Questões de Concurso Para médico

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Q3964174 Inglês
Texto para questão


How do we measure attention?


    Attention, broadly defined, is the ability to direct the mind on a specific task, says Gloria Mark, author of Attention Span: A Groundbreaking Way to Restore Balance, Happiness and Productivity. There are two main types of attention, Mark explains. Involuntary attention is automatic—it’s what allows us to react to a loud noise or a jarringly bright light. Focalized attention, by contrast, is the ability to concentrate on a specific task. This latter type is what scientists measure when researching attention spans. 

    Since the early 2000s, Mark has tracked focalized attention by observing how long people remain on a task before switching to something else—such as checking email or opening a new browser tab. At first, Mark used in-person observations— researchers shadowed employees throughout the office. In recent years, she has tracked attention spans using software that monitors people’s computers.

    “Data from our first study, in 2003, revealed that people spent an average of 2.5 minutes on something before turning their attention to a different task,” she says, “Our most recent study done over the past five years shows that the figure has gone down to 40 seconds.” The measure doesn’t capture how long people can focus under ideal conditions, Mark notes, meaning shorter attention spans don’t reflect a permanent loss of attention capacity, but changes in how often people break their focus in daily life.


National Geographic. Jan 21, 2026. Adaptado.
Considere a oração “This latter type is what scientists measure when researching attention spans.” Pode-se concluir que, ao pesquisar o tempo de atenção, os cientistas mensuram
Alternativas
Q3964173 Inglês
Texto para questão


How do we measure attention?


    Attention, broadly defined, is the ability to direct the mind on a specific task, says Gloria Mark, author of Attention Span: A Groundbreaking Way to Restore Balance, Happiness and Productivity. There are two main types of attention, Mark explains. Involuntary attention is automatic—it’s what allows us to react to a loud noise or a jarringly bright light. Focalized attention, by contrast, is the ability to concentrate on a specific task. This latter type is what scientists measure when researching attention spans. 

    Since the early 2000s, Mark has tracked focalized attention by observing how long people remain on a task before switching to something else—such as checking email or opening a new browser tab. At first, Mark used in-person observations— researchers shadowed employees throughout the office. In recent years, she has tracked attention spans using software that monitors people’s computers.

    “Data from our first study, in 2003, revealed that people spent an average of 2.5 minutes on something before turning their attention to a different task,” she says, “Our most recent study done over the past five years shows that the figure has gone down to 40 seconds.” The measure doesn’t capture how long people can focus under ideal conditions, Mark notes, meaning shorter attention spans don’t reflect a permanent loss of attention capacity, but changes in how often people break their focus in daily life.


National Geographic. Jan 21, 2026. Adaptado.
Considere o trecho a seguir: “Mark has tracked focalized attention.” Assinale a alternativa que apresenta a reescrita correta na voz passiva, mantendo integralmente o aspecto verbal e a relação semântica.
Alternativas
Q3964172 Inglês
Texto para questão


How do we measure attention?


    Attention, broadly defined, is the ability to direct the mind on a specific task, says Gloria Mark, author of Attention Span: A Groundbreaking Way to Restore Balance, Happiness and Productivity. There are two main types of attention, Mark explains. Involuntary attention is automatic—it’s what allows us to react to a loud noise or a jarringly bright light. Focalized attention, by contrast, is the ability to concentrate on a specific task. This latter type is what scientists measure when researching attention spans. 

    Since the early 2000s, Mark has tracked focalized attention by observing how long people remain on a task before switching to something else—such as checking email or opening a new browser tab. At first, Mark used in-person observations— researchers shadowed employees throughout the office. In recent years, she has tracked attention spans using software that monitors people’s computers.

    “Data from our first study, in 2003, revealed that people spent an average of 2.5 minutes on something before turning their attention to a different task,” she says, “Our most recent study done over the past five years shows that the figure has gone down to 40 seconds.” The measure doesn’t capture how long people can focus under ideal conditions, Mark notes, meaning shorter attention spans don’t reflect a permanent loss of attention capacity, but changes in how often people break their focus in daily life.


National Geographic. Jan 21, 2026. Adaptado.
Em uma análise global do texto apresentado, é possível afirmar que o tom discursivo é, predominantemente,
Alternativas
Q3964171 Português
Leia o poema a seguir: 

Q9.png (301×384)
MEIRELES, Cecília. Retrato. In: Viagem.

