Questões de Concurso Para orientador social

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Q2281105 Noções de Informática
Acerca do MS - PowerPoint 2016, analise o trecho a seguir:
“Permite a visualização de todos os slides da apresentação de forma ordenada e fácil de navegar. Nesse modo, pode-se reorganizar a ordem dos slides, adicionar transições entre eles e verificar como a apresentação fluirá de um slide para outro.”
Diante da análise, assinale a alternativa que trata corretamente sobre o conceito mencionado.
Alternativas
Q2281104 Matemática

O triângulo de Pascal é uma sequência numérica infinita com propriedades interessantes. Observe o triângulo de Pascal até a quinta linha:


Imagem associada para resolução da questão

Observe que, a partir da terceira linha, utilizamos a linha anterior para obter os termos da linha atual e que o triângulo de Pascal sempre começa e termina com 1. Os demais números são obtidos somando o que está imediatamente acima com o que está à esquerda desse que está acima. Por exemplo, o primeiro número 4 da quinta linha foi obtido da soma do 3, que está imediatamente acima, com o número 1 que está à esquerda do número 3. Continuando a sequência, construa a sexta linha do triângulo de Pascal e indique a soma de todos os termos da sexta linha:

Alternativas
Q2281103 Matemática
Considere as duas equações abaixo, que correspondem à retas num gráfico:
y = x − 1 y = −2x + 5

Em qual valor no eixo das abcissas as duas retas se intersectam?
Alternativas
Q2281102 Matemática

Uma pessoa possui um galão em formato cilíndrico para armazenar combustível cujo raio da base é 50 cm e a altura é 1 m. O combustível armazenado no galão custa R$ 4,00 por litro e sofrerá um aumento de preço para R$ 5,00 por litro. Com o preço antigo a pessoa conseguia encher completamente o galão. Depois do reajuste, supondo que a pessoa continue gastando o mesmo valor de antes, o galão será enchido somente até uma altura h. Observe a imagem abaixo mostrando uma projeção do galão 


Imagem associada para resolução da questão


Nessas circunstâncias, indique o valor de h

Alternativas
Q2281101 Matemática
Em uma obra, dois operários constroem um muro de 6m² em 4 horas de trabalho. Quantas horas de trabalho 12 operários levarão para construir 18m² de muro? 
Alternativas
Q2281100 Matemática

Considere a circunferência abaixo, cujo centro é o ponto C. 


Imagem associada para resolução da questão


Se o menor arco de circunferência compreendido entre os pontos A e B vale 10 cm e o ângulo β vale 30º, indique o raio da circunferência: Considere π = 3. 

Alternativas
Q2281099 Português
'Vacina do crack': o que é novidade promissora que pode ajudar dependentes

Uma vacina em desenvolvimento pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) promete tratar a dependência da cocaína e do crack. O medicamento, chamado de Calixcoca, está em estudos desde 2015 e já passou por testes préclínicos com ratos, nos quais foi observada a produção de anticorpos anticocaína no organismo dos animais. Agora, os pesquisadores buscam recursos para iniciar estudos em humanos. Nos experimentos com ratos, os anticorpos produzidos pela Calixcoca impediram a cocaína de ultrapassar a barreira hematoencefálica, que é a proteção do sistema nervoso central. Isso significa que a droga não chegou ao cérebro dos animais. [...] "Acreditamos que, como nos modelos animais, em humanos esse efeito impeça a percepção dos efeitos da droga e, com isso, o paciente não reative o circuito cerebral que leva à compulsão pela droga", explica Frederico Garcia, pesquisador responsável pelo desenvolvimento da vacina e professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG. De acordo com Garcia, há pelo menos mais duas outras instituições desenvolvendo vacinas similares para o tratamento da dependência química — a John Cristal e a Georg Koob, ambas nos Estados Unidos. Os imunizantes não tiveram a mesma eficácia nas pesquisas com humanos, que se mostraram eficazes apenas para 25% dos pacientes, e atualmente, os pesquisadores norteamericanos estão fazendo estudos com outra molécula.

Proteção de grávidas

O imunizante também mostrou eficácia na proteção de grávidas, reduzindo abortos espontâneos e protegendo os fetos da dependência adquirida pela mãe. [...] A ideia para o desenvolvimento da vacina em si veio do sofrimento de mulheres grávidas dependentes de crack que chegavam ao ambulatório da universidade. "Elas sofrem muito com o conflito de tentar proteger seus bebês e a compulsão pela droga. À época, conversei com o professor Angelo de Fátima, [...] que conseguiu construir essa nova molécula que estamos desenvolvendo", complementa. [...] "A nossa molécula inova por ser uma plataforma não proteica, ou seja, uma molécula sintética. Isso, além de facilitar e baratear a produção, permite que a cadeia logística seja mais simples por não demandar cadeia fria", afirma Garcia.

Desafio da saúde pública

Dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unod) indicam que, atualmente, dos cerca de 275 milhões de usuários de crack e cocaína em todo o mundo, 36 milhões sofrem de transtornos associados ao uso das substâncias. Ainda segundo o órgão, as quantidades de cocaína ofertadas em todo o planeta atingiram níveis recordes em 2020, com a produção de cerca de 2 mil toneladas. No Brasil, ainda segundo a ONU, a cocaína e o crack respondem por 11% de todos ostratamentos de dependência, a maior parcela entre as drogas ilegais. [...] Para Garcia, da UFMG, um dos principais problemas no tratamento do vício da cocaína e de seus derivados é que não há nenhum medicamento específico para o problema. Na maior parte dos casos, são medicamentos utilizados para outras doenças, como antidepressivos, que tentam melhorar os sintomas de abstinência e a compulsão. "O que mais prejudica o tratamento é a primeira recaída após um tratamento de abstinência, que parece ativar o circuito de recompensas e fazer com que o paciente volte a ter compulsões pela droga", diz o pesquisador, que afirma que a Calixcoca evita a primeira ativação, dando um tempo maior aos dependentes para a reabilitação. [...]

