Foram encontradas 2.456 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3269123 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

No fragmento "O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras", o termo em destaque 
Alternativas
Q3269122 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

Considerando novamente o trecho "Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação”, o termo que substitui a palavra “já” sem prejuízo de sentido é
Alternativas
Q3269121 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

No trecho: "Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação.", o uso do acento grave é obrigatório, assim como em
Alternativas
Q3269120 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

De acordo com a explicação do professor Eugênio Bucci, assinale a alternativa que demonstra como "fake news" se relaciona conceitualmente com o termo "desinformação".
Alternativas
Q3269119 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

Quanto à funcionalidade do gênero textual, é correto afirmar que se trata de um(uma)
Alternativas
Q3269118 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

De acordo com o texto, em relação aos termos "fake news" e "mentira", o senso comum
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218688 Comunicação Social
Seguindo uma tendência na América Latina acentuada desde o inicio dos anos 2000, o direito fundamental de acesso à informação de interesse publico está regulamentado no Brasil pela Lei nº 12.527 de 2011, a Lei de Acesso a Informação (LAI). Com esse dispositivo, formalizou-se o reconhecimento do dever do Estado em assegurar o direito fundamental de acesso a informação em conformidade com os princípios da administração publica previstos na Constituição Federal, a saber: a legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência. 

Tendo esse pressuposto, podemos considerar como diretrizes do acesso a informação, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218687 Comunicação Social
Relativamente ao acesso da população a políticas culturais, podemos destacar a relevância de ações dos profissionais da Comunicação Social. Nesse mesmo cenário, destaca-se também a compreensão da cultura no contexto de democratização dos bens e do estimulo à participação efetiva da sociedade na elaboração de políticas públicas e no acompanhamento das mesmas. Sobre o exercício profissional da comunicação integrante do planejamento e do processo de escuta pública, bem como de políticas culturais, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218686 Comunicação Social
"A desinformação decorrente pode ser compartilhada por indivíduos, grupos organizados, alguns meios de comunicação e canais oficiais — de maneira premeditada ou não. Muitas vezes, a desinfodemia oculta as inverdades em meio a informações verdadeiras, e se disfarça em vários formatos conhecidos. Ela recorre a métodos conhecidos - que vão desde memes enganosos e fontes falsas, até fazer com que pessoas cliquem em links ligados a atividades criminosas de phishing. O resultado é que a desinformação sobre a COVID-19 afeta todos os conteúdos de maneira geral, incluindo aqueles sobre: a origem, a propagação e a incidência da doença; seus sintomas e tratamentos; e as respostas dos governos e outros atores".  

Posetti, Julie; Bontcheva; Kalina. Desinfodemia: decifrar informagdes sobre a pandemia de COVID-19. Publicado originalmente em 2020. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000374416_por. Acesso em: 31 out. 2024  

No texto acima, o fenômeno intitulado “Desinfodemia” caracteriza-se pelos seguintes processos, EXCETO
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218685 Comunicação Social
O pensador Stuart Hall (1932-2014), uma referência para a Comunicação Social dentro do campo dos Estudos Culturais, desenvolveu uma teoria da recepção comunicativa baseada no modelo de “codificação-decodificação” das mensagens, que enfatiza a interdependência entre os sistemas de produção de narrativas e de consumo das mesmas: 

“As decodificações que você faz se dão dentro do universo da codificação. Um tenta englobar o outro. À transparência entre o momento da codificação e a decodificação é o que eu chamaria de momento de hegemonia. Ser perfeitamente hegemônico é fazer com que cada significado que você quer comunicar seja compreendido pela audiência somente daquela maneira pretendida. Trata-se de um tipo de sonho de poder - nenhum chuvisco na tela, apenas a audiência totalmente passiva. Ora, o problema para mim é que não creio que a mensagem tenha somente um significado”. 

FONTE: Disponível em: HALL, Stuart. Da diáspora: identidades e mediações culturais. p.366. Belo Horizonte, Editora UFMG, 2003, 

A partir do modelo “codificação-decodificação”, é CORRETO dizer, sobre a hegemonia na comunicação:  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218684 Comunicação Social
O texto a seguir analisa transformações recentes nas linguagens audiovisuais, resultantes da ampliação e da diversificação de possibilidades de pessoas e meios de comunicação gravarem e transmitirem conteúdos de vídeo e som pela internet: 

“Estamos diante de um destes momentos de incertezas com relação à TV aberta. Entretanto a História tem nos mostrado que, após um período de turbulências e adequações, os veículos conseguem sobreviver, após readaptarem seus conteúdos e linguagens para preencher lacunas deixadas pela nova mídia. Isto aconteceu, por exemplo, com o Rádio, desacreditado por muitos quando a TV ofereceu a imagem para complementar a informação sonora. Entretanto, foi exatamente a inexistência da imagem que permitiu ao Rádio se consolidar como “o companheiro que dispensa os olhos”. 

FONTE: Disponível em: Teixeira, Stanley. In: FERRARI, Pollyanna. Comunicação digital na era da participação.p.95. Porto Alegre: RS Editora Fi, 2016. 

A partir do texto acima, pode-se afirmar que:  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218683 Comunicação Social
O conceito de Comunicação Pública representa uma das mais recentes aquisições no campo da Comunicação Social no Brasil. O termo é polissêmico, podendo envolver tanto a comunicação feita por setores estatais, pela iniciativa privada e pelo terceiro setor. De um modo ou de outro, refere-se à comunicação para a promoção da cidadania.
Sobre a Comunicação Pública, marque “V" para as afirmativas verdadeiras e “F" para as falsas: 

I. A comunicação pública tem como um de seus pressupostos fortalecer a democracia, tornando-se um indicador de qualidade do sistema político e da participação. 
II. O debate publico e a transparência são partes fundamentais da comunicação pública.  
III. Sistemas de propaganda e marketing do poder executivo são paralelos ao sistema público de comunicação. 
IV. A opinião pública justifica o planejamento da comunicação pública.  
V. As tecnologias e as redes sociais podem contribuir para fortalecer o espaço público, no sentido de aproximar Estado e sociedade, transformando as pautas governamentais em assuntos mais sedutores e persuasivos. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218682 Comunicação Social
Uma cultura de comunicação ética deriva, portanto, de determinada "filosofia' ou de um específico paradigma, de relativa estabilidade, e nada é mais eficaz que os sistemas de 'autocontrole' que ela põe em ação em situações críticas ou instáveis promovendo, ampla e democraticamente, a interação de todos os membros em seus processos comunicativos. 

Com base na citação acima, podemos inferir que uma cultura de comunicação ética:  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218681 Comunicação Social
De acordo com Kunsch (2010), a Comunicação Organizacional, na sua dimensão humana, deve ser entendida como: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218680 Comunicação Social
Novas tecnologias e o contexto social impactam a comunicação organizacional, exigindo narrativas que superem a perda de sentido coletivo. As ______ tradicionais, focadas na _____ de mensagens, perdem espaço para as _____, que valorizam a _____ e a_____ . Adaptar-se a essa nova realidade é um dos grandes desafios da comunicação organizacional. 

Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a afirmativa anterior. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218679 Comunicação Social
Embora o direito de imagem seja um direito da personalidade, existem situações em que seu uso pode ser limitado. Qual das alternativas abaixo descreve uma situação em que o uso da imagem de uma pessoa pode ser permitido, mesmo sem sua autorização expressa? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218678 Comunicação Social
Qual das alternativas abaixo descreve corretamente a licença Creative Commons "Atribuição-NãoComercial-Compartilhalgual” (BY-NC-SA)?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218677 Comunicação Social
Com relação ao uso de imagens em redes sociais, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218676 Comunicação Social
Em um plano de comunicação para um evento cultural, qual etapa deve ser realizada antes da elaboração das peças de divulgação? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Produtor Cultural |
Q3218675 Comunicação Social
O direito de imagem possui diferentes dimensões e pode ser classificado em diversas espécies, de acordo com a sua natureza e finalidade. Assinale a alternativa que apresenta a CORRETA relação entre a espécie de direito de imagem e sua respectiva característica: 
Alternativas
Respostas
601: A
602: E
603: B
604: A
605: C
606: D
607: D
608: B
609: A
610: E
611: A
612: E
613: C
614: A
615: C
616: A
617: C
618: D
619: B
620: A