Questões de Concurso Para trabalhador braçal

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Q3665261 Português

Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão



Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

Assinale a alternativa que explica a expressão sublinhada no trecho “Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel. 
Alternativas
Q3665260 Português

Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão



Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

O título “Mussum: o filmis” acerta em priorizar o lado humano do artista” pode ser explicado ao longo do texto, pois: 
Alternativas
Q3665259 Português

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Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

Pode-se dizer que na introdução do texto, a intenção do autor é de:  
Alternativas
Q3665258 Português

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Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

Sobre a estrutura do texto, podemos classificá-lo como predominantemente: 
Alternativas
Q3665257 Português

Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão



Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

No subtítulo do texto “Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira”, a intenção do autor ao utilizar o adjetivo sublinhado foi: 
Alternativas
Q3544139 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A formação de cooperativas rurais apresenta uma série de benefícios para os agricultores, entre os quais 
Alternativas
Q3544136 Matemática
Uma professora deseja embalar um grande presente de Natal usando papel de presente, que vem dentro de uma caixa de base quadrada, sendo a medida do lado de um metro. As superfícies laterais e a tampa também são quadradas. Quantos metros quadrados, de papel de presente, serão gastos, no mínimo, para fazer o pacote?
Alternativas
Q3544135 Matemática
Uma criança ganhou 40 moedas de 25 centavos de dólar. Ela gostaria de saber quanto elas valem em real, no dia em que a cotação do dólar foi de cinco reais cada dólar. Qual é o valor total, em real, dessas 40 moedas?
Alternativas
Q3544134 Matemática
Para economizar água na descarga em uma caixa com capacidade para 9.000 mililitros, foram colocadas dentro dela duas garrafas, tampadas, cheias de areia e deitadas ficando totalmente submersas quando a caixa recebe água. As capacidades dessas garrafas são, respectivamente, 2.000 mililitros e 600 mililitros. A caixa estava cheia de água e ao dar descarga toda a água foi usada, ficando vazia; a seguir uma boia controlou o seu enchimento novamente. Quantos mililitros foram usados em 10 descargas?
Alternativas
Q3544133 Matemática
Ao pagar o abastecimento de 100 litros de um certo combustível, que custa quatro reais e noventa e nove centavos o litro, o cliente deu três cédulas de 200 reais cada. Qual foi o troco, em real?
Alternativas
Q3544132 Matemática
Dois irmãos se associaram para comprar 30 leitões. Mas um pagou o dobro do que o outro. Na hora de distribuir os leitões, o que pagou menos pegava um e o seu irmão pegava dois leitões, seguindo este padrão até terminar a distribuição. Com quantos leitões ficou o irmão que pagou mais?
Alternativas
Q3544131 Saúde Pública

Leia o texto a seguir.


A Poliomielite (paralisia infantil) é uma doença contagiosa causada por vírus e pode causar paralisia dos membros inferiores. Para evitar a doença e as sequelas em nossas crianças, o Ministério da Saúde promove campanhas para vacinação das crianças entre 1 e 5 anos. A meta para cada estado é atingir um índice de vacinação igual ou superior a 95%. No entanto, alguns estados ainda não atingiram a marca de 75% de cobertura vacinal. O gráfico que segue mostra o percentual de crianças vacinadas por unidade de federação.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://infoms.saude.gov.br/extensions/Poliomielite_2022/Poliomielite_2022.html#. Ministério da Saúde. Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite 2022. Acesso em 3 dez. 2023.


Quantas unidades da federação já atingiram a cobertura de 75%? 

Alternativas
Respostas
681: A
682: B
683: D
684: B
685: C
686: C
687: C
688: B
689: D
690: B
691: D
692: C
693: A
694: D
695: B
696: A
697: A
698: C
699: B
700: C