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Q3384112 Segurança e Transporte
João é operador de retroescavadeira e está se preparando para iniciar o trabalho em uma construção. Antes de começar, ele realiza uma série de verificações na máquina. Qual dos seguintes itens João deve verificar primeiro antes de iniciar a operação da com sua retroescavadeira? 
Alternativas
Q3383949 Legislação de Trânsito
O Código de Trânsito Brasileiro define que o condutor que deixar de prestar socorro à vítima de sinistro de trânsito quando solicitado pela autoridade e seus agentes, comete:
Alternativas
Q3383948 Legislação de Trânsito
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto a seguir, de acordo com as definições presentes no Código de Trânsito Brasileiro:
O condutor que tenha o propósito de ultrapassar um veículo de transporte coletivo que esteja parado, efetuando embarque ou desembarque de passageiros, deverá reduzir a velocidade, dirigindo com atenção redobrada ou ____________ com vistas à segurança dos pedestres 
Alternativas
Q3383947 Legislação de Trânsito
Em conformidade com o Código de Trânsito Brasileiro, pode-se afirmar que o órgão máximo normativo e consultivo do Sistema Nacional de Trânsito, corresponde ao:
Alternativas
Q3383946 Segurança e Transporte
Considerando as boas práticas em operações com retroescavadeiras, assinale a alternativa que apresenta uma afirmação incorreta:
Alternativas
Q3383945 Segurança e Transporte
Com a retroescavadeira sendo conduzida em estrada, com velocidade superior a 8 km/h, recomenda-se que:
Alternativas
Q3383944 Segurança e Transporte
Ao estacionar e desligar a retroescavadeira e antes de deixar a área do operador, o motorista deve:
Alternativas
Q3383943 Engenharia Mecânica
É um dos componentes da retroescavadeira utilizado para evitar o tombamento da máquina, manter o trator firme e absorver impactos:
Alternativas
Q3383942 Engenharia Mecânica
Na retroescavadeira, a escavadeira traseira é o principal componente para o trabalho de escavação. Ela possui quatro elementos básicos de ligação, entre eles está a(o):
Alternativas
Q3383941 Engenharia Mecânica
Presente na composição mecânica de uma retroescavadeira, é um dispositivo eletromecânico que armazena energia química podendo ser liberada em forma de energia elétrica. Além de fornecer potência elétrica para vários circuitos e de satisfazer as demandas elétricas, funciona como um estabilizador de tensão ou “reservatório elétrico”: 
Alternativas
Q3383940 Engenharia Mecânica
Uma retroescavadeira é um tipo de máquina de construção que combina as funções de uma escavadeira frontal e uma carregadeira.
A bomba hidráulica da transmissão é uma bomba de engrenagens com uma válvula de alívio para a bomba e outra para o: 
Alternativas
Q3383652 Matemática Financeira
Um pintor recebe um salário de R$ 3.500,00 por mês. Se ele obtiver um aumento salarial de 8% ao ano, qual será o salário aproximado desse pintor após 2 anos?
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Q3383649 Matemática
Em uma loja de roupas, uma pessoa compra duas camisetas e uma calça jeans, gastando no total R$ 350,00. Se o preço de uma camiseta é desconhecido e o preço de uma calça jeans é de R$ 100,00, qual é o preço de uma camiseta?
Alternativas
Q3383647 Matemática
Maria tinha um cofre com algumas notas e moedas. Ao abrir o cofre, ela encontrou 15 notas de R$ 10,00 e 25 notas de R$ 20,00. Além disso, havia também 50 moedas de R$ 0,50 e 75 moedas de R$ 1,00. Qual é o valor total que Maria tinha no cofrinho?
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Q3383638 Português
Assinale a alternativa em que a regência do verbo é transitiva indireta.
Alternativas
Q3383635 Português
Assinale a alternativa em que se verifica o pronome átono colocado em mesóclise.
Alternativas
Q3383634 Português
O emprego do acento indicativo de crase está incorreto em:
Alternativas
Q3383632 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O zelador do labirinto

    Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta etc.
    Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material de que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa.
    Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.
— Como sair?
— A saída! Onde fica a saída?
— É por ali — apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.
    Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída!
    Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.
— Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda, esquerda outra vez, direita, direita, esquerda...
— Espere! — gritou alguém. — Ponha isso num papel.
    Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e o toco de lápis e começou a escrever. — Deixa ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda... Hesitou. — Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez?
    O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivessem pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde ficava a saída?
    A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podiam adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 
Nos excertos a seguir, retirados do texto, ocorre um verbo no particípio apenas em: 
Alternativas
Q3383631 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O zelador do labirinto

    Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta etc.
    Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material de que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa.
    Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.
— Como sair?
— A saída! Onde fica a saída?
— É por ali — apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.
    Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída!
    Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.
— Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda, esquerda outra vez, direita, direita, esquerda...
— Espere! — gritou alguém. — Ponha isso num papel.
    Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e o toco de lápis e começou a escrever. — Deixa ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda... Hesitou. — Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez?
    O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivessem pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde ficava a saída?
    A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podiam adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 
No excerto “Queriam saber como sair dali.”, o advérbio “ali” ocorre contraído com a preposição “de”. Esse advérbio, no contexto indicado, exprime uma circunstância de:
Alternativas
Q3383629 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O zelador do labirinto

    Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta etc.
    Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material de que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa.
    Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.
— Como sair?
— A saída! Onde fica a saída?
— É por ali — apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.
    Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída!
    Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.
— Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda, esquerda outra vez, direita, direita, esquerda...
— Espere! — gritou alguém. — Ponha isso num papel.
    Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e o toco de lápis e começou a escrever. — Deixa ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda... Hesitou. — Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez?
    O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivessem pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde ficava a saída?
    A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podiam adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 
No excerto “Podiam adivinhar o que tinha acontecido.”, a terminação do verbo “poder” indica apenas:
Alternativas
Respostas
1281: A
1282: D
1283: C
1284: D
1285: E
1286: C
1287: B
1288: A
1289: B
1290: A
1291: C
1292: C
1293: D
1294: E
1295: E
1296: D
1297: A
1298: C
1299: D
1300: B