens. Um estudo conduzido recentemente pela Unifesp revela que o consumo exagerado de álcool aumenta principalmente entre as meninas adolescentes. Elas já se equiparam aos meninos e três em cada dez bebem com freqüência. Quanto mais se bebe na juventude, maior será a propensão ao alcoolismo na idade adulta.
        Quantidades moderadas de álcool, algo como dois copos de vinho por semana, trazem benefícios ao coração e ao sistema circulatório. Mais do que isso pode resultar em danos irreversíveis ao fígado. Há indícios de que o abuso de álcool pode lesionar o cérebro. Em excesso, a bebida está associada a danos nas regiões cerebrais ligadas à memória e ao aprendizado.

                                            Veja, 05-03-2008


O título dado ao artigo é “Bebida em alta”; a melhor justificativa para o título dado, em função do que se lê no texto, é:
Alternativas
Q399362 Português
                                   BEBIDA EM ALTA

        Ao contrário do que acontece nos países desenvolvidos, o consumo do álcool tem aumentado nos países em desenvolvimento. É o caso do Brasil, onde não há praticamente controle sobre a indústria de bebidas alcoólicas. Segundo os especialistas, é preciso uma política pública para o álcool tão ofensiva quanto a do cigarro. “Um litro de pinga aqui custa menos do que 1 dólar”, diz o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Nos países desenvolvidos, uma garrafa de destilado não sai por menos de 10 dólares.” Além dos preços baixíssimos, no Brasil o marketing da indústria do álcool é muito agressivo e mira sobretudo os jovens. O levantamento do Ministério da Saúde confirma essa tendência. Os brasileiros que bebem exageradamente têm, em sua maioria, entre 18 e 24 anos.
        Uma das principais preocupações é a tendência de aumento do abuso do álcool pelas mulheres jovens. Um estudo conduzido recentemente pela Unifesp revela que o consumo exagerado de álcool aumenta principalmente entre as meninas adolescentes. Elas já se equiparam aos meninos e três em cada dez bebem com freqüência. Quanto mais se bebe na juventude, maior será a propensão ao alcoolismo na idade adulta.
        Quantidades moderadas de álcool, algo como dois copos de vinho por semana, trazem benefícios ao coração e ao sistema circulatório. Mais do que isso pode resultar em danos irreversíveis ao fígado. Há indícios de que o abuso de álcool pode lesionar o cérebro. Em excesso, a bebida está associada a danos nas regiões cerebrais ligadas à memória e ao aprendizado.

                                            Veja, 05-03-2008


O artigo declara que o consumo de álcool tem aumentado nos países em desenvolvimento e atribui o fato a um conjunto de fatores. Entre os fatores de aumento desse consumo NÃO está incluído(a):
Alternativas
Q26364 Psiquiatria
É a segunda causa de retardo mental na infância, relaciona-se a uma causa genética autossômica dominante. Apresenta incidência de 1 em 1500 em meninos e 1 em 2000 em meninas, associa-se ao retardo mental, tanto em meninos (mais grave) quanto em meninas (mais leve) e afeta em média 1 recém-nascido em cada 2 000. Clinicamente, além do retardo mental nos meninos, está associada a um dismorfismo facial discreto, aumento do tamanho das orelhas e desenvolvimento pós-puberal de macroorquidismo. Não há dismorfismos nas mulheres afetadas. A mutação que causa a síndrome é a expansão de um microssatélite com repetições CGG na região promotora do gene FMR-1. Em indivíduos normais, esta região varia de 5 a 42 repetições. Em pacientes com a síndrome, esta região apresenta considerável expansão para mais de 200 repetições. Estas grandes expansões causam metilação da região promotora e conseqüente repressão do gene FMR-1. Uma pequena proporção de pacientes com a síndrome apresenta mutações na seqüência do gene FMR-1.

Trata-se da Síndrome
Alternativas
Q26363 Psiquiatria
Sobre os neurolépticos, considere:

I. São drogas hidrossolúveis e, com isso, sua absorção e penetração no Sistema Nervoso Central é facilitada.

II. O bloqueio dos receptores adrenérgicos, serotoninérgicos, colinérgicos e histaminérgicos estaria relacionado aos efeitos colaterais dos neurolépticos. Os receptores alpha-adrenérgicos respondem pela hipotensão postural, enquanto os histaminérgicos pela sedação, e os colinérgicos pela retenção urinária.

III. A atividade terapêutica dos antipsicóticos parece estar relacionada, principalmente, com o bloqueio da dopamina nos receptores pré-sinápticos do tipo D2 e D3 nas vias mesolímbicas e mesocorticais.

