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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A ilusão da Lua no horizonte
Você já observou a Lua nascendo ou se pondo e teve a impressão de que ela estava maior do que o normal? Todos nós experimentamos essa mesma sensação ao apreciar nosso belo satélite natural próximo ao horizonte. Essa sensação nada mais é do que um simples truque da mente humana e recebeu o nome de ilusão da Lua. Ao invés de um efeito de nossa atmosfera ou algum outro fenômeno físico, acredita-se que ela seja causada pela forma como percebemos o mundo visualmente.
O fenômeno é bem documentado desde o século 4 a.C., quando o filósofo grego Aristóteles sugeriu que a atmosfera da Terra pudesse ampliar a imagem da Lua no horizonte, assim como a água pode fazer com que objetos imersos pareçam ampliados aos nossos olhos. No século 11, o matemático árabe Ibn AlHaytham desenvolveu a primeira teoria plausível de como a ilusão da Lua funciona, sugerindo que a diferença de tamanho tem a ver com a maneira como nossos cérebros percebem a distância e, então, como ajustamos automaticamente o tamanho aparente de um objeto para corresponder a essa percepção.
Apesar de todas as pessoas ao redor do mundo observarem essa ilusão há milhares de anos, ainda não existe uma explicação científica sólida sobre por que isso acontece. A maioria das respostas hoje em dia se baseia na ideia de como nosso cérebro processa a informação de distância dos objetos. Algumas hipóteses consideram, ainda, que árvores, montanhas e edifícios em primeiro plano podem ajudar a enganar o cérebro, que passa a pensar que a Lua estaria mais próxima e seria maior do que realmente é, por estar cercada por esses objetos.
Há uma ilusão de ótica que demonstra bem essa ideia de tamanho relativo em comparação a elementos no entorno, chamada de ilusão de Ebbinghaus. Na imagem a seguir, o círculo central, cercado por pequenos círculos, representa a Lua no horizonte com objetos em primeiro plano, como árvores e edifícios. Já na imagem seguinte o círculo central representa a Lua no alto do céu, cercada por grandes extensões de céu. Para muitos, o segundo círculo central parece maior, mas ambos são do mesmo tamanho.
Imagem de https://skyandtelescope.org/observing/moonillusion-confusion11252015.

Porém, essa explicação falha quando analisamos o caso dos astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional, em órbita em torno da Terra. Eles também enxergam a ilusão da Lua, mesmo sem ter objetos em primeiro plano como indicação de distância. Então, esse enigma ainda não foi totalmente resolvido e várias hipóteses ainda estão em discussão. Mas de uma coisa temos certeza: está tudo em nossas cabeças!
FONSECA, N. A ilusão da Lua no horizonte. Espaço do conhecimento. Adaptado. Disponível em: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/a-ilusao-dalua/#:~:text=A%20Ilus%C3%A3o%20da%20Lua%20desde,p are%C3%A7am%20ampliados%20aos%20nossos%20olhos.
( ) Na técnica de Lichtenstein, para correção de hérnia inguinal, o reforço da parede posterior é feito com tela de polipropileno, com reparo livre de tensão.
( ) Na técnica de Shouldice utiliza-se a própria fáscia do paciente para reparar o defeito herniário, com imbricação de 4 planos, sem necessidade de prótese sintética.
( ) Na técnica de McVay, mais comumente utilizada para correção de hérnias femorais, consiste em aproximar a margem da aponeurose do músculo reto abdominal ao ligamento de Cooper e trato iliopúbico, com posterior incisão de relaxamento.
( ) Na técnica de Stoppa é utilizada tela pré peritoneal. Essa técnica é mais comum no reparo de hernias bilaterais.
( ) A Classificação de Hinchey classifica a diverticulite aguda em quatro estágios de acordo com a gravidade da inflamação e a presença de complicações.
( ) O estágio I da Classificação de Hinchey se refere à perfuração do divertículo com formação de abscesso pericólico ou mesentérico.
( ) Pacientes com diverticulite aguda no estágio II da Classificação de Hinchey geralmente são tratados com antibióticos intravenosos e podem não necessitar de cirurgia.
( ) A peritonite fecal, caracterizada pela presença de fezes livres na cavidade abdominal, é classificada como estágio IV na Classificação de Hinchey.
( A ) Estabelecer acesso venoso periférico e administrar fluidos intravenosos.
( B ) Realizar intubação orotraqueal e ventilação mecânica invasiva.
( C ) Controlar a hemorragia externa com compressão direta ou torniquete.
( D ) Realizar drenagem pleural fechada em selo d’água.
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