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Q3925742 Matemática
Um círculo possui área igual a 256 π cm2. Um novo círculo, cujo diâmetro é um quarto do diâmetro do primeiro, terá área igual a: 
Alternativas
Q3925741 Matemática
Uma cientista observa o crescimento de fungos em um experimento. Ela cultivou o fungo em uma região controlada de temperatura e pressão, analisando o crescimento em um papel branco e contando o número de manchas para monitorá-lo. Na primeira semana havia 10 manchas, na segunda havia 30 e na terceira havia 50. A cientista sabe que, quando o papel atingir 220 manchas, ele ficará saturado. Portanto, se as manchas continuarem crescendo nesse ritmo, o papel saturará:
Alternativas
Q3925740 Português
Leia para responder à questão.

O povoado de Roanoke, frequentemente lembrado como a “colônia perdida”, foi uma das primeiras tentativas inglesas de estabelecer um assentamento permanente na América do Norte, no final do século XVI. Localizado em uma ilha barreira na região que hoje integra o estado da Carolina do Norte, o empreendimento ocorreu em um contexto de rivalidade marítima, expansão comercial e disputa simbólica por território. A geografia costeira, marcada por bancos de areia, canais instáveis e ventos fortes, tornava a navegação e o abastecimento difíceis, o que já colocava o projeto sob risco desde o início.  
As primeiras expedições inglesas à área ocorreram na década de 1580, mas a fase mais conhecida é a da colonização de 1587, quando um grupo de colonos foi instalado sob liderança de John White. Em meio às tensões de sobrevivência e de contato intercultural, White retornou à Inglaterra em busca de suprimentos. O que parecia uma viagem breve, porém, foi prolongado por conflitos e prioridades militares na Europa, atrasando o retorno. Essa demora, em uma colônia dependente de apoio externo, transformou o tempo em um adversário silencioso: cada mês sem recursos ampliava a vulnerabilidade do assentamento.
Quando White conseguiu voltar a Roanoke, em 1590, encontrou o povoado abandonado, sem sinais claros de combate imediato ou de desastre visível. O elemento mais intrigante foi a presença de inscrições, especialmente a palavra “CROATOAN”, associada a um grupo indígena da região e a uma ilha próxima. A ausência de corpos e a falta de evidências conclusivas favoreceram | interpretações diversas: migração planejada, integração com populações locais, deslocamento forçado ou dispersão gradual. Assim, o episódio passou a ser lido menos como uma cena de crime com respostas diretas e mais como um enigma histórico em que o silêncio documental pesa tanto quanto os poucos vestígios existentes.
A dimensão do “mito” nasce justamente desse vazio, pois a narrativa humana tende a preencher lacunas com hipóteses dramáticas. Ainda assim, o caso de Roanoke é útil para mostrar como História e memória pública se diferenciam: a História trabalha com fontes, limites e probabilidades; a memória popular busca sentido rápido, criando versões sedutoras, mesmo sem provas robustas. Em termos linguísticos, essa diferença aparece no uso de modalizadores e marcas de incerteza, como “possivelmente”, “pode ter ocorrido" e “há indícios”, que delimitam o que é inferência e o que é fato. 
Hoje, Roanoke permanece como um exemplo de como geografia, logística e relações interculturais podem definir o destino de um projeto colonial. A ilha, ao mesmo tempo estratégica e frágil, evidencia que território não é apenas cenário, mas agente: clima, marés, isolamento e recursos disponíveis influenciam decisões e desfechos. Para uma prova de Português, o tema permite explorar a construção de sentido em um texto histórico-narrativo: a organização temporal dos acontecimentos, a progressão de suspense por meio de informações parciais e o contraste entre linguagem informativa e linguagem especulativa, sem transformar incerteza em conclusão. 
No parágrafo de encerramento, o texto realiza um movimento retórico de Metadiscursividade Didática. Ao enunciar explicitamente "Para uma prova de Português, o tema permite explorar... o autor suspende momentaneamente a narração historiográfica para inserir um comentário sobre a própria construção textual e suas potencialidades avaliativas. Esse recurso, que transforma o conteúdo narrado (Roanoke) em objeto de ensino, estabelece uma ruptura na sequência tipológica predominante, inserindo um trecho de caráter: 
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Q3925739 Português
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O povoado de Roanoke, frequentemente lembrado como a “colônia perdida”, foi uma das primeiras tentativas inglesas de estabelecer um assentamento permanente na América do Norte, no final do século XVI. Localizado em uma ilha barreira na região que hoje integra o estado da Carolina do Norte, o empreendimento ocorreu em um contexto de rivalidade marítima, expansão comercial e disputa simbólica por território. A geografia costeira, marcada por bancos de areia, canais instáveis e ventos fortes, tornava a navegação e o abastecimento difíceis, o que já colocava o projeto sob risco desde o início.  
