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Q3720771 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

     Uma fábula conta que um camponês construiu sua choupana perto da toca da cobra cascavel. Um dia, a cobra saiu da toca, picou e matou seu único filho. Ele ficou com tamanho ódio da serpente que pegou um machado e correu atrás dela para matá-la, mas, embora tenha dado um golpe certeiro, não conseguiu seu objetivo porque a cobra foi mais esperta, entrou rapidamente na toca. O que o camponês conseguiu foi apenas cortar um pedaço do rabo da serpente. Ela ficou viva e ferida, mais perigosa ainda. E a fábula conta que, depois disso, o camponês quis reatar a amizade com a cobra, porque ficou com medo de ser, ele mesmo, também picado pela cascavel. Então, ele colocou pão e sal na entrada da toca da cobra (para começar a dar sinais de amizade). No entanto, a serpente saiu e disse: “Todas as vezes que nos encontrarmos, camponês, lembrarei que quiseste matar-me e que não conseguiste seu objetivo somente porque fui mais esperta. Mas, embora queira reatar nossa amizade, na verdade eu não sei se ainda tens a intenção de acabar comigo. E, de tua parte, quando me encontrares, vais te lembrar imediatamente de teu filho morto. Portanto, esquece. Não existe a menor chance, a menor hipótese de sermos amigos porque não confiamos um no outro”.

(Carlos Pessoa, professor e especialista em Negociação e Gestão Estratégica)
Assinale a opção incorreta quanto à análise da passagem em destaque retirada do texto:  
Alternativas
Q3720770 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

     Uma fábula conta que um camponês construiu sua choupana perto da toca da cobra cascavel. Um dia, a cobra saiu da toca, picou e matou seu único filho. Ele ficou com tamanho ódio da serpente que pegou um machado e correu atrás dela para matá-la, mas, embora tenha dado um golpe certeiro, não conseguiu seu objetivo porque a cobra foi mais esperta, entrou rapidamente na toca. O que o camponês conseguiu foi apenas cortar um pedaço do rabo da serpente. Ela ficou viva e ferida, mais perigosa ainda. E a fábula conta que, depois disso, o camponês quis reatar a amizade com a cobra, porque ficou com medo de ser, ele mesmo, também picado pela cascavel. Então, ele colocou pão e sal na entrada da toca da cobra (para começar a dar sinais de amizade). No entanto, a serpente saiu e disse: “Todas as vezes que nos encontrarmos, camponês, lembrarei que quiseste matar-me e que não conseguiste seu objetivo somente porque fui mais esperta. Mas, embora queira reatar nossa amizade, na verdade eu não sei se ainda tens a intenção de acabar comigo. E, de tua parte, quando me encontrares, vais te lembrar imediatamente de teu filho morto. Portanto, esquece. Não existe a menor chance, a menor hipótese de sermos amigos porque não confiamos um no outro”.

(Carlos Pessoa, professor e especialista em Negociação e Gestão Estratégica)
De acordo com a tipologia textual, o fragmento acima classifica-se como  
Alternativas
Q3720769 Português
O texto abaixo foi retirado do site da Câmara Municipal de Chácara. Trata-se de um fragmento do Hino Municipal de Chácara, cuja autoria é de Sebastião Fonseca de Paula. Leia-o para responder à questão:


Título: Te amo cidade querida!
Autor: Sebastião Fonseca de Paula

Cumprimento-te Chácara amada,
o seu povo querido e viril.
Não te troco no Mundo por nada.
Tu és grandeza do meu Brasil! 

Deus te deu a beleza e a fama,
e o povo se encanta ao te ver.
Ao sentir tua voz que me chama,
juro que sinto por ti, um prazer!

Tu tens Matas! Tu tens Cachoeiras!
Tu tens belezas para admirar!
Tu tens morenas lindas faceiras!
Que faz nosso povo invejar. (refrão)
(...) 
Releia: “Tu tens Matas! Tu tens Cachoeiras! / Tu tens belezas para admirar! / Tu tens morenas lindas faceiras!”. Nesses versos, o autor empregou um recurso que realça o ritmo e a musicalidade do texto. A esse recurso dá-se o nome de:
Alternativas
Q3720768 Português
O texto abaixo foi retirado do site da Câmara Municipal de Chácara. Trata-se de um fragmento do Hino Municipal de Chácara, cuja autoria é de Sebastião Fonseca de Paula. Leia-o para responder à questão:


Título: Te amo cidade querida!
Autor: Sebastião Fonseca de Paula

Cumprimento-te Chácara amada,
o seu povo querido e viril.
Não te troco no Mundo por nada.
Tu és grandeza do meu Brasil! 

