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TEXTO I
Tatuagens relacionadas à doação de órgãos terão dinheiro
revertido para Santa Casa da Capital
Instituição afirma que campanha visa conscientizar o público mais jovem
Com o intuito de incentivar a reflexão neste mês da conscientização sobre a doação de órgãos, um estúdio de tatuagem do bairro Cidade Baixa, na zona central de Porto Alegre, lançou uma promoção que vai até o fim de setembro: desenhos que revelem a intenção de ser um doador custam R$ 50.
“Nosso estúdio sempre teve uma preocupação com o social, mas importante dizer que a tattoo não é um atestado de doação. A pessoa tem que conscientizar a família que quer doar”, diz Raquel Mandaluna, 32 anos, uma das tatuadoras do estúdio El Xixo.
Os valores serão entregues integralmente ao setor de transplantes da Santa Casa de Misericórdia, em Porto Alegre, parceira na iniciativa.
“É uma ação que fala com o público mais jovem. Atualmente, passa de 33 mil o número de pessoas no Brasil esperando por um transplante, por isso é fundamental falarmos cada vez mais sobre o tema”, justifica Kelen Machado, enfermeira da Organização de Procura de Órgãos da Santa Casa de Porto Alegre. Ao menos dez tatuagens com a temática foram feitas desde o início do mês. A expectativa dos donos do estúdio é de que chegue pelo menos a 25 até o fim da promoção.
A professora Lenise Ghiorzi, 30 anos, tatuou um coração anatômico no peito, com os dizeres “doador de órgãos”, na base do órgão.
“Eu acredito que o universo é conectado e que todos somos um. Somos todos células de um corpo maior. Se alguma parte desse todo está doente, o todo também estará. Sempre que possível farei o necessário para que o mundo esteja são. Tatuar isso é expor para o mundo esse desejo de ajudar o próximo com algo que não me fará falta”, diz a jovem.
Os desenhos são pré-definidos. Ainda há a opção de frases que integram o slogan “um salva oito” [...].
Uma tatuagem pequena custa, em média, R$ 150 com algum dos oito profissionais do espaço da Rua Lopo Gonçalves, 33. Proprietário do estúdio, Jean dos Santos Ximenes de Azevedo, 32 anos, estima que o material custe ao menos R$ 50, além do tempo do tatuador, cedido para a campanha solidária: “Me incomoda fazer tattoo só por estética. Quando apareceu a iniciativa pensei que isso ajudaria a fazer algo mais, fazer a diferença.”
Com o despertar da campanha, os clientes do estúdio passaram a pedir outras marcas no corpo, de acordo com o artista.
“A galera diz que tem que marcar mais e deixar claro, para não acontecer algo diferente depois. Pedem também para desenhar o tipo sanguíneo e se tem alergia. Uma forma de deixar claro em caso de alguma emergência.”
Disponível em:<http://twixar.me/Gq71>
Releia este trecho.
“Atualmente, passa de 33 mil o número de pessoas no Brasil esperando por um transplante, por isso é fundamental falarmos cada vez mais sobre o tema”
A locução destacada confere ao trecho uma ideia
TEXTO I
Tatuagens relacionadas à doação de órgãos terão dinheiro
revertido para Santa Casa da Capital
Instituição afirma que campanha visa conscientizar o público mais jovem
Com o intuito de incentivar a reflexão neste mês da conscientização sobre a doação de órgãos, um estúdio de tatuagem do bairro Cidade Baixa, na zona central de Porto Alegre, lançou uma promoção que vai até o fim de setembro: desenhos que revelem a intenção de ser um doador custam R$ 50.
“Nosso estúdio sempre teve uma preocupação com o social, mas importante dizer que a tattoo não é um atestado de doação. A pessoa tem que conscientizar a família que quer doar”, diz Raquel Mandaluna, 32 anos, uma das tatuadoras do estúdio El Xixo.
