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Q4298657 Não definido
Assim como outros profissionais da área da saúde, os Agente de Combate a Endemias (ACE) podem estar expostos a fungos, vírus, bactérias, parasitas, bacilos e protozoários e adquirir doenças e agravos transmitidos por tais patógenos. O contato diário com a população, com os vetores e com os reservatórios de doenças pode aumentar o risco do desenvolvimento desses agravos nesse grupo de trabalhadores. Além disso, durante as visitas domiciliares, os ACE podem estar expostos a águas contaminadas, resíduos sólidos e esgotos, em função das condições precárias de saneamento ambiental em algumas localidades, potencializando o risco de adoecimento. Assinale a alternativa a qual fator de risco o texto se refere:
Alternativas
Q4298656 Não definido
Trata-se do conjunto de ações que proporcionam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes da saúde individual e coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças, transmissíveis e não-transmissíveis, e agravos à saúde. Assinale a alternativa que se refere ao conceito.
Alternativas
Q4298655 Não definido
A Lei nº 8.080/90 define o que cabe aos entes federados para formular, implementar e avaliar a política de saúde. Desse modo, o acompanhamento, avaliação e divulgação do nível de saúde da população e das condições ambientais é uma atribuição comum, em seu âmbito administrativo:
Alternativas
Q4298654 Não definido
Dos Princípios e Diretrizes, as ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal. Assinale o princípio a qual é entendido como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema.
Alternativas
Q4298633 Não definido
Ao realizar uma busca utilizando o site Google no navegador, existe uma forma de minimizar a adivinhação da pesquisa. Assinale como a ação citada pode ser feita.
Alternativas
Q4298632 Não definido
No Microsoft Word 2016 pode ser feita a inclusão de número de páginas na edição do texto. Esse recurso possibilita a inclusão do número de páginas de várias formas. Assinale um meio de inclusão do recurso citado.
Alternativas
Q4298631 Não definido
Além da tecla Windows que serve para abrir o menu Iniciar, assinale outro atalho de teclado que possui a mesma função.
Alternativas
Q4298630 Não definido
No lado direito da Barra de Tarefas do Microsoft Windows 10, o usuário encontrará um recurso para facilitar a vida de quem utiliza uma grande quantidade de aplicativos. Por ele é possível observar os alertas, serviços de mensagens e configurar botões para ações rápidas. Assinale o nome do recurso informado.
Alternativas
Q4298629 Não definido
O e-SUS Atenção Básica é uma estratégia para reestruturar as informações em nível nacional. Ela está alinhada com a proposta mais geral de reestruturação entendendo que a qualificação da gestão da informação é fundamental para ampliar a qualidade no atendimento à população. De acordo com o que é preconizado pela Estratégia e-SUS Atenção Básica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4298628 Não definido

Texto II


Foi em novembro de 2002, durante a VII Conferência de Direitos Humanos, que surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação. A proposta da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encampasse a iniciativa, como conta o ex-deputado Orlando Fantazzini. Um dos criadores da campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania, ele diz ter se espelhado na campanha mundial desencadeada contra a indústria Nike, acusada de utilizar mão de obra infantil para confeccionar seus produtos: “Desenvolvi uma proposta calcada em fazer com que os meios de comunicação aceitassem dialogar a partir da perda de faturamento”.


Para os criadores da campanha, já que a lógica das emissoras de televisão era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência que lhes garantissem faturamento comercial, importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária. Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos.


Um dos primeiros passos foi elaborar e divulgar uma carta de princípios. É um documento sucinto, com quinze itens, que sintetiza o que os idealizadores da campanha consideram como desrespeito aos direitos humanos. O texto fala sobre exposição de pessoas ao ridículo, incitamento ao racismo, ao machismo, à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais. Enfatiza a importância de estimular uma cultura da paz e de se ter um cuidado especial com a qualidade da programação destinada ao público infantil.


Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias: a Constituição Federal, o Código Civil, a Lei de Imprensa, a lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (7.716/1989); o Estatuto da Criança e do Adolescente; a lei que protege os portadores de transtornos mentais (10.216/2001); a lei que protege o meio ambiente (9.605/1998).


Também há atos internacionais firmados pelo Brasil, como os pactos sobre direitos civis e políticos; sobre direitos econômicos, sociais e culturais; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção Americana de Direitos Humanos (conhecida como Pacto de San José) e convenções que protegem as crianças, as mulheres, portadores de deficiência e animais, além da Declaração Universal dos Direitos Humanos (junto com a declaração americana sobre o tema).


Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 61 p. – (Série obras comemorativas. Homenagem; n. 7). Acesso em: 28/11/2023

Assinale a alternativa em que não se observa a correta separação silábica do termo destacado. 
Alternativas
Q4298627 Não definido

Texto II


Foi em novembro de 2002, durante a VII Conferência de Direitos Humanos, que surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação. A proposta da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encampasse a iniciativa, como conta o ex-deputado Orlando Fantazzini. Um dos criadores da campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania, ele diz ter se espelhado na campanha mundial desencadeada contra a indústria Nike, acusada de utilizar mão de obra infantil para confeccionar seus produtos: “Desenvolvi uma proposta calcada em fazer com que os meios de comunicação aceitassem dialogar a partir da perda de faturamento”.


Para os criadores da campanha, já que a lógica das emissoras de televisão era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência que lhes garantissem faturamento comercial, importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária. Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos.


Um dos primeiros passos foi elaborar e divulgar uma carta de princípios. É um documento sucinto, com quinze itens, que sintetiza o que os idealizadores da campanha consideram como desrespeito aos direitos humanos. O texto fala sobre exposição de pessoas ao ridículo, incitamento ao racismo, ao machismo, à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais. Enfatiza a importância de estimular uma cultura da paz e de se ter um cuidado especial com a qualidade da programação destinada ao público infantil.


Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias: a Constituição Federal, o Código Civil, a Lei de Imprensa, a lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (7.716/1989); o Estatuto da Criança e do Adolescente; a lei que protege os portadores de transtornos mentais (10.216/2001); a lei que protege o meio ambiente (9.605/1998).


Também há atos internacionais firmados pelo Brasil, como os pactos sobre direitos civis e políticos; sobre direitos econômicos, sociais e culturais; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção Americana de Direitos Humanos (conhecida como Pacto de San José) e convenções que protegem as crianças, as mulheres, portadores de deficiência e animais, além da Declaração Universal dos Direitos Humanos (junto com a declaração americana sobre o tema).


Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 61 p. – (Série obras comemorativas. Homenagem; n. 7). Acesso em: 28/11/2023

Assinale a alternativa que apresenta a palavra que deixou de ser acentuada a partir do mais recente acordo ortográfico. 
Alternativas
Q4298626 Não definido

Texto II


Foi em novembro de 2002, durante a VII Conferência de Direitos Humanos, que surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação. A proposta da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encampasse a iniciativa, como conta o ex-deputado Orlando Fantazzini. Um dos criadores da campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania, ele diz ter se espelhado na campanha mundial desencadeada contra a indústria Nike, acusada de utilizar mão de obra infantil para confeccionar seus produtos: “Desenvolvi uma proposta calcada em fazer com que os meios de comunicação aceitassem dialogar a partir da perda de faturamento”.


Para os criadores da campanha, já que a lógica das emissoras de televisão era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência que lhes garantissem faturamento comercial, importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária. Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos.


Um dos primeiros passos foi elaborar e divulgar uma carta de princípios. É um documento sucinto, com quinze itens, que sintetiza o que os idealizadores da campanha consideram como desrespeito aos direitos humanos. O texto fala sobre exposição de pessoas ao ridículo, incitamento ao racismo, ao machismo, à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais. Enfatiza a importância de estimular uma cultura da paz e de se ter um cuidado especial com a qualidade da programação destinada ao público infantil.


Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias: a Constituição Federal, o Código Civil, a Lei de Imprensa, a lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (7.716/1989); o Estatuto da Criança e do Adolescente; a lei que protege os portadores de transtornos mentais (10.216/2001); a lei que protege o meio ambiente (9.605/1998).


Também há atos internacionais firmados pelo Brasil, como os pactos sobre direitos civis e políticos; sobre direitos econômicos, sociais e culturais; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção Americana de Direitos Humanos (conhecida como Pacto de San José) e convenções que protegem as crianças, as mulheres, portadores de deficiência e animais, além da Declaração Universal dos Direitos Humanos (junto com a declaração americana sobre o tema).


Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 61 p. – (Série obras comemorativas. Homenagem; n. 7). Acesso em: 28/11/2023

Assinale a alternativa que completa corretamente a sentença:

“Se há maus tratos aos animais, é correto dizer que os animais são ________________.

Alternativas
Q4298625 Não definido

Texto II


Foi em novembro de 2002, durante a VII Conferência de Direitos Humanos, que surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação. A proposta da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encampasse a iniciativa, como conta o ex-deputado Orlando Fantazzini. Um dos criadores da campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania, ele diz ter se espelhado na campanha mundial desencadeada contra a indústria Nike, acusada de utilizar mão de obra infantil para confeccionar seus produtos: “Desenvolvi uma proposta calcada em fazer com que os meios de comunicação aceitassem dialogar a partir da perda de faturamento”.


Para os criadores da campanha, já que a lógica das emissoras de televisão era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência que lhes garantissem faturamento comercial, importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária. Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos.


Um dos primeiros passos foi elaborar e divulgar uma carta de princípios. É um documento sucinto, com quinze itens, que sintetiza o que os idealizadores da campanha consideram como desrespeito aos direitos humanos. O texto fala sobre exposição de pessoas ao ridículo, incitamento ao racismo, ao machismo, à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais. Enfatiza a importância de estimular uma cultura da paz e de se ter um cuidado especial com a qualidade da programação destinada ao público infantil.


Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias: a Constituição Federal, o Código Civil, a Lei de Imprensa, a lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (7.716/1989); o Estatuto da Criança e do Adolescente; a lei que protege os portadores de transtornos mentais (10.216/2001); a lei que protege o meio ambiente (9.605/1998).


Também há atos internacionais firmados pelo Brasil, como os pactos sobre direitos civis e políticos; sobre direitos econômicos, sociais e culturais; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção Americana de Direitos Humanos (conhecida como Pacto de San José) e convenções que protegem as crianças, as mulheres, portadores de deficiência e animais, além da Declaração Universal dos Direitos Humanos (junto com a declaração americana sobre o tema).


Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 61 p. – (Série obras comemorativas. Homenagem; n. 7). Acesso em: 28/11/2023

Assinale a alternativa em que a classe gramatical das palavras que projetam complemento nominal é diferente das demais alternativas.
Alternativas
Q4298624 Não definido

Texto II


Foi em novembro de 2002, durante a VII Conferência de Direitos Humanos, que surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação. A proposta da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encampasse a iniciativa, como conta o ex-deputado Orlando Fantazzini. Um dos criadores da campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania, ele diz ter se espelhado na campanha mundial desencadeada contra a indústria Nike, acusada de utilizar mão de obra infantil para confeccionar seus produtos: “Desenvolvi uma proposta calcada em fazer com que os meios de comunicação aceitassem dialogar a partir da perda de faturamento”.


Para os criadores da campanha, já que a lógica das emissoras de televisão era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência que lhes garantissem faturamento comercial, importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária. Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos.


Um dos primeiros passos foi elaborar e divulgar uma carta de princípios. É um documento sucinto, com quinze itens, que sintetiza o que os idealizadores da campanha consideram como desrespeito aos direitos humanos. O texto fala sobre exposição de pessoas ao ridículo, incitamento ao racismo, ao machismo, à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais. Enfatiza a importância de estimular uma cultura da paz e de se ter um cuidado especial com a qualidade da programação destinada ao público infantil.


Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias: a Constituição Federal, o Código Civil, a Lei de Imprensa, a lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (7.716/1989); o Estatuto da Criança e do Adolescente; a lei que protege os portadores de transtornos mentais (10.216/2001); a lei que protege o meio ambiente (9.605/1998).


Também há atos internacionais firmados pelo Brasil, como os pactos sobre direitos civis e políticos; sobre direitos econômicos, sociais e culturais; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção Americana de Direitos Humanos (conhecida como Pacto de San José) e convenções que protegem as crianças, as mulheres, portadores de deficiência e animais, além da Declaração Universal dos Direitos Humanos (junto com a declaração americana sobre o tema).


Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 61 p. – (Série obras comemorativas. Homenagem; n. 7). Acesso em: 28/11/2023

Assinale a alternativa que aponta incorretamente o processo de formação de palavras dos termos destacados no trecho a seguir: 


“Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias”.

Alternativas
Q4298623 Não definido

Texto II


Foi em novembro de 2002, durante a VII Conferência de Direitos Humanos, que surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação. A proposta da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encampasse a iniciativa, como conta o ex-deputado Orlando Fantazzini. Um dos criadores da campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania, ele diz ter se espelhado na campanha mundial desencadeada contra a indústria Nike, acusada de utilizar mão de obra infantil para confeccionar seus produtos: “Desenvolvi uma proposta calcada em fazer com que os meios de comunicação aceitassem dialogar a partir da perda de faturamento”.


Para os criadores da campanha, já que a lógica das emissoras de televisão era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência que lhes garantissem faturamento comercial, importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária. Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos.


Um dos primeiros passos foi elaborar e divulgar uma carta de princípios. É um documento sucinto, com quinze itens, que sintetiza o que os idealizadores da campanha consideram como desrespeito aos direitos humanos. O texto fala sobre exposição de pessoas ao ridículo, incitamento ao racismo, ao machismo, à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais. Enfatiza a importância de estimular uma cultura da paz e de se ter um cuidado especial com a qualidade da programação destinada ao público infantil.


Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias: a Constituição Federal, o Código Civil, a Lei de Imprensa, a lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (7.716/1989); o Estatuto da Criança e do Adolescente; a lei que protege os portadores de transtornos mentais (10.216/2001); a lei que protege o meio ambiente (9.605/1998).


Também há atos internacionais firmados pelo Brasil, como os pactos sobre direitos civis e políticos; sobre direitos econômicos, sociais e culturais; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção Americana de Direitos Humanos (conhecida como Pacto de San José) e convenções que protegem as crianças, as mulheres, portadores de deficiência e animais, além da Declaração Universal dos Direitos Humanos (junto com a declaração americana sobre o tema).


Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 61 p. – (Série obras comemorativas. Homenagem; n. 7). Acesso em: 28/11/2023

Assinale a alternativa que apresenta a classificação sintática correta e respectiva dos termos destacados nos trechos a seguir.

“surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação”

“importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária”

Alternativas
Q4298622 Não definido

Texto II


Foi em novembro de 2002, durante a VII Conferência de Direitos Humanos, que surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação. A proposta da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encampasse a iniciativa, como conta o ex-deputado Orlando Fantazzini. Um dos criadores da campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania, ele diz ter se espelhado na campanha mundial desencadeada contra a indústria Nike, acusada de utilizar mão de obra infantil para confeccionar seus produtos: “Desenvolvi uma proposta calcada em fazer com que os meios de comunicação aceitassem dialogar a partir da perda de faturamento”.


Para os criadores da campanha, já que a lógica das emissoras de televisão era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência que lhes garantissem faturamento comercial, importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária. Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos.


Um dos primeiros passos foi elaborar e divulgar uma carta de princípios. É um documento sucinto, com quinze itens, que sintetiza o que os idealizadores da campanha consideram como desrespeito aos direitos humanos. O texto fala sobre exposição de pessoas ao ridículo, incitamento ao racismo, ao machismo, à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais. Enfatiza a importância de estimular uma cultura da paz e de se ter um cuidado especial com a qualidade da programação destinada ao público infantil.


Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias: a Constituição Federal, o Código Civil, a Lei de Imprensa, a lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (7.716/1989); o Estatuto da Criança e do Adolescente; a lei que protege os portadores de transtornos mentais (10.216/2001); a lei que protege o meio ambiente (9.605/1998).


Também há atos internacionais firmados pelo Brasil, como os pactos sobre direitos civis e políticos; sobre direitos econômicos, sociais e culturais; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção Americana de Direitos Humanos (conhecida como Pacto de San José) e convenções que protegem as crianças, as mulheres, portadores de deficiência e animais, além da Declaração Universal dos Direitos Humanos (junto com a declaração americana sobre o tema).


Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 61 p. – (Série obras comemorativas. Homenagem; n. 7). Acesso em: 28/11/2023

Assinale a alternativa em que a concordância do verbo não se deve à palavra anteposta a ele.
Alternativas
Q4298621 Não definido

Texto II


Foi em novembro de 2002, durante a VII Conferência de Direitos Humanos, que surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação. A proposta da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encampasse a iniciativa, como conta o ex-deputado Orlando Fantazzini. Um dos criadores da campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania, ele diz ter se espelhado na campanha mundial desencadeada contra a indústria Nike, acusada de utilizar mão de obra infantil para confeccionar seus produtos: “Desenvolvi uma proposta calcada em fazer com que os meios de comunicação aceitassem dialogar a partir da perda de faturamento”.


