Questões de Concurso Para auxiliar de biblioteca

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Q3202112 Português

A leitura do Texto I é necessária para responder à questão:


TEXTO I


O Mágico


André Ricardo Aguiar


    Ele era mágico, vivia disso e se orgulhava, quando saiu de sua terra, de ter de memória, todas as técnicas que aprendeu com um sujeito velho, espécie de caixeiro-viajante, que lhe ensinou o básico: tudo é ilusão.

    Agora vivia num quartinho alugado, perto da boate onde ele, com destreza, fazia mil e uma mágicas de enganar a vista, o dito ilusionismo para alguns. Desaparecia e aparecia com o espectador e sabia muito bem esticar o suspense; as inevitáveis e mirabolantes estripulias com cartas de baralhos; o truque de mover objetos. E em tudo isso o pouco rendimento, o suado resultado que mal pagava as contas – e que mal alimentava o coelho da cartola. Também sonhava com Carolina, a filha do dono do estabelecimento. Ia e vinha entre as mesas, atendendo os clientes. 

    Lembrava bem da cidade em que nasceu, da prima que se espantou com a primeira mágica, do beijo roubado no crepúsculo, da estranheza em pouco mais que um fim de semana ver o pai desaparecer numa curva da estrada e nunca mais aparecer, amargo número incompleto.

    Estava nas reminiscências naquela manhã, quando treinava os números daquele dia, e, num momento raro, pegou o coelho, o pôs na cartola e o viu sumir. A mão sentiu a penugem ir aos poucos se desfazendo numa matéria mínima até pouco restar, a não ser pelos entre os dedos. Depois, olhou para o fundo da cartola, para os lados, para a sala e nada.

    Demorou muito a cair em si. Não era apenas a cartola. Qualquer coisa que pudesse se ocultar por ele, podia sim, sumir. E não mais voltar. Esperou dias pela volta do coelhinho e nada. Sentiu ânsias de vômito e teve a impressão de uma bola de pelos efervescentes subir a garganta, e nada.

    Na boate, a platéia (SIC.) entediada, como a esperar que ele fosse apenas a atração secundária para o show com mulheres voluptuosas. Então, de pirraça, começou a desaparecer com pessoas. Escolhia ao acaso, na platéia (SIC.), aqueles seres desacompanhados, que geralmente ficavam nos cantos apenas pedindo, com os gestos mínimos, para não serem perturbados. Mas quando chamados, talvez para evitar um constrangimento na recusa, iam ao palco e se submetiam à humilhação de serem vistos e analisados com os olhares. Durava pouco, pois entravam numa cabine e, num zastrás, o vazio apenas, o holofote chicoteava e pronto, música de finalização. Ninguém reclamava o fechamento do círculo. Achavam que quem desaparecia, ia para os bastidores e de lá, talvez pegar a lateral da boate e ir embora. O dono do estabelecimento, vez ou outra, preocupado, perguntava mesmo, onde o sujeito? E ele, vestindo a roupa comum, desconversava dizendo, está na mesa perto do balcão, é só conferir. E dizia com poucas palavras, já anunciando que o silêncio era o que faltava vestir para ir cuidar da vida. 

    Mágica. Não tinha a capacidade, esta sim, necessária, de fazer aparecer coisas. Dinheiro no bolso ou na cartola, por exemplo. Só desaparecia. Sabia, pois sonhou com isso, que as pessoas que desapareciam, forçosamente apareciam em outros lugares. Os solitários caíam em antigas aldeias festivas e geralmente eram solicitados a cantar ou tocar. Os tímidos ou feios terminavam em serviço social, os hospitais do outro lado do mundo, os contratavam para atender pacientes. Os que estavam terrivelmente molestados, com pouco tempo de vida, iam para as guerras fronteiriças, e na luta, descobriam um sentido imediato de vida. Morriam úteis, sem saber se foi a bala ou o tumor.

    Foi só quando Carolina confessou o seu amor, um amor que seria sempre proibido, que ele se lembrou do conselho do caixeiro-viajante e tornou a frase ao avesso: vida é ilusão. E programou seu último número, às ocultas.

