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A descoberta da estrutura do DNA, em 1953, e o mapeamento completo do genoma humano, em 2003, abriram um campo de exploração sem precedentes para entender as origens biológicas da personalidade. Hoje se sabe que os comportamentos dependem da interação entre fatores genéticos e ambientais. Além disso, as descobertas mais recentes nesse campo mostram que a influência dos hábitos e do estilo de vida de cada um na ação dos genes é maior do que se pensava. Pessoas com genes associados à depressão têm mais probabilidade de desenvolver a doença se forem expostas a eventos traumáticos durante a vida. Do mesmo modo, indivíduos com dificuldade no metabolismo do álcool não vão se tornar automaticamente abstêmios.
Devido à descoberta do gene do otimismo - uma variação do gene responsável pelo transporte da serotonina, neurotransmissor associado a sensações como o bem-estar e a felicidade -, a geneticista Mayana Zatz afirma: é possível que, de agora em diante, tenhamos de ser mais tolerantes com quem teima em ver apenas o lado negativo do mundo. Afinal, essa atitude, em parte, está nos genes.
(Adaptado de Leandro Beguoci. Veja, 6 de maio de 2009, p. 132-134)
I. O padrão culto da linguagem é estabelecido por seu uso específico nos atos e comunicações oficiais, com preferência por determinadas expressões e formas sintáticas, tendo em vista tratar-se de uma variante da linguagem técnica.
II. Um dos princípios da redação oficial é a impessoalidade na comunicação de determinado assunto, considerando-se que ela é feita em nome do serviço público para um destinatário entendido como público, portanto, também impessoal.
III. A necessidade de se empregar o padrão culto da língua na redação oficial decorre tanto do caráter público dos atos emitidos quanto de sua qualidade, que é informar os cidadãos com clareza e objetividade.
É correto o que se afirma em:
Mas de que maneira essas redes podem estimular iniciativas de sustentabilidade? "Só existe rede quando o grupo se mantém por um tempo, gerando confiança e identidade entre as pessoas", diz o espanhol David Ugarte, autor de livro sobre o assunto e membro do conselho de um jornal on-line, colaborativo e global para questões ambientais. "Como toda forma não hierárquica da sociedade, as redes sociais são, antes de tudo, coesivas. É natural que apontem para a sustentabilidade social e ambiental."
Alguns movimentos ecológicos nasceram em redes. Um deles foi a Hora do Planeta, surgido na Austrália, mobilização em torno de se apagarem as luzes no mundo todo, no dia escolhido. No Brasil, universitários se organizaram em redes na internet e foram para Santa Catarina ajudar na reconstrução de locais atingidos pela enchente de novembro passado.
Criado em 2006, o Twiter se transformou em fenômeno de comunicação global. Seu sucesso impulsiona o debate sobre o uso de redes sociais na internet, cada vez mais comum em diversos setores. Com as redes sociais, políticos brasileiros e órgãos estão tentando se aproximar mais dos cidadãos, intensificando contato direto com eles. Usam as redes para divulgar políticas públicas e tratar de temas atuais.
O Twiter tem se mostrado uma poderosa arma de mobilização política - a ponto de ter protagonizado papel fundamental durante as últimas eleições presidenciais no Irã. Partidários da oposição encontraram no site a maneira mais eficaz de dizer ao mundo que o governo havia fraudado as votações. Para driblar a censura, convocaram internautas do mundo inteiro a retransmitirem suas mensagens.
(Adaptado de Lucas Frasão. O Estado de S.Paulo, Vida & Sustentabilidade, Especial H6 e H7, 31 de julho de 2009)
Sentido idêntico da forma verbal grifada acima está expresso em de que
Mas de que maneira essas redes podem estimular iniciativas de sustentabilidade? "Só existe rede quando o grupo se mantém por um tempo, gerando confiança e identidade entre as pessoas", diz o espanhol David Ugarte, autor de livro sobre o assunto e membro do conselho de um jornal on-line, colaborativo e global para questões ambientais. "Como toda forma não hierárquica da sociedade, as redes sociais são, antes de tudo, coesivas. É natural que apontem para a sustentabilidade social e ambiental."