As primeiras expedições inglesas à área ocorreram na década de 1580, mas a fase mais conhecida é a da colonização de 1587, quando um grupo de colonos foi instalado sob liderança de John White. Em meio às tensões de sobrevivência e de contato intercultural, White retornou à Inglaterra em busca de suprimentos. O que parecia uma viagem breve, porém, foi prolongado por conflitos e prioridades militares na Europa, atrasando o retorno. Essa demora, em uma colônia dependente de apoio externo, transformou o tempo em um adversário silencioso: cada mês sem recursos ampliava a vulnerabilidade do assentamento.
Quando White conseguiu voltar a Roanoke, em 1590, encontrou o povoado abandonado, sem sinais claros de combate imediato ou de desastre visível. O elemento mais intrigante foi a presença de inscrições, especialmente a palavra “CROATOAN”, associada a um grupo indígena da região e a uma ilha próxima. A ausência de corpos e a falta de evidências conclusivas favoreceram | interpretações diversas: migração planejada, integração com populações locais, deslocamento forçado ou dispersão gradual. Assim, o episódio passou a ser lido menos como uma cena de crime com respostas diretas e mais como um enigma histórico em que o silêncio documental pesa tanto quanto os poucos vestígios existentes.
A dimensão do “mito” nasce justamente desse vazio, pois a narrativa humana tende a preencher lacunas com hipóteses dramáticas. Ainda assim, o caso de Roanoke é útil para mostrar como História e memória pública se diferenciam: a História trabalha com fontes, limites e probabilidades; a memória popular busca sentido rápido, criando versões sedutoras, mesmo sem provas robustas. Em termos linguísticos, essa diferença aparece no uso de modalizadores e marcas de incerteza, como “possivelmente”, “pode ter ocorrido" e “há indícios”, que delimitam o que é inferência e o que é fato. 
Hoje, Roanoke permanece como um exemplo de como geografia, logística e relações interculturais podem definir o destino de um projeto colonial. A ilha, ao mesmo tempo estratégica e frágil, evidencia que território não é apenas cenário, mas agente: clima, marés, isolamento e recursos disponíveis influenciam decisões e desfechos. Para uma prova de Português, o tema permite explorar a construção de sentido em um texto histórico-narrativo: a organização temporal dos acontecimentos, a progressão de suspense por meio de informações parciais e o contraste entre linguagem informativa e linguagem especulativa, sem transformar incerteza em conclusão. 
No quarto parágrafo, a distinção entre "História" e “memória popular” é sustentada linguisticamente pelo uso de operadores de incerteza. Ao citar termos como “possivelmente”, “pode ter ocorrido' e "há indícios”, o texto mobiliza a Modalização Epistêmica. A função pragmática desses marcadores no discurso científico-histórico é:
Alternativas
Q3925738 Português
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O povoado de Roanoke, frequentemente lembrado como a “colônia perdida”, foi uma das primeiras tentativas inglesas de estabelecer um assentamento permanente na América do Norte, no final do século XVI. Localizado em uma ilha barreira na região que hoje integra o estado da Carolina do Norte, o empreendimento ocorreu em um contexto de rivalidade marítima, expansão comercial e disputa simbólica por território. A geografia costeira, marcada por bancos de areia, canais instáveis e ventos fortes, tornava a navegação e o abastecimento difíceis, o que já colocava o projeto sob risco desde o início.  
As primeiras expedições inglesas à área ocorreram na década de 1580, mas a fase mais conhecida é a da colonização de 1587, quando um grupo de colonos foi instalado sob liderança de John White. Em meio às tensões de sobrevivência e de contato intercultural, White retornou à Inglaterra em busca de suprimentos. O que parecia uma viagem breve, porém, foi prolongado por conflitos e prioridades militares na Europa, atrasando o retorno. Essa demora, em uma colônia dependente de apoio externo, transformou o tempo em um adversário silencioso: cada mês sem recursos ampliava a vulnerabilidade do assentamento.