Os valores serão entregues integralmente ao setor de transplantes da Santa Casa de Misericórdia, em Porto Alegre, parceira na iniciativa.
“É uma ação que fala com o público mais jovem. Atualmente, passa de 33 mil o número de pessoas no Brasil esperando por um transplante, por isso é fundamental falarmos cada vez mais sobre o tema”, justifica Kelen Machado, enfermeira da Organização de Procura de Órgãos da Santa Casa de Porto Alegre. Ao menos dez tatuagens com a temática foram feitas desde o início do mês. A expectativa dos donos do estúdio é de que chegue pelo menos a 25 até o fim da promoção.
A professora Lenise Ghiorzi, 30 anos, tatuou um coração anatômico no peito, com os dizeres “doador de órgãos”, na base do órgão.
“Eu acredito que o universo é conectado e que todos somos um. Somos todos células de um corpo maior. Se alguma parte desse todo está doente, o todo também estará. Sempre que possível farei o necessário para que o mundo esteja são. Tatuar isso é expor para o mundo esse desejo de ajudar o próximo com algo que não me fará falta”, diz a jovem.
Os desenhos são pré-definidos. Ainda há a opção de frases que integram o slogan “um salva oito” [...].
Uma tatuagem pequena custa, em média, R$ 150 com algum dos oito profissionais do espaço da Rua Lopo Gonçalves, 33. Proprietário do estúdio, Jean dos Santos Ximenes de Azevedo, 32 anos, estima que o material custe ao menos R$ 50, além do tempo do tatuador, cedido para a campanha solidária: “Me incomoda fazer tattoo só por estética. Quando apareceu a iniciativa pensei que isso ajudaria a fazer algo mais, fazer a diferença.”
Com o despertar da campanha, os clientes do estúdio passaram a pedir outras marcas no corpo, de acordo com o artista.
“A galera diz que tem que marcar mais e deixar claro, para não acontecer algo diferente depois. Pedem também para desenhar o tipo sanguíneo e se tem alergia. Uma forma de deixar claro em caso de alguma emergência.”
Disponível em:<http://twixar.me/Gq71>
Releia este trecho.
“Com o intuito de incentivar a reflexão neste mês da conscientização sobre a doação de órgãos [...]”
A palavra destacada pode ser substituída pelos seguintes sinônimos, exceto:
TEXTO I
Tatuagens relacionadas à doação de órgãos terão dinheiro
revertido para Santa Casa da Capital
Instituição afirma que campanha visa conscientizar o público mais jovem
Com o intuito de incentivar a reflexão neste mês da conscientização sobre a doação de órgãos, um estúdio de tatuagem do bairro Cidade Baixa, na zona central de Porto Alegre, lançou uma promoção que vai até o fim de setembro: desenhos que revelem a intenção de ser um doador custam R$ 50.
“Nosso estúdio sempre teve uma preocupação com o social, mas importante dizer que a tattoo não é um atestado de doação. A pessoa tem que conscientizar a família que quer doar”, diz Raquel Mandaluna, 32 anos, uma das tatuadoras do estúdio El Xixo.
Os valores serão entregues integralmente ao setor de transplantes da Santa Casa de Misericórdia, em Porto Alegre, parceira na iniciativa.
“É uma ação que fala com o público mais jovem. Atualmente, passa de 33 mil o número de pessoas no Brasil esperando por um transplante, por isso é fundamental falarmos cada vez mais sobre o tema”, justifica Kelen Machado, enfermeira da Organização de Procura de Órgãos da Santa Casa de Porto Alegre. Ao menos dez tatuagens com a temática foram feitas desde o início do mês. A expectativa dos donos do estúdio é de que chegue pelo menos a 25 até o fim da promoção.
A professora Lenise Ghiorzi, 30 anos, tatuou um coração anatômico no peito, com os dizeres “doador de órgãos”, na base do órgão.
“Eu acredito que o universo é conectado e que todos somos um. Somos todos células de um corpo maior. Se alguma parte desse todo está doente, o todo também estará. Sempre que possível farei o necessário para que o mundo esteja são. Tatuar isso é expor para o mundo esse desejo de ajudar o próximo com algo que não me fará falta”, diz a jovem.
Os desenhos são pré-definidos. Ainda há a opção de frases que integram o slogan “um salva oito” [...].
Uma tatuagem pequena custa, em média, R$ 150 com algum dos oito profissionais do espaço da Rua Lopo Gonçalves, 33. Proprietário do estúdio, Jean dos Santos Ximenes de Azevedo, 32 anos, estima que o material custe ao menos R$ 50, além do tempo do tatuador, cedido para a campanha solidária: “Me incomoda fazer tattoo só por estética. Quando apareceu a iniciativa pensei que isso ajudaria a fazer algo mais, fazer a diferença.”
Com o despertar da campanha, os clientes do estúdio passaram a pedir outras marcas no corpo, de acordo com o artista.
“A galera diz que tem que marcar mais e deixar claro, para não acontecer algo diferente depois. Pedem também para desenhar o tipo sanguíneo e se tem alergia. Uma forma de deixar claro em caso de alguma emergência.”
Disponível em:<http://twixar.me/Gq71>
Releia este trecho.
“Os desenhos são pré-definidos. Ainda há a opção de frases que integram o slogan ‘um salva oito’ [...]”
Em seguida, observe a arte da referida campanha.
Disponível em: .
Acesso em: 20 set. 2019.
Pode-se afirmar que esse slogan faz menção ao fato de
que cada pessoa
TEXTO I
Tatuagens relacionadas à doação de órgãos terão dinheiro
revertido para Santa Casa da Capital
Instituição afirma que campanha visa conscientizar o público mais jovem
Com o intuito de incentivar a reflexão neste mês da conscientização sobre a doação de órgãos, um estúdio de tatuagem do bairro Cidade Baixa, na zona central de Porto Alegre, lançou uma promoção que vai até o fim de setembro: desenhos que revelem a intenção de ser um doador custam R$ 50.
“Nosso estúdio sempre teve uma preocupação com o social, mas importante dizer que a tattoo não é um atestado de doação. A pessoa tem que conscientizar a família que quer doar”, diz Raquel Mandaluna, 32 anos, uma das tatuadoras do estúdio El Xixo.
Os valores serão entregues integralmente ao setor de transplantes da Santa Casa de Misericórdia, em Porto Alegre, parceira na iniciativa.
“É uma ação que fala com o público mais jovem. Atualmente, passa de 33 mil o número de pessoas no Brasil esperando por um transplante, por isso é fundamental falarmos cada vez mais sobre o tema”, justifica Kelen Machado, enfermeira da Organização de Procura de Órgãos da Santa Casa de Porto Alegre. Ao menos dez tatuagens com a temática foram feitas desde o início do mês. A expectativa dos donos do estúdio é de que chegue pelo menos a 25 até o fim da promoção.
A professora Lenise Ghiorzi, 30 anos, tatuou um coração anatômico no peito, com os dizeres “doador de órgãos”, na base do órgão.
“Eu acredito que o universo é conectado e que todos somos um. Somos todos células de um corpo maior. Se alguma parte desse todo está doente, o todo também estará. Sempre que possível farei o necessário para que o mundo esteja são. Tatuar isso é expor para o mundo esse desejo de ajudar o próximo com algo que não me fará falta”, diz a jovem.
Os desenhos são pré-definidos. Ainda há a opção de frases que integram o slogan “um salva oito” [...].
