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Para próteses com joelho de trava manual, é indicado deixá-las mais curtas, em aproximadamente um centímetro, para permitir maior facilidade e segurança durante o balanço, visto que não ocorrerá flexão do joelho nessa fase.
A eletroestimulação para musculatura do assoalho pélvico, em altas frequências, é efetiva para incontinência por estresse, e, em baixas frequências, para incontinência por urgência.
Os exercícios para musculatura pélvica conhecidos como exercícios de Kegel têm como objetivo fortalecer os músculos voluntários para tratar a incontinência vesical e intestinal.
A limitação de amplitude de movimento no pós-operatório de mastectomia está ligada à remoção do músculo peitoral maior e a lesão temporária do nervo torácico longo.
A terapia física proposta por Földi consiste na drenagem linfática manual, no tratamento de lesões de pele, no enfaixamento compressivo elástico ou inelástico e em exercícios linfomiocinéticos.
O linfedema é a segunda complicação pós-operatória mais frequente no câncer de mama, apesar de ter sofrido uma redução significativa em relação ao passado, quando as cirurgias eram mais radicais e demolidoras.
A hipotonia do músculo glúteo médio pode alterar a marcha por meio do aumento do deslocamento da pelve e do tronco contralateral à sustentação do peso do corpo.
Os padrões anormais de marcha causados pelos mecanismos compensadores para manter deambulação funcional são, invariavelmente, menos eficientes e gastam mais energia que os padrões normais.
A maioria dos problemas na marcha é observada durante a fase de balanço, já que, nessa fase, há ativação muscular constante.
A ampliação da base, excedente 5 cm a 10 cm de um calcanhar a outro, durante a marcha pode ser causada por diminuição da sensibilidade plantar ou sequelas neurológicas cerebelares.
A marcha pode ser dividida em duas fases: a de apoio, responsável por 40% do ciclo da marcha normal, e a de balanço, responsável pelos 60% restantes.
Além da melhora da capacidade funcional, da força muscular e da composição corporal, o tratamento paliativo proporciona a melhora dos padrões de sono e fadiga e a diminuição das dores como resposta aos exercícios no paciente com sintomas relacionados ao câncer.
A intervenção fisioterápica para osteopenia após o tratamento de câncer com atividades de descarga de peso aumenta a massa óssea devido ao estímulo mecânico nas articulações.
Um de seus princípios desse tratamento é postergar a morte.
A manobra de tração da fáscia ou de descompressão articular, para os casos de contratura e retrações, é utilizada no sentido das fibras musculares, aumentando o comprimento total do músculo, e conhecida como pompage .
Nos pacientes terminais, a tosse é um sintoma frequente, sendo mais observada nos pacientes com câncer de pulmão.
Um dos sintomas mais comuns nos pacientes com câncer é a dispneia, que é facilmente resolvida com a administração de oxigênio suplementar, já que sua origem se dá primariamente pela hipoxemia.
Perda de reflexos tendíneos profundos, parestesia e fraqueza motora são efeitos colaterais de quimioterápicos como a vincristina.
A bleomicina é um quimioterápico utilizado no tratamento para sarcomas, sendo a fibrose pulmonar associada ao uso desse medicamento, devido à diminuição da capacidade de difusão pulmonar.
O risco de tromboembolismo é menor nos pacientes com câncer, pois estes apresentam interrupção da cascata de coagulação.