A sequência “assim calmo, assim triste, assim magro”, apresentada na primeira estrofe do poema, constitui um exemplo de paralelismo sintático porque
Alternativas
Q3964170 Português
Texto para a questão


O voluntário da pátria


    Os franceses com sua incontornável paixão por classificar tudo, inventaram a palavra “incontornável” para definir algo ou alguém de que ou de quem não se pode fugir ou abrir mão. E que bom que a tenham inventado, porque não há melhor maneira de explicar a presença, hoje, como sempre, de Antônio Carlos Jobim entre nós.

     A história o dá como tendo morrido de uma complicação cardíaca aos 67 anos durante uma cirurgia no Hospital Mount Sinai, em Nova York, em 8 de dezembro de 1994, e, dias depois, sido trazido para o Rio, velado no Jardim Botânico e levado ao Cemitério São João Batista, num cortejo que emocionou a cidade. Desde então, Tom deixou de ser visto nas ruas do Rio, onde, apesar de mundialmente famoso, circulava com o mais carioca dos à vontades e se deixava abordar por populares, amorosos e reverentes. Mas isso é só um formalismo. Tom não morreu.

    É o que sua permanência em nosso dia a dia faz pensar. Suas canções, em qualquer gênero, estilo ou formato, não saem de circulação. Estão em shows, rádios, discos e no streaming, indiferentes a fronteiras. Não há país a que se vá que não se possa ouvi-las, em salas de concerto, cabarés e até na rua. Cantores e músicos de toda parte continuam a gravar songbooks de sua obra. Livros são escritos a seu respeito, filmes são produzidos. Enquanto tantos de seus parceiros e contemporâneos foram reduzidos a referências nos livros de história, Tom parece fisicamente vivo e ativo.

    Mas sua preocupação com o meio ambiente, em termos de preservação e defesa de mares, matas e seres, que tantas incompreensões lhe rendeu, só há pouco entrou para a pauta nacional. Tom foi, antes de muitos, um ouvidor do Brasil, um ombudsman por conta própria. Ninguém o contratou ou escalou para isso – ao contrário, era um voluntário da pátria. E, não fosse ele um músico, ninguém mais equipado para ouvir o país, do pio do inhambu aos gritos da floresta sendo abatida a machado ou serra. Mas quantos outros músicos o seguiram nessa missão?

    Tom não morreu, e a qualquer hora dessas vamos cruzar com ele, aflito, à sombra de alguma árvore que já não está mais lá.


O ouvidor do Brasil:99 vezes Tom Jobim. Ruy Castro 
Trecho para a questão

“Mas isso é só um formalismo. Tom não morreu.”

Em relação ao trecho apresentado, a conjunção, “mas” estabelece, no contexto, uma relação de: 
Alternativas
Q3964169 Português
Texto para a questão


O voluntário da pátria


    Os franceses com sua incontornável paixão por classificar tudo, inventaram a palavra “incontornável” para definir algo ou alguém de que ou de quem não se pode fugir ou abrir mão. E que bom que a tenham inventado, porque não há melhor maneira de explicar a presença, hoje, como sempre, de Antônio Carlos Jobim entre nós.

     A história o dá como tendo morrido de uma complicação cardíaca aos 67 anos durante uma cirurgia no Hospital Mount Sinai, em Nova York, em 8 de dezembro de 1994, e, dias depois, sido trazido para o Rio, velado no Jardim Botânico e levado ao Cemitério São João Batista, num cortejo que emocionou a cidade. Desde então, Tom deixou de ser visto nas ruas do Rio, onde, apesar de mundialmente famoso, circulava com o mais carioca dos à vontades e se deixava abordar por populares, amorosos e reverentes. Mas isso é só um formalismo. Tom não morreu.

    É o que sua permanência em nosso dia a dia faz pensar. Suas canções, em qualquer gênero, estilo ou formato, não saem de circulação. Estão em shows, rádios, discos e no streaming, indiferentes a fronteiras. Não há país a que se vá que não se possa ouvi-las, em salas de concerto, cabarés e até na rua. Cantores e músicos de toda parte continuam a gravar songbooks de sua obra. Livros são escritos a seu respeito, filmes são produzidos. Enquanto tantos de seus parceiros e contemporâneos foram reduzidos a referências nos livros de história, Tom parece fisicamente vivo e ativo.

