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Para responder a questão, considere o período a seguir.
A Terra já aqueceu 1°C enquanto o pessoal semeava suas falsas incertezas
I. [1], [3] e [4] estão acentuadas porque todas as palavras proparoxítonas devem ser acentuadas.
II. [1], [4] e [5] estão acentuadas porque são palavras paroxítonas terminadas em vogais.
III. [2] e [5] estão acentuadas porque a vogal "i" é uma sílaba tônica e forma hiato com a vogal anterior. IV. [2] e [5] estão acentuadas porque se acentuam todos os ditongos abertos.
Estão corretas as afirmativas
Para responder a questão, considere o período a seguir.
A vitória virá quando o cidadão médio estiver certo sobre a ciência do clima.
Para responder a questão, considere o período a seguir.
A vitória virá quando o cidadão médio estiver certo sobre a ciência do clima.
A questão se referem ao texto a seguir.
TEXTO
“Tudo errado, mas tudo bem”
Por Salvador Nogueira
É difícil precisar quando nasceu o negacionismo sobre a mudança climática. Mas dá para dizer que ele surgiu de mãos dadas com a própria constatação do aquecimento global.
Era 1997. O tema era quase desconhecido do público, e os maiores interessados no fenômeno, as companhias de petróleo, queriam saber o quanto deviam se preocupar com ele. James Black, cientista sênior da Exxon, trouxe uma mensagem reta aos diretores da petroleira. Avisou que havia um consenso científico de que a maneira mais provável pela qual a humanidade está influenciando o clima é por meio da liberação de CO2 com a queima de combustíveis fósseis. No ano seguinte, 1978, ele já alertava que a duplicação da quantidade de CO2 na atmosfera elevaria as temperaturas médias globais em dois a três graus – número consistente com o consenso atual.
A Exxon ouviu o recado. E fingiu ter entendido o exato oposto. Quando, dez anos depois, o cientista da Nasa, James Hansen, participou de uma audiência no Congresso americano para dizer que o aquecimento produzido pelo homem era uma realidade, a reação de um conglomerado de empresas de petróleo, gás e carvão foi fundar a Coalizão Global do Clima. A Exxon estava no meio. E a missão inconfessa (mas documentada) do projeto era basicamente lançar dúvidas – sobre a realidade das mudanças climáticas e sobre o papel humano no fenômeno.
O cientista Kenneth Kimmel, que expôs a manipulação, em 2015, contou que um memorando trocado entre as companhias diz: “A vitória virá quando o cidadão médio estiver incerto sobre a ciência do clima”.
Fundada em 1989, a tal Coalização Global do Clima foi dissolvida em 2002. Mas os milhões de dólares promovendo o negacionismo foram suficientes para fazer com que o então presidente americano George W. Bush, alegando prejuízos à economia e incertezas científicas, retirasse, em 2001, os Estado Unidos da América do Protocolo de Kyoto, primeira tentativa de promover de forma multilateral a redução das emissões de gases–estufas por todos os países.
Mais de uma década depois, a história se repetiria com o Acordo de Paris. Assinado em 2015 por Barack Obama, ele foi rejeitado por Donald Trump. Agora, com Joe Biden, o país voltou, tentando recuperar o tempo perdido. No âmbito da ciência, a única coisa que mudou nos últimos 40 anos foi o grau de convicção de que as mudanças climáticas são uma realidade. E nem é mais questão de futuro. A Terra já aqueceu 1°C enquanto o pessoal semeava suas falsas incertezas.
Superinteressante, jun/2021. [texto adaptado]
A questão se referem ao texto a seguir.
TEXTO
“Tudo errado, mas tudo bem”
Por Salvador Nogueira
É difícil precisar quando nasceu o negacionismo sobre a mudança climática. Mas dá para dizer que ele surgiu de mãos dadas com a própria constatação do aquecimento global.
Era 1997. O tema era quase desconhecido do público, e os maiores interessados no fenômeno, as companhias de petróleo, queriam saber o quanto deviam se preocupar com ele. James Black, cientista sênior da Exxon, trouxe uma mensagem reta aos diretores da petroleira. Avisou que havia um consenso científico de que a maneira mais provável pela qual a humanidade está influenciando o clima é por meio da liberação de CO2 com a queima de combustíveis fósseis. No ano seguinte, 1978, ele já alertava que a duplicação da quantidade de CO2 na atmosfera elevaria as temperaturas médias globais em dois a três graus – número consistente com o consenso atual.
A Exxon ouviu o recado. E fingiu ter entendido o exato oposto. Quando, dez anos depois, o cientista da Nasa, James Hansen, participou de uma audiência no Congresso americano para dizer que o aquecimento produzido pelo homem era uma realidade, a reação de um conglomerado de empresas de petróleo, gás e carvão foi fundar a Coalizão Global do Clima. A Exxon estava no meio. E a missão inconfessa (mas documentada) do projeto era basicamente lançar dúvidas – sobre a realidade das mudanças climáticas e sobre o papel humano no fenômeno.
