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35; 42; 49; 56;...
Qual é o sétimo termo desta sequência?
Meu amigo lusitano, Diniz, está traduzindo para o francês meus dois primeiros romances, Os Éguas e Moscow. Temos trocado e-mails muito interessantes, por conta de palavras e gírias comuns no meu Pará e absolutamente sem sentido para ele. Às vezes é bem difícil explicar, como na cena em que alguém empina papagaio e corta o adversário “no gasgo”. Não sei se no universo das pipas, lá fora, ocorrem os mesmos e magníficos embates que se verificam aqui, “cortando e aparando” os adversários.
Outra situação: personagens estão jogando uma “pelada” enquanto outros estão “na grade”. Quem está na grade aguarda o desfecho da partida, para jogar contra o vencedor, certamente porque espera fora do campo, demarcado por uma grade. Vai explicar…
E aqueles dois bebedores eméritos que “bebem de testa” até altas horas? Por aqui, beber de testa é quase um embate para saber quem vai desistir primeiro, empilhando as grades de cerveja ao lado da mesa.
Penso que o uso das gírias - palavras bem locais, quase dialeto, que funcionam na melodia do nosso texto - é parte da nossa criatividade, uma qualidade da literatura brasileira. Quanto a mim, uso pouco, aqui e ali, nossas palavras. Procuro ser econômico. Mesmo assim, vou respondendo aos e-mails. Ele me diz que, enfim, está tudo pronto.
(Edyr Augusto Proença, http://blogdaboitempo.com.br, 26.07.2013. Adaptado)
Meu amigo lusitano, Diniz, está traduzindo para o francês meus dois primeiros romances, Os Éguas e Moscow. Temos trocado e-mails muito interessantes, por conta de palavras e gírias comuns no meu Pará e absolutamente sem sentido para ele. Às vezes é bem difícil explicar, como na cena em que alguém empina papagaio e corta o adversário “no gasgo”.
A expressão por conta de, em destaque, tem sentido equi- valente ao de:
Essa técnica é denominada
Sobre a RAPS, é correto afirmar que
Um paciente chega ao pronto-socorro com midríase, aumento da pressão arterial, aumento da frequência cardíaca, sudorese, calafrios, dores no corpo, rinorreia, lacrimejamento e diarreia. O colega de trabalho que o trouxe relata que ele tem problemas com uso de substâncias de abuso, mas não sabe detalhes sobre o tipo de substância.
A conduta medicamentosa a ser realizada é
Um paciente chega ao pronto-socorro com midríase, aumento da pressão arterial, aumento da frequência cardíaca, sudorese, calafrios, dores no corpo, rinorreia, lacrimejamento e diarreia. O colega de trabalho que o trouxe relata que ele tem problemas com uso de substâncias de abuso, mas não sabe detalhes sobre o tipo de substância.
O diagnóstico provável é
Um homem de 50 anos foi levado ao pronto-atendimento por estar apresentando um quadro de confusão mental e desequilíbrio. Ao exame, além de constatar que a marcha está atáxica, e que o paciente apresenta oscilação do nível de consciência, é possível notar a presença de nistagmo. A família relata que ele tem problemas com uso de álcool há muitos anos.
O tratamento adequado é
Um homem de 50 anos foi levado ao pronto-atendimento por estar apresentando um quadro de confusão mental e desequilíbrio. Ao exame, além de constatar que a marcha está atáxica, e que o paciente apresenta oscilação do nível de consciência, é possível notar a presença de nistagmo. A família relata que ele tem problemas com uso de álcool há muitos anos.
A hipótese diagnóstica para o quadro é
Um moço de 17 anos chegou ao pronto-socorro com queixa de dor intensa no pescoço e de não conseguir mais que seu pescoço volte à posição habitual, estando ele virado para o lado direito. O quadro começou há poucos minutos. A família relata que, há três dias, ele iniciou uma medicação, pois estava apresentando um quadro de alucinações auditivas e delírios persecutórios.
O tratamento adequado a ser realizado no pronto-socorro é
Um moço de 17 anos chegou ao pronto-socorro com queixa de dor intensa no pescoço e de não conseguir mais que seu pescoço volte à posição habitual, estando ele virado para o lado direito. O quadro começou há poucos minutos. A família relata que, há três dias, ele iniciou uma medicação, pois estava apresentando um quadro de alucinações auditivas e delírios persecutórios.
A hipótese diagnóstica para o quadro é
O diagnóstico deste rapaz, pelo Manual Diagnóstico e Estatistico de Transtornos Mentais (DSM-IV), é de