Alguns movimentos ecológicos nasceram em redes. Um deles foi a Hora do Planeta, surgido na Austrália, mobilização em torno de se apagarem as luzes no mundo todo, no dia escolhido. No Brasil, universitários se organizaram em redes na internet e foram para Santa Catarina ajudar na reconstrução de locais atingidos pela enchente de novembro passado.
Criado em 2006, o Twiter se transformou em fenômeno de comunicação global. Seu sucesso impulsiona o debate sobre o uso de redes sociais na internet, cada vez mais comum em diversos setores. Com as redes sociais, políticos brasileiros e órgãos estão tentando se aproximar mais dos cidadãos, intensificando contato direto com eles. Usam as redes para divulgar políticas públicas e tratar de temas atuais.
O Twiter tem se mostrado uma poderosa arma de mobilização política - a ponto de ter protagonizado papel fundamental durante as últimas eleições presidenciais no Irã. Partidários da oposição encontraram no site a maneira mais eficaz de dizer ao mundo que o governo havia fraudado as votações. Para driblar a censura, convocaram internautas do mundo inteiro a retransmitirem suas mensagens.
(Adaptado de Lucas Frasão. O Estado de S.Paulo, Vida & Sustentabilidade, Especial H6 e H7, 31 de julho de 2009)
O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que se encontra o grifado acima está na frase:
Mas de que maneira essas redes podem estimular iniciativas de sustentabilidade? "Só existe rede quando o grupo se mantém por um tempo, gerando confiança e identidade entre as pessoas", diz o espanhol David Ugarte, autor de livro sobre o assunto e membro do conselho de um jornal on-line, colaborativo e global para questões ambientais. "Como toda forma não hierárquica da sociedade, as redes sociais são, antes de tudo, coesivas. É natural que apontem para a sustentabilidade social e ambiental."
Alguns movimentos ecológicos nasceram em redes. Um deles foi a Hora do Planeta, surgido na Austrália, mobilização em torno de se apagarem as luzes no mundo todo, no dia escolhido. No Brasil, universitários se organizaram em redes na internet e foram para Santa Catarina ajudar na reconstrução de locais atingidos pela enchente de novembro passado.
Criado em 2006, o Twiter se transformou em fenômeno de comunicação global. Seu sucesso impulsiona o debate sobre o uso de redes sociais na internet, cada vez mais comum em diversos setores. Com as redes sociais, políticos brasileiros e órgãos estão tentando se aproximar mais dos cidadãos, intensificando contato direto com eles. Usam as redes para divulgar políticas públicas e tratar de temas atuais.
O Twiter tem se mostrado uma poderosa arma de mobilização política - a ponto de ter protagonizado papel fundamental durante as últimas eleições presidenciais no Irã. Partidários da oposição encontraram no site a maneira mais eficaz de dizer ao mundo que o governo havia fraudado as votações. Para driblar a censura, convocaram internautas do mundo inteiro a retransmitirem suas mensagens.
(Adaptado de Lucas Frasão. O Estado de S.Paulo, Vida & Sustentabilidade, Especial H6 e H7, 31 de julho de 2009)
A frase cujo verbo exige o mesmo tipo de complemento que o do grifado acima é:
Mas de que maneira essas redes podem estimular iniciativas de sustentabilidade? "Só existe rede quando o grupo se mantém por um tempo, gerando confiança e identidade entre as pessoas", diz o espanhol David Ugarte, autor de livro sobre o assunto e membro do conselho de um jornal on-line, colaborativo e global para questões ambientais. "Como toda forma não hierárquica da sociedade, as redes sociais são, antes de tudo, coesivas. É natural que apontem para a sustentabilidade social e ambiental."
Alguns movimentos ecológicos nasceram em redes. Um deles foi a Hora do Planeta, surgido na Austrália, mobilização em torno de se apagarem as luzes no mundo todo, no dia escolhido. No Brasil, universitários se organizaram em redes na internet e foram para Santa Catarina ajudar na reconstrução de locais atingidos pela enchente de novembro passado.