    Mas sua preocupação com o meio ambiente, em termos de preservação e defesa de mares, matas e seres, que tantas incompreensões lhe rendeu, só há pouco entrou para a pauta nacional. Tom foi, antes de muitos, um ouvidor do Brasil, um ombudsman por conta própria. Ninguém o contratou ou escalou para isso – ao contrário, era um voluntário da pátria. E, não fosse ele um músico, ninguém mais equipado para ouvir o país, do pio do inhambu aos gritos da floresta sendo abatida a machado ou serra. Mas quantos outros músicos o seguiram nessa missão?

    Tom não morreu, e a qualquer hora dessas vamos cruzar com ele, aflito, à sombra de alguma árvore que já não está mais lá.


O ouvidor do Brasil:99 vezes Tom Jobim. Ruy Castro 
Trecho para a questão

“Mas isso é só um formalismo. Tom não morreu.”

Considerando o trecho apresentado, assinale a alternativa em que a reescrita mantém o sentido original do excerto.
Alternativas
Q3964168 Português
Texto para a questão


O voluntário da pátria


    Os franceses com sua incontornável paixão por classificar tudo, inventaram a palavra “incontornável” para definir algo ou alguém de que ou de quem não se pode fugir ou abrir mão. E que bom que a tenham inventado, porque não há melhor maneira de explicar a presença, hoje, como sempre, de Antônio Carlos Jobim entre nós.

     A história o dá como tendo morrido de uma complicação cardíaca aos 67 anos durante uma cirurgia no Hospital Mount Sinai, em Nova York, em 8 de dezembro de 1994, e, dias depois, sido trazido para o Rio, velado no Jardim Botânico e levado ao Cemitério São João Batista, num cortejo que emocionou a cidade. Desde então, Tom deixou de ser visto nas ruas do Rio, onde, apesar de mundialmente famoso, circulava com o mais carioca dos à vontades e se deixava abordar por populares, amorosos e reverentes. Mas isso é só um formalismo. Tom não morreu.

    É o que sua permanência em nosso dia a dia faz pensar. Suas canções, em qualquer gênero, estilo ou formato, não saem de circulação. Estão em shows, rádios, discos e no streaming, indiferentes a fronteiras. Não há país a que se vá que não se possa ouvi-las, em salas de concerto, cabarés e até na rua. Cantores e músicos de toda parte continuam a gravar songbooks de sua obra. Livros são escritos a seu respeito, filmes são produzidos. Enquanto tantos de seus parceiros e contemporâneos foram reduzidos a referências nos livros de história, Tom parece fisicamente vivo e ativo.

    Mas sua preocupação com o meio ambiente, em termos de preservação e defesa de mares, matas e seres, que tantas incompreensões lhe rendeu, só há pouco entrou para a pauta nacional. Tom foi, antes de muitos, um ouvidor do Brasil, um ombudsman por conta própria. Ninguém o contratou ou escalou para isso – ao contrário, era um voluntário da pátria. E, não fosse ele um músico, ninguém mais equipado para ouvir o país, do pio do inhambu aos gritos da floresta sendo abatida a machado ou serra. Mas quantos outros músicos o seguiram nessa missão?

    Tom não morreu, e a qualquer hora dessas vamos cruzar com ele, aflito, à sombra de alguma árvore que já não está mais lá.


O ouvidor do Brasil:99 vezes Tom Jobim. Ruy Castro 
No trecho final do texto, o autor afirma que “vamos cruzar com ele, aflito, à sombra de alguma árvore que já não está mais lá.” Considerando o valor simbólico da imagem construída, pode-se inferir que a expressão “árvore que já não está mais lá” contribui para
Alternativas
Q3964167 Português
Texto para a questão


O voluntário da pátria


    Os franceses com sua incontornável paixão por classificar tudo, inventaram a palavra “incontornável” para definir algo ou alguém de que ou de quem não se pode fugir ou abrir mão. E que bom que a tenham inventado, porque não há melhor maneira de explicar a presença, hoje, como sempre, de Antônio Carlos Jobim entre nós.