    Naquela última noite, o mágico fez tudo às pressas, tão nervoso estava. Alguns números não funcionaram. Outros, arrancaram risadas, outros ainda nem foram aplaudidos. Deixou pra o final, já cansado e com a cartola jogada no canto do palco, o número da cabine. Olhou para a platéia (SIC.) na luz difusa e com um gesto, chamou a filha do dono do estabelecimento. Tudo combinado, ela veio às pressas, enquanto o pai estava ocupado, com urgências de última hora. E quando entrou na cabine, o mágico suspirou aliviado e sem muita cerimônia, para surpresa do público, também entrou, uma maleta nas mãos. Fechou e entrou no abafado mundo do seu talento. Escuro estava. Tateou até encontrar uma mão trêmula e febril. Podia ser Carolina ou a ilusão que lhe convinha, não importa.

    Desaparecer sempre era um bom começo.


ANDRÉ RICARDO AGUIAR nasceu em Itabaiana, Paraíba e ficou tempo suficiente nesta zona rural para adquirir o olhar para as coisas mais básicas da vida, tempo e memória. Veio para João Pessoa, tomou contato com livros e bibliotecas e nunca mais parou de beber da fonte. Passou por jornalismo e letras e através de muitas amizades, integrou os movimentos culturais do fim de século, além de colaborar com jornais e revistas, entre eles, Correio das Artes, sua estreia. Participou de concursos literários, fundou o selo Trema, junto com Antonio Mariano e José Caetano e ajudou a fundar o Clube do Conto da Paraíba. Começou na poesia, publicando AFlor em Construção (Idéia), Alvenaria (Ed. UFPB). Em seguida, o livro de crônicas de viagem Bagagem Lírica (Sal da Terra) e os infantis O rato que roeu o rei (Rocco) e Pequenas Reinações. Tem inéditos outros livros.

Fonte: https://clubedoconto.blogspot.com/search/label/Conto 

 

Releia o trecho: “O mágico, após sair de sua terra, vivia realizando truques em uma boate. Em uma de suas apresentações, ele decide realizar um número especial, o truque da cabine, no final da noite”.


Avalie as afirmações a seguir relacionadas ao truque da cabine do mágico na última noite:


I- O mágico escolheu apresentar o número da cabine no final para surpreender a plateia.


II- A escolha de realizar o truque da cabine no final foi motivada por falhas técnicas nos números anteriores.


III- A cartola, essencial para o truque da cabine, estava jogada no palco, influenciando na decisão do mágico.


IV- O mágico programou o truque da cabine como um gesto de pirraça para com a plateia.


V- O cansaço do mágico na última noite, impactou diretamente no sucesso do truque da cabine.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3202111 Português

A leitura do Texto I é necessária para responder à questão:


TEXTO I


O Mágico


André Ricardo Aguiar


    Ele era mágico, vivia disso e se orgulhava, quando saiu de sua terra, de ter de memória, todas as técnicas que aprendeu com um sujeito velho, espécie de caixeiro-viajante, que lhe ensinou o básico: tudo é ilusão.

    Agora vivia num quartinho alugado, perto da boate onde ele, com destreza, fazia mil e uma mágicas de enganar a vista, o dito ilusionismo para alguns. Desaparecia e aparecia com o espectador e sabia muito bem esticar o suspense; as inevitáveis e mirabolantes estripulias com cartas de baralhos; o truque de mover objetos. E em tudo isso o pouco rendimento, o suado resultado que mal pagava as contas – e que mal alimentava o coelho da cartola. Também sonhava com Carolina, a filha do dono do estabelecimento. Ia e vinha entre as mesas, atendendo os clientes. 

    Lembrava bem da cidade em que nasceu, da prima que se espantou com a primeira mágica, do beijo roubado no crepúsculo, da estranheza em pouco mais que um fim de semana ver o pai desaparecer numa curva da estrada e nunca mais aparecer, amargo número incompleto.

    Estava nas reminiscências naquela manhã, quando treinava os números daquele dia, e, num momento raro, pegou o coelho, o pôs na cartola e o viu sumir. A mão sentiu a penugem ir aos poucos se desfazendo numa matéria mínima até pouco restar, a não ser pelos entre os dedos. Depois, olhou para o fundo da cartola, para os lados, para a sala e nada.

    Demorou muito a cair em si. Não era apenas a cartola. Qualquer coisa que pudesse se ocultar por ele, podia sim, sumir. E não mais voltar. Esperou dias pela volta do coelhinho e nada. Sentiu ânsias de vômito e teve a impressão de uma bola de pelos efervescentes subir a garganta, e nada.

    Na boate, a platéia (SIC.) entediada, como a esperar que ele fosse apenas a atração secundária para o show com mulheres voluptuosas. Então, de pirraça, começou a desaparecer com pessoas. Escolhia ao acaso, na platéia (SIC.), aqueles seres desacompanhados, que geralmente ficavam nos cantos apenas pedindo, com os gestos mínimos, para não serem perturbados. Mas quando chamados, talvez para evitar um constrangimento na recusa, iam ao palco e se submetiam à humilhação de serem vistos e analisados com os olhares. Durava pouco, pois entravam numa cabine e, num zastrás, o vazio apenas, o holofote chicoteava e pronto, música de finalização. Ninguém reclamava o fechamento do círculo. Achavam que quem desaparecia, ia para os bastidores e de lá, talvez pegar a lateral da boate e ir embora. O dono do estabelecimento, vez ou outra, preocupado, perguntava mesmo, onde o sujeito? E ele, vestindo a roupa comum, desconversava dizendo, está na mesa perto do balcão, é só conferir. E dizia com poucas palavras, já anunciando que o silêncio era o que faltava vestir para ir cuidar da vida. 

    Mágica. Não tinha a capacidade, esta sim, necessária, de fazer aparecer coisas. Dinheiro no bolso ou na cartola, por exemplo. Só desaparecia. Sabia, pois sonhou com isso, que as pessoas que desapareciam, forçosamente apareciam em outros lugares. Os solitários caíam em antigas aldeias festivas e geralmente eram solicitados a cantar ou tocar. Os tímidos ou feios terminavam em serviço social, os hospitais do outro lado do mundo, os contratavam para atender pacientes. Os que estavam terrivelmente molestados, com pouco tempo de vida, iam para as guerras fronteiriças, e na luta, descobriam um sentido imediato de vida. Morriam úteis, sem saber se foi a bala ou o tumor.

    Foi só quando Carolina confessou o seu amor, um amor que seria sempre proibido, que ele se lembrou do conselho do caixeiro-viajante e tornou a frase ao avesso: vida é ilusão. E programou seu último número, às ocultas.

    Naquela última noite, o mágico fez tudo às pressas, tão nervoso estava. Alguns números não funcionaram. Outros, arrancaram risadas, outros ainda nem foram aplaudidos. Deixou pra o final, já cansado e com a cartola jogada no canto do palco, o número da cabine. Olhou para a platéia (SIC.) na luz difusa e com um gesto, chamou a filha do dono do estabelecimento. Tudo combinado, ela veio às pressas, enquanto o pai estava ocupado, com urgências de última hora. E quando entrou na cabine, o mágico suspirou aliviado e sem muita cerimônia, para surpresa do público, também entrou, uma maleta nas mãos. Fechou e entrou no abafado mundo do seu talento. Escuro estava. Tateou até encontrar uma mão trêmula e febril. Podia ser Carolina ou a ilusão que lhe convinha, não importa.

    Desaparecer sempre era um bom começo.


ANDRÉ RICARDO AGUIAR nasceu em Itabaiana, Paraíba e ficou tempo suficiente nesta zona rural para adquirir o olhar para as coisas mais básicas da vida, tempo e memória. Veio para João Pessoa, tomou contato com livros e bibliotecas e nunca mais parou de beber da fonte. Passou por jornalismo e letras e através de muitas amizades, integrou os movimentos culturais do fim de século, além de colaborar com jornais e revistas, entre eles, Correio das Artes, sua estreia. Participou de concursos literários, fundou o selo Trema, junto com Antonio Mariano e José Caetano e ajudou a fundar o Clube do Conto da Paraíba. Começou na poesia, publicando AFlor em Construção (Idéia), Alvenaria (Ed. UFPB). Em seguida, o livro de crônicas de viagem Bagagem Lírica (Sal da Terra) e os infantis O rato que roeu o rei (Rocco) e Pequenas Reinações. Tem inéditos outros livros.

