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País que constrói mais prisões que escolas está doente
Em 8 de setembro de 2010, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) anunciou que a taxa de analfabetismo no Brasil caiu 7,6% de 1992 a 2009. Ou seja, em 2009, 9,6% da população era analfabeta (um total de 14,1 milhões de pessoas), contra 17,2% em 1992, de acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).
A notícia é boa, evidente. Afinal, qualquer resultado próspero, principalmente na área educacional, é significativo. Todavia, o Brasil está muito longe de um desempenho adequado neste setor. Com 14,1 milhões de analfabetos, só temos a lamentar. É o mesmo que dizer que aproximadamente 7% da população brasileira não sabe nem ler, nem escrever. Em matéria de educação, aliás, só ganhamos do Zimbábue (país africano com cerca de 12 milhões de habitantes).
Se considerarmos o analfabetismo funcional, a situação é ainda pior! Esta taxa atinge o equivalente a 20,3% da população. Ou seja, um em cada cinco brasileiros (de 15 anos ou mais) é analfabeto funcional. Mas este cenário pode ficar ainda pior: nos últimos 15 anos, o Brasil construiu mais presídio que escola. Isto mesmo, a informação, embora chocante e indigesta, é verídica.
Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Luiz Flávio Gomes verificou (a partir dos dados do IPEA — Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) que, no período compreendido entre 1994 e 2009, obtivemos uma queda de 19,3% no número de escolas públicas do país, já que, em 1994, havia 200.549 contra 161.783, em 2009. Em contrapartida, no mesmo período, o número de presídios aumentou 253%. Isto porque, se em 1994 eram 511 estabelecimentos, este número mais que triplicou em 2009, com um total de 1.806 estabelecimentos prisionais.
Ora, quando nos deparamos com um país que nos últimos 15 anos investiu mais em punição e prisão do que em educação (+ presídios – escolas), estamos diante de um país doente! Uma inversão absoluta dos valores: exclusão social em detrimento da “construção cultural” do cidadão. Menos Estado social e mais Estado policial.
Um país que ocupa o 73º lugar no ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) deve se dar conta que investir em educação é mais que um grande passo, é quase o todo. A brilhante experiência da Coreia do Sul é um exemplo disso. Não por outro motivo que no dia 24 de março de 2010, estudantes ligados à União Nacional dos Estudantes (UNE) e à União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) protestaram pela utilização de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para investimentos em educação, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília.
Um país focado na formação dos cidadãos é um país necessariamente desenvolvido e, consequentemente, com menos violência e menos punições. Demorou para o Brasil atacar as causas e não as consequências. Não precisamos de uma evolução, mas sim de uma Revolução na Educação Brasileira. Já dizia o sábio filósofo Pitágoras de Samos "Educai as crianças e não será preciso punir os homens".
Dito isto, o que você prefere? Investir na educação ou construir mais presídios?
GOMES, Luiz Flávio. País que constrói mais prisões que escolas está
doente. Coluna do LFG. 07/04/2011. Disponível em:<http://www.conjur.-com.br/2011-abr-07/coluna-lfg-pais-constroi-presidios-escolas-doente>
País que constrói mais prisões que escolas está doente
Em 8 de setembro de 2010, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) anunciou que a taxa de analfabetismo no Brasil caiu 7,6% de 1992 a 2009. Ou seja, em 2009, 9,6% da população era analfabeta (um total de 14,1 milhões de pessoas), contra 17,2% em 1992, de acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).
A notícia é boa, evidente. Afinal, qualquer resultado próspero, principalmente na área educacional, é significativo. Todavia, o Brasil está muito longe de um desempenho adequado neste setor. Com 14,1 milhões de analfabetos, só temos a lamentar. É o mesmo que dizer que aproximadamente 7% da população brasileira não sabe nem ler, nem escrever. Em matéria de educação, aliás, só ganhamos do Zimbábue (país africano com cerca de 12 milhões de habitantes).
Se considerarmos o analfabetismo funcional, a situação é ainda pior! Esta taxa atinge o equivalente a 20,3% da população. Ou seja, um em cada cinco brasileiros (de 15 anos ou mais) é analfabeto funcional. Mas este cenário pode ficar ainda pior: nos últimos 15 anos, o Brasil construiu mais presídio que escola. Isto mesmo, a informação, embora chocante e indigesta, é verídica.
Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Luiz Flávio Gomes verificou (a partir dos dados do IPEA — Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) que, no período compreendido entre 1994 e 2009, obtivemos uma queda de 19,3% no número de escolas públicas do país, já que, em 1994, havia 200.549 contra 161.783, em 2009. Em contrapartida, no mesmo período, o número de presídios aumentou 253%. Isto porque, se em 1994 eram 511 estabelecimentos, este número mais que triplicou em 2009, com um total de 1.806 estabelecimentos prisionais.
Ora, quando nos deparamos com um país que nos últimos 15 anos investiu mais em punição e prisão do que em educação (+ presídios – escolas), estamos diante de um país doente! Uma inversão absoluta dos valores: exclusão social em detrimento da “construção cultural” do cidadão. Menos Estado social e mais Estado policial.
Um país que ocupa o 73º lugar no ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) deve se dar conta que investir em educação é mais que um grande passo, é quase o todo. A brilhante experiência da Coreia do Sul é um exemplo disso. Não por outro motivo que no dia 24 de março de 2010, estudantes ligados à União Nacional dos Estudantes (UNE) e à União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) protestaram pela utilização de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para investimentos em educação, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília.
Um país focado na formação dos cidadãos é um país necessariamente desenvolvido e, consequentemente, com menos violência e menos punições. Demorou para o Brasil atacar as causas e não as consequências. Não precisamos de uma evolução, mas sim de uma Revolução na Educação Brasileira. Já dizia o sábio filósofo Pitágoras de Samos "Educai as crianças e não será preciso punir os homens".
Dito isto, o que você prefere? Investir na educação ou construir mais presídios?
GOMES, Luiz Flávio. País que constrói mais prisões que escolas está
doente. Coluna do LFG. 07/04/2011. Disponível em:<http://www.conjur.-com.br/2011-abr-07/coluna-lfg-pais-constroi-presidios-escolas-doente>
País que constrói mais prisões que escolas está doente
Em 8 de setembro de 2010, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) anunciou que a taxa de analfabetismo no Brasil caiu 7,6% de 1992 a 2009. Ou seja, em 2009, 9,6% da população era analfabeta (um total de 14,1 milhões de pessoas), contra 17,2% em 1992, de acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).
A notícia é boa, evidente. Afinal, qualquer resultado próspero, principalmente na área educacional, é significativo. Todavia, o Brasil está muito longe de um desempenho adequado neste setor. Com 14,1 milhões de analfabetos, só temos a lamentar. É o mesmo que dizer que aproximadamente 7% da população brasileira não sabe nem ler, nem escrever. Em matéria de educação, aliás, só ganhamos do Zimbábue (país africano com cerca de 12 milhões de habitantes).
Se considerarmos o analfabetismo funcional, a situação é ainda pior! Esta taxa atinge o equivalente a 20,3% da população. Ou seja, um em cada cinco brasileiros (de 15 anos ou mais) é analfabeto funcional. Mas este cenário pode ficar ainda pior: nos últimos 15 anos, o Brasil construiu mais presídio que escola. Isto mesmo, a informação, embora chocante e indigesta, é verídica.
Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Luiz Flávio Gomes verificou (a partir dos dados do IPEA — Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) que, no período compreendido entre 1994 e 2009, obtivemos uma queda de 19,3% no número de escolas públicas do país, já que, em 1994, havia 200.549 contra 161.783, em 2009. Em contrapartida, no mesmo período, o número de presídios aumentou 253%. Isto porque, se em 1994 eram 511 estabelecimentos, este número mais que triplicou em 2009, com um total de 1.806 estabelecimentos prisionais.
Ora, quando nos deparamos com um país que nos últimos 15 anos investiu mais em punição e prisão do que em educação (+ presídios – escolas), estamos diante de um país doente! Uma inversão absoluta dos valores: exclusão social em detrimento da “construção cultural” do cidadão. Menos Estado social e mais Estado policial.
Um país que ocupa o 73º lugar no ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) deve se dar conta que investir em educação é mais que um grande passo, é quase o todo. A brilhante experiência da Coreia do Sul é um exemplo disso. Não por outro motivo que no dia 24 de março de 2010, estudantes ligados à União Nacional dos Estudantes (UNE) e à União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) protestaram pela utilização de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para investimentos em educação, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília.
Um país focado na formação dos cidadãos é um país necessariamente desenvolvido e, consequentemente, com menos violência e menos punições. Demorou para o Brasil atacar as causas e não as consequências. Não precisamos de uma evolução, mas sim de uma Revolução na Educação Brasileira. Já dizia o sábio filósofo Pitágoras de Samos "Educai as crianças e não será preciso punir os homens".
Dito isto, o que você prefere? Investir na educação ou construir mais presídios?