     A história o dá como tendo morrido de uma complicação cardíaca aos 67 anos durante uma cirurgia no Hospital Mount Sinai, em Nova York, em 8 de dezembro de 1994, e, dias depois, sido trazido para o Rio, velado no Jardim Botânico e levado ao Cemitério São João Batista, num cortejo que emocionou a cidade. Desde então, Tom deixou de ser visto nas ruas do Rio, onde, apesar de mundialmente famoso, circulava com o mais carioca dos à vontades e se deixava abordar por populares, amorosos e reverentes. Mas isso é só um formalismo. Tom não morreu.

    É o que sua permanência em nosso dia a dia faz pensar. Suas canções, em qualquer gênero, estilo ou formato, não saem de circulação. Estão em shows, rádios, discos e no streaming, indiferentes a fronteiras. Não há país a que se vá que não se possa ouvi-las, em salas de concerto, cabarés e até na rua. Cantores e músicos de toda parte continuam a gravar songbooks de sua obra. Livros são escritos a seu respeito, filmes são produzidos. Enquanto tantos de seus parceiros e contemporâneos foram reduzidos a referências nos livros de história, Tom parece fisicamente vivo e ativo.

    Mas sua preocupação com o meio ambiente, em termos de preservação e defesa de mares, matas e seres, que tantas incompreensões lhe rendeu, só há pouco entrou para a pauta nacional. Tom foi, antes de muitos, um ouvidor do Brasil, um ombudsman por conta própria. Ninguém o contratou ou escalou para isso – ao contrário, era um voluntário da pátria. E, não fosse ele um músico, ninguém mais equipado para ouvir o país, do pio do inhambu aos gritos da floresta sendo abatida a machado ou serra. Mas quantos outros músicos o seguiram nessa missão?

    Tom não morreu, e a qualquer hora dessas vamos cruzar com ele, aflito, à sombra de alguma árvore que já não está mais lá.


O ouvidor do Brasil:99 vezes Tom Jobim. Ruy Castro 
Considere o trecho “− ao contrário, era um voluntário da pátria.” O uso do travessão tem como principal função:
Alternativas
Q3964166 Português
Texto para a questão


O voluntário da pátria


    Os franceses com sua incontornável paixão por classificar tudo, inventaram a palavra “incontornável” para definir algo ou alguém de que ou de quem não se pode fugir ou abrir mão. E que bom que a tenham inventado, porque não há melhor maneira de explicar a presença, hoje, como sempre, de Antônio Carlos Jobim entre nós.

     A história o dá como tendo morrido de uma complicação cardíaca aos 67 anos durante uma cirurgia no Hospital Mount Sinai, em Nova York, em 8 de dezembro de 1994, e, dias depois, sido trazido para o Rio, velado no Jardim Botânico e levado ao Cemitério São João Batista, num cortejo que emocionou a cidade. Desde então, Tom deixou de ser visto nas ruas do Rio, onde, apesar de mundialmente famoso, circulava com o mais carioca dos à vontades e se deixava abordar por populares, amorosos e reverentes. Mas isso é só um formalismo. Tom não morreu.

    É o que sua permanência em nosso dia a dia faz pensar. Suas canções, em qualquer gênero, estilo ou formato, não saem de circulação. Estão em shows, rádios, discos e no streaming, indiferentes a fronteiras. Não há país a que se vá que não se possa ouvi-las, em salas de concerto, cabarés e até na rua. Cantores e músicos de toda parte continuam a gravar songbooks de sua obra. Livros são escritos a seu respeito, filmes são produzidos. Enquanto tantos de seus parceiros e contemporâneos foram reduzidos a referências nos livros de história, Tom parece fisicamente vivo e ativo.

    Mas sua preocupação com o meio ambiente, em termos de preservação e defesa de mares, matas e seres, que tantas incompreensões lhe rendeu, só há pouco entrou para a pauta nacional. Tom foi, antes de muitos, um ouvidor do Brasil, um ombudsman por conta própria. Ninguém o contratou ou escalou para isso – ao contrário, era um voluntário da pátria. E, não fosse ele um músico, ninguém mais equipado para ouvir o país, do pio do inhambu aos gritos da floresta sendo abatida a machado ou serra. Mas quantos outros músicos o seguiram nessa missão?

    Tom não morreu, e a qualquer hora dessas vamos cruzar com ele, aflito, à sombra de alguma árvore que já não está mais lá.


