Foram encontradas 934 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4078665 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Q1_6.png (316×256)

Enigmas do Ah Q, de Lu Xun

Mário Sérgio Conti*


É algo à ser feito. Nem sempre porque senão fica chato. É proveitoso ler de fio a pavio um livro sem saber nada, ou quase nada, do seu autor e do ambiente histórico, social e artístico no qual foi escrito. Quanto mais remoto, melhor.


A leitura às cegas acende a imaginação. Faz com que se volte à pureza das primeiras leituras, as da infância, quando a mente livre preenche os espaços opacos gerados pela falta de referências e contexto. Fundem-se num mesmo lance encantamento, curiosidade, interpretação e crítica.


Além de fazer sentido em si, o texto não pode ser chato. Deve aliciar, enredar, levar o leitor ignorante, mas seduzido, à página seguinte, e assim sucessivamente até a última. Isso ocorre em "O Diário de um Louco ‒ Contos Completos", de Lu Xun.


Ele reúne 33 contos, publicados entre 1926 e 1936. Escritos em chinês, foram traduzidos por três homens e duas mulheres de nomes brasileiros. São contos realistas que se passam em vilarejos do meio rural. Talvez por isso surjam tantos animais (coelhos, gatos, patos) e se dê ênfase à natureza (a luz da lua, o amanhecer, o vento, chuvas). Os relatos dizem respeito ao presente, com recuos comedidos ao passado.


A leitura é instigante. Entra-se num universo à anos luz das tradições greco-romanas, judaico-cristãs e afro-ameríndias. O que parece haver é o empenho de um artista em contar a seus conterrâneos as tensões entre senhores e subalternos, tradição e modernidade, entre uns pobres diabos e outros diabos pobres. No mais das vezes, os relatos são cruéis e terminam de supetão, deixando enigmas no ar.


O melhor conto é o mais longo, "A Verdadeira História de Ah Q", de 1921. Com 60 páginas, o narrador começa por falar da dificuldade de se escrever sobre um sujeito de nome inexplicável; e cita Confúcio: "Se o nome não está correto, a palavra não faz sentido".


Ah Q não tem família nem amigos nem nada. Faz trabalhos esporádicos, enche a cara, perambula, dorme num templo. É o tolo que todos desprezam. Todavia, ele se tem em alta conta porque cultiva um mecanismo psicológico que lhe serve de compensação. Se um poderoso o esmurra, vê na humilhação um sinal da sua importância, já que foi alguém de posses que o atacou. Ou ele mesmo se estapeia ainda mais, e assim infla à autoestima. Ou esquece o caso ‒ porque o esquecimento, pensa, é um "tesouro herdado de seus antepassados".


Com isso, a submissão e suas autojustificativas ficam históricas. E talvez tenham alcance social porque a vila inteira às aceita e compartilha. A comparação é absurda, mas Ah Q lembra o protagonista de "Estorvo", de Chico Buarque ‒ o ser que se desfaz e não acaba, segue se decompondo.


Certo dia se escutam os ruídos de uma revolução que se aproxima. A aldeia se põe em polvorosa. Confuso e oportunista, Ah Q quer aderir aos revoltosos. Debalde. É preso. Ordenam-lhe que assine um papel, mas não sabe escrever. O parvo acaba desenhando um círculo: é sua confissão e sentença de morte. É levado pela vila, e "o público seguia a carroça como formigas".


O herói da resignação imagina que o fuzilamento era justo: "Que motivo haveria para executar alguém que não fosse mau?". Já a conclusão do narrador acerca de Ah Q é inapelável: "Como era ridículo!".


* Jornalista e apresentador de televisão.

Folha de São Paulo, 11 junho 2022. Adaptado.



Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre aspectos semânticos e estilísticos do texto.

( ) Em “É proveitoso ler de fio a pavio um livro sem saber nada...”, a expressão em destaque, sem prejuízo para o sentido, pode ser substituída por “integralmente”.
( ) Na frase “A aldeia se põe em polvorosa”, identifica-se a figura de linguagem denominada onomatopeia, pois há palavras cuja sonoridade está associada à coisa representada, no caso, a aldeia.
( ) Na passagem “Deve aliciar, enredar, levar o leitor ignorante, mas seduzido, à página seguinte...”, a palavra sublinhada é polissêmica, isto é, se usada em contextos diferentes, reúne vários significados.
( ) No trecho “[O livro] reúne 33 contos, publicados entre 1926 e 1936. Escritos em chinês, foram traduzidos por três homens e duas mulheres de nomes brasileiros.”, privilegia-se a linguagem figurada, conotativa.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Alternativas
Q4078664 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Q1_6.png (316×256)

Enigmas do Ah Q, de Lu Xun

Mário Sérgio Conti*


É algo à ser feito. Nem sempre porque senão fica chato. É proveitoso ler de fio a pavio um livro sem saber nada, ou quase nada, do seu autor e do ambiente histórico, social e artístico no qual foi escrito. Quanto mais remoto, melhor.


A leitura às cegas acende a imaginação. Faz com que se volte à pureza das primeiras leituras, as da infância, quando a mente livre preenche os espaços opacos gerados pela falta de referências e contexto. Fundem-se num mesmo lance encantamento, curiosidade, interpretação e crítica.


Além de fazer sentido em si, o texto não pode ser chato. Deve aliciar, enredar, levar o leitor ignorante, mas seduzido, à página seguinte, e assim sucessivamente até a última. Isso ocorre em "O Diário de um Louco ‒ Contos Completos", de Lu Xun.


Ele reúne 33 contos, publicados entre 1926 e 1936. Escritos em chinês, foram traduzidos por três homens e duas mulheres de nomes brasileiros. São contos realistas que se passam em vilarejos do meio rural. Talvez por isso surjam tantos animais (coelhos, gatos, patos) e se dê ênfase à natureza (a luz da lua, o amanhecer, o vento, chuvas). Os relatos dizem respeito ao presente, com recuos comedidos ao passado.


A leitura é instigante. Entra-se num universo à anos luz das tradições greco-romanas, judaico-cristãs e afro-ameríndias. O que parece haver é o empenho de um artista em contar a seus conterrâneos as tensões entre senhores e subalternos, tradição e modernidade, entre uns pobres diabos e outros diabos pobres. No mais das vezes, os relatos são cruéis e terminam de supetão, deixando enigmas no ar.


O melhor conto é o mais longo, "A Verdadeira História de Ah Q", de 1921. Com 60 páginas, o narrador começa por falar da dificuldade de se escrever sobre um sujeito de nome inexplicável; e cita Confúcio: "Se o nome não está correto, a palavra não faz sentido".


Ah Q não tem família nem amigos nem nada. Faz trabalhos esporádicos, enche a cara, perambula, dorme num templo. É o tolo que todos desprezam. Todavia, ele se tem em alta conta porque cultiva um mecanismo psicológico que lhe serve de compensação. Se um poderoso o esmurra, vê na humilhação um sinal da sua importância, já que foi alguém de posses que o atacou. Ou ele mesmo se estapeia ainda mais, e assim infla à autoestima. Ou esquece o caso ‒ porque o esquecimento, pensa, é um "tesouro herdado de seus antepassados".


Com isso, a submissão e suas autojustificativas ficam históricas. E talvez tenham alcance social porque a vila inteira às aceita e compartilha. A comparação é absurda, mas Ah Q lembra o protagonista de "Estorvo", de Chico Buarque ‒ o ser que se desfaz e não acaba, segue se decompondo.


Certo dia se escutam os ruídos de uma revolução que se aproxima. A aldeia se põe em polvorosa. Confuso e oportunista, Ah Q quer aderir aos revoltosos. Debalde. É preso. Ordenam-lhe que assine um papel, mas não sabe escrever. O parvo acaba desenhando um círculo: é sua confissão e sentença de morte. É levado pela vila, e "o público seguia a carroça como formigas".


O herói da resignação imagina que o fuzilamento era justo: "Que motivo haveria para executar alguém que não fosse mau?". Já a conclusão do narrador acerca de Ah Q é inapelável: "Como era ridículo!".


* Jornalista e apresentador de televisão.

Folha de São Paulo, 11 junho 2022. Adaptado.



O título da capa do livro de Molière trata de um metaplasmo.

Q3.png (321×309)
https://www.estantevirtual.com.br/livros/marcio-trigo-adaptacao-/medico-a-forca-de-moliere/4016561156

A crase em “à força” foi empregada pelo mesmo motivo que em
Alternativas
Q4078663 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Q1_6.png (316×256)

Enigmas do Ah Q, de Lu Xun

Mário Sérgio Conti*


É algo à ser feito. Nem sempre porque senão fica chato. É proveitoso ler de fio a pavio um livro sem saber nada, ou quase nada, do seu autor e do ambiente histórico, social e artístico no qual foi escrito. Quanto mais remoto, melhor.


A leitura às cegas acende a imaginação. Faz com que se volte à pureza das primeiras leituras, as da infância, quando a mente livre preenche os espaços opacos gerados pela falta de referências e contexto. Fundem-se num mesmo lance encantamento, curiosidade, interpretação e crítica.


Além de fazer sentido em si, o texto não pode ser chato. Deve aliciar, enredar, levar o leitor ignorante, mas seduzido, à página seguinte, e assim sucessivamente até a última. Isso ocorre em "O Diário de um Louco ‒ Contos Completos", de Lu Xun.


Ele reúne 33 contos, publicados entre 1926 e 1936. Escritos em chinês, foram traduzidos por três homens e duas mulheres de nomes brasileiros. São contos realistas que se passam em vilarejos do meio rural. Talvez por isso surjam tantos animais (coelhos, gatos, patos) e se dê ênfase à natureza (a luz da lua, o amanhecer, o vento, chuvas). Os relatos dizem respeito ao presente, com recuos comedidos ao passado.


A leitura é instigante. Entra-se num universo à anos luz das tradições greco-romanas, judaico-cristãs e afro-ameríndias. O que parece haver é o empenho de um artista em contar a seus conterrâneos as tensões entre senhores e subalternos, tradição e modernidade, entre uns pobres diabos e outros diabos pobres. No mais das vezes, os relatos são cruéis e terminam de supetão, deixando enigmas no ar.


O melhor conto é o mais longo, "A Verdadeira História de Ah Q", de 1921. Com 60 páginas, o narrador começa por falar da dificuldade de se escrever sobre um sujeito de nome inexplicável; e cita Confúcio: "Se o nome não está correto, a palavra não faz sentido".


Ah Q não tem família nem amigos nem nada. Faz trabalhos esporádicos, enche a cara, perambula, dorme num templo. É o tolo que todos desprezam. Todavia, ele se tem em alta conta porque cultiva um mecanismo psicológico que lhe serve de compensação. Se um poderoso o esmurra, vê na humilhação um sinal da sua importância, já que foi alguém de posses que o atacou. Ou ele mesmo se estapeia ainda mais, e assim infla à autoestima. Ou esquece o caso ‒ porque o esquecimento, pensa, é um "tesouro herdado de seus antepassados".


Com isso, a submissão e suas autojustificativas ficam históricas. E talvez tenham alcance social porque a vila inteira às aceita e compartilha. A comparação é absurda, mas Ah Q lembra o protagonista de "Estorvo", de Chico Buarque ‒ o ser que se desfaz e não acaba, segue se decompondo.


Certo dia se escutam os ruídos de uma revolução que se aproxima. A aldeia se põe em polvorosa. Confuso e oportunista, Ah Q quer aderir aos revoltosos. Debalde. É preso. Ordenam-lhe que assine um papel, mas não sabe escrever. O parvo acaba desenhando um círculo: é sua confissão e sentença de morte. É levado pela vila, e "o público seguia a carroça como formigas".


O herói da resignação imagina que o fuzilamento era justo: "Que motivo haveria para executar alguém que não fosse mau?". Já a conclusão do narrador acerca de Ah Q é inapelável: "Como era ridículo!".


* Jornalista e apresentador de televisão.

Folha de São Paulo, 11 junho 2022. Adaptado.



Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir.

Ao se analisar a linguagem usada pelo autor, observa-se que o emprego de expressões como “de supetão” e “enche a cara” sinalizam a presença de um registro __________. A associação entre linguagem __________ atende à finalidade de permitir ao leitor preencher lacunas de interpretação, além de associar a imagem a determinado ambiente onde ocorre o enredo do livro. No segundo parágrafo, a alusão a "Estorvo", comparando Ah Q ao protagonista da obra de Chico Buarque, e a referência à infância, pela menção “à pureza das primeiras leituras”, “ao encantamento”, “à curiosidade” e “à imaginação”, entre outras, caracteriza um tipo de __________. Em relação aos articuladores textuais, no enunciado “Com isso, a submissão e suas autojustificativas ficam históricas. E talvez tenham alcance social porque a vila inteira as aceita e compartilha.”, o termo destacado retoma o __________ do período simples.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
Alternativas
Q4078662 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Q1_6.png (316×256)

Enigmas do Ah Q, de Lu Xun

Mário Sérgio Conti*


É algo à ser feito. Nem sempre porque senão fica chato. É proveitoso ler de fio a pavio um livro sem saber nada, ou quase nada, do seu autor e do ambiente histórico, social e artístico no qual foi escrito. Quanto mais remoto, melhor.


A leitura às cegas acende a imaginação. Faz com que se volte à pureza das primeiras leituras, as da infância, quando a mente livre preenche os espaços opacos gerados pela falta de referências e contexto. Fundem-se num mesmo lance encantamento, curiosidade, interpretação e crítica.


Além de fazer sentido em si, o texto não pode ser chato. Deve aliciar, enredar, levar o leitor ignorante, mas seduzido, à página seguinte, e assim sucessivamente até a última. Isso ocorre em "O Diário de um Louco ‒ Contos Completos", de Lu Xun.


Ele reúne 33 contos, publicados entre 1926 e 1936. Escritos em chinês, foram traduzidos por três homens e duas mulheres de nomes brasileiros. São contos realistas que se passam em vilarejos do meio rural. Talvez por isso surjam tantos animais (coelhos, gatos, patos) e se dê ênfase à natureza (a luz da lua, o amanhecer, o vento, chuvas). Os relatos dizem respeito ao presente, com recuos comedidos ao passado.


A leitura é instigante. Entra-se num universo à anos luz das tradições greco-romanas, judaico-cristãs e afro-ameríndias. O que parece haver é o empenho de um artista em contar a seus conterrâneos as tensões entre senhores e subalternos, tradição e modernidade, entre uns pobres diabos e outros diabos pobres. No mais das vezes, os relatos são cruéis e terminam de supetão, deixando enigmas no ar.


O melhor conto é o mais longo, "A Verdadeira História de Ah Q", de 1921. Com 60 páginas, o narrador começa por falar da dificuldade de se escrever sobre um sujeito de nome inexplicável; e cita Confúcio: "Se o nome não está correto, a palavra não faz sentido".


Ah Q não tem família nem amigos nem nada. Faz trabalhos esporádicos, enche a cara, perambula, dorme num templo. É o tolo que todos desprezam. Todavia, ele se tem em alta conta porque cultiva um mecanismo psicológico que lhe serve de compensação. Se um poderoso o esmurra, vê na humilhação um sinal da sua importância, já que foi alguém de posses que o atacou. Ou ele mesmo se estapeia ainda mais, e assim infla à autoestima. Ou esquece o caso ‒ porque o esquecimento, pensa, é um "tesouro herdado de seus antepassados".


Com isso, a submissão e suas autojustificativas ficam históricas. E talvez tenham alcance social porque a vila inteira às aceita e compartilha. A comparação é absurda, mas Ah Q lembra o protagonista de "Estorvo", de Chico Buarque ‒ o ser que se desfaz e não acaba, segue se decompondo.


Certo dia se escutam os ruídos de uma revolução que se aproxima. A aldeia se põe em polvorosa. Confuso e oportunista, Ah Q quer aderir aos revoltosos. Debalde. É preso. Ordenam-lhe que assine um papel, mas não sabe escrever. O parvo acaba desenhando um círculo: é sua confissão e sentença de morte. É levado pela vila, e "o público seguia a carroça como formigas".


O herói da resignação imagina que o fuzilamento era justo: "Que motivo haveria para executar alguém que não fosse mau?". Já a conclusão do narrador acerca de Ah Q é inapelável: "Como era ridículo!".


* Jornalista e apresentador de televisão.

Folha de São Paulo, 11 junho 2022. Adaptado.



Em se tratando dos aspectos estruturais e das estratégias discursivas identificados no texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1975832 Engenharia Elétrica

Considerando o circuito de dois terminais ilustrado na figura acima, julgue o item.


O parâmetro híbrido de transferência g21 entre as portas 1 e 2 é igual a 1,5. 

Alternativas
Q1975830 Engenharia Elétrica

Considerando o circuito de dois terminais ilustrado na figura acima, julgue o item.


O parâmetro admitância de transferência y21  entre as portas 1 e 2 é igual a -0,05 S.

Alternativas
Q1975829 Engenharia Elétrica

Considerando o circuito de dois terminais ilustrado na figura acima, julgue o item.


O parâmetro impedância de transferência Z21  entre as portas 1 e 2 é igual a 20 Ω. 

