Questões de Concurso Para analista judiciário - tecnologia da informação

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Q2630741 Português

Atenção: Para responder às questões de números 6 a 10, leia o texto abaixo.


Numa manhã, Donana acordou me chamando de Carmelita, dizendo que iria dar um jeito em tudo, que eu não me preocupasse, que não precisaria mais viajar. Àquela época eu tinha doze anos e Belonísia se aproximava dos onze. Vi Donana nas manhãs seguintes chamar Belonísia de Carmelita também. Minha irmã apenas ria da confusão. Olhávamos uma para a outra e nos deixávamos caçoar pela desordem que se instaurou nos falares de Donana. Em seus pensamentos, Fusco havia se tornado uma onça, pedia para que tivéssemos cuidado. Nos convidava a caminhar pelas veredas por onde iríamos buscar meu pai que, haviam dito, estava dormindo aos pés de um jatobá ao lado da onça mansa que o cão havia se tomado. Sabíamos que nosso pai estava na roça, trabalhando todos os dias, então as coisas que minha avó falava não faziam sentido. Mesmo assim, minha mãe pedia que a acompanhássemos, que vigiássemos para que não lhe sucedesse nenhum acidente ou se perdesse em meio à mala.

(Adaptado de: VIEIRA JÚNIOR, Itamar. Torto Arado. São Paulo, Cia. das Letras, 2019)

Vi Donana nas manhãs seguintes chamar Belonísia de Carmelita também.


Transpondo a frase acima para a voz passiva, O verbo “Chamar” deverá assumir a seguinte forma:

Alternativas
Q2630740 Português

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, leia o texto abaixo.


Ouvi chuva durante toda a noite. Acordei antes do despertador tocar às 5h15, tamanha minha expectativa para conferir um dos maiores espetáculos naturais do mundo. Falo de uma lacuna no meu currículo de viajante: as Cataratas do Iguaçu. Assim como Fernando de Noronha, as famosas quedas d'água são uma atração que eu ainda não havia visitado.

Claro que a justificativa para isso nunca foi a falta de interesse, mas de oportunidade.

Na última segunda-feira, porém, eu estava otimista. Tinha uma premiação que eu iria conduzir à noite no próprio hotel do parque. E eu tinha a manhã de terça livre para me encantar com a força daquelas águas.

Infelizmente era justamente esse elemento que ameaçava atrapalhar meu programa. Mas lá pelas 7h, convencido de que O aguaceiro tinha se tornado apenas uma garoa, caminhei até a grande queda, o som estrondoso de milhões de metros cúbicos despencando por segundo silenciando as batidas ansiosas do meu coração e até mesmo os distantes trovões. Quando cheguei o mais próximo que podia, tive um baque. Sozinho na área, eu tinha toda a chance de me conectar com aquela maravilha, mas me perguntei: era isso mesmo que eu esperava encontrar?

As Cataratas do Iguaçu, assim como vários outros pontos turísticos fortes pelo mundo, nos trazem um incômodo do qual só me dei conta então: estamos tão acostumados a ver imagens deslumbrantes deles que quando estamos lá, cara a cara com a atração, parece que ela não tem mais nenhum encanto a nos oferecer. Ou tem? Chamei esse fenômeno de “anestesia turística”.

No scroll infinito de imagens hoje nas nossas telas. que impacto essas atrações ainda são capazes de nos provocar? Nenhum, pensei rápido. Pelo menos se seu único objetivo diante delas é tirar uma selfie.

Ir pessoalmente a um lugar desses é muito mais do que fazer um registro para o Instagram. Fiz o meu, sim, não tenha dúvidas. Mas logo em seguida mergulhe: naquilo que meus alhos estavam devorando.

Com eles eu não apenas enxergava, mas também ouvia, degustava e sentia quase o toque poderoso do fluido em movimento na minha pele. Quando fechei as pálpebras, todos esses sentidos, inclusive o da visão, ficaram mais fortes. Pronto: eu estava livre daquele estado anestésico. A chuva já havia voltado com força e eu nem tinha percebido. Olhei em volta e continuava sozinho. No entanto, estava pleno.

(Adaptado de: CAMARGO, Zeca. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)

O comentário a respeito do assunto do texto escrito com correção gramatical e lógica está em:

Alternativas
Q2630739 Português

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, leia o texto abaixo.


Ouvi chuva durante toda a noite. Acordei antes do despertador tocar às 5h15, tamanha minha expectativa para conferir um dos maiores espetáculos naturais do mundo. Falo de uma lacuna no meu currículo de viajante: as Cataratas do Iguaçu. Assim como Fernando de Noronha, as famosas quedas d'água são uma atração que eu ainda não havia visitado.

Claro que a justificativa para isso nunca foi a falta de interesse, mas de oportunidade.

Na última segunda-feira, porém, eu estava otimista. Tinha uma premiação que eu iria conduzir à noite no próprio hotel do parque. E eu tinha a manhã de terça livre para me encantar com a força daquelas águas.

Infelizmente era justamente esse elemento que ameaçava atrapalhar meu programa. Mas lá pelas 7h, convencido de que O aguaceiro tinha se tornado apenas uma garoa, caminhei até a grande queda, o som estrondoso de milhões de metros cúbicos despencando por segundo silenciando as batidas ansiosas do meu coração e até mesmo os distantes trovões. Quando cheguei o mais próximo que podia, tive um baque. Sozinho na área, eu tinha toda a chance de me conectar com aquela maravilha, mas me perguntei: era isso mesmo que eu esperava encontrar?

As Cataratas do Iguaçu, assim como vários outros pontos turísticos fortes pelo mundo, nos trazem um incômodo do qual só me dei conta então: estamos tão acostumados a ver imagens deslumbrantes deles que quando estamos lá, cara a cara com a atração, parece que ela não tem mais nenhum encanto a nos oferecer. Ou tem? Chamei esse fenômeno de “anestesia turística”.

No scroll infinito de imagens hoje nas nossas telas. que impacto essas atrações ainda são capazes de nos provocar? Nenhum, pensei rápido. Pelo menos se seu único objetivo diante delas é tirar uma selfie.

Ir pessoalmente a um lugar desses é muito mais do que fazer um registro para o Instagram. Fiz o meu, sim, não tenha dúvidas. Mas logo em seguida mergulhe: naquilo que meus alhos estavam devorando.

Com eles eu não apenas enxergava, mas também ouvia, degustava e sentia quase o toque poderoso do fluido em movimento na minha pele. Quando fechei as pálpebras, todos esses sentidos, inclusive o da visão, ficaram mais fortes. Pronto: eu estava livre daquele estado anestésico. A chuva já havia voltado com força e eu nem tinha percebido. Olhei em volta e continuava sozinho. No entanto, estava pleno.

(Adaptado de: CAMARGO, Zeca. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)

A palavra empregada em sentido conotativo, no contexto em que se encontra, está sublinhada em:

Alternativas
Q2630738 Português

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, leia o texto abaixo.


Ouvi chuva durante toda a noite. Acordei antes do despertador tocar às 5h15, tamanha minha expectativa para conferir um dos maiores espetáculos naturais do mundo. Falo de uma lacuna no meu currículo de viajante: as Cataratas do Iguaçu. Assim como Fernando de Noronha, as famosas quedas d'água são uma atração que eu ainda não havia visitado.

Claro que a justificativa para isso nunca foi a falta de interesse, mas de oportunidade.

Na última segunda-feira, porém, eu estava otimista. Tinha uma premiação que eu iria conduzir à noite no próprio hotel do parque. E eu tinha a manhã de terça livre para me encantar com a força daquelas águas.

Infelizmente era justamente esse elemento que ameaçava atrapalhar meu programa. Mas lá pelas 7h, convencido de que O aguaceiro tinha se tornado apenas uma garoa, caminhei até a grande queda, o som estrondoso de milhões de metros cúbicos despencando por segundo silenciando as batidas ansiosas do meu coração e até mesmo os distantes trovões. Quando cheguei o mais próximo que podia, tive um baque. Sozinho na área, eu tinha toda a chance de me conectar com aquela maravilha, mas me perguntei: era isso mesmo que eu esperava encontrar?

As Cataratas do Iguaçu, assim como vários outros pontos turísticos fortes pelo mundo, nos trazem um incômodo do qual só me dei conta então: estamos tão acostumados a ver imagens deslumbrantes deles que quando estamos lá, cara a cara com a atração, parece que ela não tem mais nenhum encanto a nos oferecer. Ou tem? Chamei esse fenômeno de “anestesia turística”.

