Questões de Concurso Para auxiliar operacional portuário

Foram encontradas 231 questões

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Q3376407 Matemática
Considere os seguintes números: a = 3; b = -2; c = 4 e d = 4.

Assinale a alternativa que mostra corretamente o resultado da expressão (√a2 + b2 ) x (c - √d) 
Alternativas
Q3376406 Matemática
O máximo divisor comum (MDC) é o maior número que divide dois ou mais números ao mesmo tempo. Assinale a alternativa que mostra corretamente o MDC de 20, 30 e 45:
Alternativas
Q3376405 Matemática
Uma equipe de pintores leva 8 horas para pintar uma parede de 12 metros de comprimento. Se a equipe de pintores trabalhar com a mesma eficiência, quanto tempo levará para pintar uma parede de 18 metros de comprimento?
Alternativas
Q3376404 Matemática
Assinale a alternativa que apresenta um número primo.
Alternativas
Q3376403 Matemática
Considere os números -4, 0, 2/3, √ 2, e π. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome dos conjuntos numéricos que cada um desses números pertencem.
Alternativas
Q3376402 Matemática
Assinale a alternativa que mostra o resultado da expressão com números fracionários (2/3 x 5/4) + (1/2 - 3/8).
Alternativas
Q3376401 Raciocínio Lógico
Considere o conjunto A = {0,1, 2, 3, 4}, o conjunto B = {-3, -2, -1, 0, 1, 2, 3}, e o conjunto C = {0, 2, 3 , 4, 6, 8}. Assinale a alternativa que mostra corretamente a interseção entre os conjuntos A, B e C.
Alternativas
Q3376400 Matemática
Assinale a alternativa que mostra a fatoração do número 60:
Alternativas
Q3376399 Matemática
O mínimo múltiplo comum (MMC) entre números inteiros é o menor número, também inteiro, que é múltiplo de todos esses números ao mesmo tempo. Assinale a alternativa que mostra corretamente o MMC de 16, 24 e 36:
Alternativas
Q3376398 Matemática
O preço de um produto no mês de setembro era R$ 1.000,00. No mês de outubro de 2023 o preço deste produto sofreu um desconto de 30% e em novembro de 2023 este mesmo produto sofreu um aumento de 20% sobre o preço com desconto. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o valor atual deste produto:
Alternativas
Q3376397 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:

Coluna 01
(__)O sorriso dela era um raio de sol em meio à tempestade.
(__)O médico me orientou tomar o remédio sempre ao acordar e antes de dormir.
(__)Seus olhos eram estrelas brilhantes em uma noite escura.
(__)O livro possui 300 páginas e uma capa azul.

Coluna 02
I.Sentido Conotativo.
II.Sentido Denotativo.

Correlaciona as colunas de acordo com o sentido empregado nas afirmativas da Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3376396 Português
Leia com atenção as alternativas abaixo e assinale aquela que contenha um par de palavras homônimas:
Alternativas
Q3376395 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
O que a designer de moda Beatriz Amaral ressalta sobre o período de escravidão, conforme mencionado no texto?
Alternativas
Q3376394 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
Qual é o fator de importância da Pedra do Sal, de acordo com o cantor e compositor Dudu Nobre, mencionado no texto? 
Alternativas
Q3376393 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
Qual é a principal característica do Cais do Valongo, mencionada no texto?
Alternativas
Q3376392 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
O que o professor Azevedo destaca como uma característica positiva do povo negro, de acordo com o texto? 
Alternativas
Q3376391 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
Qual é o principal argumento do professor Azevedo, mencionado no texto?
Alternativas
Q3376390 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
Leia com atenção os trechos abaixo retirados do texto:

I.O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki.
II.O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto.
III.O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais.
IV.Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região.

Em quais das afirmativas lidas há a presença de um verbo de ligação?
Alternativas
Q3376389 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
Leia com atenção os trechos retirados do texto:

I.O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto.
II.O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais.
III.O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.
IV.Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas.
V.A região conta com o Cais do Valongo, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial.

Em quais das afirmativas lidas há o emprego de um substantivo próprio?
Alternativas
Q3376388 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
 acordo com Pereira Neto, qual é a diferença entre as atividades realizadas no maior terreiro de Candomblé e na Pedra do Sal?
Alternativas
Respostas
41: C
42: C
43: D
44: C
45: D
46: D
47: B
48: A
49: C
50: A
51: B
52: A
53: B
54: C
55: A
56: A
57: D
58: X
59: A
60: E