Quando White conseguiu voltar a Roanoke, em 1590, encontrou o povoado abandonado, sem sinais claros de combate imediato ou de desastre visível. O elemento mais intrigante foi a presença de inscrições, especialmente a palavra “CROATOAN”, associada a um grupo indígena da região e a uma ilha próxima. A ausência de corpos e a falta de evidências conclusivas favoreceram | interpretações diversas: migração planejada, integração com populações locais, deslocamento forçado ou dispersão gradual. Assim, o episódio passou a ser lido menos como uma cena de crime com respostas diretas e mais como um enigma histórico em que o silêncio documental pesa tanto quanto os poucos vestígios existentes.
A dimensão do “mito” nasce justamente desse vazio, pois a narrativa humana tende a preencher lacunas com hipóteses dramáticas. Ainda assim, o caso de Roanoke é útil para mostrar como História e memória pública se diferenciam: a História trabalha com fontes, limites e probabilidades; a memória popular busca sentido rápido, criando versões sedutoras, mesmo sem provas robustas. Em termos linguísticos, essa diferença aparece no uso de modalizadores e marcas de incerteza, como “possivelmente”, “pode ter ocorrido" e “há indícios”, que delimitam o que é inferência e o que é fato. 
Hoje, Roanoke permanece como um exemplo de como geografia, logística e relações interculturais podem definir o destino de um projeto colonial. A ilha, ao mesmo tempo estratégica e frágil, evidencia que território não é apenas cenário, mas agente: clima, marés, isolamento e recursos disponíveis influenciam decisões e desfechos. Para uma prova de Português, o tema permite explorar a construção de sentido em um texto histórico-narrativo: a organização temporal dos acontecimentos, a progressão de suspense por meio de informações parciais e o contraste entre linguagem informativa e linguagem especulativa, sem transformar incerteza em conclusão. 
A progressão referencial do texto utiliza recursos figurados para recategorizar elementos da realidade. No trecho "transformou o tempo em um adversário silencioso", ocorre um processo de Personificação que altera o estatuto semântico do referente “tempo”. Cognitivamente, essa construção serve para:  
Alternativas
Q3925737 Português
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O povoado de Roanoke, frequentemente lembrado como a “colônia perdida”, foi uma das primeiras tentativas inglesas de estabelecer um assentamento permanente na América do Norte, no final do século XVI. Localizado em uma ilha barreira na região que hoje integra o estado da Carolina do Norte, o empreendimento ocorreu em um contexto de rivalidade marítima, expansão comercial e disputa simbólica por território. A geografia costeira, marcada por bancos de areia, canais instáveis e ventos fortes, tornava a navegação e o abastecimento difíceis, o que já colocava o projeto sob risco desde o início.  
As primeiras expedições inglesas à área ocorreram na década de 1580, mas a fase mais conhecida é a da colonização de 1587, quando um grupo de colonos foi instalado sob liderança de John White. Em meio às tensões de sobrevivência e de contato intercultural, White retornou à Inglaterra em busca de suprimentos. O que parecia uma viagem breve, porém, foi prolongado por conflitos e prioridades militares na Europa, atrasando o retorno. Essa demora, em uma colônia dependente de apoio externo, transformou o tempo em um adversário silencioso: cada mês sem recursos ampliava a vulnerabilidade do assentamento.
Quando White conseguiu voltar a Roanoke, em 1590, encontrou o povoado abandonado, sem sinais claros de combate imediato ou de desastre visível. O elemento mais intrigante foi a presença de inscrições, especialmente a palavra “CROATOAN”, associada a um grupo indígena da região e a uma ilha próxima. A ausência de corpos e a falta de evidências conclusivas favoreceram | interpretações diversas: migração planejada, integração com populações locais, deslocamento forçado ou dispersão gradual. Assim, o episódio passou a ser lido menos como uma cena de crime com respostas diretas e mais como um enigma histórico em que o silêncio documental pesa tanto quanto os poucos vestígios existentes.
A dimensão do “mito” nasce justamente desse vazio, pois a narrativa humana tende a preencher lacunas com hipóteses dramáticas. Ainda assim, o caso de Roanoke é útil para mostrar como História e memória pública se diferenciam: a História trabalha com fontes, limites e probabilidades; a memória popular busca sentido rápido, criando versões sedutoras, mesmo sem provas robustas. Em termos linguísticos, essa diferença aparece no uso de modalizadores e marcas de incerteza, como “possivelmente”, “pode ter ocorrido" e “há indícios”, que delimitam o que é inferência e o que é fato. 
