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Q3269129 Direito Administrativo
Conforme a Lei nº 9.784/1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, analise as afirmativas seguintes.

I. A publicidade dos atos administrativos é obrigatória, salvo nos casos de sigilo previstos na Constituição Federal de 1988.
II. É garantido o contraditório e a ampla defesa em todos os processos administrativos.
III. A motivação dos atos administrativos é dispensada nos casos de urgência comprovada.
IV. A revisão de atos administrativos pode ocorrer por iniciativa da administração ou mediante provocação.
V. O processo administrativo deve respeitar os princípios da eficiência e da finalidade pública.

Estão corretas
Alternativas
Q3269128 Direito Administrativo
A Lei 8.112/1990, sancionada em 11 de setembro de 1990, completará 35 anos em 2025. Esta legislação é de grande relevância para o funcionalismo público brasileiro e passou por algumas alterações legais que visaram ao aperfeiçoamento da norma. Além de reger todos os servidores públicos estatutários federais, representa um dos pilares normativos da administração pública. De acordo com a referida lei, sobre o provimento de cargos públicos no regime jurídico dos servidores públicos, analise as afirmativas a seguir.

I. O provimento de cargos públicos efetivos pode ocorrer por nomeação, promoção, readaptação, reversão, aproveitamento, reintegração e recondução.
II. A promoção é uma forma de provimento derivado que ocorre dentro da mesma carreira.
III. A readaptação ocorre quando o servidor é considerado inapto para o exercício das atribuições do cargo e é investido em outro compatível com sua capacidade física ou mental.
IV. A reversão é o retorno à atividade de servidor aposentado por invalidez, quando constatada a recuperação de sua saúde.
V. A recondução é o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado em razão de inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo ou reintegração do anterior ocupante.

Estão corretas 
Alternativas
Q3269127 Administração Pública
Caso a chefia imediata de um setor em uma empresa pública deseje alertar os seus funcionários sobre fake news divulgadas sobre a referida empresa, o gênero textual mais apropriado para transmitir essa informação de forma oficial e interna seria 
Alternativas
Q3269126 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.





Fonte: https://boletimcontexto.wordpress.com/

O texto configura-se como um exemplar do gênero
Alternativas
Q3269125 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.





Fonte: https://boletimcontexto.wordpress.com/

O tipo textual predominante nesse texto é o
Alternativas
Q3269124 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.





Fonte: https://boletimcontexto.wordpress.com/

No texto, o termo "Fake News" é colocado junto a "chip" e "bateria" no diálogo, criando uma relação de associação. Esse fenômeno pode ser explicado como
Alternativas
Q3269123 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

No fragmento "O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras", o termo em destaque 
Alternativas
Q3269122 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

Considerando novamente o trecho "Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação”, o termo que substitui a palavra “já” sem prejuízo de sentido é
Alternativas
Q3269121 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

No trecho: "Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação.", o uso do acento grave é obrigatório, assim como em
Alternativas
Q3269120 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

De acordo com a explicação do professor Eugênio Bucci, assinale a alternativa que demonstra como "fake news" se relaciona conceitualmente com o termo "desinformação".
Alternativas
Q3269119 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

Quanto à funcionalidade do gênero textual, é correto afirmar que se trata de um(uma)
Alternativas
Q3269118 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

De acordo com o texto, em relação aos termos "fake news" e "mentira", o senso comum
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218688 Comunicação Social
Seguindo uma tendência na América Latina acentuada desde o inicio dos anos 2000, o direito fundamental de acesso à informação de interesse publico está regulamentado no Brasil pela Lei nº 12.527 de 2011, a Lei de Acesso a Informação (LAI). Com esse dispositivo, formalizou-se o reconhecimento do dever do Estado em assegurar o direito fundamental de acesso a informação em conformidade com os princípios da administração publica previstos na Constituição Federal, a saber: a legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência. 

Tendo esse pressuposto, podemos considerar como diretrizes do acesso a informação, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218687 Comunicação Social
Relativamente ao acesso da população a políticas culturais, podemos destacar a relevância de ações dos profissionais da Comunicação Social. Nesse mesmo cenário, destaca-se também a compreensão da cultura no contexto de democratização dos bens e do estimulo à participação efetiva da sociedade na elaboração de políticas públicas e no acompanhamento das mesmas. Sobre o exercício profissional da comunicação integrante do planejamento e do processo de escuta pública, bem como de políticas culturais, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218686 Comunicação Social
"A desinformação decorrente pode ser compartilhada por indivíduos, grupos organizados, alguns meios de comunicação e canais oficiais — de maneira premeditada ou não. Muitas vezes, a desinfodemia oculta as inverdades em meio a informações verdadeiras, e se disfarça em vários formatos conhecidos. Ela recorre a métodos conhecidos - que vão desde memes enganosos e fontes falsas, até fazer com que pessoas cliquem em links ligados a atividades criminosas de phishing. O resultado é que a desinformação sobre a COVID-19 afeta todos os conteúdos de maneira geral, incluindo aqueles sobre: a origem, a propagação e a incidência da doença; seus sintomas e tratamentos; e as respostas dos governos e outros atores".  