Exclusão social

De acordo com o psiquiatra Dartiu Silveira, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) [...] outros fatores, como depressão, impulsividade e exclusão social, também compõem os quadros de vício na substância. "Cada indivíduo possui uma história por trás do uso da droga. É crucial identificar esses fatores, incluindo os tipos de indivíduos e as razões que levaram ao uso e à dependência", enfatiza, acrescentando que as vacinas também podem ter eficácia na prevenção de overdoses. O psiquiatra lembra que a reintegração de dependentes e moradores de "cracolândias" à sociedade é um componente vital na reabilitação [...]. Para Garcia, a vacina Calixcoca poderia ser um grande avanço. "Facilitaria muito o tratamento dos dependentes e ofereceria uma perspectiva de recuperação não apenas para eles, mas também para as famílias".

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Considere as seguintes sentenças:
I. Quando fomos à praia, dormimos em um chalé.
II. Iremos à festa, contanto que Maria não tenha outro compromisso.
III. Poderá sair com seus amigos, desde que volte cedo para casa. As sentenças dadas são constituídas por orações principais e orações subordinadas adverbiais.
Apresentam orações subordinadas que exprimem sentido condicional apenas a(s) sentença(s):
Alternativas
Q2281098 Português
'Vacina do crack': o que é novidade promissora que pode ajudar dependentes

Uma vacina em desenvolvimento pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) promete tratar a dependência da cocaína e do crack. O medicamento, chamado de Calixcoca, está em estudos desde 2015 e já passou por testes préclínicos com ratos, nos quais foi observada a produção de anticorpos anticocaína no organismo dos animais. Agora, os pesquisadores buscam recursos para iniciar estudos em humanos. Nos experimentos com ratos, os anticorpos produzidos pela Calixcoca impediram a cocaína de ultrapassar a barreira hematoencefálica, que é a proteção do sistema nervoso central. Isso significa que a droga não chegou ao cérebro dos animais. [...] "Acreditamos que, como nos modelos animais, em humanos esse efeito impeça a percepção dos efeitos da droga e, com isso, o paciente não reative o circuito cerebral que leva à compulsão pela droga", explica Frederico Garcia, pesquisador responsável pelo desenvolvimento da vacina e professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG. De acordo com Garcia, há pelo menos mais duas outras instituições desenvolvendo vacinas similares para o tratamento da dependência química — a John Cristal e a Georg Koob, ambas nos Estados Unidos. Os imunizantes não tiveram a mesma eficácia nas pesquisas com humanos, que se mostraram eficazes apenas para 25% dos pacientes, e atualmente, os pesquisadores norteamericanos estão fazendo estudos com outra molécula.

Proteção de grávidas

O imunizante também mostrou eficácia na proteção de grávidas, reduzindo abortos espontâneos e protegendo os fetos da dependência adquirida pela mãe. [...] A ideia para o desenvolvimento da vacina em si veio do sofrimento de mulheres grávidas dependentes de crack que chegavam ao ambulatório da universidade. "Elas sofrem muito com o conflito de tentar proteger seus bebês e a compulsão pela droga. À época, conversei com o professor Angelo de Fátima, [...] que conseguiu construir essa nova molécula que estamos desenvolvendo", complementa. [...] "A nossa molécula inova por ser uma plataforma não proteica, ou seja, uma molécula sintética. Isso, além de facilitar e baratear a produção, permite que a cadeia logística seja mais simples por não demandar cadeia fria", afirma Garcia.

Desafio da saúde pública

Dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unod) indicam que, atualmente, dos cerca de 275 milhões de usuários de crack e cocaína em todo o mundo, 36 milhões sofrem de transtornos associados ao uso das substâncias. Ainda segundo o órgão, as quantidades de cocaína ofertadas em todo o planeta atingiram níveis recordes em 2020, com a produção de cerca de 2 mil toneladas. No Brasil, ainda segundo a ONU, a cocaína e o crack respondem por 11% de todos ostratamentos de dependência, a maior parcela entre as drogas ilegais. [...] Para Garcia, da UFMG, um dos principais problemas no tratamento do vício da cocaína e de seus derivados é que não há nenhum medicamento específico para o problema. Na maior parte dos casos, são medicamentos utilizados para outras doenças, como antidepressivos, que tentam melhorar os sintomas de abstinência e a compulsão. "O que mais prejudica o tratamento é a primeira recaída após um tratamento de abstinência, que parece ativar o circuito de recompensas e fazer com que o paciente volte a ter compulsões pela droga", diz o pesquisador, que afirma que a Calixcoca evita a primeira ativação, dando um tempo maior aos dependentes para a reabilitação. [...]

Exclusão social

De acordo com o psiquiatra Dartiu Silveira, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) [...] outros fatores, como depressão, impulsividade e exclusão social, também compõem os quadros de vício na substância. "Cada indivíduo possui uma história por trás do uso da droga. É crucial identificar esses fatores, incluindo os tipos de indivíduos e as razões que levaram ao uso e à dependência", enfatiza, acrescentando que as vacinas também podem ter eficácia na prevenção de overdoses. O psiquiatra lembra que a reintegração de dependentes e moradores de "cracolândias" à sociedade é um componente vital na reabilitação [...]. Para Garcia, a vacina Calixcoca poderia ser um grande avanço. "Facilitaria muito o tratamento dos dependentes e ofereceria uma perspectiva de recuperação não apenas para eles, mas também para as famílias".

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Assinale a alternativa que apresenta a sentença com verbo conjugado no modo subjuntivo.
Alternativas
Q2281097 Português
'Vacina do crack': o que é novidade promissora que pode ajudar dependentes

Uma vacina em desenvolvimento pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) promete tratar a dependência da cocaína e do crack. O medicamento, chamado de Calixcoca, está em estudos desde 2015 e já passou por testes préclínicos com ratos, nos quais foi observada a produção de anticorpos anticocaína no organismo dos animais. Agora, os pesquisadores buscam recursos para iniciar estudos em humanos. Nos experimentos com ratos, os anticorpos produzidos pela Calixcoca impediram a cocaína de ultrapassar a barreira hematoencefálica, que é a proteção do sistema nervoso central. Isso significa que a droga não chegou ao cérebro dos animais. [...] "Acreditamos que, como nos modelos animais, em humanos esse efeito impeça a percepção dos efeitos da droga e, com isso, o paciente não reative o circuito cerebral que leva à compulsão pela droga", explica Frederico Garcia, pesquisador responsável pelo desenvolvimento da vacina e professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG. De acordo com Garcia, há pelo menos mais duas outras instituições desenvolvendo vacinas similares para o tratamento da dependência química — a John Cristal e a Georg Koob, ambas nos Estados Unidos. Os imunizantes não tiveram a mesma eficácia nas pesquisas com humanos, que se mostraram eficazes apenas para 25% dos pacientes, e atualmente, os pesquisadores norteamericanos estão fazendo estudos com outra molécula.