No scroll infinito de imagens hoje nas nossas telas. que impacto essas atrações ainda são capazes de nos provocar? Nenhum, pensei rápido. Pelo menos se seu único objetivo diante delas é tirar uma selfie.

Ir pessoalmente a um lugar desses é muito mais do que fazer um registro para o Instagram. Fiz o meu, sim, não tenha dúvidas. Mas logo em seguida mergulhe: naquilo que meus alhos estavam devorando.

Com eles eu não apenas enxergava, mas também ouvia, degustava e sentia quase o toque poderoso do fluido em movimento na minha pele. Quando fechei as pálpebras, todos esses sentidos, inclusive o da visão, ficaram mais fortes. Pronto: eu estava livre daquele estado anestésico. A chuva já havia voltado com força e eu nem tinha percebido. Olhei em volta e continuava sozinho. No entanto, estava pleno.

(Adaptado de: CAMARGO, Zeca. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)

O estado anestésico mencionado pelo autor remete

Alternativas
Q2630737 Português

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, leia o texto abaixo.


Ouvi chuva durante toda a noite. Acordei antes do despertador tocar às 5h15, tamanha minha expectativa para conferir um dos maiores espetáculos naturais do mundo. Falo de uma lacuna no meu currículo de viajante: as Cataratas do Iguaçu. Assim como Fernando de Noronha, as famosas quedas d'água são uma atração que eu ainda não havia visitado.

Claro que a justificativa para isso nunca foi a falta de interesse, mas de oportunidade.

Na última segunda-feira, porém, eu estava otimista. Tinha uma premiação que eu iria conduzir à noite no próprio hotel do parque. E eu tinha a manhã de terça livre para me encantar com a força daquelas águas.

Infelizmente era justamente esse elemento que ameaçava atrapalhar meu programa. Mas lá pelas 7h, convencido de que O aguaceiro tinha se tornado apenas uma garoa, caminhei até a grande queda, o som estrondoso de milhões de metros cúbicos despencando por segundo silenciando as batidas ansiosas do meu coração e até mesmo os distantes trovões. Quando cheguei o mais próximo que podia, tive um baque. Sozinho na área, eu tinha toda a chance de me conectar com aquela maravilha, mas me perguntei: era isso mesmo que eu esperava encontrar?

As Cataratas do Iguaçu, assim como vários outros pontos turísticos fortes pelo mundo, nos trazem um incômodo do qual só me dei conta então: estamos tão acostumados a ver imagens deslumbrantes deles que quando estamos lá, cara a cara com a atração, parece que ela não tem mais nenhum encanto a nos oferecer. Ou tem? Chamei esse fenômeno de “anestesia turística”.

No scroll infinito de imagens hoje nas nossas telas. que impacto essas atrações ainda são capazes de nos provocar? Nenhum, pensei rápido. Pelo menos se seu único objetivo diante delas é tirar uma selfie.

Ir pessoalmente a um lugar desses é muito mais do que fazer um registro para o Instagram. Fiz o meu, sim, não tenha dúvidas. Mas logo em seguida mergulhe: naquilo que meus alhos estavam devorando.

Com eles eu não apenas enxergava, mas também ouvia, degustava e sentia quase o toque poderoso do fluido em movimento na minha pele. Quando fechei as pálpebras, todos esses sentidos, inclusive o da visão, ficaram mais fortes. Pronto: eu estava livre daquele estado anestésico. A chuva já havia voltado com força e eu nem tinha percebido. Olhei em volta e continuava sozinho. No entanto, estava pleno.

(Adaptado de: CAMARGO, Zeca. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)

Considerando o contexto e a correção gramatical, o termo sublinhado pode ser substituído pelo que se encontra entre parênteses em:

Alternativas
Q2394661 Redes de Computadores
O OSPF (Open Shortest Path First) é capaz de dividir a rede em áreas ou subdomínios dentro do domínio OSPF. Sobre esse tema, considere as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.

I. Dividir o domínio OSPF em áreas implica em menos impacto para a CPU do roteador

PORQUE
II. reduz o número de LSAs (Link-State Advertisements) e, consequentemente, haverá menos LSAs para processar.

