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Até 30% dos casos de tumores carcinoides bronquiais costumam apresentar-se com síndrome carcinoide, que se caracteriza por diarreia, sibilância, hipotensão e flushing.
Os sintomas mais comuns dos tumores carcinoides bronquiais são hemoptise, tosse, sibilos localizados e pneumonia recorrente.
Um paciente que apresente espirometria com teste de broncodilatadores normais terá o diagnóstico de asma brônquica afastado.
Em paciente que apresenta gasometria arterial normal em repouso, a medida da gasometria arterial durante o exercício pode ajudar no diagnóstico de suspeita de doença intersticial.
Deve-se considerar presença de hiperinsuflação pulmonar apenas quando o volume residual se apresenta maior que 80% do previsto.
A pneumonia adquirida em hospital, que ocorre com frequência em pacientes que requerem tratamento intensivo ou ventilação mecânica, é definida como pneumonia que se desenvolve após 48 h de internação ou intubação e sem qualquer relação com os germes colonizadores da faringe.
Um paciente que se apresente para investigação diagnóstica de quadro infeccioso pulmonar e que mostre no radiograma do tórax infiltrado em zona dependente pulmonar, com área de cavitação, apresenta infecção por anaeróbios.
Para o diagnóstico de pneumonia adquirida na comunidade, é essencial a presença de sintomas e sinais de infecção pulmonar aguda e infiltrado parenquimatoso no radiograma do tórax.
Os pacientes que iniciam quadro de tosse após infecção do trato respiratório superior habitualmente não respondem ao tratamento com anti-histamínicos nem para asma, independentemente de apresentarem quadro de broncoespasmo.
Cerca de 25% dos pacientes com resfriado comum não tratado podem persistir com tosse aguda por até 14 dias.
A droga de escolha para tratamento de longo prazo na asma persistente leve é corticoesteroide inalado.
Um paciente asmático que apresente sintomas diários, use diariamente drogas antagonistas beta-2 de curta duração e mais de duas exacerbações por semana, constitui exemplo de quadro de asma persistente grave.
Na asma, a reversibilidade, total ou parcial, da obstrução brônquica pode acontecer espontaneamente ou após uso de drogas broncodilatadoras.
A presença continuada de sintomas relativos à obstrução brônquica, como dispneia, tosse e chiado torácico, é essencial para o diagnóstico de asma brônquica.
No tratamento da DPOC, quando se empregam drogas broncodilatadoras e reabilitação pulmonar de forma correta, consegue-se aumentar a sobrevida dos pacientes.
A principal causa de hipoxemia nos pacientes com DPOC é o desequilíbrio nas relações ventilação/perfusão, que se podem apresentar com aumento de áreas com alto ou baixo índice V/Q.
Exposição à poeira ocupacional e poluição no interior de moradias causada por queima de biomassa são causas de DPOC, independentemente de sua associação com tabagismo.
Em um paciente com DPOC e que apresenta obstrução ao fluxo aéreo de VEF1/CVF de 50%, espera-se encontrar valor do volume residual maior que 120% do previsto.
Na DPOC, a indicação de oxigenoterapia domiciliar prolongada é feita quando o paciente apresenta PaO2 < 59 mmHg ou SaO2 < 90%, avaliadas com o paciente acordado e em repouso.
A obstrução ao fluxo aéreo encontrada na DPOC é habitualmente progressiva, mesmo em presença de tratamento adequado.