Para os criadores da campanha, já que a lógica das emissoras de televisão era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência que lhes garantissem faturamento comercial, importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária. Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos.


Um dos primeiros passos foi elaborar e divulgar uma carta de princípios. É um documento sucinto, com quinze itens, que sintetiza o que os idealizadores da campanha consideram como desrespeito aos direitos humanos. O texto fala sobre exposição de pessoas ao ridículo, incitamento ao racismo, ao machismo, à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais. Enfatiza a importância de estimular uma cultura da paz e de se ter um cuidado especial com a qualidade da programação destinada ao público infantil.


Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias: a Constituição Federal, o Código Civil, a Lei de Imprensa, a lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (7.716/1989); o Estatuto da Criança e do Adolescente; a lei que protege os portadores de transtornos mentais (10.216/2001); a lei que protege o meio ambiente (9.605/1998).


Também há atos internacionais firmados pelo Brasil, como os pactos sobre direitos civis e políticos; sobre direitos econômicos, sociais e culturais; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção Americana de Direitos Humanos (conhecida como Pacto de San José) e convenções que protegem as crianças, as mulheres, portadores de deficiência e animais, além da Declaração Universal dos Direitos Humanos (junto com a declaração americana sobre o tema).


Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 61 p. – (Série obras comemorativas. Homenagem; n. 7). Acesso em: 28/11/2023

Dos verbos destacados no trecho “Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos”, assinale a alternativa que apresenta o único que não é verbo transitivo direto e indireto.  
Alternativas
Q4298620 Não definido

Texto II


Foi em novembro de 2002, durante a VII Conferência de Direitos Humanos, que surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação. A proposta da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encampasse a iniciativa, como conta o ex-deputado Orlando Fantazzini. Um dos criadores da campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania, ele diz ter se espelhado na campanha mundial desencadeada contra a indústria Nike, acusada de utilizar mão de obra infantil para confeccionar seus produtos: “Desenvolvi uma proposta calcada em fazer com que os meios de comunicação aceitassem dialogar a partir da perda de faturamento”.


Para os criadores da campanha, já que a lógica das emissoras de televisão era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência que lhes garantissem faturamento comercial, importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária. Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos.


Um dos primeiros passos foi elaborar e divulgar uma carta de princípios. É um documento sucinto, com quinze itens, que sintetiza o que os idealizadores da campanha consideram como desrespeito aos direitos humanos. O texto fala sobre exposição de pessoas ao ridículo, incitamento ao racismo, ao machismo, à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais. Enfatiza a importância de estimular uma cultura da paz e de se ter um cuidado especial com a qualidade da programação destinada ao público infantil.


Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias: a Constituição Federal, o Código Civil, a Lei de Imprensa, a lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (7.716/1989); o Estatuto da Criança e do Adolescente; a lei que protege os portadores de transtornos mentais (10.216/2001); a lei que protege o meio ambiente (9.605/1998).


Também há atos internacionais firmados pelo Brasil, como os pactos sobre direitos civis e políticos; sobre direitos econômicos, sociais e culturais; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção Americana de Direitos Humanos (conhecida como Pacto de San José) e convenções que protegem as crianças, as mulheres, portadores de deficiência e animais, além da Declaração Universal dos Direitos Humanos (junto com a declaração americana sobre o tema).


Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 61 p. – (Série obras comemorativas. Homenagem; n. 7). Acesso em: 28/11/2023

Observe os trechos a seguir:

“era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência”


“à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais”


Assinale a alternativa que reúne correta e respectivamente as palavras que regem o uso da proposição que permite a ocorrência do fenômeno crase nos trechos acima. 

Alternativas
Q4298619 Não definido

Texto II


Foi em novembro de 2002, durante a VII Conferência de Direitos Humanos, que surgiu a ideia de desenvolver o tema na perspectiva dos meios de comunicação. A proposta da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encampasse a iniciativa, como conta o ex-deputado Orlando Fantazzini. Um dos criadores da campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania, ele diz ter se espelhado na campanha mundial desencadeada contra a indústria Nike, acusada de utilizar mão de obra infantil para confeccionar seus produtos: “Desenvolvi uma proposta calcada em fazer com que os meios de comunicação aceitassem dialogar a partir da perda de faturamento”.


