Questões de Concurso
Para mecânico
Foram encontradas 5.625 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A história de Laika, a vira-lata soviética enviada ao espaço: por que foi cruel
03 de maio de 2021
Em 3 de novembro de 1957, aos três anos de idade, a cadelinha Laika embarcou para uma viagem sem volta. Resgatada – talvez, o termo mais correto seja capturada – das ruas de Moscou, na Rússia, a viralata de temperamento dócil e calmo era considerada a tripulante perfeita para a missão Sputnik II do programa espacial russo: seu porte era adequado ao tamanho da cabine; os sensores usados na operação aderiam facilmente ao seu pelo liso e curto; e sua saúde era mais resistente que a dos cães com pedigree. Como ainda não existia nenhum tipo de tecnologia para trazer satélites em segurança de volta à Terra, todos sabiam que, uma vez a bordo, Laika não voltaria para casa.
A cabine da cadelinha na Sputnik II era pressurizada, acolchoada e com espaço suficiente para que ela deitasse ou ficasse de pé ainda que presa por uma guia. Comida e água eram oferecidas em forma gelatinosa, e um coletor de dejetos foi incorporado a ela. O plano era que, depois de observar e testar como Laika se comportaria no espaço, uma porção de ração envenenada seria liberada para ela, que, segundo os cientistas, morreria de maneira indolor e sem sofrimento.
Era a versão em que se acreditava até 2002, quando veio à público a verdadeira causa da morte de Laika: o estresse provocado pelo superaquecimento da cabine ao entrar em órbita.[...]. Depois da descoberta sobre o que realmente tinha acontecido com ela na missão espacial, a comunidade científica passou a questionar com mais intensidade se os sacrifícios dessas espécies justificavam os avanços tecnológicos.
[...]
Fonte: https://blog.petiko.com.br/a-historia-de-laika-a-vira-lata-sovietica-enviada-ao-espaco-por-que-foicruel/
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A história de Laika, a vira-lata soviética enviada ao espaço: por que foi cruel
03 de maio de 2021
Em 3 de novembro de 1957, aos três anos de idade, a cadelinha Laika embarcou para uma viagem sem volta. Resgatada – talvez, o termo mais correto seja capturada – das ruas de Moscou, na Rússia, a viralata de temperamento dócil e calmo era considerada a tripulante perfeita para a missão Sputnik II do programa espacial russo: seu porte era adequado ao tamanho da cabine; os sensores usados na operação aderiam facilmente ao seu pelo liso e curto; e sua saúde era mais resistente que a dos cães com pedigree. Como ainda não existia nenhum tipo de tecnologia para trazer satélites em segurança de volta à Terra, todos sabiam que, uma vez a bordo, Laika não voltaria para casa.
A cabine da cadelinha na Sputnik II era pressurizada, acolchoada e com espaço suficiente para que ela deitasse ou ficasse de pé ainda que presa por uma guia. Comida e água eram oferecidas em forma gelatinosa, e um coletor de dejetos foi incorporado a ela. O plano era que, depois de observar e testar como Laika se comportaria no espaço, uma porção de ração envenenada seria liberada para ela, que, segundo os cientistas, morreria de maneira indolor e sem sofrimento.
Era a versão em que se acreditava até 2002, quando veio à público a verdadeira causa da morte de Laika: o estresse provocado pelo superaquecimento da cabine ao entrar em órbita.[...]. Depois da descoberta sobre o que realmente tinha acontecido com ela na missão espacial, a comunidade científica passou a questionar com mais intensidade se os sacrifícios dessas espécies justificavam os avanços tecnológicos.
[...]
Fonte: https://blog.petiko.com.br/a-historia-de-laika-a-vira-lata-sovietica-enviada-ao-espaco-por-que-foicruel/
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A história de Laika, a vira-lata soviética enviada ao espaço: por que foi cruel
03 de maio de 2021
Em 3 de novembro de 1957, aos três anos de idade, a cadelinha Laika embarcou para uma viagem sem volta. Resgatada – talvez, o termo mais correto seja capturada – das ruas de Moscou, na Rússia, a viralata de temperamento dócil e calmo era considerada a tripulante perfeita para a missão Sputnik II do programa espacial russo: seu porte era adequado ao tamanho da cabine; os sensores usados na operação aderiam facilmente ao seu pelo liso e curto; e sua saúde era mais resistente que a dos cães com pedigree. Como ainda não existia nenhum tipo de tecnologia para trazer satélites em segurança de volta à Terra, todos sabiam que, uma vez a bordo, Laika não voltaria para casa.
A cabine da cadelinha na Sputnik II era pressurizada, acolchoada e com espaço suficiente para que ela deitasse ou ficasse de pé ainda que presa por uma guia. Comida e água eram oferecidas em forma gelatinosa, e um coletor de dejetos foi incorporado a ela. O plano era que, depois de observar e testar como Laika se comportaria no espaço, uma porção de ração envenenada seria liberada para ela, que, segundo os cientistas, morreria de maneira indolor e sem sofrimento.
Era a versão em que se acreditava até 2002, quando veio à público a verdadeira causa da morte de Laika: o estresse provocado pelo superaquecimento da cabine ao entrar em órbita.[...]. Depois da descoberta sobre o que realmente tinha acontecido com ela na missão espacial, a comunidade científica passou a questionar com mais intensidade se os sacrifícios dessas espécies justificavam os avanços tecnológicos.
[...]
Fonte: https://blog.petiko.com.br/a-historia-de-laika-a-vira-lata-sovietica-enviada-ao-espaco-por-que-foicruel/
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A história de Laika, a vira-lata soviética enviada ao espaço: por que foi cruel
03 de maio de 2021
Em 3 de novembro de 1957, aos três anos de idade, a cadelinha Laika embarcou para uma viagem sem volta. Resgatada – talvez, o termo mais correto seja capturada – das ruas de Moscou, na Rússia, a viralata de temperamento dócil e calmo era considerada a tripulante perfeita para a missão Sputnik II do programa espacial russo: seu porte era adequado ao tamanho da cabine; os sensores usados na operação aderiam facilmente ao seu pelo liso e curto; e sua saúde era mais resistente que a dos cães com pedigree. Como ainda não existia nenhum tipo de tecnologia para trazer satélites em segurança de volta à Terra, todos sabiam que, uma vez a bordo, Laika não voltaria para casa.
A cabine da cadelinha na Sputnik II era pressurizada, acolchoada e com espaço suficiente para que ela deitasse ou ficasse de pé ainda que presa por uma guia. Comida e água eram oferecidas em forma gelatinosa, e um coletor de dejetos foi incorporado a ela. O plano era que, depois de observar e testar como Laika se comportaria no espaço, uma porção de ração envenenada seria liberada para ela, que, segundo os cientistas, morreria de maneira indolor e sem sofrimento.
Era a versão em que se acreditava até 2002, quando veio à público a verdadeira causa da morte de Laika: o estresse provocado pelo superaquecimento da cabine ao entrar em órbita.[...]. Depois da descoberta sobre o que realmente tinha acontecido com ela na missão espacial, a comunidade científica passou a questionar com mais intensidade se os sacrifícios dessas espécies justificavam os avanços tecnológicos.
[...]
Fonte: https://blog.petiko.com.br/a-historia-de-laika-a-vira-lata-sovietica-enviada-ao-espaco-por-que-foicruel/
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A história de Laika, a vira-lata soviética enviada ao espaço: por que foi cruel
03 de maio de 2021
Em 3 de novembro de 1957, aos três anos de idade, a cadelinha Laika embarcou para uma viagem sem volta. Resgatada – talvez, o termo mais correto seja capturada – das ruas de Moscou, na Rússia, a viralata de temperamento dócil e calmo era considerada a tripulante perfeita para a missão Sputnik II do programa espacial russo: seu porte era adequado ao tamanho da cabine; os sensores usados na operação aderiam facilmente ao seu pelo liso e curto; e sua saúde era mais resistente que a dos cães com pedigree. Como ainda não existia nenhum tipo de tecnologia para trazer satélites em segurança de volta à Terra, todos sabiam que, uma vez a bordo, Laika não voltaria para casa.
A cabine da cadelinha na Sputnik II era pressurizada, acolchoada e com espaço suficiente para que ela deitasse ou ficasse de pé ainda que presa por uma guia. Comida e água eram oferecidas em forma gelatinosa, e um coletor de dejetos foi incorporado a ela. O plano era que, depois de observar e testar como Laika se comportaria no espaço, uma porção de ração envenenada seria liberada para ela, que, segundo os cientistas, morreria de maneira indolor e sem sofrimento.
Era a versão em que se acreditava até 2002, quando veio à público a verdadeira causa da morte de Laika: o estresse provocado pelo superaquecimento da cabine ao entrar em órbita.[...]. Depois da descoberta sobre o que realmente tinha acontecido com ela na missão espacial, a comunidade científica passou a questionar com mais intensidade se os sacrifícios dessas espécies justificavam os avanços tecnológicos.
[...]
Fonte: https://blog.petiko.com.br/a-historia-de-laika-a-vira-lata-sovietica-enviada-ao-espaco-por-que-foicruel/
Considere a imagem.

A imagem faz referência aos incêndios florestais ocorridos nos últimos meses no/na
Considere a imagem.

A charge ironiza o discurso do ministro Paulo Guedes, em Davos, que anunciou os inimigos do meio ambiente no Brasil: a fome e a pobreza. Junão, autor da charge, utilizou-se da fala do ministro, “Destroem porque estão com fome”, para criticar:
Leia a notícia do dia 9 de março.
Nas últimas 24 horas, a Alemanha registrou 150 novos casos de contágio por Covid-19, o que eleva a 1.112 o número de pessoas afetadas pela epidemia, anunciou nesta segunda-feira (9 de março) o Instituto Robert Koch, que supervisiona o combate às epidemias no país. O principal foco da doença está na região da Renânia do Norte-Vestfália, na fronteira com Holanda e Bélgica.
O Coronavírus infectou centenas de pessoas. Nomeada oficialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como COVID-19, em11 de fevereiro teve origem
O povoamento determinado pela mineração do ouro é um povoamento muito irregular e mais instável; sem nenhum planejamento, sem nenhuma ordem. Onde aparece ouro, ali surge uma povoação; quando o ouro se esgota, os mineiros mudam-se para outro lugar e a povoação definha e desaparece, isso porque o ouro encontrado em Goiás era o ouro de aluvião, em pequenas partículas, que ficavam depositadas no leito de rios e córregos ou no sopé das montanhas, geralmente. Sua extração era rápida e logo as jazidas se esgotavam forçando os mineiros a se mudarem em busca de novas áreas para mineração.
A primeira região ocupada em Goiás foi a região:
Considere a imagem:

No brasão da cidade de Varjão-GO está escrito “14 de Novembro de 1958”. Nesta data,