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I. A mancha de ramulária (Ramularia areola atk, Mycosphaerella areola) é a principal doença do algodoeiro, em especial na região do cerrado. Caracteriza-se por manchas pulverulentas de coloração branca ou amarelada, com aspecto farináceo, podendo causar abertura precoce das maçãs e queda precoce de folhas.
II. A ramulose ou antracnose (Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides) tem como sintomas iniciais o desenvolvimento de manchas verde-amareladas irregulares em ambas as faces da folha. Quando evoluem, formam pústulas na face inferior da folha, contendo as estruturas reprodutivas do fungo (Urédias).
III. A murcha de fusarium (Fusarium oxysporum f. sp. vasinfectum) tem como sintomas principais a ocorrência de plantas pouco desenvolvidas, com lesões nas nervuras e folhas, crestamento, murcha, com posterior morte das folhas e descoloração dos feixes vasculares.
Pode-se dizer que:
Indústria de Mato Grosso cresce mais de 24% e fica em 1° lugar no país

A indústria mato-grossense cresceu 24,5% no acumulado do ano (janeiro a outubro). Esta é a 10° alta consecutiva segundo o relatório elaborado pelo Observatório da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Industrial Mensal Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional. O resultado coloca o estado acima de todas as demais unidades da federação e da média nacional, que apresentou recuo de 0,8%.
Disponível em: https://fiemt.ind.br/noticias/2923/industria-de-mato-grosso-cresce-mais-de-24-e-fica-em-1a-lugar-no-pais
A respeito da indústria de Mato Grosso, marque a alternativa INCORRETА.
O Texto III serve de base para as questões abaixo.
Texto III

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O Texto III serve de base para as questões abaixo.
Texto III

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O Texto II serve de base para à questão abaixo.
Julián Fuks
Colunista do UOL
21/01/2023 06h00
Era a primeira noite franca depois de muitos dias de chuva. Casualmente, olhamos para o alto e surpreendemos as estrelas, um céu tão cheio de astros quanto estávamos cheios de desejos. As meninas decidiram fazer pedidos, eе Penélope, a menor, tomou a dianteira: quero todo mundo em casa. Pensei no ano duro que deixamos para trás, feito de pressas, fugas, perdas, e senti seu anseio justo e certeiro. Tulipa, a maior, sem baixar a cabeça, mas fechando os olhos com força, não fez bem um pedido, e sim uma exigência para si mesma: quero aprender logo, hoje, amanhã ou depois de amanhã, a escrever todas as palavras. Nada pude responder, não me cabia invadir a intimidade de seu pedido, ouvi-lo era já um excesso. Mas pensei no que havia de ternura e beleza naquela vontade, e na avidez com que ela tem delineado letras em qualquer papel, ou soletrado nomes em sussurros para ninguém. Está começando a aprender a escrever, e já entendeu que as palavras podem ser estranhas, esquivas, insensatas, incertas, que é preciso olhá-las com desconfiança, que podem se reger por leis obscuras que nunca conhecemos por completo. Nada pude dizer, mas pensei naquele momento que essa é também a minha ânsia, que quero aprender logo a escrever todas as palavras. Que essa é tarefa para muitos amanhãs, e que será sorte se ela e eu preservarmos tal desejo a vida inteira.
[...]
Você, Tulipa, já conhece essa vastidão do tempo, e por isso posso escrever este texto confiando que você o lerá amanhã, aos seus quinze, ou vinte, ou trinta anos. Talvez eu não tenha nada a lhe oferecer num amanhã tão longínquo, talvez não lhe interesse amanhã nenhum conselho, mas ainda assim o ofereço, como um pai envelhecido. Paciência, filha, é preciso paciência para chegar a escrever todas as palavras. Calma, filha, é possível ter calma porque as palavras não têm pressa, não fogem, não se perdem.
Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2023/01/21/sobre-criancas-palavras-estrelas-conselho-a-quem-comeca-a-escrever.htm
O Texto II serve de base para à questão abaixo.
Julián Fuks
Colunista do UOL
21/01/2023 06h00
Era a primeira noite franca depois de muitos dias de chuva. Casualmente, olhamos para o alto e surpreendemos as estrelas, um céu tão cheio de astros quanto estávamos cheios de desejos. As meninas decidiram fazer pedidos, eе Penélope, a menor, tomou a dianteira: quero todo mundo em casa. Pensei no ano duro que deixamos para trás, feito de pressas, fugas, perdas, e senti seu anseio justo e certeiro. Tulipa, a maior, sem baixar a cabeça, mas fechando os olhos com força, não fez bem um pedido, e sim uma exigência para si mesma: quero aprender logo, hoje, amanhã ou depois de amanhã, a escrever todas as palavras. Nada pude responder, não me cabia invadir a intimidade de seu pedido, ouvi-lo era já um excesso. Mas pensei no que havia de ternura e beleza naquela vontade, e na avidez com que ela tem delineado letras em qualquer papel, ou soletrado nomes em sussurros para ninguém. Está começando a aprender a escrever, e já entendeu que as palavras podem ser estranhas, esquivas, insensatas, incertas, que é preciso olhá-las com desconfiança, que podem se reger por leis obscuras que nunca conhecemos por completo. Nada pude dizer, mas pensei naquele momento que essa é também a minha ânsia, que quero aprender logo a escrever todas as palavras. Que essa é tarefa para muitos amanhãs, e que será sorte se ela e eu preservarmos tal desejo a vida inteira.
[...]
Você, Tulipa, já conhece essa vastidão do tempo, e por isso posso escrever este texto confiando que você o lerá amanhã, aos seus quinze, ou vinte, ou trinta anos. Talvez eu não tenha nada a lhe oferecer num amanhã tão longínquo, talvez não lhe interesse amanhã nenhum conselho, mas ainda assim o ofereço, como um pai envelhecido. Paciência, filha, é preciso paciência para chegar a escrever todas as palavras. Calma, filha, é possível ter calma porque as palavras não têm pressa, não fogem, não se perdem.
Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2023/01/21/sobre-criancas-palavras-estrelas-conselho-a-quem-comeca-a-escrever.htm