GOMES, Luiz Flávio. País que constrói mais prisões que escolas está
doente. Coluna do LFG. 07/04/2011. Disponível em:<http://www.conjur.-com.br/2011-abr-07/coluna-lfg-pais-constroi-presidios-escolas-doente>
Para atingir os seus objetivos, a biblioteca deve buscar sempre tornar possível o acesso direto dos usuários aos livros. A forma mais útil de arrumação dos livros nas estantes para os usuários é pelo seu conteúdo, o que é possível com o uso de tabelas de classificação. Considere os códigos como notações do sistema de classificação de Dewey:
I. 025.52
II. 027
III. 025.259
IV. 025.53
V. 020.878
De acordo com o referido sistema de classificação, a sequência correta dos livros com essas notações na estante é
O auxiliar de biblioteca presta contas ao bibliotecário e apoia-o nas suas funções. Essa posição requer conhecimentos e competências tecnológicas e de manutenção e apoio geral. O auxiliar deve ter formação prévia sobre bibliotecas. Caso isso não ocorra, a biblioteca deve fornecer-lhe essa formação. Dadas as atividades,
I. Conferir os materiais adquiridos por meio de compra, permuta ou doação.
II. Registrar e classificar os livros por assunto para arrumação nas estantes.
III. Preparar fichas e bolsos para empréstimo dos recursos informacionais.
IV. Explicar o funcionamento da biblioteca e orientar sobre os recursos e serviços.
verifica-se que é(são) função(ões) do auxiliar de biblioteca
Na descrição bibliográfica,
Almeida, Simone Couto Patriota de
Fundamentos de turismo e hotelaria / Simone Couto Patriota
de Almeida; Manuela Grace de Almeida Rocha. – Maceió:
IFAL, 2012. – 108 p. : il. ; 26 cm. – Bibliografia: p. 105-108.
I. Título. II. Rocha, Manuela Grace de Almeida. 1. Turismo.
2. Hotelaria.
as informações “IFAL”, “108 p. : il. ; 26 cm” e “II. Rocha, Manuela Grace de Almeida” dizem respeito, respectivamente, aos campos
Em uma atividade de rotina de reposição de livros nas estantes, o auxiliar de biblioteca identifica um livro em péssimo estado de conservação. Considerando a situação, o auxiliar de biblioteca deverá
I. descartar o livro imediatamente e dar baixa no setor de registro;
II. retirar o livro da estante e enviá-lo para o setor de desbastamento;
III. substituir o livro imediatamente por outro disponível no setor de desenvolvimento de coleções.
Das afirmativas, está(ão) correta(s)
A seção de circulação é responsável pelo controle de entrada e saída de documentos da instituição bibliotecária. Dados os itens,
I. Cadastra o número de registro e a data de aquisição do livro.
II. Anota a data de devolução do livro.
III. Transcreve o número de registro do livro no formulário de empréstimo.
IV. Registra a notação no dorso do livro.
verifica-se que são atividades desenvolvidas pela seção de circulação de uma biblioteca
Dadas as afirmativas a respeito das semelhanças e diferenças entre biblioteca, centro de documentação e sistema de recuperação da informação,
I. A biblioteca tem acervo formado por documentos diversos, objetivando disponibilizar serviços e recursos informacionais.
II. O centro de documentação tem como particularidade a guarda de documentos com valor administrativo e probatório.
III. O sistema de recuperação de informação tem acervo formado exclusivamente por documentos digitais e eletrônicos.
IV. A biblioteca e o centro de documentação têm a mesma finalidade: prover o acesso à informação registrada.
verifica-se que estão corretas
Antes de ser disponibilizada para o usuário, a fonte de informação passa por diferentes processos de tratamento e organização. Nesse contexto, dadas as afirmativas,
I. A catalogação contempla elementos descritivos, tais como autor, título e tradutor.
II. A classificação contempla elementos descritivos, tais como edição, editora e data de publicação.
III. A indexação contempla elementos temáticos, tais como descritores e palavras-chave.
IV. O registro contempla elementos descritivos, tais como autor, título e edição.
verifica-se que está(ão) correta(s)
A deterioração do acervo é um processo natural, que decorre da exposição ao ambiente e do uso. Dados os itens,
I. Limpeza de ambiente e aplicação de fungicida.
II. Reparos com cola branca e fitas adesivas em fontes de informação.
III. Orientação ao usuário quanto ao uso adequado das fontes de informação.
IV. Encadernação de fontes de informação danificadas.
verifica-se que são medidas que devem ser tomadas para preservar as fontes de informação