Questões de Concurso
Para técnico em agropecuária
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Sistemas de irrigação localizada são aqueles em que a água é aplicada diretamente na região próxima ao sistema radicular da planta em pequenas quantidades e em alta frequência. Tais características tornam esse sistema ideal para as condições climáticas do Nordeste do Brasil. Analise as afirmações a seguir relativas a essa tecnologia.
I |
A irrigação por gotejamento não pode ser utilizada com água salina. |
II |
Na prática da fertirrigação, a irrigação localizada apresenta a mesma eficiência quando comparado ao sistema de irrigação por aspersão. |
III |
Trata-se de um sistema de irrigação bastante versátil, adaptável a diferentes tipos de solo, topografia e não interfere nas práticas culturais |
IV |
São consideradas desvantagens de um sistema de irrigação localizada: alto custo inicial, predisposição ao entupimento de emissores, necessidade de um sistema de filtragem e manutenção com maior frequência. |
Das afirmações, estão corretas
As afirmações a seguir referem-se aos defensivos agrícolas e sua aplicação.
I |
O período de carência de um defensivo agrícola é o número mínimo de dias em que um produto pode ser comercializado após a última aplicação de um determinado principio ativo. |
II |
Durante a aplicação de defensivos agrícolas com classe toxicológica I (Tarja vermelha), a legislação recomenda que o aplicador utilize apenas os EPIs: chapéu impermeável de aba larga, botas e macacão com mangas compridas. |
III |
Em caso de intoxicações, é aconselhável dar leite à vítima e depois removê-lo, imediatamente, para um hospital. |
IV |
Os bicos mais comuns utilizados em pulverizações são os do tipo cone, utilizados nas aplicações em superfícies foliares, e os do tipo leque, utilizados nas aplicações em superfícies planas, como solos e paredes. |
Das afirmações, estão corretas
Os elementos nitrogênio, fósforo e potássio são, geralmente, os três nutrientes usados na adubação das culturas em maior proporção, e, por isso, são classificados como macronutrientes primários. Os adubos nitrogenados, fosfatados e potássicos são, respectivamente,
Solos alcalinos sódicos ocorrem, geralmente, em regiões semiáridas, onde a evapotranspiração é elevada e a precipitação pluviométrica anual é baixa. Os dois materiais usados na correção dos solos alcalinos sódicos são:
Baseado na análise química do solo, um engenheiro agrônomo recomendou aplicar 80 kg/ha de N, 160 kg/ha K2O e 80 kg/ha de P2O5 para a adubação de fundação da cultura do melão. Um técnico agrícola calculou a quantidade da formulação 10-20-10 a ser aplicada por hectare para satisfazer a referida recomendação de adubação.
O cálculo feito pelo técnico agrícola tem como resultado correto:
A análise de um solo com 36% de argila (X = 2,5) em uma área com dois hectares apresentou uma concentração de Al = 0,80 cmolc.dm-3. Considerando que o calcário a ser utilizado possui uma PRNT = 80%, a quantidade de calcário que deverá ser incorporada nessa área para neutralizar o alumínio é
A produtividade média da melancia no Brasil varia de 6 a 32 t/ha. O trato cultural NÃO recomendado para obtenção de maiores produtividades é:
A erosão é o processo de desagregação, transporte e deposição das partículas do solo, podendo ser causada por agentes como água e vento. Analise as afirmações a seguir sobre esse fenômeno.
I |
A cobertura vegetal, as características do solo, a topografia da área, o manejo do solo e a intensidade dos agentes da erosão são fatores que influenciam o processo erosivo do solo. |
II |
As erosões laminar, em sulcos e voçoroca são provocadas pelo vento, sendo denominadas de erosões eólicas, ocorrendo em áreas planas, com pouca chuva e com escassa vegetação natural. |
III |
Práticas conservacionistas são técnicas que visam aumentar a desagregação e o arraste ou transporte das partículas do solo, promovendo um consequente aumento da sua resistência e uma redução do processo erosivo. |
IV |
A erosão do solo causa prejuízos, tais como, perda de solo, assoreamentos de rios e lagos, redução do valor agrícola e comercial da terra. |
Das afirmações, estão corretas
Consideram-se práticas conservacionistas todas as técnicas utilizadas com o objetivo de aumentar a resistência do solo ou diminuir as forças do processo erosivo. Com base nessa afirmação, NÃO são consideradas práticas conservacionistas:
A Lei nº 8.112/90 prevê a possibilidade do afastamento preventivo do exercício do cargo quando o servidor estiver respondendo a processo disciplinar. Esse afastamento terá um prazo de até
Nos termos da Lei nº 8.112/90, não poderá retornar ao serviço público federal o servidor que for demitido ou destituído do cargo em comissão, por
Um servidor público federal vale-se do cargo para lograr proveito pessoal, em detrimento da dignidade da função pública. Nessa situação, a Lei nº 8.112/90 prevê como penalidade disciplinar
À luz das normas estatuídas no regime jurídico único dos servidores públicos civis da União (Lei nº 8.112/90), a licença por motivo de doença em pessoa da família
Considere as afirmativas a seguir, relacionadas aos direitos e vantagens do servidor público federal, estatuídos pela Lei nº 8.112/90.
I |
Será pago ao servidor, por ocasião das férias, um adicional correspondente a 1/3 da remuneração do período das férias. O pagamento independe de solicitação. |
II |
O serviço extraordinário será remunerado com acréscimo de 40% em relação à hora normal de trabalho. |
III |
O servidor exonerado perceberá sua gratificação natalina, proporcionalmente aos meses de exercício, calculada sobre o vencimento do mês da exoneração. |
IV |
O serviço prestado em horário compreendido entre vinte e duas horas de um dia e cinco horas do dia seguinte, terá o valor-hora acrescido de 25%, computando-se cada hora como 52min30seg. |
Dentre as afirmativas, estão corretas
Quando um servidor público federal ativo deve certa quantia ao Erário, nos termos da Lei nº 8.112/90, a pedido do servidor, o pagamento pode ser feito de forma parcelada, e cada parcela
De acordo com os ditames da Lei nº 8.112/90, o deslocamento de servidor, a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro funcional, com ou sem mudança de sede, denomina-se
Para investidura em cargo público, são requisitos básicos expressamente listados na Lei nº 8.112/90:
As normas do regime jurídico dos servidores públicos federais, instituído pela Lei nº 8.112/90, são aplicáveis aos
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.
Vergonha à brasileira
Matheus Pichonelli
Veio de um usuário do Twitter um dos “melhores” comentários feitos até agora sobre a gritaria
em torno da vinda dos médicos estrangeiros (leia-se cubanos) ao Brasil. “Médico estrangeiro é
3 populismo. Tem que voltar a política de deixar morrer”.
Populismo, oportunismo, escravidão (?). Enquanto médicos, fariseus e doutores da lei tentam
filtrar os mosquitos, uma fila de camelos é engolida nos rincões fora da rota turística do País.
6 Em outras palavras, as pessoas seguem morrendo, sem que mereçam um franzir de testa de
quem parece disposto a armar uma Intifada1 contra o programa Mais Médicos.
Segundo mapeamento do governo, existem hoje 701 cidades no País sem um único médico a
9 postos. Sabe quantos brasileiros demonstraram, em chamada recente, interesse em trabalhar
nesses municípios? Zero. Nesses lugares, falta o básico do básico, conforme mostrou o
repórter Gabriel Bonis em sua visita a Sítio do Quinto, município do interior baiano onde a
12 população não tem para onde correr em caso de emergência (o caso mais simbólico foi a
morte, testemunhada por uma técnica em enfermagem e um vigia, de um homem que levou
uma facada e não pôde ser atendido porque não havia médico de plantão). Não estamos
15 falando de cirurgia de alta complexidade, mas de carência humana, cuja atuação garantiria o
tratamento mínimo para problemas mínimos como diarreia, gripe ou ferimentos leves, que
neste diapasão de interesses e serviços se transformam em tragédias diárias e
18 desproporcionais.
Tragédias que parecem não comover quem, de antemão, diz se sentir envergonhado pela leva
de navios negreiros a aportar por aqui atolados de médicos dispostos a nivelar por baixo a
21 medicina brasileira. Pois Jean Marie Le-Pen, o líder ultradireitista francês, de xenofobia
desavergonhada, seria capaz de corar ao ver a reação dos médicos brasileiros, de maioria
branca, que hostilizaram, vaiaram e chamaram de “escravos” os colegas cubanos, de maioria
24 negra, durante um curso de preparação em Fortaleza. O protesto, organizado pelo Sindicato
dos Médicos do Ceará, foi talvez o estágio mais alto de uma ofensiva que já teve até
presidente de conselho regional de medicina pregando, como num culto, o boicote aos
27 camaradas estrangeiros. Os manifestantes, que provavelmente se divertem ainda hoje com a
herança colonial supostamente encerrada por uma lei - não coincidentemente - denominada
Áurea, talvez inovassem a rebelião contra o estado das coisas no período anterior a 1888. O
30 método consiste em cuspir no escravo para manifestar uma repulsa fajuta à escravatura.
Parece um método pouco inteligente para quem levou seis anos para retirar o diploma. Não
cola.
33 O episódio mostra que, até mesmo quando se trata de salvar a vida humana, a vida humana é
contagiada pela mais devastadora das doenças: a ignorância d e quem enxerga o mundo entre
o certo e o errado e nada mais entre uma ponta e outra. A ignorância, neste caso, parece
36 desnudar um resquício de desumanidade presente em um dos últimos bolsões de um elitismo
pré-colonial. Um elitismo que tolera o esquecimento e a omissão, mas esperneia ao menor
sinal de desprestígio, este galgado longe, bem longe, dos salões onde mais se precisa de
39 médicos. Onde o jaleco se suja de terra ao fim do expediente.
A opção de ficar nos grandes centros é, de certo modo, compreensível. Não se discute as
fragilidades de um programa de emergência. Seria pouco razoável, por exemplo, negar a
42 ausência de uma estrutura adequada para a atuação de quaisquer médicos pelo interior do
País. Seria pouco razoável também negar a dificuldade para amarrar juridicamente um
contrato de trabalho que prevê a triangulação entre países (um deles, bem pouco afeito à
45 transparência) para remunerar o trabalhador. Não se nega ainda a necessidade de se regular
a atuação desse médico conforme o tamanho de sua responsabilidade. Não se discute a
necessidade de se validar diplomas com base em um critério honesto que não tenha como
48 finalidade a reserva de mercado. Da mesma forma, seria razoável (ou deveria ser) supor que a
urgência para a garantia de atendimento básico preceda os ajustes de rota – estes facilmente
remediados com boa vontade, o que não é o caso de uma vida por um fio.
51 Mas, para boa parte dos ativistas de ocasião, cruzar os braços diante da suposta politicagem,
do suposto populismo, do suposto oportunismo e do suposto navio negreiro é mais nobre do
que atacar o problema real. Parecem a versão remodelada da conferência das aranhas do
54 conto A Sereníssima República, de Machado de Assis. É a mais perfeita alegoria de nossa
incompetência histórica: “Uns entendem que a aranha deve fazer as teias com fios retos, é o
partido retilíneo; outros pensam, ao contrário, que as teias devem ser trabalhadas com fios
57 curvos, - é o partido curvilíneo. Há ainda um terceiro partido, misto e central, com este
postulado: as teias devem ser urdidas de fios retos e fios curvos; é o partido reto-curvilíneo; e
finalmente, uma quarta divisão política, o partido anti-reto-curvilíneo, que fez tábua rasa de
60 todos os princípios litigantes, e propõe o uso de umas teias urdidas de ar, obra transparente e
leve, em que não há linhas de espécie alguma”.
Nessa conferência, a discussão gira em torno dos símbolos atribuídos a uma mesma teia. O
63 imobilismo é o único resultado da gritaria.
Como as aranhas de Machado de Assis, preferimos discutir o sexo dos anjos em vez de atingir
o cerne de uma questão urgente: o abandono de uma parte considerável da população. Seria
66 razoável que elas estivessem no centro do debate. Mas a razoabilidade é um objeto raro
quando a ala (sempre em tese) mais esclarecida do País tem como um cartão de visita a vaia,
a arrogância e a agressão.
http://www.cartacapital.com.br/saude/vergonha-a-brasileira-8881.html. [adaptado]
1. Rebelião popular palestina contra as forças de ocupação de Israel na faixa de Gaza e na Cisjordânia.
O sétimo parágrafo é introduzido por uma conjunção que liga
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.
Vergonha à brasileira
Matheus Pichonelli
Veio de um usuário do Twitter um dos “melhores” comentários feitos até agora sobre a gritaria
em torno da vinda dos médicos estrangeiros (leia-se cubanos) ao Brasil. “Médico estrangeiro é
3 populismo. Tem que voltar a política de deixar morrer”.
Populismo, oportunismo, escravidão (?). Enquanto médicos, fariseus e doutores da lei tentam
filtrar os mosquitos, uma fila de camelos é engolida nos rincões fora da rota turística do País.
6 Em outras palavras, as pessoas seguem morrendo, sem que mereçam um franzir de testa de
quem parece disposto a armar uma Intifada1 contra o programa Mais Médicos.
Segundo mapeamento do governo, existem hoje 701 cidades no País sem um único médico a
9 postos. Sabe quantos brasileiros demonstraram, em chamada recente, interesse em trabalhar
nesses municípios? Zero. Nesses lugares, falta o básico do básico, conforme mostrou o
repórter Gabriel Bonis em sua visita a Sítio do Quinto, município do interior baiano onde a
12 população não tem para onde correr em caso de emergência (o caso mais simbólico foi a
morte, testemunhada por uma técnica em enfermagem e um vigia, de um homem que levou
uma facada e não pôde ser atendido porque não havia médico de plantão). Não estamos
15 falando de cirurgia de alta complexidade, mas de carência humana, cuja atuação garantiria o
tratamento mínimo para problemas mínimos como diarreia, gripe ou ferimentos leves, que
neste diapasão de interesses e serviços se transformam em tragédias diárias e
18 desproporcionais.