Criado em 2006, o Twiter se transformou em fenômeno de comunicação global. Seu sucesso impulsiona o debate sobre o uso de redes sociais na internet, cada vez mais comum em diversos setores. Com as redes sociais, políticos brasileiros e órgãos estão tentando se aproximar mais dos cidadãos, intensificando contato direto com eles. Usam as redes para divulgar políticas públicas e tratar de temas atuais.
O Twiter tem se mostrado uma poderosa arma de mobilização política - a ponto de ter protagonizado papel fundamental durante as últimas eleições presidenciais no Irã. Partidários da oposição encontraram no site a maneira mais eficaz de dizer ao mundo que o governo havia fraudado as votações. Para driblar a censura, convocaram internautas do mundo inteiro a retransmitirem suas mensagens.
(Adaptado de Lucas Frasão. O Estado de S.Paulo, Vida & Sustentabilidade, Especial H6 e H7, 31 de julho de 2009)
"O início das comunidades sedentárias é o início da necessidade de administrar suprimentos de água doce", diz o arqueólogo inglês Steve Mithen. "Esse é um ponto de partida para o grande dilema moderno. De preocupação de indivíduos, passou para cidades, nações e hoje é um tema global."
A Organização das Nações Unidas (ONU) calcula que cerca de um bilhão de pessoas não têm acesso à água potável e pelo menos dois bilhões não conseguem água adequada para beber, lavar-se e comer. Viver com escassez de água é uma condição associada a milhões de mortes ao ano, causadas por doenças, má nutrição, fome crônica. Ao afastar meninos e meninas da escola, ela impede que as crianças e seus parentes e amigos tenham acesso a informações que lhes darão uma vida melhor.
O crescimento populacional e a necessidade de abastecer as pessoas com água ? incluindo aí uma atividade crucial, a agricultura - são fatores essenciais na questão, que o aquecimento global vem agravar. Só para atender à produção de alimentos, o Banco Mundial estima que o consumo de água aumentará 50% por volta de 2030. Especialistas anteveem que, se nada for feito, bilhões de indivíduos se juntarão aos que já sofrem com sua falta. As decorrências disso serão doenças, fome, migrações e conflitos pela posse de água.
A má gestão da água tem reduzido os estoques aproveitáveis. Fator importante é a crença da maioria das pessoas de que a água é um bem comum, que não pertence a ninguém em especial. Há, também, uma evidente desproporção entre o que é extraído e o volume de reposição disponível, sobretudo a partir do século passado.
(Adaptado de Eduardo Araia. Planeta, março de 2009, p. 44-49)
"O início das comunidades sedentárias é o início da necessidade de administrar suprimentos de água doce", diz o arqueólogo inglês Steve Mithen. "Esse é um ponto de partida para o grande dilema moderno. De preocupação de indivíduos, passou para cidades, nações e hoje é um tema global."
A Organização das Nações Unidas (ONU) calcula que cerca de um bilhão de pessoas não têm acesso à água potável e pelo menos dois bilhões não conseguem água adequada para beber, lavar-se e comer. Viver com escassez de água é uma condição associada a milhões de mortes ao ano, causadas por doenças, má nutrição, fome crônica. Ao afastar meninos e meninas da escola, ela impede que as crianças e seus parentes e amigos tenham acesso a informações que lhes darão uma vida melhor.
O crescimento populacional e a necessidade de abastecer as pessoas com água ? incluindo aí uma atividade crucial, a agricultura - são fatores essenciais na questão, que o aquecimento global vem agravar. Só para atender à produção de alimentos, o Banco Mundial estima que o consumo de água aumentará 50% por volta de 2030. Especialistas anteveem que, se nada for feito, bilhões de indivíduos se juntarão aos que já sofrem com sua falta. As decorrências disso serão doenças, fome, migrações e conflitos pela posse de água.
A má gestão da água tem reduzido os estoques aproveitáveis. Fator importante é a crença da maioria das pessoas de que a água é um bem comum, que não pertence a ninguém em especial. Há, também, uma evidente desproporção entre o que é extraído e o volume de reposição disponível, sobretudo a partir do século passado.
