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Paciente feminina, 24 anos, procurou atendimento psiquiátrico por quadro de ansiedade, agitação psicomotora e insônia, com evolução progressiva para crises convulsivas, discinesias e sinais de instabilidade autonômica há cerca de duas semanas. Relata diagnóstico recente de teratoma ovariano, identificado há um mês por ultrassonografia transvaginal e tomografia computadorizada de pelve com contraste, aguardando cirurgia. Nega febre, comorbidades clínicas ou antecedentes pessoais e familiares de doença psiquiátrica.
Diante da suspeita de uma condição neurológica associada ao quadro clínico, o médico solicitou exames laboratoriais, punção lombar para análise do líquido cefalorraquidiano (ainda pendente) e ressonância magnética do encéfalo, ciente de que este exame pode ser normal em até 50% dos casos. A RM demonstrou áreas de hiperintensidade assimétrica em T2/FLAIR envolvendo os gânglios da base à esquerda, associadas a edema vasogênico da substância branca frontoparietal esquerda, além de discreto edema da substância branca no lobo frontal direito. Observa-se ainda leve redução difusa do volume supratentorial. Nas imagens pós-contraste, identificam-se múltiplos focos de realce dispersos nos gânglios da base esquerdos e na substância branca cerebral profunda bilateral, com predomínio à esquerda.
Diante desse caso, o diagnóstico mais provável é
Considere o laudo da RM de encéfalo “hiperintensidade cortical bilateral e simétrica, envolvendo ínsula, giro do cíngulo e giro frontal superior, associada a hiperintensidade bilateral dos núcleos talâmicos do pulvinar (sinal do taco de hóquei), sem efeito de massa ou realce patológico pelo meio de contraste”.
Baseado nessa descrição, é muito provável estarmos diante de uma
Criança de 2 anos, com história de convulsões desde os 7 meses de idade e atraso no desenvolvimento motor, foi submetida à ressonância magnética do encéfalo.
O exame evidenciou realce leptomeníngeo proeminente na região parietal esquerda, associado à dilatação e realce pelo contraste paramagnético do plexo coroide ipsilateral. Observou-se ainda baixo sinal em T2 na substância branca subjacente ao angioma, além de redução do pico de N-acetilaspartato (NAA) à espectroscopia por RM.
Esses achados de imagem são compatíveis com