Fonte: https://clubedoconto.blogspot.com/search/label/Conto 

 

Releia o trecho: “Naquela última noite, o mágico fez tudo às pressas, tão nervoso estava. Alguns números não funcionaram. Outros, arrancaram risadas, outros ainda nem foram aplaudidos. Deixou pra o final, já cansado e com a cartola jogada no canto do palco, o número da cabine”.


Qual foi o motivo predominante que levou o mágico a escolher apresentar o número da cabine no final da última noite?

Alternativas
Q3202110 Português

A leitura do Texto I é necessária para responder à questão:


TEXTO I


O Mágico


André Ricardo Aguiar


    Ele era mágico, vivia disso e se orgulhava, quando saiu de sua terra, de ter de memória, todas as técnicas que aprendeu com um sujeito velho, espécie de caixeiro-viajante, que lhe ensinou o básico: tudo é ilusão.

    Agora vivia num quartinho alugado, perto da boate onde ele, com destreza, fazia mil e uma mágicas de enganar a vista, o dito ilusionismo para alguns. Desaparecia e aparecia com o espectador e sabia muito bem esticar o suspense; as inevitáveis e mirabolantes estripulias com cartas de baralhos; o truque de mover objetos. E em tudo isso o pouco rendimento, o suado resultado que mal pagava as contas – e que mal alimentava o coelho da cartola. Também sonhava com Carolina, a filha do dono do estabelecimento. Ia e vinha entre as mesas, atendendo os clientes. 

    Lembrava bem da cidade em que nasceu, da prima que se espantou com a primeira mágica, do beijo roubado no crepúsculo, da estranheza em pouco mais que um fim de semana ver o pai desaparecer numa curva da estrada e nunca mais aparecer, amargo número incompleto.

    Estava nas reminiscências naquela manhã, quando treinava os números daquele dia, e, num momento raro, pegou o coelho, o pôs na cartola e o viu sumir. A mão sentiu a penugem ir aos poucos se desfazendo numa matéria mínima até pouco restar, a não ser pelos entre os dedos. Depois, olhou para o fundo da cartola, para os lados, para a sala e nada.

    Demorou muito a cair em si. Não era apenas a cartola. Qualquer coisa que pudesse se ocultar por ele, podia sim, sumir. E não mais voltar. Esperou dias pela volta do coelhinho e nada. Sentiu ânsias de vômito e teve a impressão de uma bola de pelos efervescentes subir a garganta, e nada.

    Na boate, a platéia (SIC.) entediada, como a esperar que ele fosse apenas a atração secundária para o show com mulheres voluptuosas. Então, de pirraça, começou a desaparecer com pessoas. Escolhia ao acaso, na platéia (SIC.), aqueles seres desacompanhados, que geralmente ficavam nos cantos apenas pedindo, com os gestos mínimos, para não serem perturbados. Mas quando chamados, talvez para evitar um constrangimento na recusa, iam ao palco e se submetiam à humilhação de serem vistos e analisados com os olhares. Durava pouco, pois entravam numa cabine e, num zastrás, o vazio apenas, o holofote chicoteava e pronto, música de finalização. Ninguém reclamava o fechamento do círculo. Achavam que quem desaparecia, ia para os bastidores e de lá, talvez pegar a lateral da boate e ir embora. O dono do estabelecimento, vez ou outra, preocupado, perguntava mesmo, onde o sujeito? E ele, vestindo a roupa comum, desconversava dizendo, está na mesa perto do balcão, é só conferir. E dizia com poucas palavras, já anunciando que o silêncio era o que faltava vestir para ir cuidar da vida. 

    Mágica. Não tinha a capacidade, esta sim, necessária, de fazer aparecer coisas. Dinheiro no bolso ou na cartola, por exemplo. Só desaparecia. Sabia, pois sonhou com isso, que as pessoas que desapareciam, forçosamente apareciam em outros lugares. Os solitários caíam em antigas aldeias festivas e geralmente eram solicitados a cantar ou tocar. Os tímidos ou feios terminavam em serviço social, os hospitais do outro lado do mundo, os contratavam para atender pacientes. Os que estavam terrivelmente molestados, com pouco tempo de vida, iam para as guerras fronteiriças, e na luta, descobriam um sentido imediato de vida. Morriam úteis, sem saber se foi a bala ou o tumor.

    Foi só quando Carolina confessou o seu amor, um amor que seria sempre proibido, que ele se lembrou do conselho do caixeiro-viajante e tornou a frase ao avesso: vida é ilusão. E programou seu último número, às ocultas.

    Naquela última noite, o mágico fez tudo às pressas, tão nervoso estava. Alguns números não funcionaram. Outros, arrancaram risadas, outros ainda nem foram aplaudidos. Deixou pra o final, já cansado e com a cartola jogada no canto do palco, o número da cabine. Olhou para a platéia (SIC.) na luz difusa e com um gesto, chamou a filha do dono do estabelecimento. Tudo combinado, ela veio às pressas, enquanto o pai estava ocupado, com urgências de última hora. E quando entrou na cabine, o mágico suspirou aliviado e sem muita cerimônia, para surpresa do público, também entrou, uma maleta nas mãos. Fechou e entrou no abafado mundo do seu talento. Escuro estava. Tateou até encontrar uma mão trêmula e febril. Podia ser Carolina ou a ilusão que lhe convinha, não importa.

    Desaparecer sempre era um bom começo.


ANDRÉ RICARDO AGUIAR nasceu em Itabaiana, Paraíba e ficou tempo suficiente nesta zona rural para adquirir o olhar para as coisas mais básicas da vida, tempo e memória. Veio para João Pessoa, tomou contato com livros e bibliotecas e nunca mais parou de beber da fonte. Passou por jornalismo e letras e através de muitas amizades, integrou os movimentos culturais do fim de século, além de colaborar com jornais e revistas, entre eles, Correio das Artes, sua estreia. Participou de concursos literários, fundou o selo Trema, junto com Antonio Mariano e José Caetano e ajudou a fundar o Clube do Conto da Paraíba. Começou na poesia, publicando AFlor em Construção (Idéia), Alvenaria (Ed. UFPB). Em seguida, o livro de crônicas de viagem Bagagem Lírica (Sal da Terra) e os infantis O rato que roeu o rei (Rocco) e Pequenas Reinações. Tem inéditos outros livros.

Fonte: https://clubedoconto.blogspot.com/search/label/Conto 

 

Releia o trecho: “Ele era mágico, vivia disso e se orgulhava, quando saiu de sua terra, de ter de memória, todas as técnicas que aprendeu com um sujeito velho, espécie de caixeiro-viajante, que lhe ensinou o básico: tudo é ilusão.”


Considerando o ensinamento do caixeiro-viajante ao mágico, expresso no texto, qual conceito fundamental orienta a prática do ilusionismo do protagonista?

Alternativas
Q3187855 Biblioteconomia
Para garantir a preservação adequada de um Livro e prolongar sua vida útil, é importante seguir práticas corretas ao manusear e armazenar. Portanto, observe as alternativas abaixo e assinale aquela que apresenta uma atitude que NÃO contribui para a preservação dos livros e pode, na verdade, causar danos ao material?
Alternativas
Q3187854 Biblioteconomia
A primeira Biblioteca Pública oficial do Brasil desempenhou um papel crucial na formação da cultura e da educação nacional. No contexto histórico, onde foi estabelecida essa importante instituição?
Alternativas
Q3187853 Biblioteconomia

Um usuário da biblioteca apresenta uma reclamação informando que um livro adquirido está danificado e solicita uma solução, como o reparo do livro ou a substituição por um exemplar em bom estado. Diante do caso em tela, qual dos seguintes passos deve ser incluído no atendimento para garantir uma resolução eficiente? 

Alternativas
Q3187852 Biblioteconomia
Analise as afirmativas abaixo, e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta indicando V (Verdadeiro) ou F (Falso): Não são objeto de proteção como direitos autorais:

( ) Os nomes e títulos conjuntamente;
( ) Os textos de tratados ou convenções, leis, decretos, regulamentos, decisões extrajudiciais e demais atos extra oficiais;
( ) Os esquemas, planos ou regras para realizar atos mentais, jogos ou negócios.
Alternativas
Q3187851 Biblioteconomia
A catalogação de livros é uma atividade crucial para a organização e administração eficaz dos acervos em bibliotecas. Para garantir uma catalogação adequada, é necessário que o bibliotecário registre as seguintes informações sobre o livro:
Alternativas
Q3187850 Biblioteconomia
O Papel das Bibliotecas em uma comunidade ou cidade vai além da simples disseminação de informações, atuando como um ponto de inclusão e acesso ao conhecimento em uma era marcada pela abundância de informações. Com base na descrição do papel social das bibliotecas, qual das seguintes afirmações é correta?
Alternativas
Q3187849 Biblioteconomia
O Sistema de Gerenciamento de Biblioteca Integrado, conhecido pela sigla ILS (Integrated Library System), é um software fundamental para o funcionamento das bibliotecas modernas. Com isto, qual das alternativas abaixo não representa uma função ou característica típica de um ILS?
Alternativas
Q3187848 Biblioteconomia
A Proteção dos Direitos Patrimoniais sobre materiais bibliográficos e outros tipos de obras é regulada pela Legislação Brasileira. Neste sentido, assinale a alternativa que descreve corretamente a duração da proteção dos direitos patrimoniais sobre obras literárias, artísticas e científicas:
Alternativas
Q3187847 Biblioteconomia
A Biblioteca de Alexandria é amplamente reconhecida como uma das maiores e mais importantes bibliotecas da Antiguidade, reunindo um vasto acervo de cultura e ciência ao longo de sete séculos. Sobre a Biblioteca de Alexandria, qual das seguintes afirmações, NÃO é considerada correta?
Alternativas
Q3187846 Biblioteconomia
No contexto dos critérios adotados para o descarte de documentos em Bibliotecas, o critério de obsolescência refere-se a:
Alternativas
Q3187845 Biblioteconomia
Analise as afirmativas abaixo, e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta indicando V (Verdadeiro) ou F (Falso):

São obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro, tais como:

( ) As obras dramáticas e dramático-musicais;
( ) As conferências, alocuções, sermões e outras obras da mesma natureza;
( ) Os textos de obras literárias, artísticas ou científicas.
Alternativas
Q3187844 Biblioteconomia
Considerando as espécies de Indexação existentes, analise o enunciado abaixo e assinale a alternativa que apresenta corretamente ao termo correspondente:

A forma mais simples __________________ de consiste em contar palavras, um mecanismo que simula a leitura humana pelo computador. As contagens são geralmente realizadas mediante o uso de duas listas: uma negativa e uma positiva.
Alternativas
Q3187843 Atendimento ao Público
A expressão “escuta ativa”, criada pelos psicólogos Carl Rogers e Richard Farson na década de 1950, visa melhorar os relacionamentos interpessoais, especialmente em ambientes de trabalho. No contexto do atendimento ao cliente, qual das opções a seguir NÃO representa uma prática de escuta ativa? 
Alternativas
Q3187842 Biblioteconomia
A Classificação Decimal de Dewey (CDD) é um sistema amplamente utilizado para organizar o acervo de bibliotecas, dividindo o conhecimento em dez grandes categorias. Criado por Melvil Dewey em 1876, esse sistema permite a fácil localização de livros e materiais de acordo com suas áreas de conhecimento. Com base nisso, qual das alternativas a seguir descreve corretamente uma função da CDD?
Alternativas
Q3187841 Biblioteconomia
A Biblioteca Escolar desempenha um papel fundamental no ambiente educacional. Além de fomentar a leitura e o acesso à informação, ela integra-se com a sala de aula e o currículo escolar, contribuindo para o desenvolvimento dos alunos. Com base nesse contexto, qual das alternativas NÃO descreve uma das funções ou objetivos de uma Biblioteca Escolar?
Alternativas
Q3187783 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
De acordo com a Lei Municipal nº 851 de 1990, que dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos Municipais de Paraty, assinale a alternativa incorreta. São deveres dos funcionários:
Alternativas
Q3187778 Matemática
Carlos encontrou um cofre com moedas de diferentes valores. Ele encontrou 45 moedas de R$ 0,10 e 56 moedas de R$ 0,25. Qual é o valor total que Carlos encontrou no cofre?
Alternativas
Respostas
441: E
442: E
443: D
444: B
445: B
446: C
447: A
448: A
449: C
450: D
451: C
452: D
453: B
454: C
455: A
456: C
457: B
458: B
459: E
460: C