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Diógenes de Sínope viveu no ano 336 a.C., em Corinto. Alexandre Magno, rei da Macedônia, foi ao seu encontro, para satisfazer o desejo de falar com o grande sábio. Ao encontrá-lo, disse-lhe: − Sou Alexandre, rei da Macedônia.
E aproximou-se tanto do velho filósofo, que sua sombra se projetou sobre ele.
Respondeu Diógenes: − Eu sou Diógenes, o cínico.
Alexandre, vendo o estado de fragilidade material do velho filósofo, que não acreditava em bens materiais, disse-lhe: − Ó Diógenes, formula um desejo, e eu farei com que ele se cumpra, por mais difícil que seja!
Entre os dois, estabeleceu-se um silêncio. Diógenes encontrava-se na mesma posição, à sombra do rei da Macedônia. E respondeu: − Afasta-te, não me tapes o sol.
Alexandre atendeu ao pedido e afastou-se rapidamente.
A resposta de Diógenes ficou para a história, como expressão de humildade, desapego e desprendimento. Ele não queria mais do que a luz do sol, um bem que não precisava do poder do rei para ser usufruído.
(Adaptado de: NETO, Aureliano. Sei lá, a vida tem sempre razão. www.oprogressonet.com)
Visitante
ao penetrar neste país
deixe a alma entreaberta
quem dorme em São Luís
acorda poeta.
(Adaptado de: CASSAS, Luís Augusto. A poesia sou eu − Poesia reunida. Rio de Janeiro, Imago, 2012, v. 2, p. 410)
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(Adaptado de: CASSAS, Luís Augusto. A poesia sou eu − Poesia reunida. Rio de Janeiro, Imago, 2012, v. 2, p. 410)
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(Adaptado de: CASSAS, Luís Augusto. A poesia sou eu − Poesia reunida. Rio de Janeiro, Imago, 2012, v. 2, p. 410)
Na cerimônia de entrega do Prêmio Melhores do Agronegócio 2017, o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, disse que a chegada e a difusão de novas tecnologias vão revolucionar o futuro do campo brasileiro.
Ele anunciou que a Embrapa Gado de Corte está lançando um cabresto com sensores para ser colocado no boi. A ferramenta é capaz de transmitir para o computador alguns sinais, como a temperatura do corpo, por exemplo, possibilitando ao pecuarista atuar com antecedência sobre problemas da boiada. “É uma das últimas palavras em tecnologia.”
O presidente da Embrapa disse, ainda, que a agricultura de precisão será determinante para o futuro do agronegócio.
Em resposta a uma provocação do jornalista Bruno Blecher, Maurício Lopes disse acreditar que a carne do futuro poderá mesmo ser produzida em laboratório. Há dez anos, um simples bifinho custava US$ 120 mil. Hoje, ele sai por US$ 5 mil, afirma. “Resta saber se alguém vai querer comer.”
(Adaptado de: NASCIMENTO, Sebastião. Novas tecnologias vão definir o futuro do agro, diz presidente da Embrapa. Disponível em: http://revistagloborural.globo.com)
Na cerimônia de entrega do Prêmio Melhores do Agronegócio 2017, o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, disse que a chegada e a difusão de novas tecnologias vão revolucionar o futuro do campo brasileiro.
Ele anunciou que a Embrapa Gado de Corte está lançando um cabresto com sensores para ser colocado no boi. A ferramenta é capaz de transmitir para o computador alguns sinais, como a temperatura do corpo, por exemplo, possibilitando ao pecuarista atuar com antecedência sobre problemas da boiada. “É uma das últimas palavras em tecnologia.”
O presidente da Embrapa disse, ainda, que a agricultura de precisão será determinante para o futuro do agronegócio.
Em resposta a uma provocação do jornalista Bruno Blecher, Maurício Lopes disse acreditar que a carne do futuro poderá mesmo ser produzida em laboratório. Há dez anos, um simples bifinho custava US$ 120 mil. Hoje, ele sai por US$ 5 mil, afirma. “Resta saber se alguém vai querer comer.”
(Adaptado de: NASCIMENTO, Sebastião. Novas tecnologias vão definir o futuro do agro, diz presidente da Embrapa. Disponível em: http://revistagloborural.globo.com)
Na cerimônia de entrega do Prêmio Melhores do Agronegócio 2017, o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, disse que a chegada e a difusão de novas tecnologias vão revolucionar o futuro do campo brasileiro.
Ele anunciou que a Embrapa Gado de Corte está lançando um cabresto com sensores para ser colocado no boi. A ferramenta é capaz de transmitir para o computador alguns sinais, como a temperatura do corpo, por exemplo, possibilitando ao pecuarista atuar com antecedência sobre problemas da boiada. “É uma das últimas palavras em tecnologia.”
O presidente da Embrapa disse, ainda, que a agricultura de precisão será determinante para o futuro do agronegócio.
Em resposta a uma provocação do jornalista Bruno Blecher, Maurício Lopes disse acreditar que a carne do futuro poderá mesmo ser produzida em laboratório. Há dez anos, um simples bifinho custava US$ 120 mil. Hoje, ele sai por US$ 5 mil, afirma. “Resta saber se alguém vai querer comer.”
(Adaptado de: NASCIMENTO, Sebastião. Novas tecnologias vão definir o futuro do agro, diz presidente da Embrapa. Disponível em: http://revistagloborural.globo.com)
Na cerimônia de entrega do Prêmio Melhores do Agronegócio 2017, o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, disse que a chegada e a difusão de novas tecnologias vão revolucionar o futuro do campo brasileiro.
Ele anunciou que a Embrapa Gado de Corte está lançando um cabresto com sensores para ser colocado no boi. A ferramenta é capaz de transmitir para o computador alguns sinais, como a temperatura do corpo, por exemplo, possibilitando ao pecuarista atuar com antecedência sobre problemas da boiada. “É uma das últimas palavras em tecnologia.”
O presidente da Embrapa disse, ainda, que a agricultura de precisão será determinante para o futuro do agronegócio.
Em resposta a uma provocação do jornalista Bruno Blecher, Maurício Lopes disse acreditar que a carne do futuro poderá mesmo ser produzida em laboratório. Há dez anos, um simples bifinho custava US$ 120 mil. Hoje, ele sai por US$ 5 mil, afirma. “Resta saber se alguém vai querer comer.”
(Adaptado de: NASCIMENTO, Sebastião. Novas tecnologias vão definir o futuro do agro, diz presidente da Embrapa. Disponível em: http://revistagloborural.globo.com)
Na cerimônia de entrega do Prêmio Melhores do Agronegócio 2017, o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, disse que a chegada e a difusão de novas tecnologias vão revolucionar o futuro do campo brasileiro.
Ele anunciou que a Embrapa Gado de Corte está lançando um cabresto com sensores para ser colocado no boi. A ferramenta é capaz de transmitir para o computador alguns sinais, como a temperatura do corpo, por exemplo, possibilitando ao pecuarista atuar com antecedência sobre problemas da boiada. “É uma das últimas palavras em tecnologia.”
O presidente da Embrapa disse, ainda, que a agricultura de precisão será determinante para o futuro do agronegócio.
Em resposta a uma provocação do jornalista Bruno Blecher, Maurício Lopes disse acreditar que a carne do futuro poderá mesmo ser produzida em laboratório. Há dez anos, um simples bifinho custava US$ 120 mil. Hoje, ele sai por US$ 5 mil, afirma. “Resta saber se alguém vai querer comer.”
(Adaptado de: NASCIMENTO, Sebastião. Novas tecnologias vão definir o futuro do agro, diz presidente da Embrapa. Disponível em: http://revistagloborural.globo.com)
Na cerimônia de entrega do Prêmio Melhores do Agronegócio 2017, o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, disse que a chegada e a difusão de novas tecnologias vão revolucionar o futuro do campo brasileiro.
Ele anunciou que a Embrapa Gado de Corte está lançando um cabresto com sensores para ser colocado no boi. A ferramenta é capaz de transmitir para o computador alguns sinais, como a temperatura do corpo, por exemplo, possibilitando ao pecuarista atuar com antecedência sobre problemas da boiada. “É uma das últimas palavras em tecnologia.”
O presidente da Embrapa disse, ainda, que a agricultura de precisão será determinante para o futuro do agronegócio.
Em resposta a uma provocação do jornalista Bruno Blecher, Maurício Lopes disse acreditar que a carne do futuro poderá mesmo ser produzida em laboratório. Há dez anos, um simples bifinho custava US$ 120 mil. Hoje, ele sai por US$ 5 mil, afirma. “Resta saber se alguém vai querer comer.”
(Adaptado de: NASCIMENTO, Sebastião. Novas tecnologias vão definir o futuro do agro, diz presidente da Embrapa. Disponível em: http://revistagloborural.globo.com)
Na cerimônia de entrega do Prêmio Melhores do Agronegócio 2017, o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, disse que a chegada e a difusão de novas tecnologias vão revolucionar o futuro do campo brasileiro.
Ele anunciou que a Embrapa Gado de Corte está lançando um cabresto com sensores para ser colocado no boi. A ferramenta é capaz de transmitir para o computador alguns sinais, como a temperatura do corpo, por exemplo, possibilitando ao pecuarista atuar com antecedência sobre problemas da boiada. “É uma das últimas palavras em tecnologia.”
O presidente da Embrapa disse, ainda, que a agricultura de precisão será determinante para o futuro do agronegócio.
Em resposta a uma provocação do jornalista Bruno Blecher, Maurício Lopes disse acreditar que a carne do futuro poderá mesmo ser produzida em laboratório. Há dez anos, um simples bifinho custava US$ 120 mil. Hoje, ele sai por US$ 5 mil, afirma. “Resta saber se alguém vai querer comer.”
(Adaptado de: NASCIMENTO, Sebastião. Novas tecnologias vão definir o futuro do agro, diz presidente da Embrapa. Disponível em: http://revistagloborural.globo.com)
I - Necessita de pequenas áreas, é de ciclo curto, exige pequenos valores de capital inicial e de recursos para custeio.
II - O aumento da população nas colmeias racionais é diretamente proporcional à produtividade no apiário no ciclo inteiro de uma rainha.
III - A utilização de uma colmeia Langstroth permite um melhor manejo ao apicultor, ainda que as abelhas não tenham conforto e segurança.
IV - Vestimenta é o mais importante equipamento do apicultor, que deve ser nas cores escuras, pois diminuem a defensibilidade das abelhas.
Está(Estão) correto(s) o(s) item(itens)
Sobre as Unidades de Conservação, leia as afirmativas.
I. As Unidades de Conservação integrantes do SNUC dividem-se em dois grupos, com características específicas: Unidades de Proteção Integral e Unidades de Uso Sustentável;
II. O plano de amortecimento é o documento técnico mediante no qual, com fundamento nos objetivos gerais de uma Unidade de Conservação, fica estabelecido seu zoneamento e as normas que devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais, inclusive a implantação das estruturas físicas necessárias à gestão da unidade;
III. Estação Ecológica, Reserva Biológica e Área de Proteção Ambiental são exemplos de Unidade de Conservação de Uso Sustentável;
IV. Área de Proteção Ambiental e Floresta Nacional são exemplos de Unidades de Conservação de Uso Sustentável;
V. A Floresta Nacional é uma área com cobertura florestal de espécies predominantemente nativas e tem como objetivo básico o uso múltiplo sustentável dos recursos florestais e a pesquisa científica, com ênfase em métodos para exploração sustentável de florestas nativas.
Está correto apenas o que se afirma em:
As sementes de algumas espécies apresentam problemas de germinação ou não germinam, mesmo quando colocadas em condições ambientais adequadas, permanecendo em estado dormente. Porém, para que ocorra a germinação destas sementes é preciso quebrar a dormência por meio de tratamentos pré-germinativos.
Com base nessa afirmativa, assinale a alternativa correta.
O conhecimento dos principais estágios de desenvolvimento e de como cada um interfere na produção final da lavoura é fundamental para que se possa aplicar distintas práticas de manejo da cultura de forma mais eficaz e, assim, obter alta produtividade através da potencialização de cada um dos componentes de rendimento de grãos.
Com base no exposto, associe cada componente de rendimento na coluna à esquerda com o respectivo estágio de desenvolvimento da cultura do arroz na coluna à direita.
(1) Número de panículas/m2
(2) Número de espiguetas/ panícula
(3) Número de grãos/ panícula
(4) Massa de grão
( ) Da antese (uma ou mais espiguetas) até a maturação completa dos grãos na panícula.
( ) Da iniciação da panícula até a antese (uma ou mais espiguetas).
( ) Da antese (uma ou mais espiguetas) até a expansão de um ou mais grãos em profundidade.
( ) Da semente de arroz não embebida até a antese (uma ou mais espiguetas).
A sequência correta é
O matemático inglês Charles Hutton criou em 1770 uma representação de relevo chamada de curva de nível, que é a linha imaginária que une todos os pontos do terreno que possuem a mesma altitude, acima ou abaixo de uma superfície de referência, conhecida geralmente como nível médio do mar.
Com base no exposto, assinale a alternativa INCORRETA.
A suplementação de bovinos de corte mantidos em pastagens tem sido amplamente utilizada como uma estratégia de melhora nos ganhos individuais e por área dessa criação.
Sobre essa estratégia, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.
( ) Bovinos mantidos em pastagens com menos de 7% de proteína bruta na matéria seca apresentarão deficiência de proteína degradável no rúmen e atividade fermentativa inadequada.
( )Durante o período favorável de crescimento das forrageiras estivais, o teor energético passa a ser o maior limitante nutricional para bovinos mantidos neste sistema.
( ) O efeito substitutivo da suplementação ocorre quando o consumo total de alimentos aumenta, porém há redução do consumo de forragens.
( ) A utilização de suplementos múltiplos com altos níveis de nitrogênio degradável no rúmen, na forma de ureia, não serve como limitante de consumo.
A sequência correta é
Observe a tabela.

Ao interpretar uma análise de solo de uma lavoura
na qual será implantada soja em 1º cultivo, o responsável verifica que o solo possui médio teor de
fósforo (P) e alto teor de potássio (K). A lavoura será
implantada dentro do zoneamento agroclimático da
região e tem potencial para produzir 4 toneladas de
soja/ha. Fundamentado nessas informações, e com
auxílio da tabela de fósforo e potássio do Manual de
calagem e adubação para os estados do RS e SC,
indique quantos kg de P2O5 e K2O o produtor deve utilizar nesta lavoura.