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Ano: 2015 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Campo Mourão - PR
Q1200349 Português
Pequenos inventores Raul Montenegro ([email protected]) Pedro Henrique Zodi Vitor, 10 anos, está na frente da corrida pelo alfabetismo digital que dominará o século 21. Mais do que apenas aprender a utilizar dispositivos tecnológicos, a onda agora é saber criá-los usando linguagens de programação – o código através do qual são feitos todos os programas de computador. Ele está dando os primeiros passos nessa direção cursando aulas de desenvolvimento de games e aplicativos de celular. “Ainda estou no começo, mas a gente já fez uns apps”, diz o menino, que mora em São Paulo. Pelo exemplo de garotos como Pedro, os educadores começam a entender que as redes fazem parte da vida dos mais novos e que, em vez de lutar contra a realidade, é preciso estimulá-los a usar o tempo em frente à telinha de forma produtiva. “O boom de hoje é o que o inglês viveu há 30 anos”, afirma Jayme Nigri, sócio da Futura Code School. As escolas brasileiras já enxergaram a tendência e estão colocando aulas de desenvolvimento de aplicativo em sua grade curricular, ainda como disciplina optativa. Em São Paulo, uma instituição implementou este ano aulas extracurriculares de códigos de computador a estudantes entre 11 e 13 anos. “Para que consigam construir e publicar apps na Google Play ou na Apple Store eles precisam de dois anos”, diz Gustavo Pohl, um dos coordenadores de tecnologia educacional do Colégio Pentágono. A escola lotou as primeiras classes da disciplina enquanto cursos que as oferecem viram a demanda dobrar nos últimos meses. Saber programar desenvolve criatividade e raciocínio lógico, afirmam os especialistas. “É uma espécie de musculação mental”, diz Daniel Cleffi, fundador da escola MadCode.
Assinale a alternativa, cujos argumentos estão de acordo com o texto: 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Campo Mourão - PR
Q1200347 Meio Ambiente
Na classificação dos resíduos de serviço de saúde, quanto aos riscos potenciais ao meio ambiente e a saúde pública, os medicamentos vencidos, contaminados ou interditados se enquadram na classe: 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Campo Mourão - PR
Q1200343 Português
As palavras assinaladas na frase abaixo concordam com o termo: “As escolas brasileiras já enxergaram a tendência e estão colocando aulas de desenvolvimento de aplicativo em sua grade curricular, ainda como disciplina optativa.” é: 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Campo Mourão - PR
Q1200327 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras têm o acento justificado de modo idêntica a “raciocínio”:  
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Campo Mourão - PR
Q1200258 Farmácia
O principal objetivo da Biossegurança é criar um ambiente de trabalho onde se adotam um conjunto de medidas na prevenção, eliminação ou diminuição dos riscos relacionados às atividades exercidas. Portanto é preciso evidenciar as possíveis áreas de risco e os tipos de riscos envolvidos. É um exemplo de um provável “Risco ergonômico”: 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Campo Mourão - PR
Q1200237 Raciocínio Lógico
Uma determinada comunidade de 1800 pessoas, 1250 tem energia elétrica e 850 tem água tratada. Quantos habitantes têm água tratada e energia elétrica?    
Alternativas
Ano: 2014 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Jucurutu - RN
Q1196683 Português
VICIADOS EM REDES SOCIAIS
João Loes

O vício em redes sociais é uma realidade e tem impactos impossíveis de ignorar. Um dos primeiros estudos a revelar a força dessa nova dependência de forma inconteste foi apresentado em fevereiro de 2012 pela Universidade de Chicago. Depois de acompanhar a rotina de checagem de atualizações em redes sociais de 205 pessoas por sete dias, os pesquisadores concluíram que resistir ao Facebook e ao Twitter é mais difícil do que dizer “não” ao álcool e ao cigarro. Uma consulta aos números do programa de dependência de internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (IPq HCUSP) dá contornos brasileiros ao argumento posto pelos americanos de Chicago.

Cerca de 25% dos pacientes que buscam ajuda no programa do IPq o fazem atrás de tratamento para o vício em redes sociais. “E esse percentual deve aumentar”, afirma Dora Góes, psicóloga do programa. O vício em redes sociais é forte como o da dependência química. Como o viciado em drogas, que, com o tempo, precisa de doses cada vez maiores de uma substância para ter o efeito entorpecente parecido com o obtido no primeiro contato, o viciado em Facebook também necessita se expor e ler as confissões de amigos com cada vez mais frequência para saciar sua curiosidade e narcisismo. Sintomas de crise de abstinência, como ansiedade, acessos de raiva, suores e até depressão, quando há afastamento da rede, também são comuns.

