Questões de Concurso Para agente de vigilância

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Q421413 Português
                              De quem são os meninos de rua?

      Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha. Certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.
      Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.
      Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão,engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono.

                                                      (COLASANTI, Marina. A casa das palavras. São Paulo: Ática, 2006. p. 40. Adaptado.)


A crônica apresentada trata do registro do cotidiano a partir de um determinado evento de caráter particular. Tendo em vista o conteúdo do texto, é correto afirmar que a mensagem de interesse para a cronista relaciona-se a uma
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1238240 História e Geografia de Estados e Municípios
Com o declínio da mineração e a Independência do Brasil, a região onde está situado o atual Estado de Rondônia perdeu importância econômica até que, ao final do século XIX, passou a receber imigrantes nordestinos. 
Os nordestinos migraram para a região de Rondônia a fim de:
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1235297 Atualidades
“As estações ferroviárias tiveram um papel econômico muito importante no país, a exemplo da Madeira-Mamoré, e no momento atual, recuperadas e revitalizadas, podem continuar ajudando como atrativo turístico, cultural e histórico, inclusive na geração de emprego e renda.” 
(Ministro Gastão Vieira.)
Em 2012, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré completou 100 anos. Para comemorar a data foi lançada uma campanha para que a estrada de ferro seja reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade. 
O órgão internacional que concede esse título é:
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1230969 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta. 
A Lenda da Iara – a Mãe-d’água
Os cronistas dos séculos XVI e XVII registraram essa história. 
No princípio, o personagem era masculino e chamava-se Ipupiara, homem-peixe que devorava pescadores e os levava para o fundo do rio. No século XVIII, Ipupiara vira a sedutora sereia Uiara ou Iara. Todo pescador brasileiro, de água doce ou salgada, conta histórias de moços que cederam aos encantos da bela Uiara e terminaram afogados de paixão. 
Ela deixa sua casa no fundo das águas no fim da tarde. Surge magnífica à flor das águas: metade mulher, metade peixe; cabelos longos enfeitados de flores vermelhas. Por vezes, ela assume a forma humana e sai em busca de vítimas. 
Quando a Mãe das águas canta, hipnotiza os pescadores. Um deles foi o índio Tapuia. Certa vez, pescando, ele viu a deusa, linda, surgir das águas. Resistiu. Não saiu da canoa, remou rápido até a margem e foi se esconder na aldeia. 
Mas enfeitiçado pelos olhos e ouvidos, não conseguia esquecer a voz de Uiara. Numa tarde, morto de saudade, fugiu da aldeia e remou na sua canoa rio abaixo. 
Uiara já o esperava cantando a música das núpcias. Tapuia se jogou no rio e sumiu num mergulho, carregado pelas mãos da noiva. Uns dizem que naquela noite houve festa no chão das águas e que foram felizes para sempre. Outros dizem que, na semana seguinte, a insaciável Uiara voltou para levar outra vítima. 
(in <http://sitededicas.ne10.uol.com.br/folk_iara.htm.> acesso 06/10/2013.Adaptado.)
O primeiro parágrafo do texto menciona: “Os cronistas dos séculos XVI e XVII registraram essa história.” A história em questão é:
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1230006 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
A Lenda da Iara – a Mãe-d’água
Os cronistas dos séculos XVI e XVII  registraram essa história. 
No princípio, o personagem era masculino e  chamava-se Ipupiara, homem-peixe que devorava pescadores e os levava para o fundo do rio. No século XVIII, Ipupiara vira a sedutora sereia Uiara ou Iara. Todo pescador brasileiro, de água doce ou salgada, conta histórias de moços que cederam aos encantos da bela Uiara e terminaram afogados de paixão. 
Ela deixa sua casa no fundo das águas no fim  da tarde. Surge magnífica à flor das águas: metade mulher, metade peixe; cabelos longos enfeitados de flores vermelhas. Por vezes, ela assume a forma humana e sai em busca de vítimas. 
Quando a Mãe das águas canta, hipnotiza os  pescadores. Um deles foi o índio Tapuia. Certa vez, pescando, ele viu a deusa, linda, surgir das águas. Resistiu. Não saiu da canoa, remou rápido até a margem e foi se esconder na aldeia. 
Mas enfeitiçado pelos olhos e ouvidos, não  conseguia esquecer a voz de Uiara. Numa tarde, morto de saudade, fugiu da aldeia e remou na sua canoa rio abaixo. 
Uiara já o esperava cantando a música das  núpcias. Tapuia se jogou no rio e sumiu num mergulho, carregado pelas mãos da noiva. Uns dizem que naquela noite houve festa no chão das águas e que foram felizes para sempre. Outros dizem que, na semana seguinte, a insaciável Uiara voltou para levar outra vítima. 
(in <http://sitededicas.ne10.uol.com.br/folk_iara.htm.> acesso  06/10/2013.Adaptado.)
De acordo com a leitura atenta do texto, Iara, a Mãe-d’água, é um personagem que:
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Ano: 2013 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Cametá - PA
Q1224191 Enfermagem
Uma das medidas de controle da hanseníase no Brasil é a descoberta de casos, a qual poderá ocorrer por detecção passiva ou ativa. Com relação a essas formas de detecção, pode-se assegurar que a 
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Ano: 2012 Banca: CETAP Órgão: FUNPAPA
Q1234572 Português
Leia o texto, com atenção, e responda o que se pede no comando da questão.
Varanda gourmet
Raimundo Sodré
De vez em quando a gente vê nos comerciais, empreendimentos anunciando a tal da varanda gourmet. Esta é uma sacada (permitam-me o trocadilho) da indústria imobiliária para sanar um problema antigo, uma velha dor de cabeça que atormentava os moradores de condomínios verticais; a incerteza de um lugar para o churrasquinho de domingo.
Pode até ser que a invenção tenha vindo de um dos nossos gênios na concepção do ambiente. Mas minha amiga Cristal Tobias, que é ambientalista defensora das areias de Algodoal e uma alma simpaticíssima, tem uma versão para a origem das atuais varandas fumegantes .
Ela nos conta que tinha uma amiga que esquentava muito a moringa toda vez que ia fazer uma programação na área de lazer dos conjuntos em que morava. Nunca conseguia uma vaga. Mudava de condomínio, recebia promessas de mil maravilhas, mas quando a coisa cambava para o salão de festas, era a mesma explicação enfastiada. E ela, sem agenda, sem esperança, sem saco. Passou, passou e aquela reunião com churrasquinho, aquele aniversário com língua de sogra, sempre eram desviados para a casa da própria sogra. Era ralado!
Até que um dia compraram um apartamento com sacada. Saíram do aluguel. Não podiam mudar mais. Era um investimento alto. As soluções teriam que vir dali. Na primeira investida: Lista. Tinham que entrar na lista de espera. Foi aí, que ela teve uma ideia.
Deu um rolé pelos empórios do Ver-o-Peso, juntou três ou quatro peças, chamou um cunhado que entende dessas coisas e montou uma churrasqueira num cantinho da sacada. Decidiu: não ia mais se submeter às listonas de espera. A satisfação daquele desejo atávico, incontrolável e já quase doentio, haveria de ser ali mesmo naquela quina.
Tudo pronto para a redenção, para a libertação total daqueles constrangimentos. Chamou a mãe, a sogra (era a forra), pôs as latinhas pra gelar, salgou a carne, cortou umas calabresinhas pros meninos, umas asinhas de frango pro maridão, arrumou a mesinha com toalha nova. As coisas, "tudinho", no jeito. Só que apareceu o desmancha prazer do cunhado com a má notícia. Iriam ter problemas com a fumaça. O vizinho do andar de cima com certeza não iria gostar daquela fumaça empestando a sala dele. Ela quase que tem um piripaque. Mas mulher, a gente sabe, não desiste fácil ("as soluções teriam que vir dali"). Não contou conversa. Dois minutos depois, estava na porta do vizinho convidando toda a turma ali de cima para uma reuniãozinha de congraçamento, um momento de descontração. Sim, poderiam levar os meninos, a empregada, o cunhado. Todos estavam convidados.Se isso lhe garantia o churrasco, a quantidade de pessoas, não era problema... Desceu e acendeu o fogo. Não sabe explicar a felicidade daquele momento. Casa cheia, carne ardendo, marido chupando ossinhos de frango, molecada tuitando e melecando as teclas do computador com as mãos engorduradas. Emoção e êxtase. Vizinho porre dormindo no sofá.
A confraternização virou rotina. Domingo, feriado... salgava acarne, cortava a calabresinha, as asinhas... apertava a campainha e convidava o vizinho de cima...
E a invencionice ganhou simpatizantes. O vizinho de baixo montou também uma churrasqueira no cantinho. E, nesse caso, ela e toda a tropa eram os convidados.
Assim, oficiosamente, sem desenho ou maquete, foi concebida a ideia da varanda gourmet. Hoje, há refinamento e glamour entre a “sala e o espaço externo do apartamento”. Mas isso, acontece nos prédios novos. Naquele, continua o congraçamento, a confraternização vertical, vizinho no sofá... Isso foi Cristal que me contou lá, nos ermos de Algodoal. 
Fonte: Blog do Raimundo Sodré.
Em: “Ela nos conta que tinha uma amiga [...]”, o pronome pessoal  do caso reto faz relação com:
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Ano: 2012 Banca: CETAP Órgão: FUNPAPA
Q1208387 Matemática
Sabe-se que um reservatório está abastecido com 50 m³ de água. Pode-se afirmar, então, que este reservatório está com:
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Ano: 2012 Banca: CETAP Órgão: FUNPAPA
Q1208342 Matemática
Em uma fábrica, foram produzidos 900 litros de suco de laranja. Hoje, foram engarrafados 60% dessa quantidade. Quantos litros restaram para ser engarrafados amanhã?
Alternativas
Q1228372 Matemática
Se 1/4 de um pedaço de barbante mede 20cm, quanto medirá o pedaço inteiro do barbante?
Alternativas
Q1227129 Matemática
Na festa de aniversário de Júlia, sua mãe pagou o bolo com uma nota de R$50,00, mais uma nota de R$20,00 e duas notas de R$10,00. Assinale quanto custa o bolo:
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Q1226884 Raciocínio Lógico
Sabemos que uma hora tem 60 minutos. Cada tempo de uma partida de futebol tem 3/4 de hora. Quantos minutos têm esse tempo de partida?
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Q1222808 Direito Ambiental
Várzeas, encostas, mata nativa etc... devem ser preservadas como está previsto no(a):
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Q1222666 Raciocínio Lógico
Nas sequências numéricas apresentadas abaixo, marque a INCORRETA:
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Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Belterra - PA
Q1223469 Matemática
Em um grupo formado por 100 jovens brasileiros, verificou-se que 60 estudam inglês, 45 estudam espanhol e 25 os dois idiomas. Escolhido ao acaso um elemento do grupo, a probabilidade do jovem não estudar inglês nem espanhol é de:
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Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Belterra - PA
Q1223369 Matemática
Uma Escola possui 8 sócios. Quantas diretorias de 3 membros podem ser formadas com estes 8 sócios?
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Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Belterra - PA
Q1211166 Direito Administrativo
O servidor terá direito à licença, EXCETO:
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: SEAD-SE
Q1188876 Português
O mundo. 
Eduardo Galeano
Um homem da aldeia de Neguá, no litoral da Colômbia, conseguiu subir aos céus.
Quando voltou, contou. Disse que tinha contemplado, lá do alto, a vida humana. E disse que somos um mar de fogueirinhas.
— O mundo é isso - revelou. Um montão de gente, um mar de fogueirinhas.
Cada pessoa brilha com luz própria entre todas as outras. Não existem duas fogueiras iguais. Existem fogueiras grandes e fogueiras pequenas e fogueiras de todas as cores. Existe gente de fogo sereno, que nem percebe o vento, e gente de fogo louco, que enche o ar de chispas. Alguns fogos, fogos bobos, não alumiam nem queimam; mas outros incendeiam a vida com tamanha vontade que é impossível olhar para eles sem pestanejar, e quem chegar perto pega fogo.
(In: O livro dos abraços. Porto Alegre: L&PM, 1991)
Assinale a alternativa que apresenta a classe gramatical correta da palavra isso, em:  
"O mundo é isso"(3° parágrafo):
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: SEAD-SE
Q1187224 Matemática
Um reservatório de água mineral com volume interno de 12m' está com um vazamento. Quando o funcionário encarregado pelo engarrafamento descobre a fuga do líquido, já se perderam 3/5 do volume total da água do reservatório. Mas, com o volume restante, ele ainda consegue encher 9600 garrafas de iguais capacidades. Esses dados nos permitem concluir que o volume inteiro de cada garrafa é igual a:
Alternativas
Respostas
1084: A
1085: A
1086: B
1087: E
1088: D
1089: B
1090: A
1091: C
1092: C
1093: C
1094: B
1095: C
1096: B
1097: E
1098: C
1099: B
1100: D
1101: D
1102: C