Uma tatuagem pequena custa, em média, R$ 150 com algum dos oito profissionais do espaço da Rua Lopo Gonçalves, 33. Proprietário do estúdio, Jean dos Santos Ximenes de Azevedo, 32 anos, estima que o material custe ao menos R$ 50, além do tempo do tatuador, cedido para a campanha solidária: “Me incomoda fazer tattoo só por estética. Quando apareceu a iniciativa pensei que isso ajudaria a fazer algo mais, fazer a diferença.”
Com o despertar da campanha, os clientes do estúdio passaram a pedir outras marcas no corpo, de acordo com o artista.
“A galera diz que tem que marcar mais e deixar claro, para não acontecer algo diferente depois. Pedem também para desenhar o tipo sanguíneo e se tem alergia. Uma forma de deixar claro em caso de alguma emergência.”
Disponível em:<http://twixar.me/Gq71>
O desafio do combate às endemias é evitar a proliferação de doenças por meio das ações que devem ser desenvolvidas com a participação da população.
Sobre a área do conhecimento dos agentes de combate às endemias, analise as afirmativas a seguir.
I. A endemia transforma-se em pandemia quando uma doença ultrapassa as fronteiras de uma nação, podendo se espalhar por mais continentes ou por todo mundo, causando inúmeras mortes.
II. Doenças reemergentes são aquelas que estavam controladas ou eliminadas de uma determinada região e que voltaram a acometer a população.
III. A vigilância sanitária é um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou a prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos.
IV. Risco ambiental é quando o esgoto, o lixo e a água usada em locais públicos não têm um destino adequado, com a presença de vetores como ratos, baratas e insetos.
Estão corretas as afirmativas
Atenção Básica e Vigilância em Saúde devem se unir para a adequada identificação de problemas de saúde nos territórios e o planejamento de estratégias de intervenção clínica e sanitária mais efetivas e eficazes.
É atribuição dos agentes de combate às endemias na
Atenção Básica
A execução das ações, das atividades e das estratégias de vigilância, prevenção e controle de zoonoses são relevantes para a saúde pública.
São exemplos de zoonoses monitoradas por programas nacionais de vigilância e controle do Ministério da Saúde, exceto:
Com relação aos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) A universalidade de acesso aos serviços de saúde deve ocorrer em todos os níveis de assistência.
( ) É vedada à iniciativa privada sua participação na prestação de serviços do SUS.
( ) No SUS, as pessoas mais vulneráveis e de baixa renda têm prioridade no atendimento.
( ) A integralidade da assistência é o conjunto articulado e contínuo das ações e serviços.
Assinale a sequência correta.
1. O principal vetor e reservatório da FA Silvestre no Brasil é o mosquito do gênero Haemagogus janthinomys. 2. Na FA Silvestre os hospedeiros naturais são os primatas não humanos (macacos) e homem não imunizado entra nesse ciclo acidentalmente. 3. Na FA Urbana , o mosquito Aedes aegypti é o principal vetor e reservatório e o homem, o único hospedeiro de importância epidemiológica. 4. O modo de transmissão na FA Silvestre , o ciclo de transmissão se processa entre o macaco infectado - mosquito silvestre - macaco sadio. 5. O modo de transmissão na FA urbana se faz através da picada do mosquito Aedes aegypti, no ciclo: homem infectado - Aedes aegypti - homem sadio.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Uma pessoa com suspeita de Dengue, mas que não tem prioridade e seu atendimento na Unidade de Saúde deve ser de acordo com a ordem de chegada, pertence ao grupo:
Essas três doenças têm em comum:
Na tirinha de Jim Davis, os verbos precisar e dever estão conjugados consecutivamente em que tempo e modo verbais?

Poema de Cruz e Souza (1861-1898):
“Vozes veladas, veludosas vozes.
Volúpias de violões, vozes veladas.
Vagam nos velhos vórtices velozes.
Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas”.
A figura de linguagem utilizada no poema é:
Durante o exercício da função, o ACE deverá estar munido dos materiais que serão utilizados no campo.
Assinale a alternativa que corresponde aos materiais de campo: