Questões de Concurso Para auxiliar de biblioteca

Foram encontradas 3.067 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2015 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2015 - IF-TO - Auxiliar de Biblioteca |
Q731217 Biblioteconomia
Qual seção da biblioteca é responsável pela catalogação, classificação e indexação de documentos?
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2015 - IF-TO - Auxiliar de Biblioteca |
Q731216 Biblioteconomia
São tipos de documentos bibliográficos encontrados nas bibliotecas, exceto:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2015 - IF-TO - Auxiliar de Biblioteca |
Q731215 Biblioteconomia
Tabela que é usada para compor o número de chamada, que é registrado na etiqueta que será colocada no dorso da obra e serve para individualizar os autores dos mesmos números de classificação. A tabela que responde a questão é
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2015 - IF-TO - Auxiliar de Biblioteca |
Q731214 Biblioteconomia
As fichas catalográficas formam o catálogo das bibliotecas. São partes da ficha catalográfica, exceto:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2015 - IF-TO - Auxiliar de Biblioteca |
Q731213 Biblioteconomia
São Publicações editadas em partes, números ou fascículos, sempre sob o mesmo título, numa sequência contínua a intervalos regulares pré- fixados. Estamos falando de:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2015 - IF-TO - Auxiliar de Biblioteca |
Q731212 Biblioteconomia
Tem como objetivo retirar, do acervo, os livros, folhetos e periódicos desatualizados. Estamos falando de:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2015 - IF-TO - Auxiliar de Biblioteca |
Q731211 Biblioteconomia
A classificação documentária tem como principal objetivo organizar os documentos nas bibliotecas e centros de documentação. De acordo com a afirmativa acima, os sistemas de classificação documentária mais conhecidas são:
Alternativas
Q678256 Direito Administrativo
A Lei nº 8.666/93, com suas alterações, que regulamenta as compras e licitações dentro da administração, em seu Art.15, indica predileção por determinado sistema de aquisição, a ser utilizado para o caso de compras, sempre que possível. Assinale a alternativa que indica corretamente o sistema indicado. 
Alternativas
Q678253 Direito Administrativo
Segundo a Lei nº 8.112/90, com suas alterações, readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental, verificada em inspeção médica. Caso após a inspeção o readaptando apresente incapacidade laborativa para o serviço público, qual o procedimento a ser observado? 
Alternativas
Q678246 Noções de Informática

Analise as afirmações abaixo:


I. No Linux, todo arquivo executável tem como extensão o sufixo .exe.


II. Nas várias distribuições Linux, os navegadores que rodam nativamente nesse ambiente são: Microsoft Internet Explorer, Mozilla Firefox e Google Chrome.


III. O Linux não possui interface de usuário gráfica (GUI). Por essa razão, seu uso é bem menos popular que o do Microsoft Windows.


IV. Usuários com permissões totais de superusuário são os únicos capazes de reiniciar o sistema operacional. 

Alternativas
Q678244 Português
Marque a alternativa que apresenta erro de colocação pronominal:
Alternativas
Q678243 Português
Assinale a alternativa em que ocorre erro quanto à concordância nominal.
Alternativas
Q678242 Português
Considere a ocorrência de figura de linguagem no texto a seguir: “Meu irmão curte rock, eu, música clássica. Essa seria uma diferença mínima, não fosse ele o ciclone que tira o nosso sossego. Foi assim, quando estivemos na Cidade Maravilhosa no carnaval passado. Por milhões de vezes tivemos que lhe chamar a atenção”. Há a presença das seguintes figuras de linguagem:
Alternativas
Q678241 Português

As frases abaixo possuem um vício de linguagem. Aponte a alternativa em que os itens estejam corretos, na sequência respectiva das frases.


I. O álbum dela ficou muito bonito.


II. Quanto mais tempo passavam na cidade grande, mais absolviam a poluição que ela produzia.


III. Prorrogou pra mais tarde o compromisso que tinha.


IV. Maria sentia a fria agonia da sua tia.

Alternativas
Q678240 Português
Assinale a alternativa correta quanto à regência nominal.
Alternativas
Q678239 Português
As palavras: aprazível, violência, lícito, país e cajá são acentuadas, respectivamente, pelas mesmas regras que:
Alternativas
Q678238 Português

Uma sociedade suicida


“Ele foi vítima de vítimas, que são vítimas de vítimas”, desabafou para o jornal carioca O Dia a ex-mulher e mãe dos dois filhos do cardiologista carioca assassinado quando pedalava no início da noite no entorno da aprazível Lagoa Rodrigo de Freitas. O suposto assassino tem 16 anos e já cometeu quinze delitos, o primeiro aos 12.