Hoje, Roanoke permanece como um exemplo de como geografia, logística e relações interculturais podem definir o destino de um projeto colonial. A ilha, ao mesmo tempo estratégica e frágil, evidencia que território não é apenas cenário, mas agente: clima, marés, isolamento e recursos disponíveis influenciam decisões e desfechos. Para uma prova de Português, o tema permite explorar a construção de sentido em um texto histórico-narrativo: a organização temporal dos acontecimentos, a progressão de suspense por meio de informações parciais e o contraste entre linguagem informativa e linguagem especulativa, sem transformar incerteza em conclusão. 
No início do quarto parágrafo, o conector em destaque no período "Ainda assim, o caso de Roanoke é útil para mostrar... introduz uma relação lógico-semântica de Concessão ou Contrajunção. Sua função na tessitura argumentativa é:
Alternativas
Q3925736 Português
Leia para responder à questão.

O povoado de Roanoke, frequentemente lembrado como a “colônia perdida”, foi uma das primeiras tentativas inglesas de estabelecer um assentamento permanente na América do Norte, no final do século XVI. Localizado em uma ilha barreira na região que hoje integra o estado da Carolina do Norte, o empreendimento ocorreu em um contexto de rivalidade marítima, expansão comercial e disputa simbólica por território. A geografia costeira, marcada por bancos de areia, canais instáveis e ventos fortes, tornava a navegação e o abastecimento difíceis, o que já colocava o projeto sob risco desde o início.  
As primeiras expedições inglesas à área ocorreram na década de 1580, mas a fase mais conhecida é a da colonização de 1587, quando um grupo de colonos foi instalado sob liderança de John White. Em meio às tensões de sobrevivência e de contato intercultural, White retornou à Inglaterra em busca de suprimentos. O que parecia uma viagem breve, porém, foi prolongado por conflitos e prioridades militares na Europa, atrasando o retorno. Essa demora, em uma colônia dependente de apoio externo, transformou o tempo em um adversário silencioso: cada mês sem recursos ampliava a vulnerabilidade do assentamento.
Quando White conseguiu voltar a Roanoke, em 1590, encontrou o povoado abandonado, sem sinais claros de combate imediato ou de desastre visível. O elemento mais intrigante foi a presença de inscrições, especialmente a palavra “CROATOAN”, associada a um grupo indígena da região e a uma ilha próxima. A ausência de corpos e a falta de evidências conclusivas favoreceram | interpretações diversas: migração planejada, integração com populações locais, deslocamento forçado ou dispersão gradual. Assim, o episódio passou a ser lido menos como uma cena de crime com respostas diretas e mais como um enigma histórico em que o silêncio documental pesa tanto quanto os poucos vestígios existentes.
A dimensão do “mito” nasce justamente desse vazio, pois a narrativa humana tende a preencher lacunas com hipóteses dramáticas. Ainda assim, o caso de Roanoke é útil para mostrar como História e memória pública se diferenciam: a História trabalha com fontes, limites e probabilidades; a memória popular busca sentido rápido, criando versões sedutoras, mesmo sem provas robustas. Em termos linguísticos, essa diferença aparece no uso de modalizadores e marcas de incerteza, como “possivelmente”, “pode ter ocorrido" e “há indícios”, que delimitam o que é inferência e o que é fato. 
Hoje, Roanoke permanece como um exemplo de como geografia, logística e relações interculturais podem definir o destino de um projeto colonial. A ilha, ao mesmo tempo estratégica e frágil, evidencia que território não é apenas cenário, mas agente: clima, marés, isolamento e recursos disponíveis influenciam decisões e desfechos. Para uma prova de Português, o tema permite explorar a construção de sentido em um texto histórico-narrativo: a organização temporal dos acontecimentos, a progressão de suspense por meio de informações parciais e o contraste entre linguagem informativa e linguagem especulativa, sem transformar incerteza em conclusão. 
No primeiro período do texto: "O povoado de Roanoke, frequentemente lembrado como a colônia perdida, foi uma das primeiras tentativas... o segmento isolado por vírgulas desempenha a função sintática de Aposto Explicativo. Do ponto de vista da organização da informação, esse termo acessório atua como:  
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Q3925735 Português
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O povoado de Roanoke, frequentemente lembrado como a “colônia perdida”, foi uma das primeiras tentativas inglesas de estabelecer um assentamento permanente na América do Norte, no final do século XVI. Localizado em uma ilha barreira na região que hoje integra o estado da Carolina do Norte, o empreendimento ocorreu em um contexto de rivalidade marítima, expansão comercial e disputa simbólica por território. A geografia costeira, marcada por bancos de areia, canais instáveis e ventos fortes, tornava a navegação e o abastecimento difíceis, o que já colocava o projeto sob risco desde o início.  