É INCORRETO o que consta APENAS em
Alternativas
Q26362 Psiquiatria
No que diz respeito à terapêutica com carbonato de lítio, é correto afirmar:
Alternativas
Q26361 Psiquiatria
Os critérios para Transtorno de Somatização (F45.0) segundo a CID-10 incluem:

I. história de pelo menos seis meses de queixas de sintomas físicos múltiplos e variáveis para os quais nenhuma explicação adequada foi encontrada;

II. recusa persistente de aceitar a informação ou o reasseguramento de diversos médicos de que não há explicação física para os sintomas;

III. certo grau de comprometimento do funcionamento social e familiar atribuível à natureza dos sintomas e ao comportamento resultante.

Está INCORRETO o que consta em
Alternativas
Q26360 Psiquiatria
A correta associação entre os quadros demenciais e suas respectivas descrições clínicas ocorre em:

Imagem 006.jpg
Alternativas
Q26359 Psiquiatria
A correta associação entre epônimos e suas respectivas descrições clínicas ocorre em:

Imagem 005.jpg
Alternativas
Q26358 Psiquiatria
Quanto à classificação dos Transtornos Mentais, segundo a CID 10, é correto afirmar:
Alternativas
Q26357 Psiquiatria
No que tange à psicopatologia da sensopercepção, considere:

I. Imagem Sensorial: é aquela obtida pela observação direta do objeto. Suas características são: nitidez, corporiedade, projeção para o exterior, fixidez e não ser influenciada pela vontade.

II. Imagem Pareidólica: é a persistência da imagem sensorial depois do desaparecimento do estímulo, quando este é muito intenso.

III. Imagem Mnemônica: é a imagem da recordação evocada pela memória. É muito instável e influenciada pela vontade, além de ser pouco nítida e sem corporeidade.

IV. Imagem Consecutiva: é produto da imaginação, e forma o conteúdo dos sonhos; ocorre sem objeto, é sem nitidez, sem corporeidade e muito influenciada pela vontade.

É correto o que consta APENAS em
Alternativas
Q26356 Psiquiatria
A análise semiológica investiga o pensamento na anamnese psiquiátrica quanto à forma, curso e conteúdo. A correta associação entre as perturbações do pensamento e linguagem às suas respectivas descrições ocorre em:

Imagem 004.jpg

Alternativas
Q26355 Psiquiatria
Com relação aos conceitos da psicopatologia, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q26354 Psiquiatria
A associação correta entre a reação adversa do uso de neurolépticos (antipsicóticos) e sua respectiva descrição ocorre em:
Imagem 002.jpg
Alternativas
Q26353 Psiquiatria
Analise:

I. O Transtorno do Pânico (TP) é caracterizado pela presença de ataques súbitos de ansiedade, recorrentes, acom- panhados de sintomas físicos e afetivos. A manifestação central do Transtorno de Pânico é o ataque de pânico, um conjunto de manifestações de ansiedade com início súbito, rico em sintomas físicos e com uma duração limitada no tempo, em torno de dez minutos. Os sintomas típicos são: sensação de sufocação, de morte iminente, taquicardia, tonteiras, sudorese, tremores, sensação de perda do controle ou de "ficar louco", alterações gastrointestinais.

II. Diferentes classes de antidepressivos, incluindo inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS), inibidores da recaptação da serotonina e noradrenalina (duais), antidepressivos tricíclicos (ADT) e benzodiazepínicos, são usadas no tratamento do TP.

III. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) tem sido recomendada para o tratamento dos sintomas agorafóbicos e ansiedade antecipatória. Pode ser indicada em qualquer momento do tratamento. Esta é também uma técnica que deve ser considerada em situações especiais como gestação, amamentação, impossibilidade de usar medicamentos ou retirada dos fármacos. A TCC para o TP consiste no uso da psico-educação, de técnicas para enfrentar a ansiedade, reestruturação cognitiva e enfrentamento das situações evitadas.

IV. O tratamento farmacológico do TP tem como objetivo bloquear os ataques de pânico, diminuir a ansiedade antecipatória, reverter a evitação fóbica, assim como reconhecer e tratar as comorbidades. Com o objetivo de avaliar a resposta ao tratamento no TP, verifica-se a intensidade e freqüência dos ataques, da ansiedade antecipatória, da evitação fóbica, o funcionamento global e a qualidade de vida.

É correto o que consta em
Alternativas
Q26352 Psiquiatria
Analise:

I. Embora existam muitos tipos de demência, todos eles têm uma série de características em comum. Estas características essenciais são múltiplos déficits cognitivos que incluem deterioração da memória e, pelo menos, um dos seguintes: afasia, apraxia, agnosia ou perturbação do funcionamento executivo (capacidade de pensar abstratamente, de planejar, iniciar, ordenar, monitorar e cessar um comportamento complexo).