Atualmente, a atenção em torno do assunto é tamanha que já há setores defendendo 18 a inclusão da dependência por redes sociais no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria. O pedido mais incisivo veio de um time formado por quatro psiquiatras da Universidade de Atenas, na Grécia, que publicou um artigo na revista acadêmica “European Psychiatry” com uma descrição assustadora da rotina de uma paciente de 24 anos completamente viciada. Trazida à clínica pelos pais, ela passava cinco horas por dia no Facebook, havia perdido os amigos reais, o emprego, a vida social e, aos poucos, estava perdendo a saúde, pois já não dormia nem se alimentava bem. “A paciente usava a internet havia sete anos e nunca tinha tido problemas”, diz o artigo. “A rede social é que foi o gatilho para o distúrbio do impulso.” Considerando a escala potencialmente planetária desse novo candidato à doença – o Facebook tem 901 milhões de usuários no mundo, sendo 46,3 milhões no Brasil, o segundo país com maior participação da Terra –, o pleito é mais do que razoável.
Entender as razões dessa compulsão em ascensão é um desafio. Por que usamos tanto e, às vezes, até preferimos esses canais para nos comunicar? Carlos Florêncio, coach e consultor em desenvolvimento pessoal há 20 anos, com mais de 60 mil atendimentos no currículo, tem uma teoria: “Nas redes sociais, temos controle absoluto sobre quem somos”, diz ele. Lá, as vidas são editadas para que só os melhores momentos, as mais belas fotos e os detalhes mais interessantes do dia a dia sejam expostos. Até os defeitos, quando compartilhados, são cuidadosamente escolhidos. E isso tem um custo imenso. São poucas as pessoas que conseguem, de fato, viver o ideal que projetam, o que gera grande frustração. E mais: privilegiar as relações mediadas pela internet compromete as nossas habilidades sociais no mundo real. “Desaprendemos a olhar no olho, interpretar os sinais corporais e dar a atenção devida a quem está ali, diante da gente”, diz Dora, do IPq-HCUSP.

Mas nem tudo é ruim nas teias das redes sociais. Pelo contrário. Grande parte do que elas oferecem é bom. O problema é saber dosar o uso para que as vantagens não sejam ofuscadas pelo vício que surge com os excessos. Afinal, cair no canto da sereia virtual é fácil e conveniente. As redes sociais são a cocaína da era digital e estamos todos viciados. Você não está sozinho.

Disponível em <http://www.istoe.com.br/reportagens/204040_VICIADOS+EM+REDES+SOCIAIS>.Acesso em: 20 ago.2014.[Adaptado]

No texto, o propósito comunicativo dominante é
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Ano: 2014 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Jucurutu - RN
Q1189719 Farmácia
A Portaria nº 344, de 12 de Maio de 1998, do Ministério da Saúde, aprova o regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial. Sobre esse regulamento, considere as afirmativas a seguir.
I - A Notificação de Receita não será exigida no âmbito hospitalar, porém a dispensação será feita mediante apresentação de receita ou outro documento equivalente.
II - São proibidos a prescrição e o aviamento de fórmulas contendo associação medicamentosa das substâncias anorexígenas constantes das listas da Portaria nº 344/98, quando associadas entre si ou com diuréticos.
III - A quantidade de Talidomida por prescrição, em cada Notificação de Receita, não poderá ser superior à quantidade necessária para o tratamento de 30 dias, e sua Notificação de Receita terá validade de 15 dias, contados a partir da emissão.
IV - A Notificação de Receita “B”, de cor azul, terá validade por um período de 30 dias contados a partir de sua emissão, sendo válida em todo território nacional.
Das afirmativas, estão corretas
Alternativas
Ano: 2014 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: Prefeitura de Jucurutu - RN
Q1182230 Português
VICIADOS EM REDES SOCIAIS
João Loes
O vício em redes sociais é uma realidade e tem impactos impossíveis de ignorar. Um dos primeiros estudos a revelar a força dessa nova dependência de forma inconteste foi apresentado em fevereiro de 2012 pela Universidade de Chicago. Depois de acompanhar a rotina de checagem de atualizações em redes sociais de 205 pessoas por sete dias, os pesquisadores concluíram que resistir ao Facebook e ao Twitter é mais difícil do que dizer “não” ao álcool e ao cigarro. Uma consulta aos números do programa de dependência de internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (IPq HCUSP) dá contornos brasileiros ao argumento posto pelos americanos de Chicago.
Cerca de 25% dos pacientes que buscam ajuda no programa do IPq o fazem atrás de tratamento para o vício em redes sociais. “E esse percentual deve aumentar”, afirma Dora Góes, psicóloga do programa. O vício em redes sociais é forte como o da dependência química. Como o viciado em drogas, que, com o tempo, precisa de doses cada vez maiores de uma substância para ter o efeito entorpecente parecido com o obtido no primeiro contato, o viciado em Facebook também necessita se expor e ler as confissões de amigos com cada vez mais frequência para saciar sua curiosidade e narcisismo. Sintomas de crise de abstinência, como ansiedade, acessos de raiva, suores e até depressão, quando há afastamento da rede, também são comuns.
Atualmente, a atenção em torno do assunto é tamanha que já há setores defendendo 18 a inclusão da dependência por redes sociais no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria. O pedido mais incisivo veio de um time formado por quatro psiquiatras da Universidade de Atenas, na Grécia, que publicou um artigo na revista acadêmica “European Psychiatry” com uma descrição assustadora da rotina de uma paciente de 24 anos completamente viciada. Trazida à clínica pelos pais, ela passava cinco horas por dia no Facebook, havia perdido os amigos reais, o emprego, a vida social e, aos poucos, estava perdendo a saúde, pois já não dormia nem se alimentava bem. “A paciente usava a internet havia sete anos e nunca tinha tido problemas”, diz o artigo. “A rede social é que foi o gatilho para o distúrbio do impulso.” Considerando a escala potencialmente planetária desse novo candidato à doença – o Facebook tem 901 milhões de usuários no mundo, sendo 46,3 milhões no Brasil, o segundo país com maior participação da Terra –, o pleito é mais do que razoável.
Entender as razões dessa compulsão em ascensão é um desafio. Por que usamos tanto e, às vezes, até preferimos esses canais para nos comunicar? Carlos Florêncio, coach e consultor em desenvolvimento pessoal há 20 anos, com mais de 60 mil atendimentos no currículo, tem uma teoria: “Nas redes sociais, temos controle absoluto sobre quem somos”, diz ele. Lá, as vidas são editadas para que só os melhores momentos, as mais belas fotos e os detalhes mais interessantes do dia a dia sejam expostos. Até os defeitos, quando compartilhados, são cuidadosamente escolhidos. E isso tem um custo imenso. São poucas as pessoas que conseguem, de fato, viver o ideal que projetam, o que gera grande frustração. E mais: privilegiar as relações mediadas pela internet compromete as nossas habilidades sociais no mundo real. “Desaprendemos a olhar no olho, interpretar os sinais corporais e dar a atenção devida a quem está ali, diante da gente”, diz Dora, do IPq-HCUSP.
Mas nem tudo é ruim nas teias das redes sociais. Pelo contrário. Grande parte do que elas oferecem é bom. O problema é saber dosar o uso para que as vantagens não sejam ofuscadas pelo vício que surge com os excessos. Afinal, cair no canto da sereia virtual é fácil e conveniente. As redes sociais são a cocaína da era digital e estamos todos viciados. Você não está sozinho.
Disponível em <http://www.istoe.com.br/reportagens/204040_VICIADOS+EM+REDES+SOCIAIS>.Acesso em: 20 ago.2014.[Adaptado]
Leia o trecho a seguir:
“Trazida à clínica pelos pais, ela passava cinco horas por dia no Facebook, havia perdido os amigos reais [...].”
A exemplo do que ocorre nesse trecho, o uso do acento grave (indicativo da crase) também está correto em:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Campo Verde - MT
Q1202498 Português
TEXTO: 
Grandes e pequenas mulheres
Há mulheres de todos os gêneros. Histéricas, batalhadoras, frescas, profissionais, chatas, inteligentes, gostosas, parasitas, sensacionais. Mulheres de origens diversas, de idades várias, mulheres de posses ou de grana curta. Mulheres de tudo quanto é jeito. Mas se eu fosse homem prestaria atenção apenas num quesito: se a mulher é do tipo que puxa pra cima ou se é do tipo que empurra pra baixo.            Dizem que por trás de todo grande homem existe uma grande mulher. Meia-verdade. Ele pode ser grande estando sozinho também. Mas com uma mulher xarope ele não vai chegar a lugar algum.            Mulher que puxa pra cima é mulher que aposta nas decisões do cara, que não fica telefonando pro escritório toda hora, que tem a profissão dela, que apoia quando ele diz que vai pedir demissão por questões éticas e que confia que vai dar tudo certo.            Mulher que empurra pra baixo é a que põe minhoca na cabeça dele sobre os seus colegas, a que tem acessos de carência bem na hora que ele tem que entrar numa reunião, a que não avaliza nenhuma mudança que ele propõe, a que quer manter tudo como está.            Mulher que puxa pra cima é a que dá uns toques na hora de ele se vestir, a que não perturba com questões menores, a que incentiva o marido a procurar os amigos, a que separa matérias de revista que possam interessá-lo, a que indica livros, a que faz amor com vontade.            Mulher que empurra pra baixo é a que reclama do salário dele, a que não acredita que ele tenha taco para assumir uma promoção, a que acha que viajar é despesa e não investimento, a que tem ciúmes da secretária.            Mulher que puxa pra cima é a que dá conselhos e não palpite, a que acompanha nas festas e nas roubadas, a que tem bom humor.            Mulher que empurra pra baixo é a que debocha dos defeitos dele em rodinhas de amigos e que não acredita que ele vá mais longe do que já foi.            Se por trás de todo grande homem existe uma grande mulher, então vale o inverso também: por trás de um pequeno homem talvez exista uma mulherzinha de nada.                                                                                                                                                                                                                                                                           (Martha Medeiros)
Mas com uma mulher xarope ele não vai chegar a lugar algum.” A palavra destacada anteriormente exprime ideia de:
Alternativas
Q212478 Matemática
Sejam as funções y = mx + n e y = px + q, cujos gráficos estão representados a seguir:

Imagem 017.jpg

Com base nos gráficos, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q212469 Matemática
Qual é o valor de k no gráfico a seguir, considerando que o mesmo é de uma função do 2º grau?

Imagem 007.jpg
Alternativas
Q212461 Matemática
Qual é a soma dos termos da sequência (x - 2, 3x - 10, 10 + x, 5x + 2), para que a mesma seja uma progressão geométrica crescente?
Alternativas
Q212410 Conhecimentos Gerais
A proteção do meio ambiente é uma preocupação constante da população, que se encontra expressa em diversas manifestações públicas, no surgimento de várias organizações não governamentais e nos veículos de comunicação com pautas constantes voltadas ao tema em todo o planeta. No entanto, os desastres ambientais causados pela ação do homem e suas organizações privadas ainda persistem, causando grandes estragos, como o derramamento de petróleo no Golfo do México, chegando às praias de vários estados norte-americanos e gerando prejuízos ainda incalculáveis. Outro grande desastre ambiental, considerado inesquecível e avassalador, ocorreu em Bhopal, na Índia, quando:
Alternativas
Q212409 Farmácia
A Resolução RDC 71/2009 – ANVISA trata da rotulagem de medicamentos. Segundo essa resolução, é permitido:
Alternativas
Q212408 Farmácia
Qual dessas vias de administração de medicamentos possui problema no metabolismo de primeira passagem hepático?
Alternativas
Q212407 Farmácia
Que via de administração de medicamentos é adequada para grandes volumes e substâncias irritantes, ou misturas complexas, desde que diluídas?
Alternativas
Q212406 Farmácia
Qual dessas formas farmacêuticas NÃO pode ser classificada como líquida?
Alternativas
Q212405 Farmácia
As portarias 27 e 28 de 1986 (Divisão de Medicamentos da Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde) foram revogadas em 1998, pelo seguinte instrumento jurídico:
Alternativas
Q212404 Farmácia
Segundo a Lei nº. 5991/1973, a cada Farmacêutico será permitido exercer a direção técnica de, no máximo:
Alternativas
Respostas
61: E
62: E
63: D
64: C
65: B
66: C
67: D
68: B
69: D
70: B
71: A
72: E
73: B
74: B
75: D
76: C
77: A
78: E
79: D
80: B