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Q4294781 Não definido

TEXTO Ill


Foi Monteiro Lobato

Um mestre de fato da literatura infantil

Histórias escritas com arte

E de todas as partes contou no Brasil

O sítio não tem fronteiras

Abrindo as porteiras pra imaginação

Dona Benta recebe encantada

O povo dos contos de fadas

Numa delirante confusão


Fonte: Samba Enredo 2005 da GRES Imperatriz Leopoldinense (trecho). Disponível em http://www.apoteose.com/siteantigo/imperatriz/samba2005.htm. Acesso em 20 de agosto de 2022. 

Nesse trecho, há referência a um importante autor da literatura brasileira, que é Monteiro Lobato, autor de uma obra célebre denominada “Sítio do Pica-Pau Amarelo”. Ao citar esses elementos no texto, a letra do samba enredo indica o uso do mecanismo da: 
Alternativas
Q4294780 Não definido
TEXTO II


Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais, braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Refrão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos, de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão


Fonte: Pra não dizer que não falei das flores, Geraldo Vandré. Fonte: https://www.letras.mus.br/geraldo-vandre/46168/. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.
“Somos todos iguais, braços dados ou não” (1º parágrafo). A palavra “dados” forma um par de homônimos com o termo destacado em: 
Alternativas
Q4294779 Não definido
TEXTO II


Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais, braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Refrão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos, de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão


Fonte: Pra não dizer que não falei das flores, Geraldo Vandré. Fonte: https://www.letras.mus.br/geraldo-vandre/46168/. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.
“Quem sabe faz a hora, não espera acontecer” (Refrão). Essa expressão significa que: 
Alternativas
Q4294778 Não definido
TEXTO II


Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais, braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Refrão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos, de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão


Fonte: Pra não dizer que não falei das flores, Geraldo Vandré. Fonte: https://www.letras.mus.br/geraldo-vandre/46168/. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.
“Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição” (3ª estrofe). Em conformidade com o texto, o pronome destacado poderia ser substituído por: 
Alternativas
Q4294777 Não definido
TEXTO II


Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais, braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Refrão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos, de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão


Fonte: Pra não dizer que não falei das flores, Geraldo Vandré. Fonte: https://www.letras.mus.br/geraldo-vandre/46168/. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.
“E acreditam nas flores vencendo o canhão” (2ª estrofe). O verbo destacado está conjugado no:
Alternativas
Q4294776 Não definido
TEXTO II


Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais, braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Refrão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos, de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão


Fonte: Pra não dizer que não falei das flores, Geraldo Vandré. Fonte: https://www.letras.mus.br/geraldo-vandre/46168/. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.
 “Caminhando e cantando e seguindo a canção / Somos todos iguais, braços dados ou não” (1ª estrofe). Nesse trecho, as duas conjunções destacadas indicam respectivamente as ideias de: 
Alternativas
Q4294775 Não definido
TEXTO II


Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais, braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Refrão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos, de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão


Fonte: Pra não dizer que não falei das flores, Geraldo Vandré. Fonte: https://www.letras.mus.br/geraldo-vandre/46168/. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.
O texto ll é parte de uma famosa letra de música. O seu objetivo principal é: 
Alternativas
Q4294774 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão” (5º parágrafo). Nesse trecho, o elemento destacado indica a ideia de: 
Alternativas
Q4294773 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, sobretudo no atual custo de vida” (5º parágrafo). A palavra destacada poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido por: 
Alternativas
Q4294772 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“É importante que olhemos para essa população tão vulnerável” (5º parágrafo). O verbo destacado está no mesmo tempo e modo de: 
Alternativas
Q4294771 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane” (5º parágrafo). Em conformidade com o texto, uma possível substituição do termo destacado seria: 
Alternativas
Q4294770 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados” (3º parágrafo). Nesse trecho, o pronome destacado faz referência a: 
Alternativas
Q4294769 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR” (3º parágrafo). No texto, esse trecho é um exemplo de: 
Alternativas
Q4294768 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

No trecho “E hoje, a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.” (1º parágrafo). A palavra destacada é um exemplo de: 
Alternativas
Q4294767 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

No trecho “em meio a mortes invisíveis da população de rua” (1º parágrafo), a palavra destacada tem sentido: 
Alternativas
Q4294766 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo” (1º parágrafo). A palavra destacada pode ter vários sentidos. No texto, significa: 
Alternativas
Q4294765 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

O objetivo principal do texto é: 
Alternativas
Q4307114 Não definido
As sinalizações de aviso ou perigo são utilizadas para alertar os colaboradores de situação e locais que requerem total atenção e precaução e/ou para informar de que existe algum perigo naquele determinado ambiente, de forma a evitar acidentes de trabalho. Devem ter formato:
Alternativas
Q4307113 Não definido
Está incorreto quanto a primeiros socorros:
Alternativas
Q4307112 Não definido
No padrão de cores da reciclagem, papel recebe a cor:
Alternativas
Respostas
8421: A
8422: A
8423: B
8424: C
8425: A
8426: B
8427: B
8428: C
8429: B
8430: B
8431: C
8432: D
8433: B
8434: A
8435: D
8436: D
8437: C
8438: B
8439: D
8440: A