Alternativas
Q1975828 Engenharia Elétrica
Acerca da aplicação da transformada de Laplace e da transformada e da série de Fourier na análise de circuitos elétricos, julgue o item.
Uma das aplicações da transformada de Fourier é a modulação em amplitude, que permite a transmissão de informação por meio do controle da amplitude de um sinal denominado modulante. 
Alternativas
Q1975827 Engenharia Elétrica
Acerca da aplicação da transformada de Laplace e da transformada e da série de Fourier na análise de circuitos elétricos, julgue o item.
A transformada de Laplace está relacionada com todo o plano s, enquanto a transformada de Fourier está relacionada apenas com o seu eixo imaginário. 
Alternativas
Q1975826 Engenharia Elétrica

Acerca da aplicação da transformada de Laplace e da transformada e da série de Fourier na análise de circuitos elétricos, julgue o item.


A série de Fourier aplicada a uma função par faz com que ela se transforme em uma série apenas de cossenos. 

Alternativas
Q1975825 Engenharia Elétrica
Acerca da aplicação da transformada de Laplace e da transformada e da série de Fourier na análise de circuitos elétricos, julgue o item.
A partir da análise da função de transferência H(S) = N(S)/D(S), é correto afirmar que um circuito será estável se a ordem de N(S) for menor que a de D(S) e se todos os polos de H(S) tiverem parte real negativa.
Alternativas
Q1975824 Engenharia Elétrica
Acerca da aplicação da transformada de Laplace e da transformada e da série de Fourier na análise de circuitos elétricos, julgue o item.
A transformada de Laplace que seja aplicada a um capacitor de capacitância C e que possua uma carga inicial resultará em uma impedância 1/sC em série com uma fonte de corrente de valor Cv(0), sendo v(0) a tensão inicial do capacitor.
Alternativas
Q1975822 Engenharia Elétrica

No que se refere aos filtros ativos e passivos, julgue o item.


Um circuito RLC série ressonante reproduz um filtro passivo passa-faixa se a saída do circuito for tomada como sendo a tensão sob o indutor.

Alternativas
Q1975821 Engenharia Elétrica

No que se refere aos filtros ativos e passivos, julgue o item.


Em circuitos ressonantes série ou paralelo, define-se o fator de qualidade da resposta em frequência como a razão entre a frequência ressonante e a sua largura de banda. 

Alternativas
Q1975820 Engenharia Elétrica

No que se refere aos filtros ativos e passivos, julgue o item.


Na resposta em frequência de um filtro passivo ou ativo, o ganho de tensão será de, aproximadamente, 0,707 para a frequência de meia potência.

Alternativas
Q1975819 Eletricidade

No que se refere aos filtros ativos e passivos, julgue o item.


Na representação do diagrama de Bode, os zeros da função de transferência provocam diminuição da fase da resposta em frequência.

Alternativas
Q1975818 Engenharia Elétrica

No que se refere aos filtros ativos e passivos, julgue o item.


Na representação do diagrama de Bode, os polos da função de transferência provocam aumento da inclinação da assíntota do módulo da resposta em frequência. 

Alternativas
Q1975817 Engenharia Elétrica
A respeito dos instrumentos de medidas elétricas aplicados aos circuitos de corrente alternada (CA) operando em regime permanente senoidal, julgue o item.
O método dos dois wattímetros pode ser aplicado em circuitos trifásicos a três fios para medição da potência ativa trifásica, independentemente de as cargas estarem conectadas em estrela ou em delta e de serem equilibradas ou não.  
Alternativas
Q1975816 Engenharia Elétrica
A respeito dos instrumentos de medidas elétricas aplicados aos circuitos de corrente alternada (CA) operando em regime permanente senoidal, julgue o item.
Considerando-se que um voltímetro, um amperímetro e um wattímetro sejam conectados corretamente nos terminais de um circuito monofásico constituído de resistores, indutores e capacitores, caso as medições realizadas por esses instrumentos sejam iguais a 200 V, 0,5 A e 100 W, respectivamente, é correto afirmar que o circuito estará operando em ressonância. 
Alternativas
Q1975815 Engenharia Elétrica
A respeito dos instrumentos de medidas elétricas aplicados aos circuitos de corrente alternada (CA) operando em regime permanente senoidal, julgue o item.
A medição feita por um ohmímetro conectado nos terminais de uma impedância Z = 10∠60° Ω será igual a 10 Ω. 
Alternativas
Respostas
201: D
202: E
203: C
204: B
205: E
206: E
207: C
208: E
209: C
210: C
211: C
212: E
213: C
214: C
215: C
216: E
217: E
218: C
219: C
220: E