Instantaneamente, baixaram das nuvens bruxas e demônios, transformando o horror, o luto e a solidariedade em indignação, sede de vingança, rancor difuso e generalizado contra tudo que pareça provocar a violência. Reacendeu-se o debate sobre o rebaixamento da maioridade penal, engrossando as legiões dos que clamam por imediatas providências e soluções definitivas contra o crime e a impunidade.


O arrasador depoimento do pensador espanhol Manuel Castells, publicado na Folha de São Paulo, um dia antes da barbaridade, abalou ainda mais a imagem que inventamos a nosso respeito como consolo para o fracasso coletivo: “A sociedade brasileira não é simpática, é uma sociedade que se mata”.


É possível que o sociólogo pretendesse dizer algo distinto do publicado, porém é lícito acreditar que um observador tão atilado, sensível e articulado expressasse uma dolorosa e inequívoca constatação: o país está se matando. Literalmente. Uns aos outros. Somos todos agentes e sujeitos da mesma violência, assustadores e assustados, governantes e governados, progressistas e reacionários, crentes e descrentes, militares e magistrados, policiais e policiados, professores e aprendizes – todos, sem exceção, se bicam, se dilaceram, se esfaqueiam. Todos sangram. Enquanto rios secam, o sangue escorre copioso nas calçadas e ruas.

(...)


DINES, Alberto. Disponível em: http://observatoriodaimprensa.com.br/jornalde-debates/uma-sociedade-suicida/. Acesso em: 25.05.2015. 

Considerando inferências gerais sobre o texto, classifique as alternativas quanto a serem verdadeiras (V) ou falsas (F) e marque a alternativa correta, de acordo com a respectiva sequência.


( ) O texto, por tratar-se de um episódio localizado, faz referência à violência cada vez mais crescente no Rio de Janeiro.


( ) A visão estrangeira é benevolente com a cortesia da sociedade brasileira


( ) Tem sido recorrente, no Brasil, o recrudescimento das manifestações passionais imediatamente após episódios de grande repercussão midiática.


( ) Os rios de sangue, metaforicamente, são inversamente proporcionais à estiagem em algumas regiões do país.


( ) Vítimas e algozes são papéis indistintos nos episódios de violência. 

Alternativas
Q678237 Português

Uma sociedade suicida


“Ele foi vítima de vítimas, que são vítimas de vítimas”, desabafou para o jornal carioca O Dia a ex-mulher e mãe dos dois filhos do cardiologista carioca assassinado quando pedalava no início da noite no entorno da aprazível Lagoa Rodrigo de Freitas. O suposto assassino tem 16 anos e já cometeu quinze delitos, o primeiro aos 12.


Instantaneamente, baixaram das nuvens bruxas e demônios, transformando o horror, o luto e a solidariedade em indignação, sede de vingança, rancor difuso e generalizado contra tudo que pareça provocar a violência. Reacendeu-se o debate sobre o rebaixamento da maioridade penal, engrossando as legiões dos que clamam por imediatas providências e soluções definitivas contra o crime e a impunidade.


O arrasador depoimento do pensador espanhol Manuel Castells, publicado na Folha de São Paulo, um dia antes da barbaridade, abalou ainda mais a imagem que inventamos a nosso respeito como consolo para o fracasso coletivo: “A sociedade brasileira não é simpática, é uma sociedade que se mata”.


É possível que o sociólogo pretendesse dizer algo distinto do publicado, porém é lícito acreditar que um observador tão atilado, sensível e articulado expressasse uma dolorosa e inequívoca constatação: o país está se matando. Literalmente. Uns aos outros. Somos todos agentes e sujeitos da mesma violência, assustadores e assustados, governantes e governados, progressistas e reacionários, crentes e descrentes, militares e magistrados, policiais e policiados, professores e aprendizes – todos, sem exceção, se bicam, se dilaceram, se esfaqueiam. Todos sangram. Enquanto rios secam, o sangue escorre copioso nas calçadas e ruas.

(...)


DINES, Alberto. Disponível em: http://observatoriodaimprensa.com.br/jornalde-debates/uma-sociedade-suicida/. Acesso em: 25.05.2015. 

Considere a função morfossintática de alguns termos no trecho: “É possível que o sociólogo pretendesse dizer algo distinto do publicado, porém é lícito acreditar que um observador tão atilado, sensível e articulado expressasse uma dolorosa e inequívoca constatação: o país está se matando”. E aponte a alternativa correta.
Alternativas
Q678236 Português

Uma sociedade suicida


“Ele foi vítima de vítimas, que são vítimas de vítimas”, desabafou para o jornal carioca O Dia a ex-mulher e mãe dos dois filhos do cardiologista carioca assassinado quando pedalava no início da noite no entorno da aprazível Lagoa Rodrigo de Freitas. O suposto assassino tem 16 anos e já cometeu quinze delitos, o primeiro aos 12.


Instantaneamente, baixaram das nuvens bruxas e demônios, transformando o horror, o luto e a solidariedade em indignação, sede de vingança, rancor difuso e generalizado contra tudo que pareça provocar a violência. Reacendeu-se o debate sobre o rebaixamento da maioridade penal, engrossando as legiões dos que clamam por imediatas providências e soluções definitivas contra o crime e a impunidade.


O arrasador depoimento do pensador espanhol Manuel Castells, publicado na Folha de São Paulo, um dia antes da barbaridade, abalou ainda mais a imagem que inventamos a nosso respeito como consolo para o fracasso coletivo: “A sociedade brasileira não é simpática, é uma sociedade que se mata”.


É possível que o sociólogo pretendesse dizer algo distinto do publicado, porém é lícito acreditar que um observador tão atilado, sensível e articulado expressasse uma dolorosa e inequívoca constatação: o país está se matando. Literalmente. Uns aos outros. Somos todos agentes e sujeitos da mesma violência, assustadores e assustados, governantes e governados, progressistas e reacionários, crentes e descrentes, militares e magistrados, policiais e policiados, professores e aprendizes – todos, sem exceção, se bicam, se dilaceram, se esfaqueiam. Todos sangram. Enquanto rios secam, o sangue escorre copioso nas calçadas e ruas.

(...)


DINES, Alberto. Disponível em: http://observatoriodaimprensa.com.br/jornalde-debates/uma-sociedade-suicida/. Acesso em: 25.05.2015. 

Em: “Instantaneamente, baixaram das nuvens bruxas e demônios, transformando o horror, o luto e a solidariedade em indignação, sede de vingança, rancor difuso e generalizado”. O termo em negrito pode ser substituído, sem perda de sentido, por:
Alternativas
Q678235 Português

Uma sociedade suicida


“Ele foi vítima de vítimas, que são vítimas de vítimas”, desabafou para o jornal carioca O Dia a ex-mulher e mãe dos dois filhos do cardiologista carioca assassinado quando pedalava no início da noite no entorno da aprazível Lagoa Rodrigo de Freitas. O suposto assassino tem 16 anos e já cometeu quinze delitos, o primeiro aos 12.


Instantaneamente, baixaram das nuvens bruxas e demônios, transformando o horror, o luto e a solidariedade em indignação, sede de vingança, rancor difuso e generalizado contra tudo que pareça provocar a violência. Reacendeu-se o debate sobre o rebaixamento da maioridade penal, engrossando as legiões dos que clamam por imediatas providências e soluções definitivas contra o crime e a impunidade.


O arrasador depoimento do pensador espanhol Manuel Castells, publicado na Folha de São Paulo, um dia antes da barbaridade, abalou ainda mais a imagem que inventamos a nosso respeito como consolo para o fracasso coletivo: “A sociedade brasileira não é simpática, é uma sociedade que se mata”.


É possível que o sociólogo pretendesse dizer algo distinto do publicado, porém é lícito acreditar que um observador tão atilado, sensível e articulado expressasse uma dolorosa e inequívoca constatação: o país está se matando. Literalmente. Uns aos outros. Somos todos agentes e sujeitos da mesma violência, assustadores e assustados, governantes e governados, progressistas e reacionários, crentes e descrentes, militares e magistrados, policiais e policiados, professores e aprendizes – todos, sem exceção, se bicam, se dilaceram, se esfaqueiam. Todos sangram. Enquanto rios secam, o sangue escorre copioso nas calçadas e ruas.

(...)


DINES, Alberto. Disponível em: http://observatoriodaimprensa.com.br/jornalde-debates/uma-sociedade-suicida/. Acesso em: 25.05.2015. 

Pode-se inferir, a partir do trecho que introduz o texto, “Ele foi vítima de vítimas, que são vítimas de vítimas” que:
Alternativas
Respostas
1921: D
1922: A
1923: B
1924: C
1925: D
1926: A
1927: E
1928: D
1929: E
1930: E
1931: D
1932: E
1933: B
1934: C
1935: E
1936: D
1937: B
1938: A
1939: E
1940: C