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2. Cerca de 50% do território brasileiro é considerado como área de preservação ambiental.
3. O crescimento da população e o desenvolvimento econômico fazem crescer a pressão sobre a utilização dos recursos naturais.
4. O desenvolvimento sustentável é o grande desafio para a sociedade e o governo brasileiros.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmações corretas.
Edgard Matsuki
Depois de oito anos, o número de pessoas com excesso de peso parou de crescer no Brasil. Um levantamento do Ministério da Saúde aponta que 50,8% da população brasileira estava acima do peso em 2013. Em 2012, o número de pessoas com excesso de peso estava em 51%. Os dados foram divulgados pelo Ministro da Saúde, Arthur Chioro, durante coletiva na manhã desta quarta-feira (30), em Brasília. O levantamento faz parte da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) que ouviu cerca de 23 mil brasileiros maiores de 18 anos que vivem nas 26 capitais do país e no Distrito Federal. As pessoas consideradas com excesso de peso são aquelas com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 25. Em relação ao número de obesos (pessoas com IMC acima de 30), o Ministério da Saúde aponta que o índice passou de 17,4% em 2012 para 17,5% em 2013.
Segundo a pesquisa, os homens têm mais excesso de peso do que as mulheres: 54,7% contra 47,4%.
"Para quem pensa em trabalhar no campo da prevenção, a pesquisa é muito útil. A gente tem informações interessantes a partir do Vigitel. Observar que há uma fotografia que mostra a estabilização no número de pessoas com excesso de peso e obesidade é importante para o nosso plano de anão estratégica contra doenças não transmissíveis", afirma o Ministro da Saúde, Arthur Chioro.
Para Jarbas Barbosa, Secretário de Vigilância em Saúde, a diminuição dos índices aponta uma consciência maior da população brasileira. "Este ano, pela primeira vez, há uma tendência de queda do número de pessoas que estão acima do peso. Excesso de peso e obesidade estão relacionados a doenças crónicas. Reduzir a obesidade é diminuir males como diabetes e alguns tipos de câncer", diz.
Um dos fatores que podem ter colaborado com a queda nos números é a reeducação alimentar. De acordo com o Ministério da Saúde, o número de pessoas que fazem o consumo recomendado de hortaliças e frutas estava em 22,7% em 2012 e passou para 23,6% em 2013.
"Queremos aumentar ainda mais o consumo recomendado de hortaliças e frutas e das atividades físicas", afirma o ministro, acrescentando: "Observar para onde vão as estratégias é fundamental. O que temos em relação aos dados é uma fotografia. Se ela vai se confirmar como tendência, vamos observar nos próximos anos".
Barbosa completa, afirmando que é preciso estimular mais o consumo de frutas e hortaliças, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. "Os números apontam que capitais como Florianópolis e Brasília têm consumo maior do que capitais do Nordeste".
O secretário lembra ainda que entre os Brics (grupo de países emergentes formados por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), apenas Índia e China têm índices de obesidade menores que o Brasil.
Para o Ministério da Saúde, o número de pessoas obesos está proporcionalmente inverso ao nível de escolaridade. Entre as pessoas com menos de oito anos de escolaridade, 58,1% têm excesso de peso. O número cai para 45,5% entre aquelas com mais de 12 anos de escolaridade. Barbosa aponta que esse dado mostra que a informação é um aliado para combater a obesidade: "Nas camadas com mais escolaridade, o excesso de peso diminui. Isso é importante para saber que não é uma coisa natural e pode ser diminuída com educação".
"Obesidade é hoje uma preocupação global, devido à substituição da alimentação tradicional por alimentos processados", acrescenta Barbosa.
"Atualmente, 19,3% dos homens e 27,3% das mulheres comem cinco porções por dia de frutas e hortaliças, quantidade indicada pela OMS (Organização Mundial da Saúde). E a frequência de atividade física em tempo livre aumentou de 30,3% para 33,8% nos últimos cinco anos", afirma o secretário.
Os homens são os mais ativos: 41,2% praticam exercícios no tempo livre, enquanto, em 2009, o índice era de 39,7%. Já entre as mulheres, o aumento da prática de exercícios foi maior, passando de 22,2% para 27,4% no mesmo período.
Texto adaptado. Fonte: http:I/noticias.uoI.com.brlsaudelultimas-noticiaslredacao/2014/04/30/pela-primeira-vez-em-anos-brasiI-estabiliza-taxas-de-sobrepeso-e-obesidade.htm
Em "Depois de oito anos, o número de pessoas com excesso de peso parou de crescer no BrasiI.", a vírgula foi empregada para
51; 62; 73; 84;...
Qual é o sexto termo desta sequência?
Edgard Matsuki
Depois de oito anos, o número de pessoas com excesso de peso parou de crescer no Brasil. Um levantamento do Ministério da Saúde aponta que 50,8% da população brasileira estava acima do peso em 2013. Em 2012, o número de pessoas com excesso de peso estava em 51%. Os dados foram divulgados pelo Ministro da Saúde, Arthur Chioro, durante coletiva na manhã desta quarta-feira (30), em Brasília. O levantamento faz parte da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) que ouviu cerca de 23 mil brasileiros maiores de 18 anos que vivem nas 26 capitais do país e no Distrito Federal. As pessoas consideradas com excesso de peso são aquelas com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 25. Em relação ao número de obesos (pessoas com IMC acima de 30), o Ministério da Saúde aponta que o índice passou de 17,4% em 2012 para 17,5% em 2013.
Segundo a pesquisa, os homens têm mais excesso de peso do que as mulheres: 54,7% contra 47,4%.
"Para quem pensa em trabalhar no campo da prevenção, a pesquisa é muito útil. A gente tem informações interessantes a partir do Vigitel. Observar que há uma fotografia que mostra a estabilização no número de pessoas com excesso de peso e obesidade é importante para o nosso plano de anão estratégica contra doenças não transmissíveis", afirma o Ministro da Saúde, Arthur Chioro.
Para Jarbas Barbosa, Secretário de Vigilância em Saúde, a diminuição dos índices aponta uma consciência maior da população brasileira. "Este ano, pela primeira vez, há uma tendência de queda do número de pessoas que estão acima do peso. Excesso de peso e obesidade estão relacionados a doenças crónicas. Reduzir a obesidade é diminuir males como diabetes e alguns tipos de câncer", diz.
Um dos fatores que podem ter colaborado com a queda nos números é a reeducação alimentar. De acordo com o Ministério da Saúde, o número de pessoas que fazem o consumo recomendado de hortaliças e frutas estava em 22,7% em 2012 e passou para 23,6% em 2013.
"Queremos aumentar ainda mais o consumo recomendado de hortaliças e frutas e das atividades físicas", afirma o ministro, acrescentando: "Observar para onde vão as estratégias é fundamental. O que temos em relação aos dados é uma fotografia. Se ela vai se confirmar como tendência, vamos observar nos próximos anos".
Barbosa completa, afirmando que é preciso estimular mais o consumo de frutas e hortaliças, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. "Os números apontam que capitais como Florianópolis e Brasília têm consumo maior do que capitais do Nordeste".
O secretário lembra ainda que entre os Brics (grupo de países emergentes formados por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), apenas Índia e China têm índices de obesidade menores que o Brasil.
Para o Ministério da Saúde, o número de pessoas obesos está proporcionalmente inverso ao nível de escolaridade. Entre as pessoas com menos de oito anos de escolaridade, 58,1% têm excesso de peso. O número cai para 45,5% entre aquelas com mais de 12 anos de escolaridade. Barbosa aponta que esse dado mostra que a informação é um aliado para combater a obesidade: "Nas camadas com mais escolaridade, o excesso de peso diminui. Isso é importante para saber que não é uma coisa natural e pode ser diminuída com educação".
"Obesidade é hoje uma preocupação global, devido à substituição da alimentação tradicional por alimentos processados", acrescenta Barbosa.
"Atualmente, 19,3% dos homens e 27,3% das mulheres comem cinco porções por dia de frutas e hortaliças, quantidade indicada pela OMS (Organização Mundial da Saúde). E a frequência de atividade física em tempo livre aumentou de 30,3% para 33,8% nos últimos cinco anos", afirma o secretário.
Os homens são os mais ativos: 41,2% praticam exercícios no tempo livre, enquanto, em 2009, o índice era de 39,7%. Já entre as mulheres, o aumento da prática de exercícios foi maior, passando de 22,2% para 27,4% no mesmo período.
Texto adaptado. Fonte: http:I/noticias.uoI.com.brlsaudelultimas-noticiaslredacao/2014/04/30/pela-primeira-vez-em-anos-brasiI-estabiliza-taxas-de-sobrepeso-e-obesidade.htm
Com base no texto, é correto afirmar que
Texto para as questões 79 e 80
Uma paciente moradora de rua, com quarenta e cinco anos de idade, etilista, foi atendida no serviço de emergência, com queixa de dor abdominal aguda, de forte intensidade, associada a náuseas e vômitos, com início havia seis horas. Ao exame, a paciente estava normocorada, hidratada, acianótica, anictérica e afebril. Durante o exame do abdome, a paciente relatou dor epigástrica, mas não apresentou sinais de irritação peritoneal. Os demais aspectos do exame não apresentaram alterações. O valor da amilase foi dosado, com resultado de 600 UI (valor normal até 120 UI). No dia seguinte, foi realizada uma ecografia que, contudo, não demonstrou litíase biliar ou dilatação da árvore biliar.Ainda com relação ao caso clínico acima apresentado, considere que o médico assistente tenha requerido radiografia do abdome, tomografia computadorizada, colangioressonância nuclear magnética e dosagem de triglicerídeos, cujos resultados apresentaram-se normais. Considere, ainda, que, após alta, em seguimento ambulatorial por quatro meses, a paciente tenha sido novamente internada por dois meses, em decorrência de episódio semelhante. Diante dessa situação, o médico assistente solicitou uma ecoendoscopia. Com base nessas informações, assinale a opção correta acerca da ecoendoscopia na pesquisa etiológica da pancreatite idiopática.
Texto para as questões 79 e 80
Uma paciente moradora de rua, com quarenta e cinco anos de idade, etilista, foi atendida no serviço de emergência, com queixa de dor abdominal aguda, de forte intensidade, associada a náuseas e vômitos, com início havia seis horas. Ao exame, a paciente estava normocorada, hidratada, acianótica, anictérica e afebril. Durante o exame do abdome, a paciente relatou dor epigástrica, mas não apresentou sinais de irritação peritoneal. Os demais aspectos do exame não apresentaram alterações. O valor da amilase foi dosado, com resultado de 600 UI (valor normal até 120 UI). No dia seguinte, foi realizada uma ecografia que, contudo, não demonstrou litíase biliar ou dilatação da árvore biliar.Admitindo que o caso clínico refere-se a uma pancreatite aguda, assinale a opção correta considerando a importância da definição etiológica.
Acerca da sensibilidade e especificidade dos métodos de detecção do Helicobacter pylori, assinale a opção correta.
