Questões de Concurso Para médico

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Q3480006 Português

Texto 2


Na hora do lobo


Quando um homem consome a madrugada

rabiscando umas folhas de papel

e ele sabe que a vida é tonelada

oscilando na ponta de um cordel;

ele sabe que o fim de toda estrada

não desagua no inferno nem no céu,

e ele pensa na feira, na empregada,

água e luz, condomínio e aluguel;


Quando um homem fatiga a voz cansada

com palavras da Torre de Babel

e ele entende que a coisa mais amada

se transmuda na coisa mais cruel;


Quando a taça em que bebe está quebrada,

tanto vidro a boiar em tanto fel

e no peito uma dor desatinada

essa dor que é tão nítida e fiel;


Quando um homem de boca tão calada

sente a mente girar num carrossel,

ele escreve através da madrugada

com cuidados de abelha que faz mel:

sua vida, talvez, foi destinada

a salvar estas folhas de papel.


Braulio Tavares, O homem artificial

Nos dois últimos versos da segunda estrofe temos uma figura de linguagem chamada de:
Alternativas
Q3480005 Português
Texto 1

'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?

As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.

“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.

“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi. 

Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025

No trecho:

“De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.” (2º parágrafo)

A oração destacada nesse período é classificada como:

Alternativas
Q3480004 Português
Texto 1

'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?

As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.

“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.

“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi. 

Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025
No trecho:
“Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratá-los como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens.” (5º parágrafo)
A relação semântica predominante entre as orações do trecho é de:
Alternativas
Q3480003 Português
Texto 1

'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?

As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.

“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.

“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi. 

Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025
No trecho do texto: “Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles.” (2º parágrafo), o termo destacado é formado por meio do processo de:
Alternativas
Q3480002 Português
Texto 1

'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?

As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.

“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.

“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi. 

Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025
No trecho “De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos” (2º parágrafo), a expressão destacada tem sua referência estabelecida por meio de um mecanismo de coesão textual denominado:
Alternativas
Q3480001 Português
Texto 1

'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?

As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.

“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.

“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi. 

Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025
Ao utilizar a expressão “é ridículo” (4° parágrafo), Mariana Kerestezachi revela:
Alternativas
Q3473759 Psicologia

Acerca do transtorno do espectro autista (TEA), julgue o item que se segue. 


A presença do transtorno de compulsão alimentar é frequente em indivíduos com TEA, sendo atribuída principalmente às dificuldades sociais e aos comportamentos restritivos característicos desses indivíduos, o que pode levar ao desenvolvimento de padrões alimentares disfuncionais. 

Alternativas
Q3473758 Psicologia

Acerca do transtorno do espectro autista (TEA), julgue o item que se segue. 


A melatonina é uma intervenção hormonal recomendada para o manejo dos distúrbios do sono no TEA, devido à sua capacidade de regular o ritmo circadiano e melhorar a qualidade do sono, o que pode contribuir indiretamente para a melhora do comportamento e do funcionamento diário desses pacientes. 

Alternativas
Q3473757 Psicologia

Acerca do transtorno do espectro autista (TEA), julgue o item que se segue. 


A superexpressão do gene DDX53, localizado no cromossomo X, está associada a alterações no desenvolvimento neuronal e contribui para a maior prevalência do TEA em meninos, o que evidencia o papel dos fatores genéticos nesse transtorno. 

Alternativas
Q3473756 Psicologia

Acerca do transtorno do espectro autista (TEA), julgue o item que se segue. 


A síndrome de referência olfativa, caracterizada pela preocupação persistente de exalar odores corporais ofensivos, pode ocorrer como comorbidade em indivíduos com TEA, especialmente em casos em que se observem rigidez cognitiva e hipersensibilidade interoceptiva, sendo o quadro geralmente associado a alterações funcionais no córtex orbitofrontal e no córtex motor primário. 

Alternativas
Q3473755 Psicologia

Em relação ao transtorno do desenvolvimento intelectual, julgue o item subsequente. 


Segundo o manual DSM-5-TR, o transtorno do desenvolvimento intelectual, nova nomenclatura adotada para substituir o antigo termo “retardo mental”, caracteriza se por déficits intelectuais e adaptativos com início durante o período do desenvolvimento, tipicamente entre os 18 e os 21 anos de idade, e comprometimento do funcionamento nos domínios conceitual, social e prático. 

Alternativas
Q3473754 Psicologia

Em relação ao transtorno do desenvolvimento intelectual, julgue o item subsequente. 


Alterações neurobiológicas observadas na deficiência intelectual, como a redução da arborização dendrítica e o déficit na neurogênese hipocampal, justificam a indicação de moduladores glutamatérgicos e inibidores de recaptação de serotonina como estratégias de primeira linha para promover estabilidade cognitiva e melhora global do funcionamento adaptativo. 

Alternativas
Q3473753 Psicologia

Julgue o item a seguir, considerando os elementos teóricos e clínicos dos distúrbios psiquiátricos associados ao uso de substâncias psicoativas. 


O consumo elevado de cafeína pode influenciar negativamente a recuperação do transtorno bipolar ao modular os sistemas neuroquímicos envolvidos na regulação do humor, especialmente pelo bloqueio dos receptores adenosinérgicos A1 e A2A, que resulta em aumento da neurotransmissão dopaminérgica e glutamatérgica. 

Alternativas
Q3473752 Psicologia

Julgue o item a seguir, considerando os elementos teóricos e clínicos dos distúrbios psiquiátricos associados ao uso de substâncias psicoativas.


O consumo elevado de cafeína, especialmente em doses superiores a 400 mg por dia, está associado ao aumento de sintomas de ansiedade, por meio da intensificação da ativação do sistema límbico, em particular da amígdala e do hipocampo, e de uma maior liberação de cortisol, o que resulta em um estado sustentado de hipervigilância e reatividade emocional exacerbada.  

Alternativas
Q3473751 Psicologia

Julgue o item a seguir, considerando os elementos teóricos e clínicos dos distúrbios psiquiátricos associados ao uso de substâncias psicoativas. 


A síndrome da hiperêmese por cannabis está associada ao uso crônico da maconha fumada em altas doses, caracterizado pelo consumo diário ou quase diário, frequentemente superior a quatro vezes por semana durante vários meses, que resulta na ativação paradoxal dos receptores canabinoides CB1 no sistema nervoso entérico e central. 

Alternativas
Q3473750 Psicologia

Julgue o item a seguir, considerando os elementos teóricos e clínicos dos distúrbios psiquiátricos associados ao uso de substâncias psicoativas. 


Os sintomas psicóticos em usuários de maconha distinguem se dos observados na psicose esquizofrênica clássica, caracterizando-se os primeiros por uma predominância de delírios persecutórios e alucinações auditivas acompanhadas de disfunções executivas significativas, especialmente em flexibilidade cognitiva, inibição e memória de trabalho, que persistem mesmo após a cessação do uso da substância. 

Alternativas
Q3473749 Psicologia

Julgue o item a seguir, considerando os elementos teóricos e clínicos dos distúrbios psiquiátricos associados ao uso de substâncias psicoativas. 


A disfunção na conectividade entre o córtex pré-frontal lateral, a ínsula anterior e o córtex cingulado posterior em usuários crônicos de cocaína reforça a importância de intervenções psicoterapêuticas voltadas ao controle da impulsividade, ao recondicionamento atencional e à autorregulação emocional.  

Alternativas
Q3473748 Psicologia

Julgue o item a seguir, considerando os elementos teóricos e clínicos dos distúrbios psiquiátricos associados ao uso de substâncias psicoativas. 


A comorbidade entre transtorno depressivo persistente e o uso crônico de cocaína decorre da ativação sinérgica do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal e do aumento transitório da disponibilidade sináptica de monoaminas, especialmente serotonina e dopamina; esse perfil neuroquímico parece contribuir para uma modulação dos sintomas afetivos, com impacto significativo na responsividade emocional, o que pode influenciar a aderência ao tratamento e os padrões de consumo da substância psicoativa. 

Alternativas
Q3473747 Psiquiatria

Julgue o item a seguir, considerando os elementos teóricos e clínicos dos distúrbios psiquiátricos associados ao uso de substâncias psicoativas. 


A psicose induzida pelo uso crônico de crack está associada a alterações neurobiológicas, como a hiperatividade dopaminérgica mesolímbica e a disfunção glutamatérgica pré-frontal, que podem sustentar sintomas psicóticos mesmo após a eliminação da droga, cuja meia-vida plasmática é inferior a duas horas. 

Alternativas
Q3473746 Psicologia

Julgue o item a seguir, considerando os elementos teóricos e clínicos dos distúrbios psiquiátricos associados ao uso de substâncias psicoativas. 


Usuários crônicos de crack podem apresentar níveis persistentemente elevados de interleucina-6 (IL-6), que se associam a déficits em funções executivas, como prejuízos na memória de trabalho, no planejamento, na flexibilidade cognitiva e no controle inibitório, refletindo um quadro de inflamação neuroimune que contribui para o comprometimento cognitivo observado nesses indivíduos. 

Alternativas
Respostas
17841: B
17842: E
17843: D
17844: B
17845: E
17846: C
17847: C
17848: C
17849: C
17850: E
17851: E
17852: E
17853: C
17854: E
17855: C
17856: E
17857: C
17858: E
17859: C
17860: C