O ouvidor do Brasil:99 vezes Tom Jobim. Ruy Castro 
Em relação ao texto apresentado, ao afirmar que Tom era “um ouvidor do Brasil, um ombudsman por conta própria”, o autor sugere que o músico
Alternativas
Q3964165 Português
Texto para a questão


O voluntário da pátria


    Os franceses com sua incontornável paixão por classificar tudo, inventaram a palavra “incontornável” para definir algo ou alguém de que ou de quem não se pode fugir ou abrir mão. E que bom que a tenham inventado, porque não há melhor maneira de explicar a presença, hoje, como sempre, de Antônio Carlos Jobim entre nós.

     A história o dá como tendo morrido de uma complicação cardíaca aos 67 anos durante uma cirurgia no Hospital Mount Sinai, em Nova York, em 8 de dezembro de 1994, e, dias depois, sido trazido para o Rio, velado no Jardim Botânico e levado ao Cemitério São João Batista, num cortejo que emocionou a cidade. Desde então, Tom deixou de ser visto nas ruas do Rio, onde, apesar de mundialmente famoso, circulava com o mais carioca dos à vontades e se deixava abordar por populares, amorosos e reverentes. Mas isso é só um formalismo. Tom não morreu.

    É o que sua permanência em nosso dia a dia faz pensar. Suas canções, em qualquer gênero, estilo ou formato, não saem de circulação. Estão em shows, rádios, discos e no streaming, indiferentes a fronteiras. Não há país a que se vá que não se possa ouvi-las, em salas de concerto, cabarés e até na rua. Cantores e músicos de toda parte continuam a gravar songbooks de sua obra. Livros são escritos a seu respeito, filmes são produzidos. Enquanto tantos de seus parceiros e contemporâneos foram reduzidos a referências nos livros de história, Tom parece fisicamente vivo e ativo.

    Mas sua preocupação com o meio ambiente, em termos de preservação e defesa de mares, matas e seres, que tantas incompreensões lhe rendeu, só há pouco entrou para a pauta nacional. Tom foi, antes de muitos, um ouvidor do Brasil, um ombudsman por conta própria. Ninguém o contratou ou escalou para isso – ao contrário, era um voluntário da pátria. E, não fosse ele um músico, ninguém mais equipado para ouvir o país, do pio do inhambu aos gritos da floresta sendo abatida a machado ou serra. Mas quantos outros músicos o seguiram nessa missão?

    Tom não morreu, e a qualquer hora dessas vamos cruzar com ele, aflito, à sombra de alguma árvore que já não está mais lá.


O ouvidor do Brasil:99 vezes Tom Jobim. Ruy Castro 
No trecho “incontornável paixão por classificar tudo”, a palavra “incontornável” expressa ideia de algo 
Alternativas
Q3964164 Português
Texto para a questão


O voluntário da pátria


    Os franceses com sua incontornável paixão por classificar tudo, inventaram a palavra “incontornável” para definir algo ou alguém de que ou de quem não se pode fugir ou abrir mão. E que bom que a tenham inventado, porque não há melhor maneira de explicar a presença, hoje, como sempre, de Antônio Carlos Jobim entre nós.

     A história o dá como tendo morrido de uma complicação cardíaca aos 67 anos durante uma cirurgia no Hospital Mount Sinai, em Nova York, em 8 de dezembro de 1994, e, dias depois, sido trazido para o Rio, velado no Jardim Botânico e levado ao Cemitério São João Batista, num cortejo que emocionou a cidade. Desde então, Tom deixou de ser visto nas ruas do Rio, onde, apesar de mundialmente famoso, circulava com o mais carioca dos à vontades e se deixava abordar por populares, amorosos e reverentes. Mas isso é só um formalismo. Tom não morreu.

    É o que sua permanência em nosso dia a dia faz pensar. Suas canções, em qualquer gênero, estilo ou formato, não saem de circulação. Estão em shows, rádios, discos e no streaming, indiferentes a fronteiras. Não há país a que se vá que não se possa ouvi-las, em salas de concerto, cabarés e até na rua. Cantores e músicos de toda parte continuam a gravar songbooks de sua obra. Livros são escritos a seu respeito, filmes são produzidos. Enquanto tantos de seus parceiros e contemporâneos foram reduzidos a referências nos livros de história, Tom parece fisicamente vivo e ativo.

