Questões Discursivas

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Q2446471 Noções de Informática
Assinale corretamente a assertiva que apresenta um exemplo de hardware. 
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Q2446470 Noções de Informática
Assinale a assertiva que apresenta um exemplo de software. 
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Q2446469 Raciocínio Lógico
Observe a seguinte sequência numérica, em seguida, assinale a assertiva que representa corretamente o valor de X.

10 − 14 −19 − 25 − X − 40

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Q2446468 Matemática
10 pessoas compraram 8 pizzas, cada pessoa comeu 4 fatias e ainda sobraram 2 fatias. Assinale a assertiva que apresenta a quantidade total de fatias que deveria ter, para que cada pessoa comesse 5 fatias. 
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Q2446467 Matemática
Um terreno localizado no Município de Itapecuru Mirim – MA, está sendo cercado com arame farpado. O terreno possui 480 m2 , e o arame comprado só foi suficiente para cercar quatro quintos da área total do terreno. Assinale a assertiva que apresenta de forma correta a área que está faltando a ser cercada.
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Q2446466 Matemática
Uma loja comercializa uma 10.000 produtos distintos e oferece em 8.000 destes produtos. Assinale a assertiva que representa corretamente a quantidade de produtos que não é oferecido desconto, em relação ao total.
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Q2446465 Matemática
Maria e João possuem juntos R$ 1.000,00. João possui um valor 4 vezes menor que Maria. Assinale corretamente quanto maria possui.
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Q2446464 Português
“Ele terminava depressa suas tarefas diárias”. A palavra em destaque pode ser classificada como:
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Q2446463 Português
 Destaque a alternativa em que há um substantivo comum de dois gêneros: 
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Q2446462 Português
“Ela gostava de brincar com todo mundo”. O verbo em destaque encontra-se em qual tempo verbal? 
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Q2446461 Português
Marque a alternativa cuja acentuação gráfica é prescindível:
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Q2446460 Português
Há erro no uso da vírgula na seguinte alternativa: 
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Q2446459 Português
Somente não encontramos erro ortográfico na seguinte alternativa: 
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Q2446458 Português
Na frase “Esqueceram de fechar a janela”, podemos dizer que o sujeito é do tipo:
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Q2446457 Português
POR QUE A OBESIDADE É CONSIDERADA
DOENÇA CRÔNICA?


      A passos largos, estamos caminhando para nos tornarmos um país com grande número de pessoas obesas. Levantamento recente do Ministério da Saúde mostra que uma em cada cinco pessoas é obesa (IMC — o peso do paciente dividido pelo quadrado da sua altura — maior que 30) e que mais da metade da população das capitais brasileirooas está com sobrepeso (IMC na faixa entre 25 e 29,9).
          O problema, talvez, comece pela dificuldade em entender que a obesidade é uma doença crônica. Pesquisa recente realizada em vários países mostrou que cerca de 65% dos americanos reconhecem a obesidade como doença, mas apenas 54% dos entrevistados acreditavam que o peso pudesse realmente interferir na saúde. Por enquanto, somente resultados referentes aos Estados Unidos foram disponibilizados pela pesquisa, denominada ACTION IO.

        Em 2013, a American Medical Association, uma das organizações médicas mais influentes do mundo, decidiu classificar a obesidade como doença. Ao longo dos anos, outras entidades médicas internacionais – incluindo a Organização Mundial da Saúde (OMS) – reconheceram a condição como um problema crônico, que necessita de tratamento específico e de longo prazo.

         Em termos médicos, a obesidade é definida como um depósito de excesso de gordura que prejudica a saúde. O IMC é um dos parâmetros usados para diagnosticar se o indivíduo tem ou não excesso de peso ou obesidade, mas não é o único.

      “A obesidade é uma doença multifatorial, em que fatores genéticos, metabólicos, sociais, psicológicos e ambientais estão envolvidos. Mas o indivíduo pensa, na maioria das vezes, que a culpa é somente dele, associa [o excesso de peso] à falta de força de vontade. Acha que remédio pode não ser a solução, que a cirurgia, em si, não tem serventia para ele. Então, dificilmente essa pessoa vai buscar ajuda médica”, analisa Walmir Coutinho, professor de Endocrinologia da PUC-Rio e ex-presidente da Federação Mundial da Obesidade.

          O excesso de peso pode não provocar sinais e sintomas antes de chegar aos graus 2 e 3, assim como ocorre com doenças como hipertensão e diabetes, cujos sintomas nem sempre aparecem nas fases iniciais. No entanto, mesmo os estágios iniciais a obesidade pode ter impactos na saúde, como sobrecarga da coluna e dos membros inferiores, facilitando o surgimento de artrose no longo prazo.

      Quando ingerimos mais calorias do que o organismo tem capacidade de gastar, ele reconhece que é hora de armazenar energia, principalmente na forma de gordura e de glicose. O excesso de ambos favorece o surgimento de diabetes, o aumento de triglicérides e a diminuição do nível do colesterol protetor (HDL).

         É preciso entender que ganhar peso é algo natural. Sempre que perdemos uma quantidade grande [de peso] o corpo vai tentar voltar ao que era antes, porque há vários hormônios participando do ciclo do apetite e da saciedade. É importante ficar atento àqueles programas que prometem emagrecimento rápido. Eles não fazem bem para o organismo.

          Durante pelo menos 12 meses após a perda de peso, o corpo volta a disparar os sinais que desencadeiam o apetite, o que potencialmente pode causar excessos na hora de comer. “Durante um processo de perda de peso é importante que alguns pilares estejam envolvidos, como psicoterapia, medicamentos, dieta, exercícios e, dependendo do caso, cirurgia bariátrica“, segundo Sean Wharton, diretor médico da Wharton Clínica Médica em Ontario, no Canadá.

      Entender os mecanismos envolvidos na obesidade pode ajudar as pessoas com tendência a ganhar peso a mudar hábitos, sentir menos culpa e buscar ajuda, caso necessário.
Acerca dos programas que prometem emagrecimento rápido, o texto diz que:
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Q2446456 Português
POR QUE A OBESIDADE É CONSIDERADA
DOENÇA CRÔNICA?


      A passos largos, estamos caminhando para nos tornarmos um país com grande número de pessoas obesas. Levantamento recente do Ministério da Saúde mostra que uma em cada cinco pessoas é obesa (IMC — o peso do paciente dividido pelo quadrado da sua altura — maior que 30) e que mais da metade da população das capitais brasileirooas está com sobrepeso (IMC na faixa entre 25 e 29,9).
          O problema, talvez, comece pela dificuldade em entender que a obesidade é uma doença crônica. Pesquisa recente realizada em vários países mostrou que cerca de 65% dos americanos reconhecem a obesidade como doença, mas apenas 54% dos entrevistados acreditavam que o peso pudesse realmente interferir na saúde. Por enquanto, somente resultados referentes aos Estados Unidos foram disponibilizados pela pesquisa, denominada ACTION IO.

        Em 2013, a American Medical Association, uma das organizações médicas mais influentes do mundo, decidiu classificar a obesidade como doença. Ao longo dos anos, outras entidades médicas internacionais – incluindo a Organização Mundial da Saúde (OMS) – reconheceram a condição como um problema crônico, que necessita de tratamento específico e de longo prazo.

         Em termos médicos, a obesidade é definida como um depósito de excesso de gordura que prejudica a saúde. O IMC é um dos parâmetros usados para diagnosticar se o indivíduo tem ou não excesso de peso ou obesidade, mas não é o único.

      “A obesidade é uma doença multifatorial, em que fatores genéticos, metabólicos, sociais, psicológicos e ambientais estão envolvidos. Mas o indivíduo pensa, na maioria das vezes, que a culpa é somente dele, associa [o excesso de peso] à falta de força de vontade. Acha que remédio pode não ser a solução, que a cirurgia, em si, não tem serventia para ele. Então, dificilmente essa pessoa vai buscar ajuda médica”, analisa Walmir Coutinho, professor de Endocrinologia da PUC-Rio e ex-presidente da Federação Mundial da Obesidade.

          O excesso de peso pode não provocar sinais e sintomas antes de chegar aos graus 2 e 3, assim como ocorre com doenças como hipertensão e diabetes, cujos sintomas nem sempre aparecem nas fases iniciais. No entanto, mesmo os estágios iniciais a obesidade pode ter impactos na saúde, como sobrecarga da coluna e dos membros inferiores, facilitando o surgimento de artrose no longo prazo.

      Quando ingerimos mais calorias do que o organismo tem capacidade de gastar, ele reconhece que é hora de armazenar energia, principalmente na forma de gordura e de glicose. O excesso de ambos favorece o surgimento de diabetes, o aumento de triglicérides e a diminuição do nível do colesterol protetor (HDL).

         É preciso entender que ganhar peso é algo natural. Sempre que perdemos uma quantidade grande [de peso] o corpo vai tentar voltar ao que era antes, porque há vários hormônios participando do ciclo do apetite e da saciedade. É importante ficar atento àqueles programas que prometem emagrecimento rápido. Eles não fazem bem para o organismo.

          Durante pelo menos 12 meses após a perda de peso, o corpo volta a disparar os sinais que desencadeiam o apetite, o que potencialmente pode causar excessos na hora de comer. “Durante um processo de perda de peso é importante que alguns pilares estejam envolvidos, como psicoterapia, medicamentos, dieta, exercícios e, dependendo do caso, cirurgia bariátrica“, segundo Sean Wharton, diretor médico da Wharton Clínica Médica em Ontario, no Canadá.

      Entender os mecanismos envolvidos na obesidade pode ajudar as pessoas com tendência a ganhar peso a mudar hábitos, sentir menos culpa e buscar ajuda, caso necessário.
Segundo o texto, o excesso de gordura pode causar os seguintes males, EXCETO:
Alternativas
Q2446455 Português
POR QUE A OBESIDADE É CONSIDERADA
DOENÇA CRÔNICA?


      A passos largos, estamos caminhando para nos tornarmos um país com grande número de pessoas obesas. Levantamento recente do Ministério da Saúde mostra que uma em cada cinco pessoas é obesa (IMC — o peso do paciente dividido pelo quadrado da sua altura — maior que 30) e que mais da metade da população das capitais brasileirooas está com sobrepeso (IMC na faixa entre 25 e 29,9).
          O problema, talvez, comece pela dificuldade em entender que a obesidade é uma doença crônica. Pesquisa recente realizada em vários países mostrou que cerca de 65% dos americanos reconhecem a obesidade como doença, mas apenas 54% dos entrevistados acreditavam que o peso pudesse realmente interferir na saúde. Por enquanto, somente resultados referentes aos Estados Unidos foram disponibilizados pela pesquisa, denominada ACTION IO.

        Em 2013, a American Medical Association, uma das organizações médicas mais influentes do mundo, decidiu classificar a obesidade como doença. Ao longo dos anos, outras entidades médicas internacionais – incluindo a Organização Mundial da Saúde (OMS) – reconheceram a condição como um problema crônico, que necessita de tratamento específico e de longo prazo.

         Em termos médicos, a obesidade é definida como um depósito de excesso de gordura que prejudica a saúde. O IMC é um dos parâmetros usados para diagnosticar se o indivíduo tem ou não excesso de peso ou obesidade, mas não é o único.

      “A obesidade é uma doença multifatorial, em que fatores genéticos, metabólicos, sociais, psicológicos e ambientais estão envolvidos. Mas o indivíduo pensa, na maioria das vezes, que a culpa é somente dele, associa [o excesso de peso] à falta de força de vontade. Acha que remédio pode não ser a solução, que a cirurgia, em si, não tem serventia para ele. Então, dificilmente essa pessoa vai buscar ajuda médica”, analisa Walmir Coutinho, professor de Endocrinologia da PUC-Rio e ex-presidente da Federação Mundial da Obesidade.