As primeiras expedições inglesas à área ocorreram na década de 1580, mas a fase mais conhecida é a da colonização de 1587, quando um grupo de colonos foi instalado sob liderança de John White. Em meio às tensões de sobrevivência e de contato intercultural, White retornou à Inglaterra em busca de suprimentos. O que parecia uma viagem breve, porém, foi prolongado por conflitos e prioridades militares na Europa, atrasando o retorno. Essa demora, em uma colônia dependente de apoio externo, transformou o tempo em um adversário silencioso: cada mês sem recursos ampliava a vulnerabilidade do assentamento.
Quando White conseguiu voltar a Roanoke, em 1590, encontrou o povoado abandonado, sem sinais claros de combate imediato ou de desastre visível. O elemento mais intrigante foi a presença de inscrições, especialmente a palavra “CROATOAN”, associada a um grupo indígena da região e a uma ilha próxima. A ausência de corpos e a falta de evidências conclusivas favoreceram | interpretações diversas: migração planejada, integração com populações locais, deslocamento forçado ou dispersão gradual. Assim, o episódio passou a ser lido menos como uma cena de crime com respostas diretas e mais como um enigma histórico em que o silêncio documental pesa tanto quanto os poucos vestígios existentes.
A dimensão do “mito” nasce justamente desse vazio, pois a narrativa humana tende a preencher lacunas com hipóteses dramáticas. Ainda assim, o caso de Roanoke é útil para mostrar como História e memória pública se diferenciam: a História trabalha com fontes, limites e probabilidades; a memória popular busca sentido rápido, criando versões sedutoras, mesmo sem provas robustas. Em termos linguísticos, essa diferença aparece no uso de modalizadores e marcas de incerteza, como “possivelmente”, “pode ter ocorrido" e “há indícios”, que delimitam o que é inferência e o que é fato. 
Hoje, Roanoke permanece como um exemplo de como geografia, logística e relações interculturais podem definir o destino de um projeto colonial. A ilha, ao mesmo tempo estratégica e frágil, evidencia que território não é apenas cenário, mas agente: clima, marés, isolamento e recursos disponíveis influenciam decisões e desfechos. Para uma prova de Português, o tema permite explorar a construção de sentido em um texto histórico-narrativo: a organização temporal dos acontecimentos, a progressão de suspense por meio de informações parciais e o contraste entre linguagem informativa e linguagem especulativa, sem transformar incerteza em conclusão. 
No trecho do segundo parágrafo: "(...) o que parecia uma viagem breve, porém, foi prolongado por conflitos e prioridades militares..., a estrutura verbal configura a Voz Passiva Analítica. Nela, o termo “por conflitos e prioridades militares” exerce a função sintática de Agente da Passiva. A escolha por essa construção sintática, em detrimento da voz ativa ("Conflitos prolongaram a viagem), produz o efeito discursivo de: 
Alternativas
Q3925734 Português
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O povoado de Roanoke, frequentemente lembrado como a “colônia perdida”, foi uma das primeiras tentativas inglesas de estabelecer um assentamento permanente na América do Norte, no final do século XVI. Localizado em uma ilha barreira na região que hoje integra o estado da Carolina do Norte, o empreendimento ocorreu em um contexto de rivalidade marítima, expansão comercial e disputa simbólica por território. A geografia costeira, marcada por bancos de areia, canais instáveis e ventos fortes, tornava a navegação e o abastecimento difíceis, o que já colocava o projeto sob risco desde o início.  
As primeiras expedições inglesas à área ocorreram na década de 1580, mas a fase mais conhecida é a da colonização de 1587, quando um grupo de colonos foi instalado sob liderança de John White. Em meio às tensões de sobrevivência e de contato intercultural, White retornou à Inglaterra em busca de suprimentos. O que parecia uma viagem breve, porém, foi prolongado por conflitos e prioridades militares na Europa, atrasando o retorno. Essa demora, em uma colônia dependente de apoio externo, transformou o tempo em um adversário silencioso: cada mês sem recursos ampliava a vulnerabilidade do assentamento.
Quando White conseguiu voltar a Roanoke, em 1590, encontrou o povoado abandonado, sem sinais claros de combate imediato ou de desastre visível. O elemento mais intrigante foi a presença de inscrições, especialmente a palavra “CROATOAN”, associada a um grupo indígena da região e a uma ilha próxima. A ausência de corpos e a falta de evidências conclusivas favoreceram | interpretações diversas: migração planejada, integração com populações locais, deslocamento forçado ou dispersão gradual. Assim, o episódio passou a ser lido menos como uma cena de crime com respostas diretas e mais como um enigma histórico em que o silêncio documental pesa tanto quanto os poucos vestígios existentes.
A dimensão do “mito” nasce justamente desse vazio, pois a narrativa humana tende a preencher lacunas com hipóteses dramáticas. Ainda assim, o caso de Roanoke é útil para mostrar como História e memória pública se diferenciam: a História trabalha com fontes, limites e probabilidades; a memória popular busca sentido rápido, criando versões sedutoras, mesmo sem provas robustas. Em termos linguísticos, essa diferença aparece no uso de modalizadores e marcas de incerteza, como “possivelmente”, “pode ter ocorrido" e “há indícios”, que delimitam o que é inferência e o que é fato. 
Hoje, Roanoke permanece como um exemplo de como geografia, logística e relações interculturais podem definir o destino de um projeto colonial. A ilha, ao mesmo tempo estratégica e frágil, evidencia que território não é apenas cenário, mas agente: clima, marés, isolamento e recursos disponíveis influenciam decisões e desfechos. Para uma prova de Português, o tema permite explorar a construção de sentido em um texto histórico-narrativo: a organização temporal dos acontecimentos, a progressão de suspense por meio de informações parciais e o contraste entre linguagem informativa e linguagem especulativa, sem transformar incerteza em conclusão. 
No trecho “White retornou à Inglaterra em busca de suprimentos”, a crase está adequadamente utilizada. Isso não ocorre em:  
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Q3925733 Português
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O povoado de Roanoke, frequentemente lembrado como a “colônia perdida”, foi uma das primeiras tentativas inglesas de estabelecer um assentamento permanente na América do Norte, no final do século XVI. Localizado em uma ilha barreira na região que hoje integra o estado da Carolina do Norte, o empreendimento ocorreu em um contexto de rivalidade marítima, expansão comercial e disputa simbólica por território. A geografia costeira, marcada por bancos de areia, canais instáveis e ventos fortes, tornava a navegação e o abastecimento difíceis, o que já colocava o projeto sob risco desde o início.  
As primeiras expedições inglesas à área ocorreram na década de 1580, mas a fase mais conhecida é a da colonização de 1587, quando um grupo de colonos foi instalado sob liderança de John White. Em meio às tensões de sobrevivência e de contato intercultural, White retornou à Inglaterra em busca de suprimentos. O que parecia uma viagem breve, porém, foi prolongado por conflitos e prioridades militares na Europa, atrasando o retorno. Essa demora, em uma colônia dependente de apoio externo, transformou o tempo em um adversário silencioso: cada mês sem recursos ampliava a vulnerabilidade do assentamento.
Quando White conseguiu voltar a Roanoke, em 1590, encontrou o povoado abandonado, sem sinais claros de combate imediato ou de desastre visível. O elemento mais intrigante foi a presença de inscrições, especialmente a palavra “CROATOAN”, associada a um grupo indígena da região e a uma ilha próxima. A ausência de corpos e a falta de evidências conclusivas favoreceram | interpretações diversas: migração planejada, integração com populações locais, deslocamento forçado ou dispersão gradual. Assim, o episódio passou a ser lido menos como uma cena de crime com respostas diretas e mais como um enigma histórico em que o silêncio documental pesa tanto quanto os poucos vestígios existentes.
A dimensão do “mito” nasce justamente desse vazio, pois a narrativa humana tende a preencher lacunas com hipóteses dramáticas. Ainda assim, o caso de Roanoke é útil para mostrar como História e memória pública se diferenciam: a História trabalha com fontes, limites e probabilidades; a memória popular busca sentido rápido, criando versões sedutoras, mesmo sem provas robustas. Em termos linguísticos, essa diferença aparece no uso de modalizadores e marcas de incerteza, como “possivelmente”, “pode ter ocorrido" e “há indícios”, que delimitam o que é inferência e o que é fato. 
Hoje, Roanoke permanece como um exemplo de como geografia, logística e relações interculturais podem definir o destino de um projeto colonial. A ilha, ao mesmo tempo estratégica e frágil, evidencia que território não é apenas cenário, mas agente: clima, marés, isolamento e recursos disponíveis influenciam decisões e desfechos. Para uma prova de Português, o tema permite explorar a construção de sentido em um texto histórico-narrativo: a organização temporal dos acontecimentos, a progressão de suspense por meio de informações parciais e o contraste entre linguagem informativa e linguagem especulativa, sem transformar incerteza em conclusão. 
