Questões de Concurso
Para analista judiciário - tecnologia da informação
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As triggers podem ser utilizadas para garantir integridade na relação entre duas tabelas, mesmo que não haja a criação de uma referência por meio de uma chave estrangeira entre essas tabelas.
Assim como no modelo conceitual, o modelo lógico de dados não possui atributos, uma vez que, no primeiro caso, o objetivo é descrever as informações sob o contexto do negócio, ao passo que no segundo caso o objetivo envolve a lógica dos relacionamentos dos dados sem a preocupação de conhecer as estruturas físicas e o SGBD específico que será utilizado.
O PostgreSql 9.3 permite limitar o tamanho físico máximo em bytes em tabelas de usuário por meio da cláusula tablespaces no comando CREATE TABLE, conforme a sintaxe mostrada abaixo.
CREATE TABLE TabelaTeste
(
Codigo integer PRIMARY KEY,
Nome varchar(40) NOT NULL
)
WITH (TABLESPACES = 1GB);
A inspeção é uma técnica utilizada no processo a fim de verificar o escopo e inclui atividades como medição, exame e verificação para determinar se o trabalho e as entregas atendem aos requisitos e aos critérios de aceitação do produto.
A técnica Delphi, utilizada para o gerenciamento do escopo e do risco do projeto, é composta de sessões focadas que unem as partes interessadas multifuncionais para definição dos requisitos do produto ou análise e avaliação de riscos.
Gerenciar a equipe do projeto consiste em acompanhar o desempenho de membros da equipe a fim de fornecer feedback e gerenciar mudanças para otimizar o desenvolvimento do projeto.
De acordo com o eSCM-CL (eSourcing capability model for clients), constituem atividades relacionadas à terceirização a revisão do desempenho das atividades de sourcing, a compreensão da situação atual em termos de processo e estrutura do cliente e a definição dos níveis de serviços do fornecedor.
As consequências de perda de confidencialidade, integridade e disponibilidade devem ser tratadas no sistema de gestão de segurança da informação (SGSI) e não constam da análise de riscos, visto que podem ser mensuradas somente após a avaliação do risco.
No processo de gestão de risco, a análise de risco abrange, entre outras, a atividade de identificação de riscos, de estimativa de riscos, de avaliação de riscos e, caso necessário, a atividade de aceitação de riscos.
Na avaliação de riscos, abordam-se os riscos externos e os internos, avaliando-os por meio de métodos qualitativos e quantitativos, ao passo que, no estabelecimento do contexto do risco, a definição deve se ater apenas ao contexto interno.
Para uma efetiva gestão de riscos, deve-se alinhar a gestão de TI ao sistema de gestão de riscos da organização.
A zona neutra constitui o ponto central da transição, que é uma fase da gestão de mudança organizacional. Nessa zona, o aumento da ansiedade, o aumento do absenteísmo e a diminuição da motivação são considerados ameaças.
A gestão da mudança organizacional é realizada nos níveis tático e operacional, ao passo que a gestão de políticas organizacionais é realizada apenas no nível estratégico. Dessa forma, o sucesso da implantação da governança de TI em uma organização não depende do gerenciamento de mudança organizacional.
De acordo com o eSCM-SP (eSourcing capability model for service providers), constituem boas práticas para terceirização o estabelecimento de acordo formal com o cliente, o gerenciamento do projeto e da implantação do serviço e o asseguramento da continuidade dos serviços durante a transferência do serviço.
Na gestão de contratos, conforme recomendação do TCU, quem planeja uma contratação de solução de TI não deve participar da gestão do contrato correspondente.
O fiscal técnico de um contrato, que é indicado por autoridade competente, deve ser um servidor com atribuições gerenciais, técnicas e operacionais relacionadas ao processo de gestão do contrato.
Absorver novas responsabilidades, inovar e comunicar-se melhor são ações do CIO para melhorar a imagem do departamento de TI e posicionar a equipe para que ela tenha o respeito da organização.
O prestador de serviço é um funcionário representante da contratada na tarefa de acompanhar a execução do contrato e atuar como interlocutor principal junto à contratante.
O comitê de arquitetura — uma das estruturas para a tomada de decisão em TI — é responsável por definir normas, aconselhar a equipe de liderança de TI sobre questões de arquitetura, bem como ser, ocasionalmente, órgão-chave na tomada de decisões em governança.
A monarquia de negócio, um estilo de estrutura decisória não muito comum, é embasada na premissa de que as unidades de negócio tomam suas próprias decisões.