    Mas sua preocupação com o meio ambiente, em termos de preservação e defesa de mares, matas e seres, que tantas incompreensões lhe rendeu, só há pouco entrou para a pauta nacional. Tom foi, antes de muitos, um ouvidor do Brasil, um ombudsman por conta própria. Ninguém o contratou ou escalou para isso – ao contrário, era um voluntário da pátria. E, não fosse ele um músico, ninguém mais equipado para ouvir o país, do pio do inhambu aos gritos da floresta sendo abatida a machado ou serra. Mas quantos outros músicos o seguiram nessa missão?

    Tom não morreu, e a qualquer hora dessas vamos cruzar com ele, aflito, à sombra de alguma árvore que já não está mais lá.


O ouvidor do Brasil:99 vezes Tom Jobim. Ruy Castro 
Considerando o texto, pode-se afirmar que o autor constrói sua homenagem a Tom Jobim principalmente por meio de:
Alternativas
Q3964163 Português
Considere a campanha social: “Amor não causa dor. Violência contra a mulher é crime!”

Q1.png (269×269)

Em relação à perspectiva da pragmática textual e da construção de implícitos discursivos, a articulação entre os dois períodos permite concluir que o texto:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Acupuntura |
Q3964062 Medicina
Com base na Auriculoterapia Chinesa, avalie as afirmativas a seguir.
I. Após conduzida a anamnese e estabelecido o diagnóstico nosológico e exame da língua e do pulso, a ectoscopia e a palpação da orelha podem ser úteis como diagnóstico auxiliar, antes da execução do tratamento por acupuntura médica.
II. Estabelecido o diagnóstico, a localização do ponto auricular pode ser realizada através de utilização de sonda metálica com ponta romba ou cabeça de alfinete, pressionados levemente na área da orelha correspondente ao diagnóstico realizado.
III. Na avaliação dos pontos auriculares, com sonda de medição elétrica, os pontos de menor resistência elétrica devem ser selecionados para a terapia.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Acupuntura |
Q3964061 Medicina
Segundo a Farmacoterapia Chinesa, é possível tratar síndromes respiratórias por meio de fórmulas magistrais.
De acordo com os princípios da Farmacoterapia Chinesa, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Acupuntura |
Q3964060 Medicina
Os tônicos sanguíneos tratam de sintomas que podem resultar de uma perda excessiva de sangue, ou uma pobre absorção de nutrientes. A respeito do tema, avalie as afirmativas a seguir.
I. A carne de boi tonifica o baço e o estômago, resultando em maior produção de sangue.
II. O consumo de espinafre está indicado para a anemia, hipertensão arterial sistêmica e constipação intestinal.
III. O açúcar mascavo tonifica os rins, remove o calor interno e está contraindicado no pós-parto.
Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Acupuntura |
Q3964059 Medicina
De acordo com a Medicina Tradicional Chinesa, a saúde é o resultado do equilíbrio harmonioso entre diversos fatores no organismo. Quando o equilíbrio é perturbado, aparece a doença.
Assinale a afirmativa correta acerca dos mecanismos de doença e dos fatores patogênicos.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Acupuntura |
Q3964058 Medicina
Assinale a opção que correlaciona corretamente o ponto de acupuntura com sua localização e função.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Acupuntura |
Q3964057 Medicina
Leia a descrição a seguir.
Este ponto de acupuntura é usado como referência anatômica na região torácica, com uma característica muito peculiar. Ele é um ponto que se diferencia dos demais, pois, classicamente, não se utiliza o tratamento com acupuntura ou moxabustão neste ponto.
Essa descrição se refere ao seguinte ponto:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Acupuntura |
Q3964056 Medicina
Leia a descrição a seguir.
Esta víscera Fu se encontra localizada no abdômen. A sua principal função é promover a digestão dos conteúdos alimentares. Neste processo, ele separa a substância clara da substância turva. A substância clara é o Jing do alimento e é transportada e distribuída para todas as partes do corpo pelo Pi. A substância turva, por sua vez, é o dejeto que será direcionado para o Da Chang.
A descrição se refere à seguinte víscera Fu:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Acupuntura |
Q3964055 Medicina
Assinale a opção que apresenta uma associação correta entre o Vaso Maravilhoso e seu ponto de abertura.
Alternativas
Respostas
6961: A
6962: C
6963: B
6964: E
6965: C
6966: B
6967: C
6968: A
6969: D
6970: E
6971: B
6972: A
6973: A
6974: E
6975: C
6976: E
6977: A
6978: B
6979: B
6980: A