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DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO
(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.
(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.
(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.
(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.
(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.
(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!
(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)
Marque o que não se comprova na frase nominal que dá título ao texto, escrita a seguir:
“Dicionários e a riqueza do léxico”
O exame mais comumente realizado na urina é denominado Exame de Rotina da Urina, também conhecido como análise sumária da urina ou EAS (elementos anormais e sedimentares). Esse é um dos procedimentos laboratoriais mais solicitados pelos médicos e funciona como um exame de triagem que auxilia no diagnóstico de diversas doenças renais e extrarrenais.
Com relação à realização do exame de urina rotina, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) A análise do sedimento urinário (elementos figurados) pode ser feita por meio da microscopia ou por metodologia automatizada e permite a visualização de cristais, cilindros, células epiteliais, hemácias, leucócitos, microrganismos e espermatozoides.
( ) A presença de cilindro leucocitário na urina é normal devido à presença da flora bacteriana presente nos órgãos genitais.
( ) A análise química pode ser feita por meio de tiras reagentes, química seca ou reativos preparados no próprio laboratório.
( ) O exame normal de urina rotina (EAS) apresenta proteínas.
( ) A presença de cilindros hialinos na urina indica alteração grave, sugestiva de insuficiência renal crônica.
Assinale a sequência correta:
A coleta de material biológico é de fundamental importância, pois é a partir dela que ocorrerá todo o processo para se obter um resultado de exame o mais próximo da realidade do paciente. Entende-se como amostra biológica adequada aquela obtida em quantidade suficiente, em recipiente adequado, bem identificada e transportada de forma a manter a integridade do material a ser pesquisado.
Em relação aos materiais biológicos coletados para a realização dos exames laboratoriais, assinale a alternativa incorreta.
Considere que um paciente que foi atropelado deu entrada no pronto atendimento de emergência necessitando de uma transfusão sanguínea. O laboratório clínico realizou o exame de sangue para verificar qual tipo sanguíneo do paciente e obteve o seguinte resultado:

Disponível em: https://www1.pucminas.br/imagedb/ documento/DOC_DSC_NOME_ARQUI20140131095549.pdf. Acesso em: 3 out. 2023.
Diante do resultado, qual é o tipo sanguíneo do paciente?
A introdução dos vários métodos de coloração contribuiu substancialmente com o avanço da microbiologia. Por meio deles, foi possível ter melhor visualização das células e dos microrganismos, já que nas preparações sem corantes só se conseguia visualizar o contorno e a conformação desses microrganismos.
Assinale a alternativa que apresenta respectivamente as técnicas de coloração mais utilizadas para visualização das bactérias aeróbias e dos bacilos álcool-ácidos resistentes.
A esterilização é o processo pelo qual se promove a eliminação ou destruição de todas as formas de microrganismos vivos que se encontram à superfície ou no interior de um material, podendo ser alcançado pela exposição do material a agentes letais físicos ou químicos, ou ainda no caso de substâncias líquidas, a separação mecânica dos organismos por meio de filtrações. Dessa forma, percebe-se que a expressão esterilização possui um significado absoluto, pois uma substância ou material não pode ser parcialmente estéril. Um material estéril é aquele totalmente isento de qualquer organismo ativo. A esterilização pode ser alcançada a partir de determinadas metodologias (Sinogas, 2009).
Uma forma de se obter uma esterilização menos tóxica, de baixo custo e mais eficaz dos materiais, dentro do laboratório clínico, é por meio do uso de
Doenças hepáticas são quaisquer doenças que prejudicam o funcionamento e a saúde do fígado. Podem ser causadas por diferentes fatores, como infecções virais, intoxicação por substâncias nocivas, consumo excessivo de álcool, má alimentação ou, ainda, de origem genética. Alguns exemplos são: a hepatite, a cirrose hepática e a esteatose. Algumas doenças podem se desenvolver lentamente, enquanto outras apresentam evolução rápida, porém muitas delas têm tratamento e cura.
Assinale a alternativa que apresenta apenas os exames laboratoriais que avaliam a função hepática.
Vidraria de laboratório se refere a uma grande variedade de equipamentos de laboratório que tradicionalmente são feitos de vidro cristal ou temperado e contém gradações em sua superfície externa. Em geral, é utilizada em análises para produção e diluição de substâncias químicas. Cada vidraria tem uma função específica, não podendo ser utilizada aleatoriamente.
Nesse contexto, analise a imagem a seguir.

Disponível em: https://br.freepik.com/vetores-gratis/vidraria-de-laboratorio-3d-vector-realista-conjunto-isolado-no-fundobranco_4015185.htm. Acesso em: 29 set. 2023.
Com base na figura, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, o nome correto de cada vidraria.
Disponível em: https://s3-sa-east-1.amazonaws.com/congresse-me-assets-host/articles/archives/7021/original/Atlas_Parasitologia_
JOCIB.pdf?1602790685. Acesso em: 30 out. 2023. Assinale a alternativa que apresenta respectivamente a identificação correta de cada ovo de helminto.
As técnicas de diluição são muito utilizadas no laboratório clínico, e para realizar a diluição é comumente usada a solução de salina. Considere que um técnico precisou diluir um soro para a realização de um exame, e para isso utilizou 1 mL de soro em 4 mL de salina.
Dessa forma, a diluição obtida foi:
O exame parasitológico de fezes (EPF) é um exame importante na clínica médica devido ao fato de as parasitoses serem consideradas um problema de saúde pública de alta prevalência no Brasil. É um exame prático que pesquisa as diferentes formas parasitárias eliminadas nas fezes. As diferentes técnicas de realização dos exames parasitológicos são empregadas de acordo com a solicitação médica ou suspeita clínica.
A técnica de exame parasitológico de fezes que usa o método de sedimentação espontânea e que consegue recuperar ovos, larvas de helmintos, cistos de protozoários e oocistos maiores é chamada de
Na coleta de amostra de sangue, são utilizados diferentes anticoagulantes ou tubos secos para obtenção do soro.
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando o anticoagulante aos exames a serem realizados em cada tubo.
COLUNA I
1. EDTA
2. Citrato de sódio
3. Fluoreto de sódio
4. Heparina
COLUNA II
( ) Alguns exames bioquímicos
( ) Hemograma
( ) Glicose
( ) Tempo de protrombina e tempo de tromboplastina ativada
Assinale a sequência correta.
O meio de cultura CLED (cistina, lactose, deficiente de eletrólitos) é um meio diferencial utilizado na bacteriologia urinária. Na rotina diagnóstica, é usado como um meio não seletivo capaz de suportar o crescimento da maioria dos patógenos urinários.
No meio CLED, as bactérias apresentam a seguinte característica:
O hemograma é um exame que avalia as células sanguíneas de um paciente. É o exame mais solicitado pelo profissional de saúde para diagnosticar ou controlar a evolução de uma doença.
Em relação ao exame de hemograma, analise as afirmativas a seguir:
I. Uma contagem de eosinófilos acima do valor normal de referência é denominada eosinofilia.
II. Na contagem diferencial de leucócitos de um hemograma normal, deve-se encontrar as seguintes células: neutrófilo bastonete, neutrófilo segmentado, linfócito, monócito, eosinófilo e basófilo.
III. O VCM (volume corpuscular médio) abaixo do valor de referência normal indica que será encontrada na lâmina micrócitos.
IV. O termo anisocitose é usado quando na lâmina do hemograma é detectada uma diferença na forma das hemácias.
Estão corretas as afirmativas