A colangiopancreatografia endoscópica é uma alternativa endoscópica utilizada para fins terapêuticos. No entanto, entre as contraindicações a esse método consta
Ainda com base no caso clínico apresentado, é correto afirmar que o diagnóstico mais provável do paciente em tela é
Texto para as questões 74 e 75
Um senhor de sessenta e três anos de idade compareceu ao ambulatório para investigação de dor abdominal, que perdurava havia cinco meses, associada à perda ponderal e icterícia progressiva. Relatou que, havia três dias, apresentava febre e calafrios. Diante dessa situação, o paciente foi internado, com indicação de antibioticoterapia, que, porém, não reverteu o quadro do paciente. A tomografia computadorizada de abdome evidenciou dilatação da árvore biliar intra e extra hepática, com lesão expansiva periampular e metástases hepáticas.Considere que, devido à persistência do quadro infeccioso, tenha ocorrido outra complicação com o paciente: o desenvolvimento de um abscesso hepático de 8 cm. Nessa situação, a abordagem terapêutica mais adequada é
Texto para as questões 74 e 75
Um senhor de sessenta e três anos de idade compareceu ao ambulatório para investigação de dor abdominal, que perdurava havia cinco meses, associada à perda ponderal e icterícia progressiva. Relatou que, havia três dias, apresentava febre e calafrios. Diante dessa situação, o paciente foi internado, com indicação de antibioticoterapia, que, porém, não reverteu o quadro do paciente. A tomografia computadorizada de abdome evidenciou dilatação da árvore biliar intra e extra hepática, com lesão expansiva periampular e metástases hepáticas.Assinale a opção em que é apresentado o procedimento endoscópico terapêutico indicado para o caso acima descrito.
Em pacientes com ingesta de cáusticos, a principal preocupação está relacionada à esofagite, com não raro negligenciamento das lesões gástricas. Com relação às gastrites químicas, assinale a opção correta.
Em caso de realização de endoscopia digestiva em paciente com doenças transmissíveis por príon, como a encefalopatia espongiforme bovina, popularmente conhecida como doença da vaca louca, as recomendações sobre a desinfecção do endoscópio são escassas no mundo, porém há diretrizes bem definidas pela Sociedade Europeia de Endoscopia. Com base nessas diretrizes, nessa situação, é correto afirmar que
Durante endoscopia em um paciente com gastrite atrófica, observou-se a presença de múltiplas lesões elevadas de corpo e fundo gástrico. O médico procedeu à retirada das lesões para avaliação histológica, cujo resultado evidenciou tumor carcinoide. Com base nessas informações, e no que se refere a tumores carcinoides, assinale a opção correta.
Texto para as questões 69 e 70
Marcelo, com setenta e nove anos de idade, hipertenso e diabético, foi admitido no pronto-socorro com astenia e melena, que começaram havia dois dias. Ele não soube referir as medicações em uso, mas informou uso crônico de inibidor de bomba de prótons por indicação de seu médico assistente. Ao exame médico, o paciente apresentou-se apenas hipocorado, sem outras alterações. O exame laboratorial indicou hemoglobina de 6,0 g/dL e contagem de plaquetas de 250.000. Submetido o paciente a endoscopia digestiva alta, foi identificada, em fundo gástrico, lesão elevada com sinal da tenda positivo, medindo cerca de 8 cm e ulceração central de 3 cm, com coágulo plano aderido.Ainda considerando o caso clínico acima apresentado, assinale a opção correta.
Texto para as questões 69 e 70
Marcelo, com setenta e nove anos de idade, hipertenso e diabético, foi admitido no pronto-socorro com astenia e melena, que começaram havia dois dias. Ele não soube referir as medicações em uso, mas informou uso crônico de inibidor de bomba de prótons por indicação de seu médico assistente. Ao exame médico, o paciente apresentou-se apenas hipocorado, sem outras alterações. O exame laboratorial indicou hemoglobina de 6,0 g/dL e contagem de plaquetas de 250.000. Submetido o paciente a endoscopia digestiva alta, foi identificada, em fundo gástrico, lesão elevada com sinal da tenda positivo, medindo cerca de 8 cm e ulceração central de 3 cm, com coágulo plano aderido.Considerando as informações do caso clínico acima apresentado, assinale a opção correta.