Questões de Concurso Para professor - 1 ao 5 ano ensino fundamental

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Q2001060 Português
Tomando-se como referência o momento em que se fala, a ação expressa pelo verbo pode ocorrer em diversos tempos. Sobre os tempos verbais do indicativo, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2001059 Português
Leia, com atenção, o texto a seguir, pois a questão é referente a ele. 

Inteligência artificial vai criar mais empregos.
Especialistas explicam que a evolução tecnológica não irá destruir empregos atuais. 

Uma das questões mais debatidas atualmente é como as novas tecnologias, incluindo a robótica e a inteligência artificial, poderão impactar no mercado de trabalho e nas relações profissionais.
Para o advogado e pesquisador Ronaldo Lemos, ainda estamos longe das cenas de filmes de ficção científica. Porém não há dúvidas de que as mudanças estão a caminho.
[...] "Se você olhar economias desenvolvidas como os Estados Unidos, hoje você não tem nenhum sinal de que isso está acontecendo, ao contrário, os Estados Unidos estão com pleno emprego, e o preço dos salários está subindo e não diminuindo. Então, do ponto de vista econômico, isso é muito claro que não tem nenhum robô ali substituindo gente, não tem ninguém desempregado topando trabalhar por menos", completa Ronaldo Lemos.
[...] Autor do best-seller A Guerra das Inteligências, o francês Laurent Alexandre explica que esse não é um fenômeno novo. E mostra por que a sociedade não precisa temer a evolução tecnológica. "Quando os ferreiros desapareceram progressivamente com a chegada dos carros, há cem anos, as pessoas não imaginavam que, no século XXI, criaríamos empregos de programadores de informática, cinegrafistas para a televisão, pilotos de aviões, cirurgiões, fabricantes de microprocessadores. Hoje vemos com inquietação os empregos que vão desaparecer, e não vemos ainda a incrível quantidade de profissões que vão aparecer nos próximos cem anos.[...]”
Um estudo divulgado durante o Fórum Econômico Mundial em Tianjian, na China, em setembro, estima que a automação e a robótica criarão, até 2025, 58 milhões de empregos. O número é resultado de uma conta que prevê a supressão de 75 milhões de postos de trabalho em áreas como serviços postais, secretariado e de embalagens; enquanto outros 133 milhões de novos empregos deverão aparecer graças à evolução digital. O levantamento foi feito com 300 empresas multinacionais presentes em 20 países, que reúnem hoje mais de 15 milhões de empregados.
Um dos palestrantes mais requisitados da França, quando o assunto é a sociedade do futuro, Laurent Alexandre não acredita no fim do trabalho. "Eu não acredito na morte do trabalho. Você sabe que os imperadores romanos tinham medo que as máquinas destruíssem o trabalho em Roma há dois mil anos. É um medo que sempre tivemos porque as pessoas veem a destruição dos postos de trabalho, mas não veem as profissões do futuro".
"Ninguém na época do Napoleão poderia imaginar que haveria aviões e microprocessadores. Eu não sou otimista, eu sou realista. A tecnologia vai criar oportunidades extraordinárias para as gerações que virão."
A principal diferença agora está na natureza das mudanças. Segundo o coordenador do mestrado em ciências digitais da SciencePo, em Paris, Benoît Thieulin, até hoje, sempre que há transformações profundas, elas atingem a parte baixa da pirâmide, onde estão os trabalhadores menos qualificados, enquanto a onda da digitalização e da robótica afetará o alto escalão.
"A primeira onda de robotização dos anos 1970 e 1980 atingiu inicialmente os operários. E esse movimento continua, especialmente no mundo industrial, pois ainda não temos empregados domésticos robôs, mesmo que isso venha a acontecer no futuro, muito provavelmente. Mas a nova onda, atualmente, que é essa da inteligência artificial, atinge os chamados empregos de colarinho branco. As enfermeiras estão menos ameaçadas, por exemplo, do que os médicos. São as profissões de análise que podem ser automatizadas. Entre um radiologista e um computador, que terá acesso a milhares de imagens para poder comparar um osso a milhares de outros, é evidente que a análise digital será incomparável com aquilo que o radiologista poderá fazer unicamente com os olhos e o cérebro.” 
[...] Até lá, a recomendação para os trabalhadores é que continuem a se aperfeiçoar e não tenham medo de reaprender, como aconselha Benoît Thieulin. "As pessoas vão reaprender muitas coisas que aprenderam na escola e a ideia de uma formação continuada vai se tornar uma realidade."

 https://g1.globo.com/educacao/guia-de-carreiras/noticia/2018/10/24- Texto adaptado

Os termos sublinhados na frase abaixo têm a equivalência de: 

“(...) até hoje, sempre que há transformações profundas, elas atingem a parte baixa da pirâmide, onde estão os trabalhadores menos qualificados (...).” 

Alternativas
Q2001058 Português
Leia, com atenção, o texto a seguir, pois a questão é referente a ele. 

Inteligência artificial vai criar mais empregos.
Especialistas explicam que a evolução tecnológica não irá destruir empregos atuais. 

Uma das questões mais debatidas atualmente é como as novas tecnologias, incluindo a robótica e a inteligência artificial, poderão impactar no mercado de trabalho e nas relações profissionais.
Para o advogado e pesquisador Ronaldo Lemos, ainda estamos longe das cenas de filmes de ficção científica. Porém não há dúvidas de que as mudanças estão a caminho.
[...] "Se você olhar economias desenvolvidas como os Estados Unidos, hoje você não tem nenhum sinal de que isso está acontecendo, ao contrário, os Estados Unidos estão com pleno emprego, e o preço dos salários está subindo e não diminuindo. Então, do ponto de vista econômico, isso é muito claro que não tem nenhum robô ali substituindo gente, não tem ninguém desempregado topando trabalhar por menos", completa Ronaldo Lemos.
[...] Autor do best-seller A Guerra das Inteligências, o francês Laurent Alexandre explica que esse não é um fenômeno novo. E mostra por que a sociedade não precisa temer a evolução tecnológica. "Quando os ferreiros desapareceram progressivamente com a chegada dos carros, há cem anos, as pessoas não imaginavam que, no século XXI, criaríamos empregos de programadores de informática, cinegrafistas para a televisão, pilotos de aviões, cirurgiões, fabricantes de microprocessadores. Hoje vemos com inquietação os empregos que vão desaparecer, e não vemos ainda a incrível quantidade de profissões que vão aparecer nos próximos cem anos.[...]”
Um estudo divulgado durante o Fórum Econômico Mundial em Tianjian, na China, em setembro, estima que a automação e a robótica criarão, até 2025, 58 milhões de empregos. O número é resultado de uma conta que prevê a supressão de 75 milhões de postos de trabalho em áreas como serviços postais, secretariado e de embalagens; enquanto outros 133 milhões de novos empregos deverão aparecer graças à evolução digital. O levantamento foi feito com 300 empresas multinacionais presentes em 20 países, que reúnem hoje mais de 15 milhões de empregados.
Um dos palestrantes mais requisitados da França, quando o assunto é a sociedade do futuro, Laurent Alexandre não acredita no fim do trabalho. "Eu não acredito na morte do trabalho. Você sabe que os imperadores romanos tinham medo que as máquinas destruíssem o trabalho em Roma há dois mil anos. É um medo que sempre tivemos porque as pessoas veem a destruição dos postos de trabalho, mas não veem as profissões do futuro".
"Ninguém na época do Napoleão poderia imaginar que haveria aviões e microprocessadores. Eu não sou otimista, eu sou realista. A tecnologia vai criar oportunidades extraordinárias para as gerações que virão."
A principal diferença agora está na natureza das mudanças. Segundo o coordenador do mestrado em ciências digitais da SciencePo, em Paris, Benoît Thieulin, até hoje, sempre que há transformações profundas, elas atingem a parte baixa da pirâmide, onde estão os trabalhadores menos qualificados, enquanto a onda da digitalização e da robótica afetará o alto escalão.
"A primeira onda de robotização dos anos 1970 e 1980 atingiu inicialmente os operários. E esse movimento continua, especialmente no mundo industrial, pois ainda não temos empregados domésticos robôs, mesmo que isso venha a acontecer no futuro, muito provavelmente. Mas a nova onda, atualmente, que é essa da inteligência artificial, atinge os chamados empregos de colarinho branco. As enfermeiras estão menos ameaçadas, por exemplo, do que os médicos. São as profissões de análise que podem ser automatizadas. Entre um radiologista e um computador, que terá acesso a milhares de imagens para poder comparar um osso a milhares de outros, é evidente que a análise digital será incomparável com aquilo que o radiologista poderá fazer unicamente com os olhos e o cérebro.” 
[...] Até lá, a recomendação para os trabalhadores é que continuem a se aperfeiçoar e não tenham medo de reaprender, como aconselha Benoît Thieulin. "As pessoas vão reaprender muitas coisas que aprenderam na escola e a ideia de uma formação continuada vai se tornar uma realidade."

 https://g1.globo.com/educacao/guia-de-carreiras/noticia/2018/10/24- Texto adaptado
Se você olhar economias desenvolvidas como os Estados Unidos (...).”. O conectivo sublinhado nessa frase estabelece uma relação de ideia de: 
Alternativas
Q2001057 Português
Leia, com atenção, o texto a seguir, pois a questão é referente a ele. 

Inteligência artificial vai criar mais empregos.
Especialistas explicam que a evolução tecnológica não irá destruir empregos atuais. 

Uma das questões mais debatidas atualmente é como as novas tecnologias, incluindo a robótica e a inteligência artificial, poderão impactar no mercado de trabalho e nas relações profissionais.
Para o advogado e pesquisador Ronaldo Lemos, ainda estamos longe das cenas de filmes de ficção científica. Porém não há dúvidas de que as mudanças estão a caminho.
[...] "Se você olhar economias desenvolvidas como os Estados Unidos, hoje você não tem nenhum sinal de que isso está acontecendo, ao contrário, os Estados Unidos estão com pleno emprego, e o preço dos salários está subindo e não diminuindo. Então, do ponto de vista econômico, isso é muito claro que não tem nenhum robô ali substituindo gente, não tem ninguém desempregado topando trabalhar por menos", completa Ronaldo Lemos.
[...] Autor do best-seller A Guerra das Inteligências, o francês Laurent Alexandre explica que esse não é um fenômeno novo. E mostra por que a sociedade não precisa temer a evolução tecnológica. "Quando os ferreiros desapareceram progressivamente com a chegada dos carros, há cem anos, as pessoas não imaginavam que, no século XXI, criaríamos empregos de programadores de informática, cinegrafistas para a televisão, pilotos de aviões, cirurgiões, fabricantes de microprocessadores. Hoje vemos com inquietação os empregos que vão desaparecer, e não vemos ainda a incrível quantidade de profissões que vão aparecer nos próximos cem anos.[...]”
Um estudo divulgado durante o Fórum Econômico Mundial em Tianjian, na China, em setembro, estima que a automação e a robótica criarão, até 2025, 58 milhões de empregos. O número é resultado de uma conta que prevê a supressão de 75 milhões de postos de trabalho em áreas como serviços postais, secretariado e de embalagens; enquanto outros 133 milhões de novos empregos deverão aparecer graças à evolução digital. O levantamento foi feito com 300 empresas multinacionais presentes em 20 países, que reúnem hoje mais de 15 milhões de empregados.
Um dos palestrantes mais requisitados da França, quando o assunto é a sociedade do futuro, Laurent Alexandre não acredita no fim do trabalho. "Eu não acredito na morte do trabalho. Você sabe que os imperadores romanos tinham medo que as máquinas destruíssem o trabalho em Roma há dois mil anos. É um medo que sempre tivemos porque as pessoas veem a destruição dos postos de trabalho, mas não veem as profissões do futuro".
"Ninguém na época do Napoleão poderia imaginar que haveria aviões e microprocessadores. Eu não sou otimista, eu sou realista. A tecnologia vai criar oportunidades extraordinárias para as gerações que virão."
A principal diferença agora está na natureza das mudanças. Segundo o coordenador do mestrado em ciências digitais da SciencePo, em Paris, Benoît Thieulin, até hoje, sempre que há transformações profundas, elas atingem a parte baixa da pirâmide, onde estão os trabalhadores menos qualificados, enquanto a onda da digitalização e da robótica afetará o alto escalão.
"A primeira onda de robotização dos anos 1970 e 1980 atingiu inicialmente os operários. E esse movimento continua, especialmente no mundo industrial, pois ainda não temos empregados domésticos robôs, mesmo que isso venha a acontecer no futuro, muito provavelmente. Mas a nova onda, atualmente, que é essa da inteligência artificial, atinge os chamados empregos de colarinho branco. As enfermeiras estão menos ameaçadas, por exemplo, do que os médicos. São as profissões de análise que podem ser automatizadas. Entre um radiologista e um computador, que terá acesso a milhares de imagens para poder comparar um osso a milhares de outros, é evidente que a análise digital será incomparável com aquilo que o radiologista poderá fazer unicamente com os olhos e o cérebro.” 
[...] Até lá, a recomendação para os trabalhadores é que continuem a se aperfeiçoar e não tenham medo de reaprender, como aconselha Benoît Thieulin. "As pessoas vão reaprender muitas coisas que aprenderam na escola e a ideia de uma formação continuada vai se tornar uma realidade."

 https://g1.globo.com/educacao/guia-de-carreiras/noticia/2018/10/24- Texto adaptado

     “(...) os Estados Unidos estão com pleno emprego (...).”

Marque a alternativa em que a palavra apresentada modifica o sentido do termo destacado na frase acima.

Alternativas
Q2001056 Português
Leia, com atenção, o texto a seguir, pois a questão é referente a ele. 

Inteligência artificial vai criar mais empregos.
Especialistas explicam que a evolução tecnológica não irá destruir empregos atuais. 

Uma das questões mais debatidas atualmente é como as novas tecnologias, incluindo a robótica e a inteligência artificial, poderão impactar no mercado de trabalho e nas relações profissionais.
Para o advogado e pesquisador Ronaldo Lemos, ainda estamos longe das cenas de filmes de ficção científica. Porém não há dúvidas de que as mudanças estão a caminho.
[...] "Se você olhar economias desenvolvidas como os Estados Unidos, hoje você não tem nenhum sinal de que isso está acontecendo, ao contrário, os Estados Unidos estão com pleno emprego, e o preço dos salários está subindo e não diminuindo. Então, do ponto de vista econômico, isso é muito claro que não tem nenhum robô ali substituindo gente, não tem ninguém desempregado topando trabalhar por menos", completa Ronaldo Lemos.
[...] Autor do best-seller A Guerra das Inteligências, o francês Laurent Alexandre explica que esse não é um fenômeno novo. E mostra por que a sociedade não precisa temer a evolução tecnológica. "Quando os ferreiros desapareceram progressivamente com a chegada dos carros, há cem anos, as pessoas não imaginavam que, no século XXI, criaríamos empregos de programadores de informática, cinegrafistas para a televisão, pilotos de aviões, cirurgiões, fabricantes de microprocessadores. Hoje vemos com inquietação os empregos que vão desaparecer, e não vemos ainda a incrível quantidade de profissões que vão aparecer nos próximos cem anos.[...]”
Um estudo divulgado durante o Fórum Econômico Mundial em Tianjian, na China, em setembro, estima que a automação e a robótica criarão, até 2025, 58 milhões de empregos. O número é resultado de uma conta que prevê a supressão de 75 milhões de postos de trabalho em áreas como serviços postais, secretariado e de embalagens; enquanto outros 133 milhões de novos empregos deverão aparecer graças à evolução digital. O levantamento foi feito com 300 empresas multinacionais presentes em 20 países, que reúnem hoje mais de 15 milhões de empregados.
Um dos palestrantes mais requisitados da França, quando o assunto é a sociedade do futuro, Laurent Alexandre não acredita no fim do trabalho. "Eu não acredito na morte do trabalho. Você sabe que os imperadores romanos tinham medo que as máquinas destruíssem o trabalho em Roma há dois mil anos. É um medo que sempre tivemos porque as pessoas veem a destruição dos postos de trabalho, mas não veem as profissões do futuro".
"Ninguém na época do Napoleão poderia imaginar que haveria aviões e microprocessadores. Eu não sou otimista, eu sou realista. A tecnologia vai criar oportunidades extraordinárias para as gerações que virão."
A principal diferença agora está na natureza das mudanças. Segundo o coordenador do mestrado em ciências digitais da SciencePo, em Paris, Benoît Thieulin, até hoje, sempre que há transformações profundas, elas atingem a parte baixa da pirâmide, onde estão os trabalhadores menos qualificados, enquanto a onda da digitalização e da robótica afetará o alto escalão.
"A primeira onda de robotização dos anos 1970 e 1980 atingiu inicialmente os operários. E esse movimento continua, especialmente no mundo industrial, pois ainda não temos empregados domésticos robôs, mesmo que isso venha a acontecer no futuro, muito provavelmente. Mas a nova onda, atualmente, que é essa da inteligência artificial, atinge os chamados empregos de colarinho branco. As enfermeiras estão menos ameaçadas, por exemplo, do que os médicos. São as profissões de análise que podem ser automatizadas. Entre um radiologista e um computador, que terá acesso a milhares de imagens para poder comparar um osso a milhares de outros, é evidente que a análise digital será incomparável com aquilo que o radiologista poderá fazer unicamente com os olhos e o cérebro.” 
[...] Até lá, a recomendação para os trabalhadores é que continuem a se aperfeiçoar e não tenham medo de reaprender, como aconselha Benoît Thieulin. "As pessoas vão reaprender muitas coisas que aprenderam na escola e a ideia de uma formação continuada vai se tornar uma realidade."

 https://g1.globo.com/educacao/guia-de-carreiras/noticia/2018/10/24- Texto adaptado
Para o desenvolvimento do texto, o autor faz uso de vários recursos, EXCETO:
Alternativas
Q2001055 Português
Leia, com atenção, o texto a seguir, pois a questão é referente a ele. 

Inteligência artificial vai criar mais empregos.
Especialistas explicam que a evolução tecnológica não irá destruir empregos atuais. 

Uma das questões mais debatidas atualmente é como as novas tecnologias, incluindo a robótica e a inteligência artificial, poderão impactar no mercado de trabalho e nas relações profissionais.
Para o advogado e pesquisador Ronaldo Lemos, ainda estamos longe das cenas de filmes de ficção científica. Porém não há dúvidas de que as mudanças estão a caminho.
[...] "Se você olhar economias desenvolvidas como os Estados Unidos, hoje você não tem nenhum sinal de que isso está acontecendo, ao contrário, os Estados Unidos estão com pleno emprego, e o preço dos salários está subindo e não diminuindo. Então, do ponto de vista econômico, isso é muito claro que não tem nenhum robô ali substituindo gente, não tem ninguém desempregado topando trabalhar por menos", completa Ronaldo Lemos.
[...] Autor do best-seller A Guerra das Inteligências, o francês Laurent Alexandre explica que esse não é um fenômeno novo. E mostra por que a sociedade não precisa temer a evolução tecnológica. "Quando os ferreiros desapareceram progressivamente com a chegada dos carros, há cem anos, as pessoas não imaginavam que, no século XXI, criaríamos empregos de programadores de informática, cinegrafistas para a televisão, pilotos de aviões, cirurgiões, fabricantes de microprocessadores. Hoje vemos com inquietação os empregos que vão desaparecer, e não vemos ainda a incrível quantidade de profissões que vão aparecer nos próximos cem anos.[...]”
Um estudo divulgado durante o Fórum Econômico Mundial em Tianjian, na China, em setembro, estima que a automação e a robótica criarão, até 2025, 58 milhões de empregos. O número é resultado de uma conta que prevê a supressão de 75 milhões de postos de trabalho em áreas como serviços postais, secretariado e de embalagens; enquanto outros 133 milhões de novos empregos deverão aparecer graças à evolução digital. O levantamento foi feito com 300 empresas multinacionais presentes em 20 países, que reúnem hoje mais de 15 milhões de empregados.
Um dos palestrantes mais requisitados da França, quando o assunto é a sociedade do futuro, Laurent Alexandre não acredita no fim do trabalho. "Eu não acredito na morte do trabalho. Você sabe que os imperadores romanos tinham medo que as máquinas destruíssem o trabalho em Roma há dois mil anos. É um medo que sempre tivemos porque as pessoas veem a destruição dos postos de trabalho, mas não veem as profissões do futuro".
"Ninguém na época do Napoleão poderia imaginar que haveria aviões e microprocessadores. Eu não sou otimista, eu sou realista. A tecnologia vai criar oportunidades extraordinárias para as gerações que virão."
A principal diferença agora está na natureza das mudanças. Segundo o coordenador do mestrado em ciências digitais da SciencePo, em Paris, Benoît Thieulin, até hoje, sempre que há transformações profundas, elas atingem a parte baixa da pirâmide, onde estão os trabalhadores menos qualificados, enquanto a onda da digitalização e da robótica afetará o alto escalão.
"A primeira onda de robotização dos anos 1970 e 1980 atingiu inicialmente os operários. E esse movimento continua, especialmente no mundo industrial, pois ainda não temos empregados domésticos robôs, mesmo que isso venha a acontecer no futuro, muito provavelmente. Mas a nova onda, atualmente, que é essa da inteligência artificial, atinge os chamados empregos de colarinho branco. As enfermeiras estão menos ameaçadas, por exemplo, do que os médicos. São as profissões de análise que podem ser automatizadas. Entre um radiologista e um computador, que terá acesso a milhares de imagens para poder comparar um osso a milhares de outros, é evidente que a análise digital será incomparável com aquilo que o radiologista poderá fazer unicamente com os olhos e o cérebro.” 
[...] Até lá, a recomendação para os trabalhadores é que continuem a se aperfeiçoar e não tenham medo de reaprender, como aconselha Benoît Thieulin. "As pessoas vão reaprender muitas coisas que aprenderam na escola e a ideia de uma formação continuada vai se tornar uma realidade."

 https://g1.globo.com/educacao/guia-de-carreiras/noticia/2018/10/24- Texto adaptado
O propósito comunicativo do texto é sobretudo o de:
Alternativas
Q1773440 Pedagogia
É chamada de alfabetização à capacidade e habilidade de ler e escrever de forma adequada, que também consiste num processo de aprendizagem em que os educadores dão mais ênfase durante a educação inicial. Coloque V para a alternativa verdadeira e F para a alternativa falsa nas assertivas abaixo que expressam adequadamente a constituição do processo de alfabetização.
I - Alfabetizar é adquirir o domínio do sistema de escrita alfabético, decodificando e codificando sons e letras. II - Alfabetizar nada tem a ver com a apropriação do sistema de escrita alfabético. III - Alfabetizar constitui a apropriação do sistema de escrita alfabético e a compreensão de como funciona esse sistema envolvendo, portanto, um conjunto de habilidades e técnicas. IV - Entende-se alfabetização como o processo de inserção e participação em práticas sociais na área da leitura e da escrita que ultrapassem o domínio do sistema de escrita alfabético.
A sequência CORRETA para as assertivas acima é:
Alternativas
Q1773439 Pedagogia
Um dos grandes desafios dos professores está centrado em como fazer um planejamento capaz de levar a turma a um ano de muita aprendizagem. Um bom planejamento é aquele que dialoga com o projeto político-pedagógico (PPP) da escola e está atrelado a uma proposta curricular em que há desafios, de forma que exista uma progressão dos alunos de um estado de menor para um de maior conhecimento. Neste contexto, a organização do trabalho pedagógico por meio de sequência didática pode ser uma boa alternativa. Assinale a alternativa que está relacionada com os conceitos de Sequência Didática.
I - Um conjunto de atividades escolares organizadas, de maneira sistemática, em torno de um gênero textual oral ou escrito. II - Têm necessariamente um produto final. III - Não tem necessariamente um produto final. IV - Têm a finalidade de ajudar o aluno a dominar melhor um gênero de texto, levando-o a escrever ou falar de forma mais adequada numa situação de comunicação. V - Conjuntos de atividades que trabalham com conhecimentos específicos, construídos a partir de um dos eixos de trabalho que se organizam ao redor de um problema para resolver.
A alternativa CORRETA é:
Alternativas
Q1773438 Pedagogia
No Brasil, uma das principais autoras que traz discussões acerca do letramento é Magda Soares. Letramento é uma tradução para o português da palavra inglesa “literacy” que pode ser traduzida como a condição de ser letrado. Um indivíduo alfabetizado não é necessariamente um indivíduo letrado. As alternativas abaixo estão relacionadas ao significado do letramento, EXCETO:
Alternativas
Q1773437 Pedagogia
A teoria do desenvolvimento cognitivo de Jean Piaget sugere que as crianças passam por quatro estágios diferentes de desenvolvimento mental. Sua teoria se concentra não apenas na compreensão de como as crianças adquirem conhecimento, mas também na própria natureza da inteligência. Assinale a opção em que indica os estágios de desenvolvimento cognitivo que, segundo Piaget, integram a compreensão de números, o pensamento egocêntrico e o mundo do aqui e do agora.
I - Estágio das operações concretas. II - Estágio pré-operacional. III - Estágio sensório-motor. IV - Estágio intuitivo. V - Estágio potencial.
Considerando os estágios de desenvolvimento expostos anteriormente, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q1773436 Pedagogia
Jean Piaget dedicou boa parte de sua vida a estudar como o conhecimento se dá no indivíduo desde o seu nascimento, como ele evolui ao longo dos anos e quais saberes são aprimorados com o passar do tempo. Assinale a opção que indica como é conhecida a teoria desenvolvida por Jean Piaget.
Alternativas
Q1773435 Pedagogia
Considerando os estudos da psicologia da aprendizagem “Vygotsky afirma que o bom ensino é aquele que se adianta ao desenvolvimento, ou seja, que se dirige às funções psicológicas que estão em vias de se completarem.” (REGO, 2001). Isso significa dizer que, a qualidade do trabalho pedagógico está associada à:
Alternativas
Q1760636 Pedagogia
O lúdico é um importante instrumento na mediação do processo de aprendizagem, por isso ele é tão importante na escola. Leia as alternativas que tratam sobre este assunto:
I- Através das brincadeiras a criança reflete sobre as relações cotidianas que estabelece, seja com adultos ou outras crianças, ela imagina, constrói e reconstrói sua compreensão do mundo. II- O lúdico é ferramenta essencial para ocupar os alunos quando não há um planejamento a ser cumprido ou então quando o tempo é restrito, as crianças mantêm-se ocupadas e não há uma necessidade de controle ou rigidez neste processo visto que brincar é livre e desprovido de qualquer regra. III- Ao brincar a criança reflete sobre o que pensa, organiza e estabelece relações entre o que vive e sua casa e seus pensamentos. Neste processo ela amplia sua visão de mundo, de relações consigo e com os outros e consegue criar conceitos sobre o vivido, sentido e desejado. IV- Jogos e brincadeiras são fundamentais no universo lúdico, a criação de regras, de combinados, a problematização e a busca pela solução dos problemas levantados são essenciais para que a criança compreenda estes conceitos e faça uso dos mesmos em variadas situações.
Assinale somente a alternativa que apresenta todas as respostas CORRETAS:
Alternativas
Q1760635 Pedagogia
Dentre as atribuições docentes além do planejamento está a avaliação, fato este que desperta dúvidas e questionamentos. Leia as afirmativas que se referem à avaliação e assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso:
( ) No processo avaliativo é fundamental que o professor realize o mesmo utilizando-se exclusivamente de provas individuais como instrumentos verificadores dos conhecimentos dos alunos, considerando que os alunos devem comprovar aquilo que sabem de forma quantitativa. ( ) A avaliação realizada na escola deve servir como base essencial da reflexão do professor, onde ele perceba quais conhecimentos deve retomar, que estratégias deve diversificar visando sempre garantir o aprendizado dos alunos. ( ) A avaliação deve buscar o desenvolvimento integral dos alunos por isso, os aspectos qualitativos devem sempre se sobrepor aos aspectos quantitativos das avaliações realizadas. ( ) Avaliar não se refere apenas a verificar o desempenho do aluno, mas oferecer subsídios para que o professor repense também a sua prática e as escolhas metodológicas que seleciona para aqueles alunos, a perspectiva avaliativa deve ocorrer de forma global onde não se procuram culpados e sim alternativas pedagógicas visando o aprendizado de todos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de cima para baixo:
Alternativas
Q1760634 Pedagogia
O planejamento é atribuição do professor em sua prática cotidiana. Neste sentido, quanto ao planejamento é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q1760633 Pedagogia
As Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica – DCNs são normas que orientam o planejamento curricular, por isso devem ser estudadas e conhecidas pelos profissionais que atuam na educação. Leia as afirmativas que se referem ao documento citado: I- As Diretrizes tem o objetivo de estimular a reflexão crítica e propositiva que deve subsidiar a formulação, execução e avaliação do projeto político-pedagógico da escola de Educação Básica. II- As Diretrizes não se responsabilizam pela formação continuada e em serviço a ser ministrada aos docentes das respectivas redes, considerando que esta atribuição é de responsabilidade de seus empregadores. III- Alinhadas aos preceitos contidos na Constituição Federal e na Lei de Diretrizes e Bases, as DCNs se traduzem em orientações que contribuam para assegurar a formação básica comum nacional, tendo como foco os sujeitos que dão vida ao currículo e à escola. IV- As DCNs têm como objetivo precípuo o respeito aos conhecimentos básicos previstos nos conteúdos programáticos a serem rigorosamente cumpridos em cada ano da vida escolar do aluno, além de avaliá-los e aprová-los quando apresentarem as devidas condições para tal.
Assinale somente a alternativa que apresenta todas as respostas CORRETAS:
Alternativas
Q1760632 Pedagogia
Em 23 de junho de 2015, foi promulgado o Plano Municipal de Educação de Xavantina. Assinale a alternativa que NÃO se refere às diretrizes deste importante documento:
Alternativas
Q1760631 Pedagogia
Constituindo-se um Estado Democrático de direitos, o Brasil promulgou em 1988, a Constituição Federal a qual contempla um conjunto de normas que regem o país. Considerando tais aspectos, leia as alternativas sobre a referida lei:
I- A Constituição Federal afirma que a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. II- A Constituição Federal registra que a valorização dos profissionais da educação escolar, será efetivada mediante a aplicação de recursos que os municípios disponham; quando a falta dos mesmos ocorrer; é obrigação destes profissionais a busca por continuada em serviço. III- A Constituição Federal aponta que o acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo. IV- A Constituição Federal aponta que serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais.
Assinale a alternativa que apresenta todas as respostas INCORRETAS:
Alternativas
Q1760630 Geografia
A Mata Atlântica é o bioma que ocupa uma área corresponde a 13,04% do território nacional e que é constituída principalmente por mata ao longo da costa litorânea que vai do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. A Mata Atlântica apresenta uma variedade de formações, engloba um diversificado conjunto de ecossistemas florestais com estrutura e composições florísticas bastante diferenciadas, acompanhando as características climáticas da região onde ocorre. Com relação ao desmatamento da Mata Atlântica entre 2017 e 2018 observa-se uma queda de 9,3% em relação ao período anterior (2016-2017), que por sua vez já tinha sido o menor desmatamento registrado pela série histórica do Atlas da Mata Atlântica, iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que monitora o bioma desde 1985. No entanto, mesmo com inúmeras iniciativas alguns estados brasileiros ainda apresentam níveis elevados de desmatamento. Nesse sentido assinale a alternativa que apresenta o nome do estado que ainda mantém índices inaceitáveis de desmatamento da referida floresta:
Fonte: http://www.obt.inpe.br/OBT/noticias/sos-mata-atlantica-e-inpe-lancam-novos-dados-do-atlas-do-bioma e https://www.sosma.org.br/projeto/atlas-da-mata-atlantica/dados-mais-recentes/.
Alternativas
Q1760629 Atualidades
Foi lançado em fevereiro de 2019 e é uma das prioridades do Governo do presidente Jair Bolsonaro, o chamado ___________________________________do Governo Federal se refere a um conjunto de alterações na legislação brasileira que visa a aumentar a eficácia no combate ao crime organizado, ao crime violento e à corrupção, além de reduzir pontos de estrangulamento do sistema de justiça criminal. Constituída por dois projetos de lei ordinárias e um projeto de lei complementar, a proposta do Ministério pretende alterar o Código Penal, o Código de Processo Penal, a Lei de Execução Penal, a Lei de Crimes Hediondos, o Código Eleitoral, dentre outras normas.
Alternativas
Respostas
2341: C
2342: A
2343: C
2344: D
2345: C
2346: D
2347: D
2348: A
2349: D
2350: B
2351: D
2352: A
2353: D
2354: E
2355: D
2356: A
2357: C
2358: B
2359: E
2360: B