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Q3160102 Português

“UMA VELA PARA DARIO”


Dalton Trevisan



    Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo. Dois ou três passantes rodearamno e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque. Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca. Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram em chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Um enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las. Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso. Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade e sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade. Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão. A última boca repetiu:


    - Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto. Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos. Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva. Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair.


    Texto extraído do livro "Vinte Contos Menores", Editora Record – Rio de Janeiro, 1979, pág. 20. Este texto faz parte dos 100 melhores contos brasileiros do século, seleção de Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva.

Na segunda linha do texto temos a frase: “Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo”. A que se refere-se o termo “ela” da frase?
Alternativas
Q3160101 Português

“UMA VELA PARA DARIO”


Dalton Trevisan



    Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo. Dois ou três passantes rodearamno e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque. Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca. Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram em chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Um enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las. Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso. Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade e sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade. Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão. A última boca repetiu:


    - Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto. Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos. Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva. Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair.


    Texto extraído do livro "Vinte Contos Menores", Editora Record – Rio de Janeiro, 1979, pág. 20. Este texto faz parte dos 100 melhores contos brasileiros do século, seleção de Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva.

Quanto ao uso dos pronomes notamos duas situações nas quais são usados diferentes colocações em relação ao verbo. Vejamos: “Ele reclinou-se mais um pouco...” e “O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem...”. Considerando as regras de colocação pronominal, qual das alternativas a seguir está incorreta?
Alternativas
Q3160100 Português

“UMA VELA PARA DARIO”


Dalton Trevisan



    Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo. Dois ou três passantes rodearamno e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque. Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca. Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram em chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Um enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las. Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso. Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade e sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade. Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão. A última boca repetiu:


    - Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto. Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos. Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva. Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair.


    Texto extraído do livro "Vinte Contos Menores", Editora Record – Rio de Janeiro, 1979, pág. 20. Este texto faz parte dos 100 melhores contos brasileiros do século, seleção de Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva.

Ao longo do texto qual(is) objeto(s) foi(ram) levado(s) de Dario e o que isso sugere sobre o comportamento humano em momentos de caos? 
Alternativas
Q3160099 Português

“UMA VELA PARA DARIO”


Dalton Trevisan



    Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo. Dois ou três passantes rodearamno e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque. Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca. Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram em chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Um enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las. Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso. Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade e sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade. Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão. A última boca repetiu:


    - Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto. Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos. Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva. Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair.


    Texto extraído do livro "Vinte Contos Menores", Editora Record – Rio de Janeiro, 1979, pág. 20. Este texto faz parte dos 100 melhores contos brasileiros do século, seleção de Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva.

Com base no texto, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3159466 Odontologia
As técnicas de escovação adequadas são fundamentais para a manutenção da saúde bucal, pois ajudam a remover a placa bacteriana, prevenindo cáries, gengivite e outras doenças periodontais. Sobre elas, assinale a alternativa verdadeira.
Alternativas
Q3159465 Odontologia
Com base na anatomia dental, especificamente nas características da linha de colo, das faces axiais e das bossas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3159464 Odontologia
A compreensão dos tipos de dentição é fundamental para o acompanhamento do desenvolvimento dental e a prevenção de problemas bucais ao longo da vida. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__)A dentição decídua é composta por um total de 32 dentes, incluindo pré-molares e terceiros molares.
(__)A dentição permanente é composta por um total de 32 dentes, incluindo os incisivos, caninos, pré-molares e molares.
(__)A dentição mista ocorre apenas na infância e é composta exclusivamente por dentes decíduos.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
Alternativas
Q3159463 Odontologia
A assepsia e a antissepsia de equipamentos odontológicos são essenciais para garantir a segurança e a saúde dos pacientes, prevenindo a transmissão de infecções. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__)A assepsia é o processo de destruição de todos os microrganismos presentes em instrumentos e superfícies, enquanto a antissepsia refere-se à eliminação de micro-organismos patogênicos, incluindo esporos bacterianos.
(__)A assepsia garante a desinfecção de instrumentos e superfícies, enquanto a antissepsia é aplicada em tecidos vivos, como pele e mucosas, para prevenir infecções durante os procedimentos odontológicos.
(__)A assepsia e a antissepsia têm a mesma finalidade de prevenir infecções, mas são realizadas com produtos e técnicas específicas para cada contexto.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta: 
Alternativas
Q3159462 Odontologia
O tratamento odontológico visa a prevenção, diagnóstico e cuidado das condições bucais, promovendo saúde e bem-estar ao paciente com base em técnicas seguras e eficazes. Uma das formas de organizar o tratamento odontológica são os registros dos procedimentos. Assim, em relação ao preenchimento de fichas clínicas em odontologia, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3159461 Odontologia
A prevenção da cárie dental é fundamental para a manutenção da saúde bucal, pois evita o desenvolvimento de lesões nos dentes que podem causar dor, infecção e até a perda dental. Assim, avalie as proposições:

I.A fluoretação da água de abastecimento público e o uso de dentifrícios fluoretados são considerados métodos eficazes de prevenção de cárie e adequados para estratégias de massa.
II.A ingestão de flúor em qualquer quantidade e frequência é sempre segura, não causando efeitos adversos, independentemente do período de formação dos dentes.
III.Selantes e a remoção profissional da placa são métodos preventivos baseados exclusivamente no uso de flúor e devem ser aplicados diretamente sobre os dentes.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3159460 Odontologia
A cariologia é uma área fundamental da odontologia, que estuda as causas, prevenção, diagnóstico e tratamento das cáries dentárias. Sobre os principais aspectos dessa doença, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3159459 Odontologia
Os materiais e instrumentos utilizados na clínica odontológica são essenciais para a realização de diagnósticos precisos, tratamentos eficazes e para garantir a segurança do paciente. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__)Os instrumentos de corte, como curetas e brocas, devem ser esterilizados após cada uso para evitar a contaminação cruzada entre pacientes.
(__)Os materiais de moldagem, como o alginato, são utilizados para criar impressões detalhadas da cavidade bucal e podem ser armazenados por longos períodos sem perda de precisão.
(__)O fotopolimerizador é um equipamento utilizado para endurecer materiais resinosos e compósitos por meio de luz, essencial em restaurações estéticas.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta: 
Alternativas
Q3159458 Odontologia
A placa bacteriana é um dos principais fatores causadores de doenças bucais, como cáries e gengivite. Conhecer suas características e formas de controle é essencial para a promoção de uma boa saúde bucal. Assim, avalie as proposições:

I.A placa bacteriana é uma película pegajosa e incolor composta por bactérias que se formam naturalmente na superfície dos dentes e gengivas.
II.A remoção da placa bacteriana é essencial para prevenir doenças como cáries e gengivite, e pode ser feita através de escovação regular e uso de fio dental.
III.A placa bacteriana pode ser removida completamente através do uso de enxaguantes bucais, sem a necessidade de escovação ou outros métodos de higiene bucal.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3159457 Odontologia
Em relação ao uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) na odontologia, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3159456 Odontologia
Os selantes dentais são uma medida preventiva importante no controle das cáries, especialmente em crianças e adolescentes. Eles atuam como uma barreira protetora nas superfícies dos dentes posteriores, onde as cáries são mais comuns. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__)Os selantes podem ser aplicados em qualquer idade, sendo eficazes em dentes já com sinais de cáries, ajudando a remineralizar o esmalte dentário.
(__)Os selantes dentais são indicados principalmente para crianças e adolescentes, com o objetivo de prevenir cáries nas superfícies oclusais dos dentes posteriores, onde a placa bacteriana tende a se acumular.
(__)O procedimento de aplicação do selante é simples, rápido e não invasivo, envolvendo a aplicação de uma resina que forma uma barreira protetora nas superfícies dentárias.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta: 
Alternativas
Q3159455 Odontologia
O flúor desempenha um papel crucial na odontologia, sendo um agente eficaz na prevenção de cáries dentárias. A respeito dos efeitos do flúor e seus riscos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3159454 Odontologia
A desinfecção e esterilização de equipamentos odontológicos são fundamentais para garantir a segurança e a saúde dos pacientes e profissionais da área. Esses processos eliminam microrganismos patogênicos, prevenindo infecções cruzadas e doenças transmissíveis. Com base no assunto, assinale o que é correto. 
Alternativas
Q3152012 Odontologia
Em uma consulta odontológica existem algumas rotinas anteriores ao início do atendimento. Acerca do assunto, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)Ligar o compressor sem deixar o ar sair pelo dreno.
(__)Adicionar água potável no reservatório de água do equipo.
(__)Proceder à desinfecção do equipamento.
(__)Colocar barreiras protetoras nos equipos, pontas, encosto de cadeira, apoios de braço, puxadores de gavetas e periféricos.

A sequência está correta em:
Alternativas
Q3152011 Odontologia
Os tipos de carie podem ser classificadas de acordo com definições estabelecidas por Fejerskov & Kidd. analise as afirmativas a seguir:


I.Pode ser classificada como residual.
II.Pode ser classificada como oculta.
III.Não pode ser classificada como rampante.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3152010 Odontologia
Em uma consulta odontológica na fundação casa existem algumas regras a serem seguidas para preencher o formulário SQL − 34159. Sobre esse assunto assinale a alternativa verdadeira.
Alternativas
Respostas
2641: C
2642: D
2643: A
2644: D
2645: D
2646: A
2647: C
2648: A
2649: B
2650: B
2651: A
2652: C
2653: C
2654: D
2655: D
2656: A
2657: C
2658: D
2659: D
2660: A