No período "As primeiras expedições inglesas à área ocorreram na década de 1580, mas a fase mais conhecida é a da colonização de 1587, quando um grupo de colonos foi instalado sob liderança de John White”, as orações ligadas pela conjunção “mas” estabelecem relação sintático-semântica de:  
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Q3925732 Português
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O povoado de Roanoke, frequentemente lembrado como a “colônia perdida”, foi uma das primeiras tentativas inglesas de estabelecer um assentamento permanente na América do Norte, no final do século XVI. Localizado em uma ilha barreira na região que hoje integra o estado da Carolina do Norte, o empreendimento ocorreu em um contexto de rivalidade marítima, expansão comercial e disputa simbólica por território. A geografia costeira, marcada por bancos de areia, canais instáveis e ventos fortes, tornava a navegação e o abastecimento difíceis, o que já colocava o projeto sob risco desde o início.  
As primeiras expedições inglesas à área ocorreram na década de 1580, mas a fase mais conhecida é a da colonização de 1587, quando um grupo de colonos foi instalado sob liderança de John White. Em meio às tensões de sobrevivência e de contato intercultural, White retornou à Inglaterra em busca de suprimentos. O que parecia uma viagem breve, porém, foi prolongado por conflitos e prioridades militares na Europa, atrasando o retorno. Essa demora, em uma colônia dependente de apoio externo, transformou o tempo em um adversário silencioso: cada mês sem recursos ampliava a vulnerabilidade do assentamento.
Quando White conseguiu voltar a Roanoke, em 1590, encontrou o povoado abandonado, sem sinais claros de combate imediato ou de desastre visível. O elemento mais intrigante foi a presença de inscrições, especialmente a palavra “CROATOAN”, associada a um grupo indígena da região e a uma ilha próxima. A ausência de corpos e a falta de evidências conclusivas favoreceram | interpretações diversas: migração planejada, integração com populações locais, deslocamento forçado ou dispersão gradual. Assim, o episódio passou a ser lido menos como uma cena de crime com respostas diretas e mais como um enigma histórico em que o silêncio documental pesa tanto quanto os poucos vestígios existentes.
A dimensão do “mito” nasce justamente desse vazio, pois a narrativa humana tende a preencher lacunas com hipóteses dramáticas. Ainda assim, o caso de Roanoke é útil para mostrar como História e memória pública se diferenciam: a História trabalha com fontes, limites e probabilidades; a memória popular busca sentido rápido, criando versões sedutoras, mesmo sem provas robustas. Em termos linguísticos, essa diferença aparece no uso de modalizadores e marcas de incerteza, como “possivelmente”, “pode ter ocorrido" e “há indícios”, que delimitam o que é inferência e o que é fato. 
Hoje, Roanoke permanece como um exemplo de como geografia, logística e relações interculturais podem definir o destino de um projeto colonial. A ilha, ao mesmo tempo estratégica e frágil, evidencia que território não é apenas cenário, mas agente: clima, marés, isolamento e recursos disponíveis influenciam decisões e desfechos. Para uma prova de Português, o tema permite explorar a construção de sentido em um texto histórico-narrativo: a organização temporal dos acontecimentos, a progressão de suspense por meio de informações parciais e o contraste entre linguagem informativa e linguagem especulativa, sem transformar incerteza em conclusão. 
No fragmento “a História trabalha com fontes, limites e probabilidades”, a palavra "probabilidades" apresenta como sinônimo contextualmente adequado que preserva sentido de incerteza metodológica: 
Alternativas
Q3925731 Português
Leia para responder à questão.

O povoado de Roanoke, frequentemente lembrado como a “colônia perdida”, foi uma das primeiras tentativas inglesas de estabelecer um assentamento permanente na América do Norte, no final do século XVI. Localizado em uma ilha barreira na região que hoje integra o estado da Carolina do Norte, o empreendimento ocorreu em um contexto de rivalidade marítima, expansão comercial e disputa simbólica por território. A geografia costeira, marcada por bancos de areia, canais instáveis e ventos fortes, tornava a navegação e o abastecimento difíceis, o que já colocava o projeto sob risco desde o início.  
As primeiras expedições inglesas à área ocorreram na década de 1580, mas a fase mais conhecida é a da colonização de 1587, quando um grupo de colonos foi instalado sob liderança de John White. Em meio às tensões de sobrevivência e de contato intercultural, White retornou à Inglaterra em busca de suprimentos. O que parecia uma viagem breve, porém, foi prolongado por conflitos e prioridades militares na Europa, atrasando o retorno. Essa demora, em uma colônia dependente de apoio externo, transformou o tempo em um adversário silencioso: cada mês sem recursos ampliava a vulnerabilidade do assentamento.
