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Q3863129 Medicina
Uma criança de 10 anos diagnosticada com Leucemia Linfoide Aguda (LLA) e em fase de quimioterapia intensiva desenvolve febre persistente por 4 dias, não responsiva a antibióticos de amplo espectro (piparacilina/tazobactam), tosse seca e dispneia progressiva. Ela está neutropênica (contagem absoluta de neutrófilos <500/µL) há 7 dias. Uma tomografia computadorizada de tórax de alta resolução (TCAR) revela múltiplos nódulos pulmonares, alguns com o característico “sinal do halo”. A equipe médica suspeita fortemente de uma infecção fúngica pulmonar invasiva. Diante da alta suspeita clínica e radiológica de micose pulmonar invasiva em um paciente neutropênico, qual é a conduta mais apropriada a ser instituída para otimizar o prognóstico? 
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Q3863128 Medicina
Uma lactente de 6 meses de idade com histórico de prematuridade (nascida com 32 semanas) e uma hospitalização prévia por bronquiolite viral aos 3 meses está em acompanhamento. Ela recebeu apenas a primeira dose da vacina contra influenza há 3 semanas. Recentemente, sua mãe foi diagnosticada com influenza A, confirmada por teste rápido, e iniciou tratamento antiviral. A lactente está afebril e assintomática, mas a família está muito apreensiva com o risco de a bebê desenvolver influenza devido ao seu histórico de vulnerabilidade. Considerando a alta probabilidade de exposição à influenza e a maior vulnerabilidade dessa lactente a complicações graves, qual é a conduta mais apropriada para prevenir a infecção nesse momento, de acordo com as diretrizes pediátricas?
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Q3863127 Medicina
Um recém-nascido a termo, de 20 dias de vida, está em acompanhamento domiciliar. A mãe está preocupada com a alta incidência de casos de coqueluche (pertússis) na comunidade. A mãe recebeu vacina para pertússis na gestação. O recém-nascido ainda não recebeu a primeira dose da vacina DTPa, prevista para os 2 meses de idade. Considerando a alta vulnerabilidade do recém-nascido à coqueluche e a potencial exposição familiar, qual é a estratégia de prevenção mais eficaz e recomendada para proteger o bebê nessa situação? 
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Q3863126 Medicina
Uma adolescente de 15 anos com anemia falciforme (HbSC) é acompanhada no ambulatório devido a queixas progressivas de dispneia aos esforços, fadiga acentuada e palpitações. Ela nega histórico de crises vaso-oclusivas recentes, e o controle da dor crônica está estável. Ao exame físico, apresenta desdobramento fixo de segunda bulha (P2 hiperfonético) e um sopro sistólico tricuspídeo. O ecocardiograma Doppler demonstra velocidade de regurgitação tricúspide elevada e estimativa de pressão sistólica da artéria pulmonar em 48 mmHg. Considerando as complicações pulmonares crônicas da anemia falciforme, qual é o diagnóstico que melhor se alinha com a apresentação clínica e os achados ecocardiográficos dessa paciente?
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Q3863125 Medicina
Um menino de 7 anos com diagnóstico conhecido de anemia falciforme (HbSS) é levado à emergência com febre (38,8 °C), dor torácica pleurítica intensa no hemitórax direito, tosse produtiva e dispneia súbita há aproximadamente 18 horas. Ele apresenta saturação de oxigênio de 89% em ar ambiente. A radiografia de tórax revela um novo infiltrado pulmonar em lobo médio direito, que não estava presente em um exame anterior há 2 dias. Diante desse quadro clínico agudo em um paciente com anemia falciforme, qual é o diagnóstico mais provável e a principal complicação respiratória que exige manejo imediato?
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Q3863124 Medicina
Um lactente de 10 meses, previamente hígido, apresenta um quadro de início súbito de tosse intensa e dispneia enquanto brincava no chão da sala. A mãe o levou imediatamente ao pronto-socorro. Ao exame, a criança está em desconforto respiratório moderado, afebril, com saturação de O2 de 88% em ar ambiente. A ausculta pulmonar revela sibilância e diminuição do murmúrio vesicular acentuadamente no hemitórax direito. Considerando a história e a ausculta pulmonar, qual diagnóstico diferencial deve ser priorizado em detrimento de uma bronquiolite viral típica? 
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Q3863123 Medicina
Um lactente de 6 semanas de vida, nascido a termo, é levado ao pronto-socorro com história de “cansaço para mamar” e irritabilidade há 3 dias, associados a taquipneia progressiva. A mãe nega febre, mas relata que o filho apresenta sudorese profusa na cabeça durante as mamadas. Ao exame, o lactente está pálido, taquipneico (70 irpm), taquicárdico (180 bpm), com hepatomegalia (fígado a 3 cm do rebordo costal direito) e ausculta pulmonar com crepitações finas bibasais e alguns sibilos esparsos. Diante desse quadro em um lactente muito jovem, qual é o principal diagnóstico diferencial para bronquiolite viral que deve ser investigado com máxima urgência?
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Q3863122 Medicina
 Uma criança de 6 anos é encaminhada ao pneumologista pediátrico por tosse crônica, dispneia aos esforços e episódios de sibilância que não respondem a broncodilatadores. No histórico, consta uma internação prolongada em UTI aos 6 meses de vida por uma bronquiolite grave, com necessidade de ventilação mecânica por 15 dias. A espirometria mostra obstrução brônquica grave e fixa (sem resposta ao broncodilatador). A tomografia computadorizada de tórax de alta resolução revela um padrão de perfusão em mosaico com áreas de aprisionamento aéreo. Diante desse quadro clínico, do histórico infeccioso e dos achados de imagem, qual é o impacto ou sequela de longo prazo mais provável da bronquiolite inicial?
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Q3863121 Medicina
Um lactente de 8 meses com diagnóstico prévio de Atrofia Muscular Espinhal (AME) Tipo 1 é internado com bronquiolite viral. Ele apresenta tosse fraca e ineficaz, e a aspiração de vias aéreas superiores revela secreções espessas e abundantes. O paciente está com desconforto respiratório moderado, sem instabilidade hemodinâmica. Um médico residente sugere iniciar VNI para reduzir o trabalho respiratório. Qual fator representa a principal contraindicação relativa-para-absoluta para o uso de VNI nesse paciente específico, tornando a terapia potencialmente perigosa?
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Q3863120 Medicina
Uma lactente de 6 meses com diagnóstico de cardiopatia congênita complexa (ventrículo único) e em uso contínuo de cateter venoso central há 3 meses para acesso vascular e administração de medicações apresenta início súbito de irritabilidade, taquipneia progressiva e recusa alimentar. Não há febre. A gasometria arterial mostra hipoxemia e discreta hipercapnia. Qual é o principal fator de risco subjacente para o desenvolvimento de TEP nessa lactente, que deve ser prontamente investigado e manejado?
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Q3863119 Medicina
Um adolescente de 16 anos com doença de Crohn em tratamento imunossupressor apresenta dor e edema no membro inferior direito há 3 dias. Procurou o pronto-socorro com início súbito de dispneia, taquicardia (FC 115 bpm) e tosse seca. Ele está hemodinamicamente estável. A ultrassonografia Doppler confirmou Trombose Venosa Profunda (TVP) extensa na perna direita. Diante da alta probabilidade clínica de tromboembolismo pulmonar (TEP) nesse adolescente, qual é o exame diagnóstico de imagem mais indicado para confirmar o TEP e guiar a conduta terapêutica?
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Q3863118 Medicina
Uma menina de 4 anos, previamente hígida, é internada com pneumonia grave, evoluindo rapidamente para derrame pleural extenso e necrose pulmonar multilobar, necessitando de drenagem torácica. A tomografia de tórax revela consolidação extensa com múltiplas cavitações e derrame pleural loculado. A cultura do líquido pleural e o PCR identificam Streptococcus pneumoniae. Qual é o principal fator de virulência de Streptococcus pneumoniae mais associado a formas graves e complicadas de pneumonia em crianças, como a destruição tecidual e o empiema observados nesse caso? 
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Q3863117 Medicina
Um adolescente de 14 anos com diagnóstico de asma persistente grave há 3 anos tem sido tratado com CI em dose alta, LAMA e LABA, além de doses frequentes de corticosteroide oral para exacerbações. Apresenta controle inadequado da asma, com VEF1 persistentemente abaixo do previsto e limitações importantes nas atividades diárias. O médico assistente suspeita de “asma grave”. Antes de considerar qualquer escalonamento terapêutico adicional ou tratamento biológico para essa “asma grave” em pediatria, qual é a ação inicial e mais crucial que o pediatra deve realizar? 