Posetti, Julie; Bontcheva; Kalina. Desinfodemia: decifrar informagdes sobre a pandemia de COVID-19. Publicado originalmente em 2020. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000374416_por. Acesso em: 31 out. 2024  

No texto acima, o fenômeno intitulado “Desinfodemia” caracteriza-se pelos seguintes processos, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218685 Comunicação Social
O pensador Stuart Hall (1932-2014), uma referência para a Comunicação Social dentro do campo dos Estudos Culturais, desenvolveu uma teoria da recepção comunicativa baseada no modelo de “codificação-decodificação” das mensagens, que enfatiza a interdependência entre os sistemas de produção de narrativas e de consumo das mesmas: 

“As decodificações que você faz se dão dentro do universo da codificação. Um tenta englobar o outro. À transparência entre o momento da codificação e a decodificação é o que eu chamaria de momento de hegemonia. Ser perfeitamente hegemônico é fazer com que cada significado que você quer comunicar seja compreendido pela audiência somente daquela maneira pretendida. Trata-se de um tipo de sonho de poder - nenhum chuvisco na tela, apenas a audiência totalmente passiva. Ora, o problema para mim é que não creio que a mensagem tenha somente um significado”. 

FONTE: Disponível em: HALL, Stuart. Da diáspora: identidades e mediações culturais. p.366. Belo Horizonte, Editora UFMG, 2003, 

A partir do modelo “codificação-decodificação”, é CORRETO dizer, sobre a hegemonia na comunicação:  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218684 Comunicação Social
O texto a seguir analisa transformações recentes nas linguagens audiovisuais, resultantes da ampliação e da diversificação de possibilidades de pessoas e meios de comunicação gravarem e transmitirem conteúdos de vídeo e som pela internet: 

“Estamos diante de um destes momentos de incertezas com relação à TV aberta. Entretanto a História tem nos mostrado que, após um período de turbulências e adequações, os veículos conseguem sobreviver, após readaptarem seus conteúdos e linguagens para preencher lacunas deixadas pela nova mídia. Isto aconteceu, por exemplo, com o Rádio, desacreditado por muitos quando a TV ofereceu a imagem para complementar a informação sonora. Entretanto, foi exatamente a inexistência da imagem que permitiu ao Rádio se consolidar como “o companheiro que dispensa os olhos”. 

FONTE: Disponível em: Teixeira, Stanley. In: FERRARI, Pollyanna. Comunicação digital na era da participação.p.95. Porto Alegre: RS Editora Fi, 2016. 

A partir do texto acima, pode-se afirmar que:  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218683 Comunicação Social
O conceito de Comunicação Pública representa uma das mais recentes aquisições no campo da Comunicação Social no Brasil. O termo é polissêmico, podendo envolver tanto a comunicação feita por setores estatais, pela iniciativa privada e pelo terceiro setor. De um modo ou de outro, refere-se à comunicação para a promoção da cidadania.
Sobre a Comunicação Pública, marque “V" para as afirmativas verdadeiras e “F" para as falsas: 

I. A comunicação pública tem como um de seus pressupostos fortalecer a democracia, tornando-se um indicador de qualidade do sistema político e da participação. 
II. O debate publico e a transparência são partes fundamentais da comunicação pública.  
III. Sistemas de propaganda e marketing do poder executivo são paralelos ao sistema público de comunicação. 
IV. A opinião pública justifica o planejamento da comunicação pública.  
V. As tecnologias e as redes sociais podem contribuir para fortalecer o espaço público, no sentido de aproximar Estado e sociedade, transformando as pautas governamentais em assuntos mais sedutores e persuasivos. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218682 Comunicação Social
Uma cultura de comunicação ética deriva, portanto, de determinada "filosofia' ou de um específico paradigma, de relativa estabilidade, e nada é mais eficaz que os sistemas de 'autocontrole' que ela põe em ação em situações críticas ou instáveis promovendo, ampla e democraticamente, a interação de todos os membros em seus processos comunicativos. 

Com base na citação acima, podemos inferir que uma cultura de comunicação ética:  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218681 Comunicação Social
De acordo com Kunsch (2010), a Comunicação Organizacional, na sua dimensão humana, deve ser entendida como: 
Alternativas
Respostas
641: A
642: E
643: C
644: D
645: B
646: C
647: A
648: E
649: B
650: A
651: C
652: D
653: D
654: B
655: A
656: E
657: A
658: E
659: C
660: A