Proteção de grávidas

O imunizante também mostrou eficácia na proteção de grávidas, reduzindo abortos espontâneos e protegendo os fetos da dependência adquirida pela mãe. [...] A ideia para o desenvolvimento da vacina em si veio do sofrimento de mulheres grávidas dependentes de crack que chegavam ao ambulatório da universidade. "Elas sofrem muito com o conflito de tentar proteger seus bebês e a compulsão pela droga. À época, conversei com o professor Angelo de Fátima, [...] que conseguiu construir essa nova molécula que estamos desenvolvendo", complementa. [...] "A nossa molécula inova por ser uma plataforma não proteica, ou seja, uma molécula sintética. Isso, além de facilitar e baratear a produção, permite que a cadeia logística seja mais simples por não demandar cadeia fria", afirma Garcia.

Desafio da saúde pública

Dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unod) indicam que, atualmente, dos cerca de 275 milhões de usuários de crack e cocaína em todo o mundo, 36 milhões sofrem de transtornos associados ao uso das substâncias. Ainda segundo o órgão, as quantidades de cocaína ofertadas em todo o planeta atingiram níveis recordes em 2020, com a produção de cerca de 2 mil toneladas. No Brasil, ainda segundo a ONU, a cocaína e o crack respondem por 11% de todos ostratamentos de dependência, a maior parcela entre as drogas ilegais. [...] Para Garcia, da UFMG, um dos principais problemas no tratamento do vício da cocaína e de seus derivados é que não há nenhum medicamento específico para o problema. Na maior parte dos casos, são medicamentos utilizados para outras doenças, como antidepressivos, que tentam melhorar os sintomas de abstinência e a compulsão. "O que mais prejudica o tratamento é a primeira recaída após um tratamento de abstinência, que parece ativar o circuito de recompensas e fazer com que o paciente volte a ter compulsões pela droga", diz o pesquisador, que afirma que a Calixcoca evita a primeira ativação, dando um tempo maior aos dependentes para a reabilitação. [...]

Exclusão social

De acordo com o psiquiatra Dartiu Silveira, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) [...] outros fatores, como depressão, impulsividade e exclusão social, também compõem os quadros de vício na substância. "Cada indivíduo possui uma história por trás do uso da droga. É crucial identificar esses fatores, incluindo os tipos de indivíduos e as razões que levaram ao uso e à dependência", enfatiza, acrescentando que as vacinas também podem ter eficácia na prevenção de overdoses. O psiquiatra lembra que a reintegração de dependentes e moradores de "cracolândias" à sociedade é um componente vital na reabilitação [...]. Para Garcia, a vacina Calixcoca poderia ser um grande avanço. "Facilitaria muito o tratamento dos dependentes e ofereceria uma perspectiva de recuperação não apenas para eles, mas também para as famílias".

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Assinale a alternativa que apresenta a palavra correta em relação ao emprego do hífen.
Alternativas
Q2281096 Português
'Vacina do crack': o que é novidade promissora que pode ajudar dependentes

Uma vacina em desenvolvimento pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) promete tratar a dependência da cocaína e do crack. O medicamento, chamado de Calixcoca, está em estudos desde 2015 e já passou por testes préclínicos com ratos, nos quais foi observada a produção de anticorpos anticocaína no organismo dos animais. Agora, os pesquisadores buscam recursos para iniciar estudos em humanos. Nos experimentos com ratos, os anticorpos produzidos pela Calixcoca impediram a cocaína de ultrapassar a barreira hematoencefálica, que é a proteção do sistema nervoso central. Isso significa que a droga não chegou ao cérebro dos animais. [...] "Acreditamos que, como nos modelos animais, em humanos esse efeito impeça a percepção dos efeitos da droga e, com isso, o paciente não reative o circuito cerebral que leva à compulsão pela droga", explica Frederico Garcia, pesquisador responsável pelo desenvolvimento da vacina e professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG. De acordo com Garcia, há pelo menos mais duas outras instituições desenvolvendo vacinas similares para o tratamento da dependência química — a John Cristal e a Georg Koob, ambas nos Estados Unidos. Os imunizantes não tiveram a mesma eficácia nas pesquisas com humanos, que se mostraram eficazes apenas para 25% dos pacientes, e atualmente, os pesquisadores norteamericanos estão fazendo estudos com outra molécula.

Proteção de grávidas

O imunizante também mostrou eficácia na proteção de grávidas, reduzindo abortos espontâneos e protegendo os fetos da dependência adquirida pela mãe. [...] A ideia para o desenvolvimento da vacina em si veio do sofrimento de mulheres grávidas dependentes de crack que chegavam ao ambulatório da universidade. "Elas sofrem muito com o conflito de tentar proteger seus bebês e a compulsão pela droga. À época, conversei com o professor Angelo de Fátima, [...] que conseguiu construir essa nova molécula que estamos desenvolvendo", complementa. [...] "A nossa molécula inova por ser uma plataforma não proteica, ou seja, uma molécula sintética. Isso, além de facilitar e baratear a produção, permite que a cadeia logística seja mais simples por não demandar cadeia fria", afirma Garcia.

Desafio da saúde pública

Dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unod) indicam que, atualmente, dos cerca de 275 milhões de usuários de crack e cocaína em todo o mundo, 36 milhões sofrem de transtornos associados ao uso das substâncias. Ainda segundo o órgão, as quantidades de cocaína ofertadas em todo o planeta atingiram níveis recordes em 2020, com a produção de cerca de 2 mil toneladas. No Brasil, ainda segundo a ONU, a cocaína e o crack respondem por 11% de todos ostratamentos de dependência, a maior parcela entre as drogas ilegais. [...] Para Garcia, da UFMG, um dos principais problemas no tratamento do vício da cocaína e de seus derivados é que não há nenhum medicamento específico para o problema. Na maior parte dos casos, são medicamentos utilizados para outras doenças, como antidepressivos, que tentam melhorar os sintomas de abstinência e a compulsão. "O que mais prejudica o tratamento é a primeira recaída após um tratamento de abstinência, que parece ativar o circuito de recompensas e fazer com que o paciente volte a ter compulsões pela droga", diz o pesquisador, que afirma que a Calixcoca evita a primeira ativação, dando um tempo maior aos dependentes para a reabilitação. [...]