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Q3863116 Medicina
Uma menina de 10 anos de idade é acompanhada no ambulatório de Pneumologia Pediátrica por asma grave. Apesar do uso regular e correto de Corticosteroide Inalatório (CI) em dose alta combinado com agonista beta-2 de longa ação (LABA) e de um Antagonista do Receptor de Leucotrienos (ARL), ela continua apresentando sintomas diurnos frequentes, despertares noturnos semanais e necessita de cursos repetidos de corticosteroide oral (mais de 2 vezes no último ano) devido a exacerbações. A adesão à medicação foi confirmada, a técnica inalatória revisada e fatores ambientais controlados. Testes alérgicos demonstraram sensibilização a ácaros da poeira domiciliar e epitélio de gato. De acordo com as diretrizes da GINA 2025 e da SBP para manejo de asma grave em crianças, qual é a próxima etapa terapêutica a ser considerada para otimizar o controle da asma nessa paciente? 
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Q3863115 Medicina
Uma adolescente de 16 anos com diagnóstico de tuberculose extrapulmonar (linfonodal cervical) completa o esquema básico de tratamento de 6 meses (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol nos 2 primeiros meses, e rifampicina e isoniazida nos 4 meses seguintes). Após 2 meses do término do tratamento, apresenta-se sem sintomas e com linfonodomegalia cervical residual indolor. Qual é a conduta mais adequada para essa paciente após a conclusão do tratamento e ausência de sintomas de atividade da doença? 
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Q3863114 Medicina
Um recém-nascido é avaliado por taquipneia severa e sinais de insuficiência respiratória desde o nascimento. A radiografia de tórax revela uma área de hiperinsuflação em lobo superior esquerdo, com desvio mediastinal discreto para a direita. O ecocardiograma exclui doença cardíaca congênita. Qual é o diagnóstico mais provável desse recém-nascido, considerando os achados clínicos e radiológicos?
Alternativas
Q3863113 Medicina
Um menino de 10 anos tem história de tosse crônica produtiva desde a primeira infância, seus exames de imagem mostram bronquiectasias difusas e ele tem swab nasofaríngeo positivo para Staphylococcus aureus meticilina-resistente (MRSA). Seus pais relatam que ele está abaixo do peso ideal para a idade. Além das bronquiectasias, qual das seguintes doenças deve ser investigada como a causa subjacente mais provável para esse quadro clínico em uma criança?
Alternativas
Q3863112 Medicina
Uma adolescente de 13 anos, previamente hígida, é admitida com dor pleurítica súbita, dispneia e tosse seca. A radiografia de tórax revela um pneumotórax espontâneo de tamanho moderado (>2 cm do ápice à parede torácica). Ela não possui história de trauma ou doença pulmonar conhecida. Qual é a conduta inicial mais adequada para o tratamento desse pneumotórax espontâneo em uma adolescente, considerando que ela está hemodinamicamente estável?
Alternativas
Q3863111 Medicina
Um recém-nascido é diagnosticado com Fibrose Cística (FC) através do teste do pezinho positivo, confirmado por dois testes do suor com cloreto >60 mEq/L. Os pais não têm histórico familiar conhecido de FC e desejam entender as implicações genéticas. Qual é o padrão de herança genética da FC e qual é a probabilidade de os pais, caso não manifestem a doença, serem portadores heterozigotos? 
Alternativas
Q3863110 Medicina
Uma criança de 2 anos, imunocompetente, é diagnosticada com tuberculose pulmonar após investigação de tosse crônica e perda de peso. A radiografia de tórax mostra adenopatia hilar unilateral. A cultura de escarro induzido é positiva para Mycobacterium tuberculosis sensível a todos os fármacos de primeira linha. De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil, qual é o esquema terapêutico inicial recomendado para essa criança? 
Alternativas
Respostas
381: B
382: B
383: E
384: D
385: A
386: D
387: E
388: D
389: C
390: C
391: D
392: E
393: E
394: E
395: B
396: C
397: A
398: D
399: B
400: C