Quando White conseguiu voltar a Roanoke, em 1590, encontrou o povoado abandonado, sem sinais claros de combate imediato ou de desastre visível. O elemento mais intrigante foi a presença de inscrições, especialmente a palavra “CROATOAN”, associada a um grupo indígena da região e a uma ilha próxima. A ausência de corpos e a falta de evidências conclusivas favoreceram | interpretações diversas: migração planejada, integração com populações locais, deslocamento forçado ou dispersão gradual. Assim, o episódio passou a ser lido menos como uma cena de crime com respostas diretas e mais como um enigma histórico em que o silêncio documental pesa tanto quanto os poucos vestígios existentes.
A dimensão do “mito” nasce justamente desse vazio, pois a narrativa humana tende a preencher lacunas com hipóteses dramáticas. Ainda assim, o caso de Roanoke é útil para mostrar como História e memória pública se diferenciam: a História trabalha com fontes, limites e probabilidades; a memória popular busca sentido rápido, criando versões sedutoras, mesmo sem provas robustas. Em termos linguísticos, essa diferença aparece no uso de modalizadores e marcas de incerteza, como “possivelmente”, “pode ter ocorrido" e “há indícios”, que delimitam o que é inferência e o que é fato. 
Hoje, Roanoke permanece como um exemplo de como geografia, logística e relações interculturais podem definir o destino de um projeto colonial. A ilha, ao mesmo tempo estratégica e frágil, evidencia que território não é apenas cenário, mas agente: clima, marés, isolamento e recursos disponíveis influenciam decisões e desfechos. Para uma prova de Português, o tema permite explorar a construção de sentido em um texto histórico-narrativo: a organização temporal dos acontecimentos, a progressão de suspense por meio de informações parciais e o contraste entre linguagem informativa e linguagem especulativa, sem transformar incerteza em conclusão. 
No trecho "Localizado em uma ilha barreira na região que hoje integra o estado da Carolina do Norte”, a palavra destacada desempenha função sintática de:  
Alternativas
Q3897566 Atualidades
Nos últimos anos, a diplomacia climática tornou-se um pilar central das Relações Internacionais. O Brasil, buscando reassumir o protagonismo nesta área, alcançou um feito diplomático significativo. Em 2025, o país sediará a 30ª Conferência das Partes (COP30) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima. Sobre este evento, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3897565 Geografia
Quais são os principais traços geográficos da cidade de Barra do Chapéu/SP?
Alternativas
Q3897564 Conhecimentos Gerais
Nos últimos quatro anos, a indústria cinematográfica brasileira e mundial passou por transformações profundas, aceleradas pela pandemia de COVID-19. Além da reabertura das salas de cinema, o debate cultural no Brasil foi marcado pela reestruturação de políticas de fomento e pela ascensão de novos formatos. Nesse contexto, qual foi o principal vetor de mudança na forma como o público brasileiro consome produções audiovisuais, impactando diretamente o financiamento e a distribuição de filmes nacionais?
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Q3897563 Geografia
Qual das características geográficas abaixo melhor descreve o município de Barra do Chapéu/SP segundo dados atualizados dos últimos anos?
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Q3897562 Meio Ambiente
Qual discussão se tornou central em relação ao desenvolvimento sustentável após o Acordo de Paris?
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Q3897561 Raciocínio Lógico
Aponte a quantidade de números de 4 dígitos, com dígitos distintos, múltiplos de 5:
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Q3897560 Matemática
Em uma auditoria, o controlador interno descobriu que 3 equipes diferentes atuam na revisão de processos, sendo que a equipe A revisa 2/5 do total dos processos, a equipe B revisa 30 processos a mais que a equipe A, e a equipe C revisa o restante dos processos. Sabendo que o total de processos revisados pelas equipes B e C juntos é igual a 120, responda:
1. Quantos processos a equipe A revisa?
2. Qual é a razão entre o número de processos revisados pelas equipes B e C? 
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Q3897559 Matemática Financeira
Uma organização investiu R$ 50.000,00 em um fundo que rende juros compostos a uma taxa de 5% ao mês. Considerando que o controlador precisará realizar uma auditoria após 6 meses, qual será o montante acumulado ao final desse período?
Alternativas
Respostas
901: C
902: D
903: D
904: C
905: A
906: B
907: D
908: B
909: B
910: C
911: A
912: B
913: C
914: A
915: C
916: A
917: A
918: A
919: D
920: C