Deus te deu a beleza e a fama,
e o povo se encanta ao te ver.
Ao sentir tua voz que me chama,
juro que sinto por ti, um prazer!

Tu tens Matas! Tu tens Cachoeiras!
Tu tens belezas para admirar!
Tu tens morenas lindas faceiras!
Que faz nosso povo invejar. (refrão)
(...) 
Considere apenas o título do Hino, em que posição se encontra o pronome oblíquo átono em relação ao verbo?  
Alternativas
Q3720767 Português
Leia a notícia a seguir:

Captura_de tela 2025-11-12 170851.png (263×335)

Assinale a única alternativa que não apresenta um erro de português:
Alternativas
Q3720766 Português
Leia o texto a seguir para responder à questtão:

ALÉM DA POSSE

    Não há dúvidas de que foi histórica a posse do presidente Lula. Com a ausência do Jair, ele reuniu os representantes da sociedade civil Aline Sousa, o cacique Raoni, Weslley Rocha, Murilo Jesus, Jucimara dos Santos, Ivan Baron, Flávio Pereira, Francisco, de 10 anos, além da cachorrinha Resistência, na passagem da faixa presidencial. Tudo isso em uma semana densa que juntou não apenas notícias que vinham de Brasília, mas também o triste adeus ao rei Pelé.
    Sob o sol escaldante, acompanhei de pertinho um pouco das cerimônias que marcaram o retorno de Lula para um terceiro mandato, e também a posse de alguns dos ministros.
  Recomendo a experiência pelo menos uma vez na vida, seja qual for sua convicção política. Acompanhar de perto e observar os formatos, as falas e os públicos de cada cerimônia de posse... Isso já diz muito do direcionamento que dá base a cada um. E certamente o desenrolar das práticas ao longo do tempo, para além dos discursos, dirá muito mais. Vivendo isso, pensei sobre como podemos abrir caminhos para fazer valer o legado do rei Pelé, deixando brilhar mais reis e rainhas, no plural.
     Me emocionei ao ver a ministra Margareth Menezes e a cultura tomando posse. Ou, ainda, o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, em seu discurso sobre não esquecer os esquecidos, destacando que todos “existem e são valiosos”. Fiz questão de cumprimentar os ministros, desejando sorte, e também cobrando para que aquela representatividade, tão bonita na foto da histórica posse de Lula, não seja apenas limitada àquele momento.
    Que vá para além das pastas de Direitos Humanos, da Igualdade Racial ou dos Povos Originários. São conquistas, e já nascem mais representativas de setores da sociedade geralmente sub-representados. Mas queremos mais.
   Queremos que a representatividade seja escalada intencionalmente para os demais cargos de confiança que apoiam as tomadas de decisão que movimentam o país. Na fala do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destaco a importante promessa em reduzir o peso tributário das famílias de baixa renda. Vamos acompanhar de perto seu quadro de secretários e assessores majoritariamente composto por homens e brancos com apenas duas representantes mulheres, sendo uma negra: Fernanda Santiago, assessora especial de Assuntos Jurídicos.
     Temos muitas conquistas a ser celebradas, como o número recorde, mesmo ainda sem paridade, de ministras e presidentes de bancos estatais mulheres. Mas o quadro esmagadoramente masculino e branco ainda se repete para a maioria dos outros ministérios e cargos de confiança.
     E “passam a boiada” do privilégio branco sob a cartada da competência em primeiro lugar, mas que sabidamente têm um viés de indicação e manutenção de pessoas brancas, heterossexuais, cisgêneros e sem deficiência, parecidas com as que majoritariamente já estão lá.
     Como já dizia Gal Costa, é preciso estar “atento e forte”, cobrando mudanças concretas. Uma delas, boa e necessária, seria a alteração do decreto da lei 10829/2021, incluindo reserva de 30% de vagas para negras e negros em cargos de comissão e funções de confiança em todos os níveis, com equidade de gênero. Não esquecer dos esquecidos não deve ser uma pauta apenas dos Direitos Humanos, mas de todas as partes de um novo governo que se propõe a cuidar de todas as pessoas.

(Luana Génot. Revista Ela. O Globo, 8/01/23, p. 23) 
Releia: “Sob o sol escaldante, acompanhei de pertinho um pouco das cerimônias que marcaram o retorno de Lula para um terceiro mandato...”.