Exclusão social

De acordo com o psiquiatra Dartiu Silveira, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) [...] outros fatores, como depressão, impulsividade e exclusão social, também compõem os quadros de vício na substância. "Cada indivíduo possui uma história por trás do uso da droga. É crucial identificar esses fatores, incluindo os tipos de indivíduos e as razões que levaram ao uso e à dependência", enfatiza, acrescentando que as vacinas também podem ter eficácia na prevenção de overdoses. O psiquiatra lembra que a reintegração de dependentes e moradores de "cracolândias" à sociedade é um componente vital na reabilitação [...]. Para Garcia, a vacina Calixcoca poderia ser um grande avanço. "Facilitaria muito o tratamento dos dependentes e ofereceria uma perspectiva de recuperação não apenas para eles, mas também para as famílias".

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Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:
I. “Os imunizantes não tiveram a mesma eficácia nas pesquisas com humanos”
II. “a cocaína e o crack respondem por 11% de todos os tratamentos de dependência”
III. “Facilitaria muito o tratamento dos dependentes”
O tempo verbal futuro do pretérito do modo indicativo ocorre apenas na(s) sentença(s): 
Alternativas
Q2281095 Português
'Vacina do crack': o que é novidade promissora que pode ajudar dependentes

Uma vacina em desenvolvimento pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) promete tratar a dependência da cocaína e do crack. O medicamento, chamado de Calixcoca, está em estudos desde 2015 e já passou por testes préclínicos com ratos, nos quais foi observada a produção de anticorpos anticocaína no organismo dos animais. Agora, os pesquisadores buscam recursos para iniciar estudos em humanos. Nos experimentos com ratos, os anticorpos produzidos pela Calixcoca impediram a cocaína de ultrapassar a barreira hematoencefálica, que é a proteção do sistema nervoso central. Isso significa que a droga não chegou ao cérebro dos animais. [...] "Acreditamos que, como nos modelos animais, em humanos esse efeito impeça a percepção dos efeitos da droga e, com isso, o paciente não reative o circuito cerebral que leva à compulsão pela droga", explica Frederico Garcia, pesquisador responsável pelo desenvolvimento da vacina e professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG. De acordo com Garcia, há pelo menos mais duas outras instituições desenvolvendo vacinas similares para o tratamento da dependência química — a John Cristal e a Georg Koob, ambas nos Estados Unidos. Os imunizantes não tiveram a mesma eficácia nas pesquisas com humanos, que se mostraram eficazes apenas para 25% dos pacientes, e atualmente, os pesquisadores norteamericanos estão fazendo estudos com outra molécula.

Proteção de grávidas

O imunizante também mostrou eficácia na proteção de grávidas, reduzindo abortos espontâneos e protegendo os fetos da dependência adquirida pela mãe. [...] A ideia para o desenvolvimento da vacina em si veio do sofrimento de mulheres grávidas dependentes de crack que chegavam ao ambulatório da universidade. "Elas sofrem muito com o conflito de tentar proteger seus bebês e a compulsão pela droga. À época, conversei com o professor Angelo de Fátima, [...] que conseguiu construir essa nova molécula que estamos desenvolvendo", complementa. [...] "A nossa molécula inova por ser uma plataforma não proteica, ou seja, uma molécula sintética. Isso, além de facilitar e baratear a produção, permite que a cadeia logística seja mais simples por não demandar cadeia fria", afirma Garcia.

Desafio da saúde pública

Dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unod) indicam que, atualmente, dos cerca de 275 milhões de usuários de crack e cocaína em todo o mundo, 36 milhões sofrem de transtornos associados ao uso das substâncias. Ainda segundo o órgão, as quantidades de cocaína ofertadas em todo o planeta atingiram níveis recordes em 2020, com a produção de cerca de 2 mil toneladas. No Brasil, ainda segundo a ONU, a cocaína e o crack respondem por 11% de todos ostratamentos de dependência, a maior parcela entre as drogas ilegais. [...] Para Garcia, da UFMG, um dos principais problemas no tratamento do vício da cocaína e de seus derivados é que não há nenhum medicamento específico para o problema. Na maior parte dos casos, são medicamentos utilizados para outras doenças, como antidepressivos, que tentam melhorar os sintomas de abstinência e a compulsão. "O que mais prejudica o tratamento é a primeira recaída após um tratamento de abstinência, que parece ativar o circuito de recompensas e fazer com que o paciente volte a ter compulsões pela droga", diz o pesquisador, que afirma que a Calixcoca evita a primeira ativação, dando um tempo maior aos dependentes para a reabilitação. [...]

Exclusão social

De acordo com o psiquiatra Dartiu Silveira, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) [...] outros fatores, como depressão, impulsividade e exclusão social, também compõem os quadros de vício na substância. "Cada indivíduo possui uma história por trás do uso da droga. É crucial identificar esses fatores, incluindo os tipos de indivíduos e as razões que levaram ao uso e à dependência", enfatiza, acrescentando que as vacinas também podem ter eficácia na prevenção de overdoses. O psiquiatra lembra que a reintegração de dependentes e moradores de "cracolândias" à sociedade é um componente vital na reabilitação [...]. Para Garcia, a vacina Calixcoca poderia ser um grande avanço. "Facilitaria muito o tratamento dos dependentes e ofereceria uma perspectiva de recuperação não apenas para eles, mas também para as famílias".