O cientista Kenneth Kimmel, que expôs a manipulação, em 2015, contou que um memorando trocado entre as companhias diz: “A vitória virá quando o cidadão médio estiver incerto sobre a ciência do clima”.
Fundada em 1989, a tal Coalização Global do Clima foi dissolvida em 2002. Mas os milhões de dólares promovendo o negacionismo foram suficientes para fazer com que o então presidente americano George W. Bush, alegando prejuízos à economia e incertezas científicas, retirasse, em 2001, os Estado Unidos da América do Protocolo de Kyoto, primeira tentativa de promover de forma multilateral a redução das emissões de gases–estufas por todos os países.
Mais de uma década depois, a história se repetiria com o Acordo de Paris. Assinado em 2015 por Barack Obama, ele foi rejeitado por Donald Trump. Agora, com Joe Biden, o país voltou, tentando recuperar o tempo perdido. No âmbito da ciência, a única coisa que mudou nos últimos 40 anos foi o grau de convicção de que as mudanças climáticas são uma realidade. E nem é mais questão de futuro. A Terra já aqueceu 1°C enquanto o pessoal semeava suas falsas incertezas.
Superinteressante, jun/2021. [texto adaptado]
A questão se referem ao texto a seguir.
TEXTO
“Tudo errado, mas tudo bem”
Por Salvador Nogueira
É difícil precisar quando nasceu o negacionismo sobre a mudança climática. Mas dá para dizer que ele surgiu de mãos dadas com a própria constatação do aquecimento global.
Era 1997. O tema era quase desconhecido do público, e os maiores interessados no fenômeno, as companhias de petróleo, queriam saber o quanto deviam se preocupar com ele. James Black, cientista sênior da Exxon, trouxe uma mensagem reta aos diretores da petroleira. Avisou que havia um consenso científico de que a maneira mais provável pela qual a humanidade está influenciando o clima é por meio da liberação de CO2 com a queima de combustíveis fósseis. No ano seguinte, 1978, ele já alertava que a duplicação da quantidade de CO2 na atmosfera elevaria as temperaturas médias globais em dois a três graus – número consistente com o consenso atual.
A Exxon ouviu o recado. E fingiu ter entendido o exato oposto. Quando, dez anos depois, o cientista da Nasa, James Hansen, participou de uma audiência no Congresso americano para dizer que o aquecimento produzido pelo homem era uma realidade, a reação de um conglomerado de empresas de petróleo, gás e carvão foi fundar a Coalizão Global do Clima. A Exxon estava no meio. E a missão inconfessa (mas documentada) do projeto era basicamente lançar dúvidas – sobre a realidade das mudanças climáticas e sobre o papel humano no fenômeno.
O cientista Kenneth Kimmel, que expôs a manipulação, em 2015, contou que um memorando trocado entre as companhias diz: “A vitória virá quando o cidadão médio estiver incerto sobre a ciência do clima”.
Fundada em 1989, a tal Coalização Global do Clima foi dissolvida em 2002. Mas os milhões de dólares promovendo o negacionismo foram suficientes para fazer com que o então presidente americano George W. Bush, alegando prejuízos à economia e incertezas científicas, retirasse, em 2001, os Estado Unidos da América do Protocolo de Kyoto, primeira tentativa de promover de forma multilateral a redução das emissões de gases–estufas por todos os países.
Mais de uma década depois, a história se repetiria com o Acordo de Paris. Assinado em 2015 por Barack Obama, ele foi rejeitado por Donald Trump. Agora, com Joe Biden, o país voltou, tentando recuperar o tempo perdido. No âmbito da ciência, a única coisa que mudou nos últimos 40 anos foi o grau de convicção de que as mudanças climáticas são uma realidade. E nem é mais questão de futuro. A Terra já aqueceu 1°C enquanto o pessoal semeava suas falsas incertezas.
Superinteressante, jun/2021. [texto adaptado]
A questão se referem ao texto a seguir.
TEXTO
“Tudo errado, mas tudo bem”
Por Salvador Nogueira
É difícil precisar quando nasceu o negacionismo sobre a mudança climática. Mas dá para dizer que ele surgiu de mãos dadas com a própria constatação do aquecimento global.
Era 1997. O tema era quase desconhecido do público, e os maiores interessados no fenômeno, as companhias de petróleo, queriam saber o quanto deviam se preocupar com ele. James Black, cientista sênior da Exxon, trouxe uma mensagem reta aos diretores da petroleira. Avisou que havia um consenso científico de que a maneira mais provável pela qual a humanidade está influenciando o clima é por meio da liberação de CO2 com a queima de combustíveis fósseis. No ano seguinte, 1978, ele já alertava que a duplicação da quantidade de CO2 na atmosfera elevaria as temperaturas médias globais em dois a três graus – número consistente com o consenso atual.
A Exxon ouviu o recado. E fingiu ter entendido o exato oposto. Quando, dez anos depois, o cientista da Nasa, James Hansen, participou de uma audiência no Congresso americano para dizer que o aquecimento produzido pelo homem era uma realidade, a reação de um conglomerado de empresas de petróleo, gás e carvão foi fundar a Coalizão Global do Clima. A Exxon estava no meio. E a missão inconfessa (mas documentada) do projeto era basicamente lançar dúvidas – sobre a realidade das mudanças climáticas e sobre o papel humano no fenômeno.
O cientista Kenneth Kimmel, que expôs a manipulação, em 2015, contou que um memorando trocado entre as companhias diz: “A vitória virá quando o cidadão médio estiver incerto sobre a ciência do clima”.
Fundada em 1989, a tal Coalização Global do Clima foi dissolvida em 2002. Mas os milhões de dólares promovendo o negacionismo foram suficientes para fazer com que o então presidente americano George W. Bush, alegando prejuízos à economia e incertezas científicas, retirasse, em 2001, os Estado Unidos da América do Protocolo de Kyoto, primeira tentativa de promover de forma multilateral a redução das emissões de gases–estufas por todos os países.
Mais de uma década depois, a história se repetiria com o Acordo de Paris. Assinado em 2015 por Barack Obama, ele foi rejeitado por Donald Trump. Agora, com Joe Biden, o país voltou, tentando recuperar o tempo perdido. No âmbito da ciência, a única coisa que mudou nos últimos 40 anos foi o grau de convicção de que as mudanças climáticas são uma realidade. E nem é mais questão de futuro. A Terra já aqueceu 1°C enquanto o pessoal semeava suas falsas incertezas.
Superinteressante, jun/2021. [texto adaptado]
Analise as afirmativas a seguir:
I. Transladar restos mortais para o ossuário é uma das funções de um coveiro.
II. O coveiro é um profissional que pode ser designado para executar serviços de inumação, sendo-lhe vedado realizar as exumações em geral.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. O coveiro deve impedir a realização de ações de reciclagem e de coleta seletiva no cemitério, pois essas práticas aumentam o volume de lixo acumulado ao redor das covas e lápides e, assim, aumentam o risco de aparecimento de pragas no cemitério.
II. O coveiro não deve demonstrar empatia, proatividade ou organização, pois essas características afetam negativamente o desempenho do seu trabalho no cemitério.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. A higiene pessoal do coveiro não é uma característica relevante para o exercício da sua função, tampouco afeta a segurança ou as condições de saúde a que esse profissional está exposto.
II. As luvas utilizadas pelo coveiro durante a realização das suas atividades profissionais são sempre de uso coletivo e devem ter tamanho padrão, independentemente do indivíduo, a fim de proteger melhor esse profissional.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. O coveiro é desobrigado de preparar sepulturas, pois cabe aos profissionais dos serviços públicos de educação realizar qualquer atividade relacionada com o sepultamento de corpos.
II. A poluição visual não é um dos prejuízos causados pelo acúmulo de lixo em um cemitério, pois a disposição das lápides e túmulos impede os visitantes de perceber o acúmulo indevido de lixo nesses locais.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Limpar, capinar e caiar muros, paredes e sepulturas em geral, mantendo-os limpos e carregando os lixos existentes nos cemitérios, são atividades inerentes ao cargo de coveiro.
II. Realizar o assentamento de tijolos e o preparo da massa de cimento e concreto é uma ação inerente ao coveiro e que se mostra necessária ao processo de sepultamento.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Transportar materiais e equipamentos de trabalho, conservando-os, são atividades que devem ser realizadas pelo coveiro como parte da sua rotina profissional.
II. Compete exclusivamente ao coveiro realizar as atividades de limpeza urbana e recolhimento de resíduos das ruas próximas ao cemitério.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. As luvas utilizadas pelo coveiro durante a realização das suas atribuições devem ser exclusivamente de látex, com espessura fina e reutilizáveis, a fim de garantir o acúmulo de resíduos orgânicos nas unhas desse profissional.
II. O acúmulo de resíduos em um cemitério pode ser reduzido através da adoção da prática da coleta seletiva. Assim, os familiares e visitantes desse local poderão depositar restos de alimentos, embalagens e outros tipos de lixo em coletores adequados à reciclagem.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. O coveiro trabalha garantindo a organização dos cemitérios, sendo responsável por realizar atividades como o planejamento do uso de recursos públicos, a definição de diretrizes de ação das secretarias municipais, criando um plano de reciclagem para o município.
II. Em um cemitério municipal, a manutenção de condições seguras de trabalho maximizam os perigos de acidentes e as chances de desenvolver doenças relacionadas ao ambiente laboral.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. O coveiro não deve contribuir para as práticas de reciclagem, pois essas ações necessariamente aumentam o consumo de energia elétrica e ampliam o desperdício de água no cemitério.
II. O coveiro deve preparar, adubar a terra e realizar serviços de jardinagem no cemitério, assim como o plantio de árvores e de espécies ornamentais e aguá-las.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Compete privativamente ao coveiro planejar o orçamento anual do cemitério e proceder com todo tipo de instalação elétrica nesse local.
II. Conhecer as leis inerentes ao cargo não é uma atitude favorável ao planejamento e à organização das atividades de trabalho de um servidor público, pois sua programação de atividades apenas deve ser definida de acordo com os desejos pessoais desse profissional.
Marque a alternativa CORRETA: