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Uma corrente
divide-se pelo paralelo de duas
impedâncias Z1 e Z2, de modo que a corrente pela
impedância Z1 pode ser calculada como
De acordo com o teorema de Thévenin, um circuito CA de dois terminais em regime permanente senoidal pode ser substituído por um circuito equivalente formado por uma fonte de tensão
em série com uma impedância Zth , sendo
a tensão de curto-circuito nos terminais e Zth a impedância equivalente nos terminais, quando as
fontes independentes forem desativadas. O teorema da superposição afirma que a tensão em um elemento passivo e linear é igual à soma algébrica das tensões neste elemento devido à atuação isolada de cada uma das fontes independentes conectadas no circuito, seja qual for o valor da sua frequência.
Em um circuito CA, o elemento ykk da matriz admitância empregada na análise nodal é igual ao inverso da impedância total conectada no nó k.
Em um circuito CA, a matriz admitância usada na análise nodal é igual ao inverso da matriz impedância empregada na análise de malhas.
Em um circuito de segunda ordem de amortecimento crítico, a frequência ressonante ω0 é igual ao fator de amortecimento α.
A equação característica de um circuito de segunda ordem de amortecimento supercrítico possui duas raízes complexas conjugadas, cujas partes reais são negativas.
Com relação à resposta transitória de circuitos elétricos constituídos apenas por resistores, indutores e capacitores ideais, julgue o item.
O fator de amortecimento de um circuito de segunda ordem é calculado como α = R/2L.
A frequência ressonante de um circuito de segunda ordem é calculada como ω0 = √LC.
Em um circuito RC série alimentado a partir de t > 0 por uma fonte de tensão contínua de valor Vs, a corrente tenderá, com o passar do tempo, ao valor Vs/R, no caso de o capacitor C estar descarregado no instante t = 0.
A resposta natural de um circuito de primeira ordem é sempre de natureza exponencial, independentemente do tipo de excitação aplicada.
Marcos T. Masetto. Competência Pedagógica do Professor Universitário. São Paulo: Summus, 2003, p. 175.
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.
O planejamento escolar deve se orientar por uma abordagem participativa, isto é, deve se constituir como um processo em que os segmentos que compõem a escola, que são os seus professores e os seus alunos, participem ativamente de sua construção e execução. Tal abordagem permite que um diagnóstico da realidade e das condições da escola seja produzido, levando à definição de objetivos educacionais que atendam às expectativas da comunidade escolar. Contudo, o planejamento a que se refere o texto aborda apenas a dimensão didática, que compete somente ao professor, e, por isso, o planejamento escolar deve ser neutro em relação às decisões político-pedagógicas que nele refletem.
Marcos T. Masetto. Competência Pedagógica do Professor Universitário. São Paulo: Summus, 2003, p. 175.
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.
Planejamento é um processo relacionado à atividade humana, que envolve reflexão e análise de uma realidade e das condições a ela relacionadas, prevendo-se ações que permitam o alcance dos objetivos traçados ou a superação das dificuldades existentes. Logo, sem conhecimento das condições de uma determinada situação e sem previsão das ações que alteram tal situação, nenhuma proposta de mudança será eficaz, ainda que se tenha clareza de seus objetivos.
Marcos T. Masetto. Competência Pedagógica do Professor Universitário. São Paulo: Summus, 2003, p. 175.
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.
A ideia central do texto explicita uma compreensão regulatória do planejamento no campo das práticas educativas. Todavia, o planejamento não será, exclusivamente, nem um ato político-filosófico, nem um ato técnico; será, sim, um ato político-social científico e técnico ao mesmo tempo. Será político-social na medida em que esteja comprometido com as finalidades sociais e políticas; científico, porque não se pode planejar sem um conhecimento da realidade; e técnico, porque o planejamento exige uma definição de meios eficientes para a obtenção de resultados.
Vitor H. Paro. Gestão da Escola Pública: In: A participação da comunidade. In: Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 73, n.º 174, p. 255-290, maio/ago. de 1992 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item.
Os termos projeto, político e pedagógico significam, respectivamente: ação intencional explicitada em um planejamento; compromisso sociopolítico com os interesses coletivos da comunidade escolar; e efetivação da intencionalidade educativa dos sujeitos pertencentes à comunidade escolar.
Vitor H. Paro. Gestão da Escola Pública: In: A participação da comunidade. In: Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 73, n.º 174, p. 255-290, maio/ago. de 1992 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item.
O projeto político-pedagógico, em sua dimensão pedagógica, manifesta a possibilidade de efetivação da intencionalidade da escola, que é a formação do cidadão participativo, responsável, compromissado, crítico e criativo.
Vitor H. Paro. Gestão da Escola Pública: In: A participação da comunidade. In: Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 73, n.º 174, p. 255-290, maio/ago. de 1992 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item.
Em relação ao currículo escolar, denomina-se currículo formal o conjunto das componentes, dos métodos e dos recursos para se efetivar a construção social do conhecimento e denomina-se currículo oculto toda ação externa à escola, como as relações e participações da comunidade, a exemplo da participação dos pais citados no texto, pois elas são abstratas.
Vitor H. Paro. Gestão da Escola Pública: In: A participação da comunidade. In: Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 73, n.º 174, p. 255-290, maio/ago. de 1992 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item.
O planejamento curricular refere-se estritamente aos conteúdos curriculares que compõem as práticas de ensino da escola, relacionadas às áreas de conhecimento, a exemplo de matemática e geografia, mencionadas no texto.
Vitor H. Paro. Gestão da Escola Pública: In: A participação da comunidade. In: Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 73, n.º 174, p. 255-290, maio/ago. de 1992 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item.
Para Villas Boas, o currículo é construção social do conhecimento e faz referência à organização do conhecimento escolar.
B. M. F. Villas Boas e S. L. Soares. Cad. Cedes, Campinas, v. 36, n.º 99, p. 239-254, maio-ago.de 2016 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item.
A partir da fenomenologia da avaliação da aprendizagem escolar, a avaliação diagnóstica estigmatiza os educandos, destituindo-os de sua condição de sujeitos históricos que aprendem e produzem conhecimento.