(Adaptado de Eduardo Araia. Planeta, março de 2009, p. 44-49)
A oração grifada acima, respeitando-se as possibilidades de entendimento no texto, NÃO poderia ser alterada por:
"O início das comunidades sedentárias é o início da necessidade de administrar suprimentos de água doce", diz o arqueólogo inglês Steve Mithen. "Esse é um ponto de partida para o grande dilema moderno. De preocupação de indivíduos, passou para cidades, nações e hoje é um tema global."
A Organização das Nações Unidas (ONU) calcula que cerca de um bilhão de pessoas não têm acesso à água potável e pelo menos dois bilhões não conseguem água adequada para beber, lavar-se e comer. Viver com escassez de água é uma condição associada a milhões de mortes ao ano, causadas por doenças, má nutrição, fome crônica. Ao afastar meninos e meninas da escola, ela impede que as crianças e seus parentes e amigos tenham acesso a informações que lhes darão uma vida melhor.
O crescimento populacional e a necessidade de abastecer as pessoas com água ? incluindo aí uma atividade crucial, a agricultura - são fatores essenciais na questão, que o aquecimento global vem agravar. Só para atender à produção de alimentos, o Banco Mundial estima que o consumo de água aumentará 50% por volta de 2030. Especialistas anteveem que, se nada for feito, bilhões de indivíduos se juntarão aos que já sofrem com sua falta. As decorrências disso serão doenças, fome, migrações e conflitos pela posse de água.
A má gestão da água tem reduzido os estoques aproveitáveis. Fator importante é a crença da maioria das pessoas de que a água é um bem comum, que não pertence a ninguém em especial. Há, também, uma evidente desproporção entre o que é extraído e o volume de reposição disponível, sobretudo a partir do século passado.
(Adaptado de Eduardo Araia. Planeta, março de 2009, p. 44-49)
É correto concluir, da afirmativa grifada acima, que
A descoberta da estrutura do DNA, em 1953, e o mapeamento completo do genoma humano, em 2003, abriram um campo de exploração sem precedentes para entender as origens biológicas da personalidade. Hoje se sabe que os comportamentos dependem da interação entre fatores genéticos e ambientais. Além disso, as descobertas mais recentes nesse campo mostram que a influência dos hábitos e do estilo de vida de cada um na ação dos genes é maior do que se pensava. Pessoas com genes associados à depressão têm mais probabilidade de desenvolver a doença se forem expostas a eventos traumáticos durante a vida. Do mesmo modo, indivíduos com dificuldade no metabolismo do álcool não vão se tornar automaticamente abstêmios.
Devido à descoberta do gene do otimismo - uma variação do gene responsável pelo transporte da serotonina, neurotransmissor associado a sensações como o bem-estar e a felicidade -, a geneticista Mayana Zatz afirma: é possível que, de agora em diante, tenhamos de ser mais tolerantes com quem teima em ver apenas o lado negativo do mundo. Afinal, essa atitude, em parte, está nos genes.
(Adaptado de Leandro Beguoci. Veja, 6 de maio de 2009, p. 132-134)
A mesma regência assinalada acima NÃO está caracterizada na expressão:
about the new OS.
Harry McCracken, PC World
Monday, October 19, 2009 2:00 pM
The Windows experience occurs mainly in its Taskbar ?
especially in the Start menu and System Tray. Vista gave the
Start menu a welcome redesign; in Windows 7, the Taskbar and
the System Tray get a thorough makeover.
Windows 7's revamped Taskbar introduces several new
features and gives users much more control over how it looks.
The new Taskbar replaces the old small icons and text
labels for running apps with larger, unlabeled icons. If you can
keep the icons straight, the new design painlessly reduces
Taskbar clutter. If you don't like it, you can shrink the icons
and/or bring the labels back.
In the past, you could get one-click access to programs
by dragging their icons to the Quick Launch toolbar. Windows 7
eliminates Quick Launch and folds its capabilities into the
Taskbar. Drag an app's icon from the Start menu or desktop to
the Taskbar, and Windows will pin it there, so you can launch
the program without rummaging around in the Start menu. You
can also organize icons in the Taskbar by moving them to new
positions.