Portal de notícias VivaBem Uol
Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:
I. “Elas sofrem muito com o conflito de tentar proteger seus bebês”
II. “É crucial identificar esses fatores, incluindo os tipos de indivíduos e as razões que levaram ao uso e à dependência”
Os tipos dos pronomes “elas”, “seus” e “esses”, nas sentenças dadas, são, respectivamente:
Alternativas
Q2281094 Português
'Vacina do crack': o que é novidade promissora que pode ajudar dependentes

Uma vacina em desenvolvimento pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) promete tratar a dependência da cocaína e do crack. O medicamento, chamado de Calixcoca, está em estudos desde 2015 e já passou por testes préclínicos com ratos, nos quais foi observada a produção de anticorpos anticocaína no organismo dos animais. Agora, os pesquisadores buscam recursos para iniciar estudos em humanos. Nos experimentos com ratos, os anticorpos produzidos pela Calixcoca impediram a cocaína de ultrapassar a barreira hematoencefálica, que é a proteção do sistema nervoso central. Isso significa que a droga não chegou ao cérebro dos animais. [...] "Acreditamos que, como nos modelos animais, em humanos esse efeito impeça a percepção dos efeitos da droga e, com isso, o paciente não reative o circuito cerebral que leva à compulsão pela droga", explica Frederico Garcia, pesquisador responsável pelo desenvolvimento da vacina e professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG. De acordo com Garcia, há pelo menos mais duas outras instituições desenvolvendo vacinas similares para o tratamento da dependência química — a John Cristal e a Georg Koob, ambas nos Estados Unidos. Os imunizantes não tiveram a mesma eficácia nas pesquisas com humanos, que se mostraram eficazes apenas para 25% dos pacientes, e atualmente, os pesquisadores norteamericanos estão fazendo estudos com outra molécula.

Proteção de grávidas

O imunizante também mostrou eficácia na proteção de grávidas, reduzindo abortos espontâneos e protegendo os fetos da dependência adquirida pela mãe. [...] A ideia para o desenvolvimento da vacina em si veio do sofrimento de mulheres grávidas dependentes de crack que chegavam ao ambulatório da universidade. "Elas sofrem muito com o conflito de tentar proteger seus bebês e a compulsão pela droga. À época, conversei com o professor Angelo de Fátima, [...] que conseguiu construir essa nova molécula que estamos desenvolvendo", complementa. [...] "A nossa molécula inova por ser uma plataforma não proteica, ou seja, uma molécula sintética. Isso, além de facilitar e baratear a produção, permite que a cadeia logística seja mais simples por não demandar cadeia fria", afirma Garcia.

Desafio da saúde pública

Dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unod) indicam que, atualmente, dos cerca de 275 milhões de usuários de crack e cocaína em todo o mundo, 36 milhões sofrem de transtornos associados ao uso das substâncias. Ainda segundo o órgão, as quantidades de cocaína ofertadas em todo o planeta atingiram níveis recordes em 2020, com a produção de cerca de 2 mil toneladas. No Brasil, ainda segundo a ONU, a cocaína e o crack respondem por 11% de todos ostratamentos de dependência, a maior parcela entre as drogas ilegais. [...] Para Garcia, da UFMG, um dos principais problemas no tratamento do vício da cocaína e de seus derivados é que não há nenhum medicamento específico para o problema. Na maior parte dos casos, são medicamentos utilizados para outras doenças, como antidepressivos, que tentam melhorar os sintomas de abstinência e a compulsão. "O que mais prejudica o tratamento é a primeira recaída após um tratamento de abstinência, que parece ativar o circuito de recompensas e fazer com que o paciente volte a ter compulsões pela droga", diz o pesquisador, que afirma que a Calixcoca evita a primeira ativação, dando um tempo maior aos dependentes para a reabilitação. [...]

Exclusão social

De acordo com o psiquiatra Dartiu Silveira, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) [...] outros fatores, como depressão, impulsividade e exclusão social, também compõem os quadros de vício na substância. "Cada indivíduo possui uma história por trás do uso da droga. É crucial identificar esses fatores, incluindo os tipos de indivíduos e as razões que levaram ao uso e à dependência", enfatiza, acrescentando que as vacinas também podem ter eficácia na prevenção de overdoses. O psiquiatra lembra que a reintegração de dependentes e moradores de "cracolândias" à sociedade é um componente vital na reabilitação [...]. Para Garcia, a vacina Calixcoca poderia ser um grande avanço. "Facilitaria muito o tratamento dos dependentes e ofereceria uma perspectiva de recuperação não apenas para eles, mas também para as famílias".

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Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:
I. “os pesquisadores buscam recursos para iniciar estudos em humanos”
II. “O imunizante também mostrou eficácia na proteção de grávidas”
Em relação à regência, os verbos “buscam” e “mostrou” são, respectivamente: 
Alternativas
Q2281093 Português
'Vacina do crack': o que é novidade promissora que pode ajudar dependentes

Uma vacina em desenvolvimento pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) promete tratar a dependência da cocaína e do crack. O medicamento, chamado de Calixcoca, está em estudos desde 2015 e já passou por testes préclínicos com ratos, nos quais foi observada a produção de anticorpos anticocaína no organismo dos animais. Agora, os pesquisadores buscam recursos para iniciar estudos em humanos. Nos experimentos com ratos, os anticorpos produzidos pela Calixcoca impediram a cocaína de ultrapassar a barreira hematoencefálica, que é a proteção do sistema nervoso central. Isso significa que a droga não chegou ao cérebro dos animais. [...] "Acreditamos que, como nos modelos animais, em humanos esse efeito impeça a percepção dos efeitos da droga e, com isso, o paciente não reative o circuito cerebral que leva à compulsão pela droga", explica Frederico Garcia, pesquisador responsável pelo desenvolvimento da vacina e professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG. De acordo com Garcia, há pelo menos mais duas outras instituições desenvolvendo vacinas similares para o tratamento da dependência química — a John Cristal e a Georg Koob, ambas nos Estados Unidos. Os imunizantes não tiveram a mesma eficácia nas pesquisas com humanos, que se mostraram eficazes apenas para 25% dos pacientes, e atualmente, os pesquisadores norteamericanos estão fazendo estudos com outra molécula.

Proteção de grávidas

O imunizante também mostrou eficácia na proteção de grávidas, reduzindo abortos espontâneos e protegendo os fetos da dependência adquirida pela mãe. [...] A ideia para o desenvolvimento da vacina em si veio do sofrimento de mulheres grávidas dependentes de crack que chegavam ao ambulatório da universidade. "Elas sofrem muito com o conflito de tentar proteger seus bebês e a compulsão pela droga. À época, conversei com o professor Angelo de Fátima, [...] que conseguiu construir essa nova molécula que estamos desenvolvendo", complementa. [...] "A nossa molécula inova por ser uma plataforma não proteica, ou seja, uma molécula sintética. Isso, além de facilitar e baratear a produção, permite que a cadeia logística seja mais simples por não demandar cadeia fria", afirma Garcia.

Desafio da saúde pública

Dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unod) indicam que, atualmente, dos cerca de 275 milhões de usuários de crack e cocaína em todo o mundo, 36 milhões sofrem de transtornos associados ao uso das substâncias. Ainda segundo o órgão, as quantidades de cocaína ofertadas em todo o planeta atingiram níveis recordes em 2020, com a produção de cerca de 2 mil toneladas. No Brasil, ainda segundo a ONU, a cocaína e o crack respondem por 11% de todos ostratamentos de dependência, a maior parcela entre as drogas ilegais. [...] Para Garcia, da UFMG, um dos principais problemas no tratamento do vício da cocaína e de seus derivados é que não há nenhum medicamento específico para o problema. Na maior parte dos casos, são medicamentos utilizados para outras doenças, como antidepressivos, que tentam melhorar os sintomas de abstinência e a compulsão. "O que mais prejudica o tratamento é a primeira recaída após um tratamento de abstinência, que parece ativar o circuito de recompensas e fazer com que o paciente volte a ter compulsões pela droga", diz o pesquisador, que afirma que a Calixcoca evita a primeira ativação, dando um tempo maior aos dependentes para a reabilitação. [...]

Exclusão social

De acordo com o psiquiatra Dartiu Silveira, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) [...] outros fatores, como depressão, impulsividade e exclusão social, também compõem os quadros de vício na substância. "Cada indivíduo possui uma história por trás do uso da droga. É crucial identificar esses fatores, incluindo os tipos de indivíduos e as razões que levaram ao uso e à dependência", enfatiza, acrescentando que as vacinas também podem ter eficácia na prevenção de overdoses. O psiquiatra lembra que a reintegração de dependentes e moradores de "cracolândias" à sociedade é um componente vital na reabilitação [...]. Para Garcia, a vacina Calixcoca poderia ser um grande avanço. "Facilitaria muito o tratamento dos dependentes e ofereceria uma perspectiva de recuperação não apenas para eles, mas também para as famílias".

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Considere o excerto “Cada indivíduo possui uma história por trás do uso da droga.” Em relação à classe gramatical, as palavras “cada”, “história”, “por”, “trás” e “droga” são, respectivamente:
Alternativas
Q2281092 Português
'Vacina do crack': o que é novidade promissora que pode ajudar dependentes

Uma vacina em desenvolvimento pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) promete tratar a dependência da cocaína e do crack. O medicamento, chamado de Calixcoca, está em estudos desde 2015 e já passou por testes préclínicos com ratos, nos quais foi observada a produção de anticorpos anticocaína no organismo dos animais. Agora, os pesquisadores buscam recursos para iniciar estudos em humanos. Nos experimentos com ratos, os anticorpos produzidos pela Calixcoca impediram a cocaína de ultrapassar a barreira hematoencefálica, que é a proteção do sistema nervoso central. Isso significa que a droga não chegou ao cérebro dos animais. [...] "Acreditamos que, como nos modelos animais, em humanos esse efeito impeça a percepção dos efeitos da droga e, com isso, o paciente não reative o circuito cerebral que leva à compulsão pela droga", explica Frederico Garcia, pesquisador responsável pelo desenvolvimento da vacina e professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG. De acordo com Garcia, há pelo menos mais duas outras instituições desenvolvendo vacinas similares para o tratamento da dependência química — a John Cristal e a Georg Koob, ambas nos Estados Unidos. Os imunizantes não tiveram a mesma eficácia nas pesquisas com humanos, que se mostraram eficazes apenas para 25% dos pacientes, e atualmente, os pesquisadores norteamericanos estão fazendo estudos com outra molécula.

Proteção de grávidas

O imunizante também mostrou eficácia na proteção de grávidas, reduzindo abortos espontâneos e protegendo os fetos da dependência adquirida pela mãe. [...] A ideia para o desenvolvimento da vacina em si veio do sofrimento de mulheres grávidas dependentes de crack que chegavam ao ambulatório da universidade. "Elas sofrem muito com o conflito de tentar proteger seus bebês e a compulsão pela droga. À época, conversei com o professor Angelo de Fátima, [...] que conseguiu construir essa nova molécula que estamos desenvolvendo", complementa. [...] "A nossa molécula inova por ser uma plataforma não proteica, ou seja, uma molécula sintética. Isso, além de facilitar e baratear a produção, permite que a cadeia logística seja mais simples por não demandar cadeia fria", afirma Garcia.

Desafio da saúde pública

Dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unod) indicam que, atualmente, dos cerca de 275 milhões de usuários de crack e cocaína em todo o mundo, 36 milhões sofrem de transtornos associados ao uso das substâncias. Ainda segundo o órgão, as quantidades de cocaína ofertadas em todo o planeta atingiram níveis recordes em 2020, com a produção de cerca de 2 mil toneladas. No Brasil, ainda segundo a ONU, a cocaína e o crack respondem por 11% de todos ostratamentos de dependência, a maior parcela entre as drogas ilegais. [...] Para Garcia, da UFMG, um dos principais problemas no tratamento do vício da cocaína e de seus derivados é que não há nenhum medicamento específico para o problema. Na maior parte dos casos, são medicamentos utilizados para outras doenças, como antidepressivos, que tentam melhorar os sintomas de abstinência e a compulsão. "O que mais prejudica o tratamento é a primeira recaída após um tratamento de abstinência, que parece ativar o circuito de recompensas e fazer com que o paciente volte a ter compulsões pela droga", diz o pesquisador, que afirma que a Calixcoca evita a primeira ativação, dando um tempo maior aos dependentes para a reabilitação. [...]

Exclusão social

De acordo com o psiquiatra Dartiu Silveira, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) [...] outros fatores, como depressão, impulsividade e exclusão social, também compõem os quadros de vício na substância. "Cada indivíduo possui uma história por trás do uso da droga. É crucial identificar esses fatores, incluindo os tipos de indivíduos e as razões que levaram ao uso e à dependência", enfatiza, acrescentando que as vacinas também podem ter eficácia na prevenção de overdoses. O psiquiatra lembra que a reintegração de dependentes e moradores de "cracolândias" à sociedade é um componente vital na reabilitação [...]. Para Garcia, a vacina Calixcoca poderia ser um grande avanço. "Facilitaria muito o tratamento dos dependentes e ofereceria uma perspectiva de recuperação não apenas para eles, mas também para as famílias".

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Considere as palavras “anticorpos”, “anticocaína”e “antidepressivos”, retiradas do texto. As palavras dadas apresentam elementos que indicam processos derivacionais e flexionais de formação. O tipo de elemento que se verifica em todas as palavras dadas é: 
Alternativas
Q2281091 Português
'Vacina do crack': o que é novidade promissora que pode ajudar dependentes

Uma vacina em desenvolvimento pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) promete tratar a dependência da cocaína e do crack. O medicamento, chamado de Calixcoca, está em estudos desde 2015 e já passou por testes préclínicos com ratos, nos quais foi observada a produção de anticorpos anticocaína no organismo dos animais. Agora, os pesquisadores buscam recursos para iniciar estudos em humanos. Nos experimentos com ratos, os anticorpos produzidos pela Calixcoca impediram a cocaína de ultrapassar a barreira hematoencefálica, que é a proteção do sistema nervoso central. Isso significa que a droga não chegou ao cérebro dos animais. [...] "Acreditamos que, como nos modelos animais, em humanos esse efeito impeça a percepção dos efeitos da droga e, com isso, o paciente não reative o circuito cerebral que leva à compulsão pela droga", explica Frederico Garcia, pesquisador responsável pelo desenvolvimento da vacina e professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG. De acordo com Garcia, há pelo menos mais duas outras instituições desenvolvendo vacinas similares para o tratamento da dependência química — a John Cristal e a Georg Koob, ambas nos Estados Unidos. Os imunizantes não tiveram a mesma eficácia nas pesquisas com humanos, que se mostraram eficazes apenas para 25% dos pacientes, e atualmente, os pesquisadores norteamericanos estão fazendo estudos com outra molécula.

Proteção de grávidas

O imunizante também mostrou eficácia na proteção de grávidas, reduzindo abortos espontâneos e protegendo os fetos da dependência adquirida pela mãe. [...] A ideia para o desenvolvimento da vacina em si veio do sofrimento de mulheres grávidas dependentes de crack que chegavam ao ambulatório da universidade. "Elas sofrem muito com o conflito de tentar proteger seus bebês e a compulsão pela droga. À época, conversei com o professor Angelo de Fátima, [...] que conseguiu construir essa nova molécula que estamos desenvolvendo", complementa. [...] "A nossa molécula inova por ser uma plataforma não proteica, ou seja, uma molécula sintética. Isso, além de facilitar e baratear a produção, permite que a cadeia logística seja mais simples por não demandar cadeia fria", afirma Garcia.

Desafio da saúde pública

Dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unod) indicam que, atualmente, dos cerca de 275 milhões de usuários de crack e cocaína em todo o mundo, 36 milhões sofrem de transtornos associados ao uso das substâncias. Ainda segundo o órgão, as quantidades de cocaína ofertadas em todo o planeta atingiram níveis recordes em 2020, com a produção de cerca de 2 mil toneladas. No Brasil, ainda segundo a ONU, a cocaína e o crack respondem por 11% de todos ostratamentos de dependência, a maior parcela entre as drogas ilegais. [...] Para Garcia, da UFMG, um dos principais problemas no tratamento do vício da cocaína e de seus derivados é que não há nenhum medicamento específico para o problema. Na maior parte dos casos, são medicamentos utilizados para outras doenças, como antidepressivos, que tentam melhorar os sintomas de abstinência e a compulsão. "O que mais prejudica o tratamento é a primeira recaída após um tratamento de abstinência, que parece ativar o circuito de recompensas e fazer com que o paciente volte a ter compulsões pela droga", diz o pesquisador, que afirma que a Calixcoca evita a primeira ativação, dando um tempo maior aos dependentes para a reabilitação. [...]

Exclusão social

De acordo com o psiquiatra Dartiu Silveira, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) [...] outros fatores, como depressão, impulsividade e exclusão social, também compõem os quadros de vício na substância. "Cada indivíduo possui uma história por trás do uso da droga. É crucial identificar esses fatores, incluindo os tipos de indivíduos e as razões que levaram ao uso e à dependência", enfatiza, acrescentando que as vacinas também podem ter eficácia na prevenção de overdoses. O psiquiatra lembra que a reintegração de dependentes e moradores de "cracolândias" à sociedade é um componente vital na reabilitação [...]. Para Garcia, a vacina Calixcoca poderia ser um grande avanço. "Facilitaria muito o tratamento dos dependentes e ofereceria uma perspectiva de recuperação não apenas para eles, mas também para as famílias".

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De acordo com o texto, a vacina Calixcoca é promissora porque: 
Alternativas
Q2281090 Português
'Vacina do crack': o que é novidade promissora que pode ajudar dependentes

Uma vacina em desenvolvimento pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) promete tratar a dependência da cocaína e do crack. O medicamento, chamado de Calixcoca, está em estudos desde 2015 e já passou por testes préclínicos com ratos, nos quais foi observada a produção de anticorpos anticocaína no organismo dos animais. Agora, os pesquisadores buscam recursos para iniciar estudos em humanos. Nos experimentos com ratos, os anticorpos produzidos pela Calixcoca impediram a cocaína de ultrapassar a barreira hematoencefálica, que é a proteção do sistema nervoso central. Isso significa que a droga não chegou ao cérebro dos animais. [...] "Acreditamos que, como nos modelos animais, em humanos esse efeito impeça a percepção dos efeitos da droga e, com isso, o paciente não reative o circuito cerebral que leva à compulsão pela droga", explica Frederico Garcia, pesquisador responsável pelo desenvolvimento da vacina e professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG. De acordo com Garcia, há pelo menos mais duas outras instituições desenvolvendo vacinas similares para o tratamento da dependência química — a John Cristal e a Georg Koob, ambas nos Estados Unidos. Os imunizantes não tiveram a mesma eficácia nas pesquisas com humanos, que se mostraram eficazes apenas para 25% dos pacientes, e atualmente, os pesquisadores norteamericanos estão fazendo estudos com outra molécula.

Proteção de grávidas

O imunizante também mostrou eficácia na proteção de grávidas, reduzindo abortos espontâneos e protegendo os fetos da dependência adquirida pela mãe. [...] A ideia para o desenvolvimento da vacina em si veio do sofrimento de mulheres grávidas dependentes de crack que chegavam ao ambulatório da universidade. "Elas sofrem muito com o conflito de tentar proteger seus bebês e a compulsão pela droga. À época, conversei com o professor Angelo de Fátima, [...] que conseguiu construir essa nova molécula que estamos desenvolvendo", complementa. [...] "A nossa molécula inova por ser uma plataforma não proteica, ou seja, uma molécula sintética. Isso, além de facilitar e baratear a produção, permite que a cadeia logística seja mais simples por não demandar cadeia fria", afirma Garcia.

Desafio da saúde pública

Dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unod) indicam que, atualmente, dos cerca de 275 milhões de usuários de crack e cocaína em todo o mundo, 36 milhões sofrem de transtornos associados ao uso das substâncias. Ainda segundo o órgão, as quantidades de cocaína ofertadas em todo o planeta atingiram níveis recordes em 2020, com a produção de cerca de 2 mil toneladas. No Brasil, ainda segundo a ONU, a cocaína e o crack respondem por 11% de todos ostratamentos de dependência, a maior parcela entre as drogas ilegais. [...] Para Garcia, da UFMG, um dos principais problemas no tratamento do vício da cocaína e de seus derivados é que não há nenhum medicamento específico para o problema. Na maior parte dos casos, são medicamentos utilizados para outras doenças, como antidepressivos, que tentam melhorar os sintomas de abstinência e a compulsão. "O que mais prejudica o tratamento é a primeira recaída após um tratamento de abstinência, que parece ativar o circuito de recompensas e fazer com que o paciente volte a ter compulsões pela droga", diz o pesquisador, que afirma que a Calixcoca evita a primeira ativação, dando um tempo maior aos dependentes para a reabilitação. [...]

Exclusão social

De acordo com o psiquiatra Dartiu Silveira, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) [...] outros fatores, como depressão, impulsividade e exclusão social, também compõem os quadros de vício na substância. "Cada indivíduo possui uma história por trás do uso da droga. É crucial identificar esses fatores, incluindo os tipos de indivíduos e as razões que levaram ao uso e à dependência", enfatiza, acrescentando que as vacinas também podem ter eficácia na prevenção de overdoses. O psiquiatra lembra que a reintegração de dependentes e moradores de "cracolândias" à sociedade é um componente vital na reabilitação [...]. Para Garcia, a vacina Calixcoca poderia ser um grande avanço. "Facilitaria muito o tratamento dos dependentes e ofereceria uma perspectiva de recuperação não apenas para eles, mas também para as famílias".

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O texto 'Vacina do crack': o que é novidade promissora que pode ajudar dependentes” apresenta uma estrutura de:
Alternativas
Q2264367 Serviço Social
A Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais foi aprovada pela Resolução nº 109/2009 e define os serviços realizados pelos equipamentos públicos por níveis de complexidade do SUAS: Proteção Social Básica e Proteção Social Especial de Média e Alta Complexidade. Relacione adequadamente os níveis de complexidades a alguns dos serviços ofertados por eles.


1. Serviços de Proteção Social Básica.
2. Serviços de Proteção Social Especial de Média Complexidade.
3. Serviços de Proteção Social Especial de Alta Complexidade.


( ) Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF).
( ) Serviço Especializado em Abordagem Social.
( ) Serviço de Proteção em Situações de Calamidades Públicas e de Emergências.
( ) Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora.
( ) Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).
( ) Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos (PAEFI).


A sequência está correta em 
Alternativas
Q2264366 Serviço Social
Em casos de violência sexual contra criança ou adolescente, a escola poderá realizar a abordagem das vítimas. A abordagem é essencial para quebrar o “muro do silêncio”. Pela proximidade que tem com os estudantes, o educador pode contribuir para que crianças e adolescentes sexualmente abusados manifestem o desejo de falar e, para isso, a escola ou o profissional deverão estar preparados. Sobre a forma correta de realizar a abordagem para este tipo de caso, analise as afirmativas a seguir.


I. O objetivo da conversa deve ser o de avaliar se houve ou não abuso sexual, a partir do relato da vítima, e investigar sua ocorrência, para depois notificar os órgãos competentes.
II. É fundamental ouvir a criança ou o adolescente atentamente e exclusivamente, não permitindo interrupções; caso contrário, há risco de fragmentar todo o processo de descontração e confiança adquiridas. Se for necessário, converse primeiro sobre assuntos diversos; e, como forma de incentivo, ofereça algum tipo de recompensa pela conversa.
III. Procure não perguntar diretamente pelos detalhes da violência sofrida, nem fazer a criança ou o adolescente repetir sua história várias vezes. Isso pode perturbar a criança ou o adolescente e, ainda, aumentar sua dificuldade de relatar o fato.
IV. É necessário evitar justificativas e explicações muito precisas, pois pode parecer que a criança ou o adolescente está sendo responsabilizado quando se faz perguntas como: “Por que você acha que ele fazia isso com você?”, “Por que não buscou ajuda antes?” ou “Por que somente agora está contando?”.


Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2264365 Serviço Social
Segundo a Lei nº 8.069/1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em seu Art. 2º, criança é a pessoa com até 12 anos incompletos e não se submete a medida socioeducativa, somente a medida de proteção. Adolescente é a pessoa entre 12 e 18 anos e submete-se à medida socioeducativa e à medida de proteção. Incidirá, também, excepcionalmente, em pessoas com idade entre 18 e 21 anos incompletos. Esta excepcionalidade se refere às medidas socioeducativas de semiliberdade e de internação do adolescente, cujo cumprimento deve necessariamente findar-se até os 21 anos da pessoa, respeitado o período máximo de: 
Alternativas
Q2264364 Serviço Social
Considerando a Lei nº 8.742/1993:

“Fica instituído o ______________________________, registro público eletrônico com a finalidade de coletar, processar, sistematizar e disseminar informações para a identificação e a caracterização socioeconômica das famílias de baixa renda, nos termos do regulamento.”

Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior. 
Alternativas
Respostas
3121: B
3122: E
3123: C
3124: B
3125: E
3126: D
3127: C
3128: D
3129: B
3130: C
3131: A
3132: A
3133: A
3134: C
3135: A
3136: B
3137: A
3138: D
3139: D
3140: D