Foram encontradas 1.161 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3871618 Português
Aponte a alternativa que apresenta advérbio na frase.
Alternativas
Q3871617 Português
Quantas consoantes há na palavra “trem”:
Alternativas
Q3871616 Português
Ao termos a imagem de uma menina sorrindo, segurando um bolo com velas acesas, enquanto várias pessoas ao redor batem palmas; temos a noção de que: 
Alternativas
Q3871615 Português

Assinale a alternativa com a frase que expressa o sentido CORRETO para:


“Eu e o cachorro entramos no beco.”

Alternativas
Q3871614 Português
Se a palavra “óculos” fosse escrita “oculós”, ela: 
Alternativas
Q3871613 Português
A palavra “paralelepípedo” é uma:
Alternativas
Q3871612 Português
Indique a frase que apresenta concordância INCORRETA.
Alternativas
Q3871611 Português
Aponte a alternativa com a palavra escrita de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3870405 Português
Marque a justificativa CORRETA para a acentuação da palavra “jardim”.
Alternativas
Q3870404 Português
O adjetivo indica um defeito ou uma qualidade. Marque a alternativa que NÃO é adjetivo.
Alternativas
Q3870403 Português
Indique a frase que NÃO contém verbo.
Alternativas
Q3870402 Português
O substantivo que mais se aproxima do verbo “plantar” é:
Alternativas
Q3870401 Português
Assinale a alternativa com o antônimo de alto.
Alternativas
Q3870400 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

Marque a alternativa em que o feminino está INCORRETO.
Alternativas
Q3870399 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

A separação silábica CORRETA da palavra “felicidade” é:
Alternativas
Q3870398 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

Indique o número de sílabas de “telefone”.
Alternativas
Q3870397 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

Aponte a palavra com um encontro consonantal.
Alternativas
Q3870396 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

A palavra “pai” apresenta qual encontro vocálico?
Alternativas
Q3766956 Atendimento ao Público
A convivência profissional no serviço público exige postura adequada, respeito e colaboração no trato diário com cidadãos e servidores. Considerando essas práticas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3766955 Ética na Administração Pública
A conduta ética no serviço público envolve práticas que asseguram confiança, integridade e compromisso com o interesse coletivo. Considerando princípios éticos aplicáveis ao servidor municipal, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
161: C
162: D
163: B
164: E
165: C
166: E
167: D
168: B
169: C
170: A
171: D
172: E
173: B
174: D
175: A
176: E
177: C
178: B
179: A
180: B