To indicate that a particular application on the Taskbar is
running, Windows draws a subtle box around its icon ?

subtle, in fact, that figuring out [CONJUNCTION] the app is
running can take a moment, especially if its icon sits between
two icons for running apps.
In Windows Vista, hovering the mouse pointer over an
application's Taskbar icon produces a thumbnail window view
known as a Live Preview. But when you have multiple windows
open, you see only one preview at a time. Windows 7's version of this feature is slicker and more efficient: Hover the pointer on
an icon, and thumbnails of the app's windows glide into position
above the Taskbar, so you can quickly find the one you're
looking for. (The process would be even simpler if the
thumbnails were larger and easier to decipher.)
Also new in Windows 7's Taskbar is a feature called
Jump Lists. These menus resemble the context-sensitive ones
you get when you right-click within various Windows
applications, except that you don't have to be inside an app to
use them. Internet Explorer 8's Jump List, for example, lets you
open the browser and load a fresh tab, initiate an InPrivate
stealth browsing session, or go directly to any of eight frequently
visited Web pages. Non-Microsoft apps can offer Jump Lists,
too, if their developers follow the guidelines for creating
them.
Other Windows 7 interface adjustments are minor, yet so
sensible that you may wonder why Windows didn't include them
all along. Shove a window into the left or right edge of the
screen and it'll expand to fill half of your desktop. Nudge another
into the opposite edge of the screen, and it'll expand to occupy
the other half. That makes comparing two windows' contents
easy. If you nudge a window into the top of the screen, it will
maximize to occupy all of the display's real estate.
(Adapted from
http://www.pcworld.com/article/172602/windows_7_review.html)
about the new OS.
Harry McCracken, PC World
Monday, October 19, 2009 2:00 pM
The Windows experience occurs mainly in its Taskbar ?
especially in the Start menu and System Tray. Vista gave the
Start menu a welcome redesign; in Windows 7, the Taskbar and
the System Tray get a thorough makeover.
Windows 7's revamped Taskbar introduces several new
features and gives users much more control over how it looks.
The new Taskbar replaces the old small icons and text
labels for running apps with larger, unlabeled icons. If you can
keep the icons straight, the new design painlessly reduces
Taskbar clutter. If you don't like it, you can shrink the icons
and/or bring the labels back.
In the past, you could get one-click access to programs
by dragging their icons to the Quick Launch toolbar. Windows 7
eliminates Quick Launch and folds its capabilities into the
Taskbar. Drag an app's icon from the Start menu or desktop to
the Taskbar, and Windows will pin it there, so you can launch
the program without rummaging around in the Start menu. You
can also organize icons in the Taskbar by moving them to new
positions.
To indicate that a particular application on the Taskbar is
running, Windows draws a subtle box around its icon ?

subtle, in fact, that figuring out [CONJUNCTION] the app is
running can take a moment, especially if its icon sits between
two icons for running apps.
In Windows Vista, hovering the mouse pointer over an
application's Taskbar icon produces a thumbnail window view
known as a Live Preview. But when you have multiple windows
open, you see only one preview at a time. Windows 7's version of this feature is slicker and more efficient: Hover the pointer on
an icon, and thumbnails of the app's windows glide into position
above the Taskbar, so you can quickly find the one you're
looking for. (The process would be even simpler if the
thumbnails were larger and easier to decipher.)
Also new in Windows 7's Taskbar is a feature called
Jump Lists. These menus resemble the context-sensitive ones
you get when you right-click within various Windows
applications, except that you don't have to be inside an app to
use them. Internet Explorer 8's Jump List, for example, lets you
open the browser and load a fresh tab, initiate an InPrivate
stealth browsing session, or go directly to any of eight frequently
visited Web pages. Non-Microsoft apps can offer Jump Lists,
too, if their developers follow the guidelines for creating
them.
Other Windows 7 interface adjustments are minor, yet so
sensible that you may wonder why Windows didn't include them
all along. Shove a window into the left or right edge of the
screen and it'll expand to fill half of your desktop. Nudge another
into the opposite edge of the screen, and it'll expand to occupy
the other half. That makes comparing two windows' contents
easy. If you nudge a window into the top of the screen, it will
maximize to occupy all of the display's real estate.