          O excesso de peso pode não provocar sinais e sintomas antes de chegar aos graus 2 e 3, assim como ocorre com doenças como hipertensão e diabetes, cujos sintomas nem sempre aparecem nas fases iniciais. No entanto, mesmo os estágios iniciais a obesidade pode ter impactos na saúde, como sobrecarga da coluna e dos membros inferiores, facilitando o surgimento de artrose no longo prazo.

      Quando ingerimos mais calorias do que o organismo tem capacidade de gastar, ele reconhece que é hora de armazenar energia, principalmente na forma de gordura e de glicose. O excesso de ambos favorece o surgimento de diabetes, o aumento de triglicérides e a diminuição do nível do colesterol protetor (HDL).

         É preciso entender que ganhar peso é algo natural. Sempre que perdemos uma quantidade grande [de peso] o corpo vai tentar voltar ao que era antes, porque há vários hormônios participando do ciclo do apetite e da saciedade. É importante ficar atento àqueles programas que prometem emagrecimento rápido. Eles não fazem bem para o organismo.

          Durante pelo menos 12 meses após a perda de peso, o corpo volta a disparar os sinais que desencadeiam o apetite, o que potencialmente pode causar excessos na hora de comer. “Durante um processo de perda de peso é importante que alguns pilares estejam envolvidos, como psicoterapia, medicamentos, dieta, exercícios e, dependendo do caso, cirurgia bariátrica“, segundo Sean Wharton, diretor médico da Wharton Clínica Médica em Ontario, no Canadá.

      Entender os mecanismos envolvidos na obesidade pode ajudar as pessoas com tendência a ganhar peso a mudar hábitos, sentir menos culpa e buscar ajuda, caso necessário.
O texto afirma que a obesidade é:
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Q2368834 Conhecimentos Gerais
Sabe-se que uma adaptação cinematográfica ocorre quando uma obra literária é adaptada para uma mídia audiovisual, especificamente para o cinema. Em relação aos clássicos literários brasileiros que foram adaptados para o cinema, analise as afirmativas a seguir.
I. Capitães de areia. II. O cortiço. III. O tempo e o vento. IV. Macunaíma.
Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q2368833 Conhecimentos Gerais
As religiões de matrizes africanas são parte da diversidade religiosa do Brasil. Entre algumas dessas manifestações, que têm como referência a cultura trazida pelos africanos durante mais de 300 anos de escravidão, as religiões de matrizes africanas fazem parte da diversidade religiosa do Brasil. Desde sua chegada ao Brasil, os praticantes de religiões de matrizes africanas foram alvo de perseguições por manifestarem a sua fé. 
(Disponível em: https://brasil.un.org/. Acesso em: 29/11/2023.)

NÃO apresenta uma religião de matriz africana: 
Alternativas
Q2368832 Conhecimentos Gerais
Considera-se droga qualquer substância utilizada para provocar mudanças nas sensações; no grau de consciência; e, no estado emocional de um indivíduo. Seu consumo, assim como os problemas sociais associados, varia de cultura para cultura. Contudo, é um senso comum que, ao não estabelecer um limite entre uma relação de uso eventual e uma relação de dependência, elas podem se tornar um problema entre o usuário, sua família e comunidade. Drogas que causam forte dependência e geram muitos danos à saúde são classificadas como ilícitas, ou seja, sua produção e comercialização são proibidas por lei. Já as drogas consideradas lícitas são aquelas que têm produção e comercialização permitidas. No Brasil, são consideradas drogas lícitas, EXCETO: 
Alternativas
Respostas
981: B
982: D
983: A
984: D
985: B
986: A
987: C
988: B
989: C
990: A
991: A
992: C
993: B
994: D
995: B
996: C
997: C
998: A
999: B
1000: D