II. Baseado na hipótese colinérgica da doença de Alzheimer, evidenciada pela perda de neurônios colinérgicos centrais, atividade reduzida da colinacetiltransferase em cérebro de pacientes com Alzheimer e pela correlação de déficit colinérgico e prejuízo da função cognitiva, os inibidores da acetilcolinesterase foram testados na doença de Alzheimer com um modesto benefício comprovado.

III. São diagnósticos diferenciais para quadros demenciais: depressão, delirium, uso de medicações (benzodiazepínicos) e abuso/dependência de substâncias (álcool), hipotireoidismo e deficiência da vitamina B12, deficiência de ácido fólico.

É correto o que consta em
Alternativas
Q26351 Psiquiatria
Analise:

I. A esquizofrenia é uma das mais graves doenças neuropsiquiátricas e atinge aproximadamente 1% da população mundial. Além de comprometer pacientes e familiares, representa um grande custo para toda a sociedade.

II. O foco do tratamento da esquizofrenia baseia-se no tratamento precoce e continuado, e na reabilitação ativa do paciente. Embora não curativas, as drogas neurolépticas, ou antipsicóticas, estabeleceram-se como o tratamento primário para todos os estágios da doença. O uso continuado em doses ajustadas individualmente possibilita uma redução no tempo de hospitalização e a manutenção dos pacientes por mais tempo em seus lares. Entretanto, apesar dessas drogas terem significado um grande avanço no tratamento da doença, elas têm uma taxa de resposta de 60 a 80%.

III. Segundo a CID 10 (Esquizofrenia) se divide em: Esquizofrenia paranóica (F20.0), Esquizofrenia hebefrênica (F20.1) e simples (F20.2).

IV. Para uso da clozapina recomenda-se realizar controle hematológico: requerido sempre que o paciente iniciar tratamento. Deve-se solicitar hemograma e contagem de plaquetas uma vez por semana nas primeiras 12 semanas e, após, uma vez por mês. Recomenda-se suspender o tratamento em caso de citopenia (leucócitos totais < 4.000 e/ou neutrófilos < 2.500 e/ou plaquetas < 200.000/mm ).

É correto o que consta APENAS em
Alternativas
Q26350 Psiquiatria
Considere:

I. Distimia é menos incapacitante que o episódio depressivo maior. Estudos naturalísticos mostram que o comprometimento do funcionamento social e ocupacional da distimia é menor quando comparado ao comprometimento causado pelos episódios depressivos maiores.

II. Os antidepressivos são efetivos no tratamento agudo das depressões moderadas e graves. O índice de resposta em amostras com intenção de tratamento (intention-to-treat) variam entre 50% a 65% contra 25% a 30% mostrada por placebo em estudos clínicos randomizados.

III. A depressão é um transtorno recorrente. Menos de 50% dos indivíduos que receberam tratamento para um episódio depressivo terão um segundo episódio depressivo ao longo de suas vidas.

IV. A depressão é mais freqüente em mulheres. A prevalência de depressão é 2 a 3 vezes mais freqüente em mulheres do que em homens.

V. Os antidepressivos são efetivos no tratamento agudo da distimia. Uma meta-análise de 15 ensaios clínicos randomizados para tratamento de distimia mostrou que 55% dos pacientes respondem a antidepressivos comparados com 30% ao placebo.

VI. Tratamentos psicológicos específicos para episódio depressivo são efetivos, com maior evidências para depressões leves. Estudos controlados mostraram que psicoterapia cognitiva, psicoterapia interpessoal e psicoterapia de solução de problemas são efetivas no tratamento dos episódios depressivos leves.

É correto o que consta APENAS em
Alternativas
Q26349 Psiquiatria
No que diz respeito aos Transtornos de Transe e Possessão e segundo os critérios da CID-10, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q26348 Psiquiatria
Criança do sexo feminino começou a apresentar, com 1 ano de idade, deterioração nas habilidades de comunicação, no comportamento motor e no funcionamento social, acompanhada de sintomas do tipo autista como ataxia, caretas, ranger dos dentes. Hiperventilação intermitente e um padrão respiratório desorganizado foram observados na avaliação clínica. Alterações progressivas na marcha, escoliose e convulsões passaram a ocorrer, além de espasticidade grave, que se tornou presente na metade da infância. A hipótese diagnóstica para o caso é:
Alternativas
Respostas
16061: B
16062: C
16063: E
16064: C
16065: E
16066: A
16067: D
16068: C
16069: B
16070: B
16071: E
16072: D
16073: A
16074: B
16075: D
16076: A
16077: D
16078: E
16079: C
16080: B