Questões de Concurso
Para médico cirurgião geral
Foram encontradas 4.107 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
TEXTO II
[...]
Os pensadores que defendem que o ser humano é sempre livre sabem que existem determinações externas e internas, fatores sociais e subjetivos, mas a liberdade de decidir sobre suas escolhas é superior à força dessas determinações. Um exemplo que poderia ser dado para entendermos essa noção seria a de dois irmãos que têm a mesma origem social, mas um se torna um criminoso e o outro não.
Vejamos o que o filósofo francês Jean-Paul Sartre disse sobre isso:
“[...] Por outras palavras, não há determinismo, o homem é livre, o homem é liberdade. […] Não encontramos diante de nós valores ou imposições que nos legitimem o comportamento. Assim, não temos nem atrás de nós nem diante de nós, no domínio luminoso dos valores, justificações ou desculpas. Estamos sós e sem desculpas.
É o que traduzirei dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado porque não criou a si próprio; e, no entanto, livre porque, uma vez lançado ao mundo, é responsável por tudo o que fizer.”
[...]
SANTOS, Wigvan. Mundo Educação. Disponível em: < https://bit.ly/2OXrrZf>. Acesso em: 21 ago. 2018. [Fragmento adaptado].
TEXTO II
[...]
Os pensadores que defendem que o ser humano é sempre livre sabem que existem determinações externas e internas, fatores sociais e subjetivos, mas a liberdade de decidir sobre suas escolhas é superior à força dessas determinações. Um exemplo que poderia ser dado para entendermos essa noção seria a de dois irmãos que têm a mesma origem social, mas um se torna um criminoso e o outro não.
Vejamos o que o filósofo francês Jean-Paul Sartre disse sobre isso:
“[...] Por outras palavras, não há determinismo, o homem é livre, o homem é liberdade. […] Não encontramos diante de nós valores ou imposições que nos legitimem o comportamento. Assim, não temos nem atrás de nós nem diante de nós, no domínio luminoso dos valores, justificações ou desculpas. Estamos sós e sem desculpas.
É o que traduzirei dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado porque não criou a si próprio; e, no entanto, livre porque, uma vez lançado ao mundo, é responsável por tudo o que fizer.”
[...]
SANTOS, Wigvan. Mundo Educação. Disponível em: < https://bit.ly/2OXrrZf>. Acesso em: 21 ago. 2018. [Fragmento adaptado].
Releia o trecho a seguir.
“Condenado porque não criou a si próprio; e, no entanto, livre porque, uma vez lançado ao mundo, é responsável por tudo o que fizer.”
Nesse contexto, a palavra destacada é uma
TEXTO I
Condenado a ser livre
[...]
Em linhas gerais, a concepção sartreana da liberdade se assentava no pressuposto de que o ser humano é a única criatura para quem a existência (existir) é anterior à essência (ser). Quer dizer: o nosso destino não é predeterminado pela natureza – muito menos, ele assinala, pela “inteligência divina”. “O que significa dizer que a existência precede a essência?”, pergunta. “Significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define. […]
O homem é não apenas como ele se concebe, mas como ele quer que seja, como ele se concebe depois da existência, como ele se deseja após este impulso para a existência.” (Não, a psicanálise não orna muito bem com esse tipo de pensamento).
O ser humano, frisa Sartre, define-se pelo que faz, pelo que ele projetar ser, por suas escolhas. Daí em diante, é preciso falar em consequências – tanto dessa ideia basilar quanto da própria liberdade avassaladora que ela anuncia. Em primeiro lugar, ela incorre no fato de que cada um de nós é total e integralmente responsável não apenas por nossos atos, mas também por aquilo que somos. O que se desdobra em outras e mais profundas consequências.
Tudo é permitido
Em um mundo sem Deus e sem natureza humana, o homem é plenamente responsável não apenas por si, mas também por todos os homens. “Não há dos nossos atos”, diz Sartre, “um sequer que, ao criar o homem que desejamos ser, não crie ao mesmo tempo uma imagem do homem como julgamos que deve ser.”
[...]
FREITAS, Almir. Revista Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/s05e01>
Releia o trecho a seguir.
“O que significa dizer que a existência precede a essência?”
Ao fazer essa pergunta, o filósofo pretende
TEXTO I
Condenado a ser livre
[...]
Em linhas gerais, a concepção sartreana da liberdade se assentava no pressuposto de que o ser humano é a única criatura para quem a existência (existir) é anterior à essência (ser). Quer dizer: o nosso destino não é predeterminado pela natureza – muito menos, ele assinala, pela “inteligência divina”. “O que significa dizer que a existência precede a essência?”, pergunta. “Significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define. […]
O homem é não apenas como ele se concebe, mas como ele quer que seja, como ele se concebe depois da existência, como ele se deseja após este impulso para a existência.” (Não, a psicanálise não orna muito bem com esse tipo de pensamento).
O ser humano, frisa Sartre, define-se pelo que faz, pelo que ele projetar ser, por suas escolhas. Daí em diante, é preciso falar em consequências – tanto dessa ideia basilar quanto da própria liberdade avassaladora que ela anuncia. Em primeiro lugar, ela incorre no fato de que cada um de nós é total e integralmente responsável não apenas por nossos atos, mas também por aquilo que somos. O que se desdobra em outras e mais profundas consequências.
Tudo é permitido
Em um mundo sem Deus e sem natureza humana, o homem é plenamente responsável não apenas por si, mas também por todos os homens. “Não há dos nossos atos”, diz Sartre, “um sequer que, ao criar o homem que desejamos ser, não crie ao mesmo tempo uma imagem do homem como julgamos que deve ser.”
[...]
FREITAS, Almir. Revista Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/s05e01>
Releia o trecho a seguir.
“[...] o ser humano é a única criatura para quem a existência (existir) é anterior à essência (ser).”
Considere as afirmativas a seguir.
I. O acento indicativo de crase, nesse caso, é obrigatório.
II. Nesse caso, o acento indicativo de crase é formado pela contração de uma preposição com um artigo indefinido.
III. Nessa oração, é um adjetivo que rege o acento indicativo de crase.
De acordo com a norma-padrão, estão corretas as afirmativas
TEXTO I
Condenado a ser livre
[...]
Em linhas gerais, a concepção sartreana da liberdade se assentava no pressuposto de que o ser humano é a única criatura para quem a existência (existir) é anterior à essência (ser). Quer dizer: o nosso destino não é predeterminado pela natureza – muito menos, ele assinala, pela “inteligência divina”. “O que significa dizer que a existência precede a essência?”, pergunta. “Significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define. […]
O homem é não apenas como ele se concebe, mas como ele quer que seja, como ele se concebe depois da existência, como ele se deseja após este impulso para a existência.” (Não, a psicanálise não orna muito bem com esse tipo de pensamento).
O ser humano, frisa Sartre, define-se pelo que faz, pelo que ele projetar ser, por suas escolhas. Daí em diante, é preciso falar em consequências – tanto dessa ideia basilar quanto da própria liberdade avassaladora que ela anuncia. Em primeiro lugar, ela incorre no fato de que cada um de nós é total e integralmente responsável não apenas por nossos atos, mas também por aquilo que somos. O que se desdobra em outras e mais profundas consequências.
Tudo é permitido
Em um mundo sem Deus e sem natureza humana, o homem é plenamente responsável não apenas por si, mas também por todos os homens. “Não há dos nossos atos”, diz Sartre, “um sequer que, ao criar o homem que desejamos ser, não crie ao mesmo tempo uma imagem do homem como julgamos que deve ser.”
[...]
FREITAS, Almir. Revista Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/s05e01>
Releia o trecho a seguir.
“Quer dizer: o nosso destino não é predeterminado pela natureza – muito menos, ele assinala, pela ‘inteligência divina’”
Em relação a esse trecho, considere as afirmativas a seguir.
I. Os dois-pontos foram utilizados para marcar a reformulação de uma ideia apresentada.
II. O travessão pode ser substituído por vírgula.
III. As aspas foram utilizadas para marcar uma ironia.
Estão corretas as afirmativas
TEXTO I
Condenado a ser livre
[...]
Em linhas gerais, a concepção sartreana da liberdade se assentava no pressuposto de que o ser humano é a única criatura para quem a existência (existir) é anterior à essência (ser). Quer dizer: o nosso destino não é predeterminado pela natureza – muito menos, ele assinala, pela “inteligência divina”. “O que significa dizer que a existência precede a essência?”, pergunta. “Significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define. […]
O homem é não apenas como ele se concebe, mas como ele quer que seja, como ele se concebe depois da existência, como ele se deseja após este impulso para a existência.” (Não, a psicanálise não orna muito bem com esse tipo de pensamento).
O ser humano, frisa Sartre, define-se pelo que faz, pelo que ele projetar ser, por suas escolhas. Daí em diante, é preciso falar em consequências – tanto dessa ideia basilar quanto da própria liberdade avassaladora que ela anuncia. Em primeiro lugar, ela incorre no fato de que cada um de nós é total e integralmente responsável não apenas por nossos atos, mas também por aquilo que somos. O que se desdobra em outras e mais profundas consequências.
Tudo é permitido
Em um mundo sem Deus e sem natureza humana, o homem é plenamente responsável não apenas por si, mas também por todos os homens. “Não há dos nossos atos”, diz Sartre, “um sequer que, ao criar o homem que desejamos ser, não crie ao mesmo tempo uma imagem do homem como julgamos que deve ser.”
[...]
FREITAS, Almir. Revista Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/s05e01>
TEXTO I
Condenado a ser livre
[...]
Em linhas gerais, a concepção sartreana da liberdade se assentava no pressuposto de que o ser humano é a única criatura para quem a existência (existir) é anterior à essência (ser). Quer dizer: o nosso destino não é predeterminado pela natureza – muito menos, ele assinala, pela “inteligência divina”. “O que significa dizer que a existência precede a essência?”, pergunta. “Significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define. […]
O homem é não apenas como ele se concebe, mas como ele quer que seja, como ele se concebe depois da existência, como ele se deseja após este impulso para a existência.” (Não, a psicanálise não orna muito bem com esse tipo de pensamento).
O ser humano, frisa Sartre, define-se pelo que faz, pelo que ele projetar ser, por suas escolhas. Daí em diante, é preciso falar em consequências – tanto dessa ideia basilar quanto da própria liberdade avassaladora que ela anuncia. Em primeiro lugar, ela incorre no fato de que cada um de nós é total e integralmente responsável não apenas por nossos atos, mas também por aquilo que somos. O que se desdobra em outras e mais profundas consequências.
Tudo é permitido
Em um mundo sem Deus e sem natureza humana, o homem é plenamente responsável não apenas por si, mas também por todos os homens. “Não há dos nossos atos”, diz Sartre, “um sequer que, ao criar o homem que desejamos ser, não crie ao mesmo tempo uma imagem do homem como julgamos que deve ser.”
[...]
FREITAS, Almir. Revista Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/s05e01>
De acordo com a leitura do texto, é possível afirmar:
I. Sartre acreditava que a liberdade é uma espécie de imposição aos homens.
II. Ao definir o que ser, o homem projeta uma imagem do que ele define como ideal para a sociedade.
III. Sartre não creditava a Deus a essência individual dos homens.
Estão corretas as afirmativas
Quanto aos aspectos terapêuticos das principais etiologias do abdome agudo, correlacione os itens adequadamente e assinale a alternativa correspondente:
I - Síndrome Inflamatória.
II - Colecistite aguda.
III - Síndrome perfurativa.
IV - Síndrome obstrutiva.
V - Obstrução intestinal por neoplasia de cólon.
A - Representada pela úlcera péptica perfurada. A via laparoscópica para tratá-la pode diminuir as complicações abdominais, e não há estudos estatisticamente robustos para determinar qual a melhor via de acesso para tratá-la.
B - Representada pela oclusão por bridas e aderências, possui como indicação de intervenção cirúrgica quando possui sinais de peritonite, choque, isquemia intestinal, obstrução completa e pneumatose intestinal.
C - Representada pela apendicite aguda com maior prevalência na situação abdominal aguda em todo o mundo. Na apendicite aguda em pacientes estáveis hemodinamicamente, sem sinais de sepse grave ou disfunção orgânica, pode ser tratada tanto pela via aberta quanto videolaparoscópica, a depender da experiência do cirurgião.
D - Possui evidências cada vez maiores e embasadas, no sentido que é possível dispensar o uso de ostomias e realizar anastomoses primárias em pacientes adequados. É sabido que a cirurgia de Hartmann não altera a sobrevida maior quando comparada à ressecção segmentar com anastomose primária em pacientes devidamente selecionados.
E - O tratamento cirúrgico deve ser precoce, em menos de 72 horas, idealmente, salvo contraindicação absoluta devido a comorbidades descompensadas.
Quanto às indicações de laparotomia imediata no trauma abdominal penetrante, pelos Consensos do XXXI congresso Brasileiro de Cirurgia, assinale a alternativa errada.
Quanto à pancreatite aguda leve e, baseado nos Consensos do XXXI Congresso Brasileiro de Cirurgia, assinale a incorreta.
Na recepção de um paciente vítima de trauma, existe uma sequência de ações para evitar o óbito.
Assinale a alternativa que apresenta a ação prioritária e imediata na estabilização da vítima.
No momento em que ocorre a lesão tecidual, é deflagrada uma resposta inflamatória diretamente influenciada pelo volume de agressão tecidual.
Assinale a alternativa que identifica a citocina liberada imediatamente pelo tecido peritoneal durante as cirurgias abdominais.
Assinale a alternativa que apresenta as indicações formais para a exploração cirúrgica.
A mortalidade ocasionada pelo trauma apresenta redução significativa após desenvolvimento de protocolos internacionais com o objetivo de reverter a “tríade fatal” do trauma grave. A “tríade fatal” compreende:
Considere as afirmações acerca do trauma duodenal:
I. A maioria das lesões decorre de trauma contuso com mecanismo de desaceleração.
II. Extravasamento de contraste (administrado via oral) em exames de imagem fecha o diagnóstico e é indicação absoluta de abordagem cirúrgica.
III. Lesões graus III e IV são facilmente reparadas primariamente desde que o diagnóstico seja precoce (menor que 6 horas do evento).
Está(ão) correta(s):
Paciente de 32 anos, ao tentar resgatar criança em edifício em chamas, sofreu queimaduras circunferenciais em pescoço e parede anterior de tórax, além de lesão por esmagamento do pé direito. Durante avaliação inicial, apresentava vias aéreas pérvias, com queimadura em vibrissas e fuligem por todo o rosto. Saturação de 98% com cateter de oxigênio, sem alterações no exame do aparelho respiratório. Apresenta FC de 100bpm com sangramento ativo da lesão em membro inferior direito. Escala de Coma de Glasgow 15, pupilas isocóricas e fotorreagentes.
A primeira medida a ser tomada neste caso é:
Paciente de 20 anos, admitido com história de queda de cavalo, sem sensibilidade abaixo do nível do processo xifoide. O provável nível de lesão nesse trauma raquimedular é:
No contexto do trauma torácico, toracotomia está indicada nas seguintes situações, exceto:
Considere as afirmativas sobre o ABC Score:
I. É usado para avaliar a necessidade de drogas vasoativas no politraumatizado.
II. Considera as três lesões mais graves apresentadas pelo paciente para predizer a sobrevida.
III. Paciente com FAST positivo e frequência cardíaca de 130bpm apresenta dois critérios de positividade desse score e necessita de protocolo de transfusão maciça.
Está(ão) correta(s):
Sobre a Síndrome Compartimental Abdominal (SCA), assinale a alternativa incorreta.