(Adapted from
http://www.pcworld.com/article/172602/windows_7_review.html)
about the new OS.
Harry McCracken, PC World
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The Windows experience occurs mainly in its Taskbar ?
especially in the Start menu and System Tray. Vista gave the
Start menu a welcome redesign; in Windows 7, the Taskbar and
the System Tray get a thorough makeover.
Windows 7's revamped Taskbar introduces several new
features and gives users much more control over how it looks.
The new Taskbar replaces the old small icons and text
labels for running apps with larger, unlabeled icons. If you can
keep the icons straight, the new design painlessly reduces
Taskbar clutter. If you don't like it, you can shrink the icons
and/or bring the labels back.
In the past, you could get one-click access to programs
by dragging their icons to the Quick Launch toolbar. Windows 7
eliminates Quick Launch and folds its capabilities into the
Taskbar. Drag an app's icon from the Start menu or desktop to
the Taskbar, and Windows will pin it there, so you can launch
the program without rummaging around in the Start menu. You
can also organize icons in the Taskbar by moving them to new
positions.
To indicate that a particular application on the Taskbar is
running, Windows draws a subtle box around its icon ?

subtle, in fact, that figuring out [CONJUNCTION] the app is
running can take a moment, especially if its icon sits between
two icons for running apps.
In Windows Vista, hovering the mouse pointer over an
application's Taskbar icon produces a thumbnail window view
known as a Live Preview. But when you have multiple windows
open, you see only one preview at a time. Windows 7's version of this feature is slicker and more efficient: Hover the pointer on
an icon, and thumbnails of the app's windows glide into position
above the Taskbar, so you can quickly find the one you're
looking for. (The process would be even simpler if the
thumbnails were larger and easier to decipher.)
Also new in Windows 7's Taskbar is a feature called
Jump Lists. These menus resemble the context-sensitive ones
you get when you right-click within various Windows
applications, except that you don't have to be inside an app to
use them. Internet Explorer 8's Jump List, for example, lets you
open the browser and load a fresh tab, initiate an InPrivate
stealth browsing session, or go directly to any of eight frequently
visited Web pages. Non-Microsoft apps can offer Jump Lists,
too, if their developers follow the guidelines for creating
them.
Other Windows 7 interface adjustments are minor, yet so
sensible that you may wonder why Windows didn't include them
all along. Shove a window into the left or right edge of the
screen and it'll expand to fill half of your desktop. Nudge another
into the opposite edge of the screen, and it'll expand to occupy
the other half. That makes comparing two windows' contents
easy. If you nudge a window into the top of the screen, it will
maximize to occupy all of the display's real estate.
(Adapted from
http://www.pcworld.com/article/172602/windows_7_review.html)
about the new OS.
Harry McCracken, PC World
Monday, October 19, 2009 2:00 pM
The Windows experience occurs mainly in its Taskbar ?
especially in the Start menu and System Tray. Vista gave the
Start menu a welcome redesign; in Windows 7, the Taskbar and
the System Tray get a thorough makeover.
Windows 7's revamped Taskbar introduces several new
features and gives users much more control over how it looks.
The new Taskbar replaces the old small icons and text
labels for running apps with larger, unlabeled icons. If you can
keep the icons straight, the new design painlessly reduces
Taskbar clutter. If you don't like it, you can shrink the icons
and/or bring the labels back.
In the past, you could get one-click access to programs
by dragging their icons to the Quick Launch toolbar. Windows 7
eliminates Quick Launch and folds its capabilities into the
Taskbar. Drag an app's icon from the Start menu or desktop to
the Taskbar, and Windows will pin it there, so you can launch
the program without rummaging around in the Start menu. You
can also organize icons in the Taskbar by moving them to new
positions.
To indicate that a particular application on the Taskbar is
running, Windows draws a subtle box around its icon ?

subtle, in fact, that figuring out [CONJUNCTION] the app is
running can take a moment, especially if its icon sits between
two icons for running apps.
In Windows Vista, hovering the mouse pointer over an
application's Taskbar icon produces a thumbnail window view
known as a Live Preview. But when you have multiple windows
open, you see only one preview at a time. Windows 7's version of this feature is slicker and more efficient: Hover the pointer on
an icon, and thumbnails of the app's windows glide into position
above the Taskbar, so you can quickly find the one you're
looking for. (The process would be even simpler if the
thumbnails were larger and easier to decipher.)
Also new in Windows 7's Taskbar is a feature called
Jump Lists. These menus resemble the context-sensitive ones
you get when you right-click within various Windows
applications, except that you don't have to be inside an app to
use them. Internet Explorer 8's Jump List, for example, lets you
open the browser and load a fresh tab, initiate an InPrivate
stealth browsing session, or go directly to any of eight frequently
visited Web pages. Non-Microsoft apps can offer Jump Lists,
too, if their developers follow the guidelines for creating
them.
Other Windows 7 interface adjustments are minor, yet so
sensible that you may wonder why Windows didn't include them
all along. Shove a window into the left or right edge of the
screen and it'll expand to fill half of your desktop. Nudge another
into the opposite edge of the screen, and it'll expand to occupy
the other half. That makes comparing two windows' contents
easy. If you nudge a window into the top of the screen, it will
maximize to occupy all of the display's real estate.
(Adapted from
http://www.pcworld.com/article/172602/windows_7_review.html)
about the new OS.
Harry McCracken, PC World
Monday, October 19, 2009 2:00 pM
The Windows experience occurs mainly in its Taskbar ?
especially in the Start menu and System Tray. Vista gave the
Start menu a welcome redesign; in Windows 7, the Taskbar and
the System Tray get a thorough makeover.
Windows 7's revamped Taskbar introduces several new
features and gives users much more control over how it looks.
The new Taskbar replaces the old small icons and text
labels for running apps with larger, unlabeled icons. If you can
keep the icons straight, the new design painlessly reduces
Taskbar clutter. If you don't like it, you can shrink the icons
and/or bring the labels back.
In the past, you could get one-click access to programs
by dragging their icons to the Quick Launch toolbar. Windows 7
eliminates Quick Launch and folds its capabilities into the
Taskbar. Drag an app's icon from the Start menu or desktop to
the Taskbar, and Windows will pin it there, so you can launch
the program without rummaging around in the Start menu. You
can also organize icons in the Taskbar by moving them to new
positions.
To indicate that a particular application on the Taskbar is
running, Windows draws a subtle box around its icon ?

subtle, in fact, that figuring out [CONJUNCTION] the app is
running can take a moment, especially if its icon sits between
two icons for running apps.
In Windows Vista, hovering the mouse pointer over an
application's Taskbar icon produces a thumbnail window view
known as a Live Preview. But when you have multiple windows
open, you see only one preview at a time. Windows 7's version of this feature is slicker and more efficient: Hover the pointer on
an icon, and thumbnails of the app's windows glide into position
above the Taskbar, so you can quickly find the one you're
looking for. (The process would be even simpler if the
thumbnails were larger and easier to decipher.)
Also new in Windows 7's Taskbar is a feature called
Jump Lists. These menus resemble the context-sensitive ones
you get when you right-click within various Windows
applications, except that you don't have to be inside an app to
use them. Internet Explorer 8's Jump List, for example, lets you
open the browser and load a fresh tab, initiate an InPrivate
stealth browsing session, or go directly to any of eight frequently
visited Web pages. Non-Microsoft apps can offer Jump Lists,
too, if their developers follow the guidelines for creating
them.
Other Windows 7 interface adjustments are minor, yet so
sensible that you may wonder why Windows didn't include them
all along. Shove a window into the left or right edge of the
screen and it'll expand to fill half of your desktop. Nudge another
into the opposite edge of the screen, and it'll expand to occupy
the other half. That makes comparing two windows' contents
easy. If you nudge a window into the top of the screen, it will
maximize to occupy all of the display's real estate.
(Adapted from
http://www.pcworld.com/article/172602/windows_7_review.html)