É correto afirmar:
Alternativas
Q2394660 Redes de Computadores
Na arquitetura do Zabbix, o proxy Zabbix
Alternativas
Q2394659 Redes de Computadores
O mecanismo de segurança de redes sem fio que proporciona autenticação de usuários, criptografia do tráfego e autenticação dos pontos de acesso que um Analista pode utilizar é o
Alternativas
Q2394658 Direito Digital
Considere as seguintes afirmações sobre a Lei no 13.709/2018 (LGPD):

I. O tratamento de dados pessoais poderá ser realizado mediante o fornecimento de consentimento pelo titular.

II. Aplica-se a qualquer operação de tratamento realizada somente por pessoa jurídica.

III. A disciplina da proteção de dados pessoais tem como um dos fundamentos a livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor.

IV. Não se aplica ao tratamento de dados pessoais realizado para fins exclusivos de segurança pública.

Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q2394657 Redes de Computadores
Considere as seguintes afirmações sobre os protocolos DNS e DHCPv4:


I. Por padrão, servidor DNS escuta na porta 53/TCP e o servidor DHCPv4 na 68/TCP.

II. As solicitações de endereços IPs e resolução de endereços são encaminhadas pelos clientes por meio de endereços de multicast.

III. Um registro DNS do tipo A vincula o nome de domínio a um endereço IPv4.

IV. Em resposta a um DHCPOFFER, um cliente responde com uma mensagem DHCPREQUEST.

Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q2394656 Sistemas Operacionais

Considere o script abaixo executado no PowerShell, em condições ideais:


$data =     I   

if ($data.DayOfWeek    II    (Get-Date).DayOfWeek) {Write-Output "O dia armazenado na variável é o mesmo dia da data de hoje"}



Para que a saída seja mostrada corretamente na tela, as lacunas I e II devem ser preenchidas, correta e respectivamente, por:

Alternativas
Q2394655 Redes de Computadores
Os hosts de uma rede autoconfiguram seus endereços IPv6 da seguinte maneira:

− Os endereços de unicast de link-local são autoconfigurados por meio do processo EUI-64 (Extended Unique Identifier).

− Os endereços de unicast global são configurados por meio do SLAAC (Stateless Address Autoconfiguration), também utilizando o processo EUI-64.

Sabendo que o endereço MAC de um host da rede é 08:00:27:73:AD:2A e que o endereço IPv6 de unicast global configurado como gateway é 2804:db8:18:18::1/64, os endereços de link-local e de unicast global do host são, respectivamente:
Alternativas
Q2394654 Sistemas Operacionais
Executar o comando sudo renice -18 -p 2028 no terminal do RedHat Linux faz com que
Alternativas
Q2394653 Redes de Computadores
Três switches foram configurados com prioridade padrão do STP (Padrão 802.1w) e com os endereços MACs, conforme figura abaixo.

Imagem associada para resolução da questão


Sobre o funcionamento do STP da figura, considere:
I. O switch SW-2 será eleito o root bridge.
II. O link entre os switches SW-1 e SW-3 será desabilitado.
III. As interfaces do switch SW-2 serão eleitas como root.
IV. As interfaces do switch SW-3 serão eleitas como designadas.

Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q2394652 Redes de Computadores
O primeiro endereço IPv4 válido e o broadcast da segunda sub-rede criada a partir do endereço IP 172.18.18.0 /28 são, respectivamente,
Alternativas
Q2394651 Programação

Considere a estrutura string abaixo, criada com TypeScript, em condições ideais.


Imagem associada para resolução da questão


A instrução usada na lacuna I para declarar esta estrutura é

Alternativas
Q2394650 Programação
Na configuração CSS3 de um link HTML5, para retirar o sublinhado padrão que aparece nos links utiliza-se a instrução
Alternativas
Q2394649 Programação
Considere o corpo de uma página HTML, conforme a seguir:
Imagem associada para resolução da questão

Para que os valores contidos na array valores sejam exibidos, um abaixo do outro, a lacuna I deve ser corretamente preenchida por:
Alternativas
Q2394648 Programação
No Bootstrap 5, em condições ideais, para criar um contêiner flexbox e transformar filhos diretos deste contêiner em itens flex, utiliza-se a classe
Alternativas
Q2394647 Sistemas Operacionais
No Node.js, o módulo File System permite trabalhar com o sistema de arquivos no computador. Em condições ideais, para incluir esse módulo utiliza-se a instrução
Alternativas
Respostas
501: C
502: A
503: C
504: A
505: A
506: D
507: C
508: A
509: E
510: D
511: E
512: B
513: B
514: C
515: A
516: D
517: C
518: C
519: E
520: B