Tragédias que parecem não comover quem, de antemão, diz se sentir envergonhado pela leva
de navios negreiros a aportar por aqui atolados de médicos dispostos a nivelar por baixo a
21 medicina brasileira. Pois Jean Marie Le-Pen, o líder ultradireitista francês, de xenofobia
desavergonhada, seria capaz de corar ao ver a reação dos médicos brasileiros, de maioria
branca, que hostilizaram, vaiaram e chamaram de “escravos” os colegas cubanos, de maioria
24 negra, durante um curso de preparação em Fortaleza. O protesto, organizado pelo Sindicato
dos Médicos do Ceará, foi talvez o estágio mais alto de uma ofensiva que já teve até
presidente de conselho regional de medicina pregando, como num culto, o boicote aos
27 camaradas estrangeiros. Os manifestantes, que provavelmente se divertem ainda hoje com a
herança colonial supostamente encerrada por uma lei - não coincidentemente - denominada
Áurea, talvez inovassem a rebelião contra o estado das coisas no período anterior a 1888. O
30 método consiste em cuspir no escravo para manifestar uma repulsa fajuta à escravatura.
Parece um método pouco inteligente para quem levou seis anos para retirar o diploma. Não
cola.
33 O episódio mostra que, até mesmo quando se trata de salvar a vida humana, a vida humana é
contagiada pela mais devastadora das doenças: a ignorância d e quem enxerga o mundo entre
o certo e o errado e nada mais entre uma ponta e outra. A ignorância, neste caso, parece
36 desnudar um resquício de desumanidade presente em um dos últimos bolsões de um elitismo
pré-colonial. Um elitismo que tolera o esquecimento e a omissão, mas esperneia ao menor
sinal de desprestígio, este galgado longe, bem longe, dos salões onde mais se precisa de
39 médicos. Onde o jaleco se suja de terra ao fim do expediente.
A opção de ficar nos grandes centros é, de certo modo, compreensível. Não se discute as
fragilidades de um programa de emergência. Seria pouco razoável, por exemplo, negar a
42 ausência de uma estrutura adequada para a atuação de quaisquer médicos pelo interior do
País. Seria pouco razoável também negar a dificuldade para amarrar juridicamente um
contrato de trabalho que prevê a triangulação entre países (um deles, bem pouco afeito à
45 transparência) para remunerar o trabalhador. Não se nega ainda a necessidade de se regular
a atuação desse médico conforme o tamanho de sua responsabilidade. Não se discute a
necessidade de se validar diplomas com base em um critério honesto que não tenha como
48 finalidade a reserva de mercado. Da mesma forma, seria razoável (ou deveria ser) supor que a
urgência para a garantia de atendimento básico preceda os ajustes de rota – estes facilmente
remediados com boa vontade, o que não é o caso de uma vida por um fio.
51 Mas, para boa parte dos ativistas de ocasião, cruzar os braços diante da suposta politicagem,
do suposto populismo, do suposto oportunismo e do suposto navio negreiro é mais nobre do
que atacar o problema real. Parecem a versão remodelada da conferência das aranhas do
54 conto A Sereníssima República, de Machado de Assis. É a mais perfeita alegoria de nossa
incompetência histórica: “Uns entendem que a aranha deve fazer as teias com fios retos, é o
partido retilíneo; outros pensam, ao contrário, que as teias devem ser trabalhadas com fios
57 curvos, - é o partido curvilíneo. Há ainda um terceiro partido, misto e central, com este
postulado: as teias devem ser urdidas de fios retos e fios curvos; é o partido reto-curvilíneo; e
finalmente, uma quarta divisão política, o partido anti-reto-curvilíneo, que fez tábua rasa de
60 todos os princípios litigantes, e propõe o uso de umas teias urdidas de ar, obra transparente e
leve, em que não há linhas de espécie alguma”.
Nessa conferência, a discussão gira em torno dos símbolos atribuídos a uma mesma teia. O
63 imobilismo é o único resultado da gritaria.
Como as aranhas de Machado de Assis, preferimos discutir o sexo dos anjos em vez de atingir
o cerne de uma questão urgente: o abandono de uma parte considerável da população. Seria
66 razoável que elas estivessem no centro do debate. Mas a razoabilidade é um objeto raro
quando a ala (sempre em tese) mais esclarecida do País tem como um cartão de visita a vaia,
a arrogância e a agressão.
http://www.cartacapital.com.br/saude/vergonha-a-brasileira-8881.html. [adaptado]
1. Rebelião popular palestina contra as forças de ocupação de Israel na faixa de Gaza e na Cisjordânia.
No quarto parágrafo, o uso de alguns advérbios revela que a atitude do autor é de