Indique o processo de formação da palavra “retorno”, destacada no fragmento acima: 
Alternativas
Q3720765 Português
Leia o texto a seguir para responder à questtão:

ALÉM DA POSSE

    Não há dúvidas de que foi histórica a posse do presidente Lula. Com a ausência do Jair, ele reuniu os representantes da sociedade civil Aline Sousa, o cacique Raoni, Weslley Rocha, Murilo Jesus, Jucimara dos Santos, Ivan Baron, Flávio Pereira, Francisco, de 10 anos, além da cachorrinha Resistência, na passagem da faixa presidencial. Tudo isso em uma semana densa que juntou não apenas notícias que vinham de Brasília, mas também o triste adeus ao rei Pelé.
    Sob o sol escaldante, acompanhei de pertinho um pouco das cerimônias que marcaram o retorno de Lula para um terceiro mandato, e também a posse de alguns dos ministros.
  Recomendo a experiência pelo menos uma vez na vida, seja qual for sua convicção política. Acompanhar de perto e observar os formatos, as falas e os públicos de cada cerimônia de posse... Isso já diz muito do direcionamento que dá base a cada um. E certamente o desenrolar das práticas ao longo do tempo, para além dos discursos, dirá muito mais. Vivendo isso, pensei sobre como podemos abrir caminhos para fazer valer o legado do rei Pelé, deixando brilhar mais reis e rainhas, no plural.
     Me emocionei ao ver a ministra Margareth Menezes e a cultura tomando posse. Ou, ainda, o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, em seu discurso sobre não esquecer os esquecidos, destacando que todos “existem e são valiosos”. Fiz questão de cumprimentar os ministros, desejando sorte, e também cobrando para que aquela representatividade, tão bonita na foto da histórica posse de Lula, não seja apenas limitada àquele momento.
    Que vá para além das pastas de Direitos Humanos, da Igualdade Racial ou dos Povos Originários. São conquistas, e já nascem mais representativas de setores da sociedade geralmente sub-representados. Mas queremos mais.
   Queremos que a representatividade seja escalada intencionalmente para os demais cargos de confiança que apoiam as tomadas de decisão que movimentam o país. Na fala do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destaco a importante promessa em reduzir o peso tributário das famílias de baixa renda. Vamos acompanhar de perto seu quadro de secretários e assessores majoritariamente composto por homens e brancos com apenas duas representantes mulheres, sendo uma negra: Fernanda Santiago, assessora especial de Assuntos Jurídicos.
     Temos muitas conquistas a ser celebradas, como o número recorde, mesmo ainda sem paridade, de ministras e presidentes de bancos estatais mulheres. Mas o quadro esmagadoramente masculino e branco ainda se repete para a maioria dos outros ministérios e cargos de confiança.
     E “passam a boiada” do privilégio branco sob a cartada da competência em primeiro lugar, mas que sabidamente têm um viés de indicação e manutenção de pessoas brancas, heterossexuais, cisgêneros e sem deficiência, parecidas com as que majoritariamente já estão lá.
     Como já dizia Gal Costa, é preciso estar “atento e forte”, cobrando mudanças concretas. Uma delas, boa e necessária, seria a alteração do decreto da lei 10829/2021, incluindo reserva de 30% de vagas para negras e negros em cargos de comissão e funções de confiança em todos os níveis, com equidade de gênero. Não esquecer dos esquecidos não deve ser uma pauta apenas dos Direitos Humanos, mas de todas as partes de um novo governo que se propõe a cuidar de todas as pessoas.

(Luana Génot. Revista Ela. O Globo, 8/01/23, p. 23) 
As alternativas a seguir apresentam fragmentos retirados do texto lido, nos quais foram destacados exemplos de aposto especificativo. Isso só não ocorre em:  
Alternativas
Q3720764 Português
Leia o texto a seguir para responder à questtão:

ALÉM DA POSSE

    Não há dúvidas de que foi histórica a posse do presidente Lula. Com a ausência do Jair, ele reuniu os representantes da sociedade civil Aline Sousa, o cacique Raoni, Weslley Rocha, Murilo Jesus, Jucimara dos Santos, Ivan Baron, Flávio Pereira, Francisco, de 10 anos, além da cachorrinha Resistência, na passagem da faixa presidencial. Tudo isso em uma semana densa que juntou não apenas notícias que vinham de Brasília, mas também o triste adeus ao rei Pelé.
    Sob o sol escaldante, acompanhei de pertinho um pouco das cerimônias que marcaram o retorno de Lula para um terceiro mandato, e também a posse de alguns dos ministros.
  Recomendo a experiência pelo menos uma vez na vida, seja qual for sua convicção política. Acompanhar de perto e observar os formatos, as falas e os públicos de cada cerimônia de posse... Isso já diz muito do direcionamento que dá base a cada um. E certamente o desenrolar das práticas ao longo do tempo, para além dos discursos, dirá muito mais. Vivendo isso, pensei sobre como podemos abrir caminhos para fazer valer o legado do rei Pelé, deixando brilhar mais reis e rainhas, no plural.
     Me emocionei ao ver a ministra Margareth Menezes e a cultura tomando posse. Ou, ainda, o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, em seu discurso sobre não esquecer os esquecidos, destacando que todos “existem e são valiosos”. Fiz questão de cumprimentar os ministros, desejando sorte, e também cobrando para que aquela representatividade, tão bonita na foto da histórica posse de Lula, não seja apenas limitada àquele momento.
    Que vá para além das pastas de Direitos Humanos, da Igualdade Racial ou dos Povos Originários. São conquistas, e já nascem mais representativas de setores da sociedade geralmente sub-representados. Mas queremos mais.
   Queremos que a representatividade seja escalada intencionalmente para os demais cargos de confiança que apoiam as tomadas de decisão que movimentam o país. Na fala do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destaco a importante promessa em reduzir o peso tributário das famílias de baixa renda. Vamos acompanhar de perto seu quadro de secretários e assessores majoritariamente composto por homens e brancos com apenas duas representantes mulheres, sendo uma negra: Fernanda Santiago, assessora especial de Assuntos Jurídicos.
     Temos muitas conquistas a ser celebradas, como o número recorde, mesmo ainda sem paridade, de ministras e presidentes de bancos estatais mulheres. Mas o quadro esmagadoramente masculino e branco ainda se repete para a maioria dos outros ministérios e cargos de confiança.
     E “passam a boiada” do privilégio branco sob a cartada da competência em primeiro lugar, mas que sabidamente têm um viés de indicação e manutenção de pessoas brancas, heterossexuais, cisgêneros e sem deficiência, parecidas com as que majoritariamente já estão lá.
     Como já dizia Gal Costa, é preciso estar “atento e forte”, cobrando mudanças concretas. Uma delas, boa e necessária, seria a alteração do decreto da lei 10829/2021, incluindo reserva de 30% de vagas para negras e negros em cargos de comissão e funções de confiança em todos os níveis, com equidade de gênero. Não esquecer dos esquecidos não deve ser uma pauta apenas dos Direitos Humanos, mas de todas as partes de um novo governo que se propõe a cuidar de todas as pessoas.

(Luana Génot. Revista Ela. O Globo, 8/01/23, p. 23) 
“A língua coloquial [...] é uma variante mais espontânea, utilizada nas relações informais entre os falantes. É a língua do cotidiano, sem muita preocupação com as normas”.
(FERREIRA, Mauro. Gramática, aprender e praticar. Ed. Renovada. São Paulo: FTD, p. 81, 2007)

Atento à citação gramatical acima, assinale a alternativa que apresenta um fragmento do texto lido que pode ser considerado como um exemplo de linguagem coloquial.  
Alternativas
Q3720763 Português
Leia o texto a seguir para responder à questtão:

ALÉM DA POSSE

    Não há dúvidas de que foi histórica a posse do presidente Lula. Com a ausência do Jair, ele reuniu os representantes da sociedade civil Aline Sousa, o cacique Raoni, Weslley Rocha, Murilo Jesus, Jucimara dos Santos, Ivan Baron, Flávio Pereira, Francisco, de 10 anos, além da cachorrinha Resistência, na passagem da faixa presidencial. Tudo isso em uma semana densa que juntou não apenas notícias que vinham de Brasília, mas também o triste adeus ao rei Pelé.
    Sob o sol escaldante, acompanhei de pertinho um pouco das cerimônias que marcaram o retorno de Lula para um terceiro mandato, e também a posse de alguns dos ministros.
  Recomendo a experiência pelo menos uma vez na vida, seja qual for sua convicção política. Acompanhar de perto e observar os formatos, as falas e os públicos de cada cerimônia de posse... Isso já diz muito do direcionamento que dá base a cada um. E certamente o desenrolar das práticas ao longo do tempo, para além dos discursos, dirá muito mais. Vivendo isso, pensei sobre como podemos abrir caminhos para fazer valer o legado do rei Pelé, deixando brilhar mais reis e rainhas, no plural.
     Me emocionei ao ver a ministra Margareth Menezes e a cultura tomando posse. Ou, ainda, o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, em seu discurso sobre não esquecer os esquecidos, destacando que todos “existem e são valiosos”. Fiz questão de cumprimentar os ministros, desejando sorte, e também cobrando para que aquela representatividade, tão bonita na foto da histórica posse de Lula, não seja apenas limitada àquele momento.
    Que vá para além das pastas de Direitos Humanos, da Igualdade Racial ou dos Povos Originários. São conquistas, e já nascem mais representativas de setores da sociedade geralmente sub-representados. Mas queremos mais.
   Queremos que a representatividade seja escalada intencionalmente para os demais cargos de confiança que apoiam as tomadas de decisão que movimentam o país. Na fala do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destaco a importante promessa em reduzir o peso tributário das famílias de baixa renda. Vamos acompanhar de perto seu quadro de secretários e assessores majoritariamente composto por homens e brancos com apenas duas representantes mulheres, sendo uma negra: Fernanda Santiago, assessora especial de Assuntos Jurídicos.
     Temos muitas conquistas a ser celebradas, como o número recorde, mesmo ainda sem paridade, de ministras e presidentes de bancos estatais mulheres. Mas o quadro esmagadoramente masculino e branco ainda se repete para a maioria dos outros ministérios e cargos de confiança.
     E “passam a boiada” do privilégio branco sob a cartada da competência em primeiro lugar, mas que sabidamente têm um viés de indicação e manutenção de pessoas brancas, heterossexuais, cisgêneros e sem deficiência, parecidas com as que majoritariamente já estão lá.
     Como já dizia Gal Costa, é preciso estar “atento e forte”, cobrando mudanças concretas. Uma delas, boa e necessária, seria a alteração do decreto da lei 10829/2021, incluindo reserva de 30% de vagas para negras e negros em cargos de comissão e funções de confiança em todos os níveis, com equidade de gênero. Não esquecer dos esquecidos não deve ser uma pauta apenas dos Direitos Humanos, mas de todas as partes de um novo governo que se propõe a cuidar de todas as pessoas.

(Luana Génot. Revista Ela. O Globo, 8/01/23, p. 23) 
Considera-se intertextualidade o “diálogo” que ocorre entre dois textos diferentes, quando um faz referência a outro que já existia, inspirando-se em sua forma ou mensagem para criar um novo discurso. Observe o fragmento retirado do texto acima: “Como já dizia Gal Costa, é preciso estar “atento e forte”, cobrando mudanças concretas.”

Identifique o tipo de intertextualidade que ocorre no fragmento em destaque: 
Alternativas
Q3643256 Biblioteconomia
A biblioteca, por ser um ambiente de informação e aprendizagem, é essencialmente um ambiente que suscita a prática educacional. Sobre o papel da educação de usuários nas bibliotecas escolares, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3643255 Biblioteconomia
Assinale a alternativa que representa uma referência de livro da forma correta, conforme última atualização da NBR6023:  
Alternativas
Q3643254 Biblioteconomia
Sobre as modalidades de aquisição, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3643253 Biblioteconomia
Assinale a alternativa correta no que se refere a questões morais que podem estar envolvidas no momento da seleção de obras em bibliotecas escolares:  
Alternativas
Q3643252 Biblioteconomia
Sobre a organização de bibliotecas, assinale a alternativa que esboça corretamente atividades de gestão direcionadas para tratamento técnico das obras:  
Alternativas
Q3643251 Biblioteconomia
Sobre a conduta ética na atuação de agentes de bibliotecas em ambientes escolares, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3643250 Biblioteconomia
O usuário é a razão da existência de uma biblioteca escolar. Com relação ao bom atendimento e às relações humanas estabelecidas no desenvolvimento do trabalho dos agentes de bibliotecas, selecione a alternativa correta: 
Alternativas
Q3643249 Biblioteconomia
Um documento essencial para gestão dos serviços prestados nas bibliotecas é a política de formação e desenvolvimento de coleções. Sobre elementos que constituem este documento, assinale a alternativa correta:  
Alternativas
Q3643248 Biblioteconomia
Sobre a pesquisa de fontes no ambiente virtual para realização de trabalho escolar, no atendimento realizado na biblioteca, assinale a alternativa correta:  
Alternativas
Q3643247 Biblioteconomia
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A tirinha do Calvin, de Bill Watterson, traz para os leitores a questão da multa na biblioteca por atraso no empréstimo de obras do acervo. Sobre o assunto, considerando a maneira coerente de realizar a gestão do acervo na organização de uma biblioteca escolar, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3643246 Biblioteconomia
Sobre os softwares de bibliotecas disponíveis no mercado, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Respostas
901: C
902: B
903: C
904: B
905: D
906: A
907: B
908: B
909: C
910: D
911: A
912: C
913: A
914: D
915: C
916: A
917: A
918: B
919: A
920: D