Para os criadores da campanha, já que a lógica das emissoras de televisão era adequar o conteúdo da programação à necessidade de obter pontos de audiência que lhes garantissem faturamento comercial, importante seria dialogar com elas na perspectiva de ameaçar a perda de receita publicitária. Um dos pilares do movimento que começava era denunciar aos anunciantes conteúdos inadequados e convencê-los de que não valia a pena atrelar a marca de produtos e serviços a programas que desrespeitassem os direitos humanos.


Um dos primeiros passos foi elaborar e divulgar uma carta de princípios. É um documento sucinto, com quinze itens, que sintetiza o que os idealizadores da campanha consideram como desrespeito aos direitos humanos. O texto fala sobre exposição de pessoas ao ridículo, incitamento ao racismo, ao machismo, à violência, à intolerância religiosa, à sexualização precoce, ao abuso sexual, à reprodução de estereótipos e aos maus tratos aos animais. Enfatiza a importância de estimular uma cultura da paz e de se ter um cuidado especial com a qualidade da programação destinada ao público infantil.


Termos como “desrespeito” e “qualidade”, no entanto, poderiam sugerir conceitos abstratos, difíceis de serem definidos. Por isso, a campanha listou a legislação que deveria ser utilizada para embasar as denúncias: a Constituição Federal, o Código Civil, a Lei de Imprensa, a lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (7.716/1989); o Estatuto da Criança e do Adolescente; a lei que protege os portadores de transtornos mentais (10.216/2001); a lei que protege o meio ambiente (9.605/1998).


Também há atos internacionais firmados pelo Brasil, como os pactos sobre direitos civis e políticos; sobre direitos econômicos, sociais e culturais; a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial; a Convenção Americana de Direitos Humanos (conhecida como Pacto de San José) e convenções que protegem as crianças, as mulheres, portadores de deficiência e animais, além da Declaração Universal dos Direitos Humanos (junto com a declaração americana sobre o tema).


Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 61 p. – (Série obras comemorativas. Homenagem; n. 7). Acesso em: 28/11/2023

Observe os trechos a seguir:

“É um documento sucinto, com quinze itens, (1º) que sintetiza o (2º) que os idealizadores...”

“A proposta da conferência, (3º) que reuniu mais de 1.500 pessoas, foi (4º) que a comissão de direitos humanos da câmara...”

Assinale a alternativa que aponta o “que” cuja classificação morfológica é diferente dos demais. 

Alternativas
Q4298618 Não definido
Texto I 

Alto céu
De Tupana e Yurupari
Duas forças que vão fluir
A energia de Monã que equilibra o bem e o mal
Um lugar onde as pedras podiam falar
Onde irmãos desfrutavam a beleza singular
Anhyã, bela e habilidosa
Mas a cobra ardilosa usa a flor pra lhe tocar
E nasce Kahu’ê, o Curumim
De olhos alegres, sempre assim
Presença tão breve
A ingenuidade sucumbe à maldade
Renasce Kahu’ê, o Curumim
Seus olhos alegres não têm fim
Pois o bem é maior, vai reexistir
Vida ligeira, passageira
Plantada no solo da pura emoção
De pele vermelha, os frutos de uma nação
Vida inocente, vira semente
E ao som de uma ave a cantar
Floresce imponente o povo do guaraná
E se a cobiça e o fogo chegarem na aldeia
Deixa a força Mawé ressurgir
E sorrir quando o Sol reluzir
Nesse dia eles vão temer
E o amor vai vencer


Disponível em: Samba-Enredo 2022 - Waranã, a Reexistência Vermelha - G.R.E.S. Unidos da Tijuca (RJ) - LETRAS.MUS.BR – Acesso em: 29/11/2023 
Assinale a alternativa que classifica corretamente o predicado do verso “Floresce imponente o povo do guaraná” 
Alternativas
Respostas
13321: C
13322: D
13323: D
13324: B
13325: A
13326: B
13327: C
13328: D
13329: A
13330: B
13331: A
13332: A
13333: B
13334: C
13335: C
13336: A
13337: D
13338: A
13339: D
13340: C