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Q3427228 Português

Leia o trecho abaixo e responda à questão:


"Ele não sabia o porquê de tanta confusão." Assinale a alternativa que explica corretamente o uso do termo "porquê" no trecho acima. 

Alternativas
Q3427227 Português

Leia o trecho abaixo e responda à questão:


"Paulo gosta de estudar à noite porque é mais silencioso." Assinale a alternativa que classifica corretamente a palavra sublinhada no trecho acima.

Alternativas
Q3427226 Português

QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO


À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética.


Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda.


A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico.


Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências.


Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco.


Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico.


Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco.


Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai.


Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente.


São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia.


Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.


(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser evitado)

Qual é a principal mensagem que a autora deseja transmitir com o texto? 
Alternativas
Q3427225 Português

QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO


À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética.


Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda.


A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico.


Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências.


Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco.


Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico.


Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco.


Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai.


Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente.


São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia.


Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.


(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser evitado)

Assinale a alternativa que melhor reflete o ciclo de prosperidade mencionado no texto. 
Alternativas
Q3427224 Português

QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO


À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética.


Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda.


A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico.


Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências.


Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco.


Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico.


Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco.


Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai.


Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente.


São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia.


Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.


(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser evitado)

Marque a alternativa que explica corretamente a relação entre a fragilidade óssea e as quedas em idosos, conforme apresentado no texto.
Alternativas
Q3427223 Português

QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO


À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética.


Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda.


A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico.


Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências.


Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco.


Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico.


Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco.


Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai.


Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente.


São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia.


Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.


(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser evitado)

De acordo com o texto, qual é uma das principais causas das quedas noturnas em idosos?
Alternativas
Q3427222 Português

QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO


À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética.


Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda.


A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico.


Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências.


Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco.


Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico.


Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco.


Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai.


Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente.


São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia.


Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.


(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser evitado)

Assinale a alternativa que melhor sintetiza o tema central do texto. 
Alternativas
Q3403904 Arquivologia
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um método de arquivamento presente nos sistemas diretos: 
Alternativas
Q3403903 Saúde Pública
O formulário de identificação do paciente é um dos componentes essenciais do prontuário médico, sendo fundamental para garantir a correta identificação e registro das informações relacionadas ao paciente ao longo do seu tratamento médico.
Sobre esse tema assinale V para as afirmações verdadeiras e F para as falsas.

▢ No formulário de identificação do paciente é imprescindível que contenha dados pessoais, tais como: nome completo, data de nascimento, sexo, estado civil, endereço residencial, número de telefone, e-mail, entre outros.
▢ O formulário de identificação do paciente é de responsabilidade exclusiva do paciente.
▢ É importante que contenha informações de contato: Nome e contato de um familiar ou responsável, caso necessário.
▢ O formulário de identificação do paciente é opcional, pois não é obrigatório em praticamente todas as instituições de saúde.

Assinale a sequência correta:
Alternativas
Q3403902 Secretariado
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna do texto abaixo:

______________________ é o documento que é mais comumente usado para comunicações internas entre diferentes setores ou departamentos de uma instituição, seja pública ou privada, geralmente tratando de assuntos rotineiros ou operacionais.
Alternativas
Q3403901 Redação Oficial
Das alternativas abaixo, qual corresponde a abreviatura da forma de tratamento Vossa Excelência? 
Alternativas
Q3403900 Arquivologia
São aqueles que não exigem a adoção de um índice auxiliar para localizar os documentos no arquivo, ou seja, a busca é feita diretamente no local em que ele está arquivado:
Alternativas
Q3403899 Direito Administrativo
Analise as assertivas abaixo e assinale a que corresponda a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3403898 Direito Administrativo
Leia as assertivas abaixo e responda corretamente.

I- Tratando-se de mandato eletivo federal, estadual ou distrital, não ficará afastado de seu cargo, emprego ou função;
II- Investido no mandato de Prefeito, será afastado do cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração;
III- Investido no mandato de Vereador, havendo compatibilidade de horários, perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo, e, não havendo compatibilidade, será aplicada a norma do inciso anterior;
IV- Em qualquer caso que exija o afastamento para o exercício de mandato eletivo, seu tempo de serviço será contado para todos os efeitos legais, exceto para promoção por merecimento;
V- Na hipótese de ser segurado de regime próprio de previdência social, permanecerá filiado a esse regime, no ente federativo de origem.

Ao servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo, aplicam-se as seguintes disposições: 
Alternativas
Q3403897 Noções de Primeiros Socorros
Você enquanto um atendente na área da saúde ou mesmo em outras administrativas é importante ter conhecimentos básicos de primeiros socorros. Os sinais sobre o funcionamento do corpo humano que devem ser compreendidos e conhecidos são, EXCETO: 
Alternativas
Q3403896 Secretariado
Como é chamado o documento em que se relata fielmente fatos que ocorreram, ou decisões que foram tomadas durante reuniões e assembleias, seguindo uma pauta previamente estabelecida, garantindo a posterior execução dos acordos ali tratados? 
Alternativas
Q3403895 Direito Administrativo
É correto afirmar que a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IDESG Órgão: Prefeitura de Nova Venécia - ES Provas: IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico de Enfermagem | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico Agrícola | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico de Laboratório | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico em Contabilidade | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico em Edificações | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico em Imobilização Ortopédica | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico em Meio Ambiente | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico em Prótese Dentária | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico em Segurança do Trabalho | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico em Radiologia | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Tesoureiro | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Agente de Controle Interno | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Agente de Defesa Civil | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Atendente | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Auxiliar Administrativo | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Auxiliar de Biblioteca | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Auxiliar de Saúde Bucal | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Cuidador (Masculino e Feminino) | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Escriturário | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Guarda Civil Municipal | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Secretário Escolar |
Q3402984 Noções de Informática
Para abrir uma aba no Google Chrome (em sua versão em português e nas configurações padrão) mostrando os downloads feitos pelo usuário, devem ser pressionadas simultaneamente as teclas:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IDESG Órgão: Prefeitura de Nova Venécia - ES Provas: IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico de Enfermagem | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico Agrícola | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico de Laboratório | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico em Contabilidade | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico em Edificações | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico em Imobilização Ortopédica | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico em Meio Ambiente | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico em Prótese Dentária | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico em Segurança do Trabalho | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Técnico em Radiologia | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Tesoureiro | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Agente de Controle Interno | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Agente de Defesa Civil | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Atendente | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Auxiliar Administrativo | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Auxiliar de Biblioteca | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Auxiliar de Saúde Bucal | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Cuidador (Masculino e Feminino) | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Escriturário | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Guarda Civil Municipal | IDESG - 2024 - Prefeitura de Nova Venécia - ES - Secretário Escolar |
Q3402983 Noções de Informática
Em qual guia do PowerPoint 2016 (em sua versão em português e nas configurações padrão) é possível configurar o tamanho do slide?
Alternativas
Respostas
1001: X
1002: C
1003: B
1004: A
1005: D
1006: A
1007: B
1008: C
1009: B
1010: A
1011: D
1012: B
1013: C
1014: D
1015: B
1016: D
1017: A
1018: B
1019: X
1020: B