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Marque a alternativa em que a expressão completa corretamente o espaço em branco acima.

QUINO. Mafalda. Disponível em <https://agendadasbugigangas.wordpress.com/wpcontent/uploads/2011/05/mafalda-quino.pdf>.
Reescrevendo a fala do personagem no segundo quadrinho, fica correta a seguinte alternativa:
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente os espaços em branco acima, na mesma ordem.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Memórias do galo
Tive inúmeros bichos de estimação na minha infância. Desde cachorros, gatos, coelhos, micos, galos... Minha mãe chegou a acreditar que seria veterinário. Entretanto, o que espantava não era a diversidade de animais, mas as qualidades que alguns possuíam.
Aos oito anos tive um cachorrinho chamado Sheique que caía em prantos quando eu me fingia de morto. Eu ficava imóvel estirado no chão, ele não parava de choramingar e lamber o meu rosto enquanto eu não me levantava. Difícil de acreditar? Pois eu juro!
Tive uma cadela chamada Samantha que era centroavante do meu time de futebol. É claro que ela não conhecia as regras do jogo. Mas corria feito doida atrás da bola, tentando abocanhá-la. Como a bola era maior que sua boca, de focinhada em focinhada ela driblava os adversários e marcava vários gols – alguns contra. Samantha não tinha muito espírito esportivo. Quando finalmente abocanhava a bola, era o fim da brincadeira. Depois de furar umas cinco bolas, ela foi expulsa do time.
No entanto, entre todos os meus animais de estimação, o mais terrível e temido foi um galo. Zetti era um galisé, uma espécie de galo pequeno, pouco maior que uma pomba. Entretanto, sua aparência inofensiva era apenas uma cilada. As pessoas se aproximavam e diziam: “Olha que galinho bonitinho!”. Ele eriçava as plumas do pescoço e esporava as canelas e calcanhares de suas vítimas. Em pouco tempo se tornou o terror da vizinhança.
Havia uns moleques valentes, que munidos de paus e pedras desafiavam o galo, mas ele botava todos para correr. As visitas ignoravam o cachorro, que não era manso, e pediam para prender o galo, o que era muito difícil. Logo a rua da minha casa ficou deserta, e as visitas escassas.
Como se fosse pouco, o galo deu uma surra no cachorro, para provar quem era o rei do quintal. Começou a atacar os de sua própria casa, o que nos obrigava a usar calças grossas para não ter os tornozelos esfolados. Um dia, o galo invencível foi vencido pela velhice e bateu as esporas. Entre todas as crianças do bairro fui a única a ficar infeliz.
CHAGAS, Ricardo. Memórias do galo. Folha de Londrina. Disponível em <https://www.folhadelondrina.com.br/folha-2/cronica--- memorias-do-galo-695269.html>. .
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Memórias do galo
Tive inúmeros bichos de estimação na minha infância. Desde cachorros, gatos, coelhos, micos, galos... Minha mãe chegou a acreditar que seria veterinário. Entretanto, o que espantava não era a diversidade de animais, mas as qualidades que alguns possuíam.
Aos oito anos tive um cachorrinho chamado Sheique que caía em prantos quando eu me fingia de morto. Eu ficava imóvel estirado no chão, ele não parava de choramingar e lamber o meu rosto enquanto eu não me levantava. Difícil de acreditar? Pois eu juro!
Tive uma cadela chamada Samantha que era centroavante do meu time de futebol. É claro que ela não conhecia as regras do jogo. Mas corria feito doida atrás da bola, tentando abocanhá-la. Como a bola era maior que sua boca, de focinhada em focinhada ela driblava os adversários e marcava vários gols – alguns contra. Samantha não tinha muito espírito esportivo. Quando finalmente abocanhava a bola, era o fim da brincadeira. Depois de furar umas cinco bolas, ela foi expulsa do time.
No entanto, entre todos os meus animais de estimação, o mais terrível e temido foi um galo. Zetti era um galisé, uma espécie de galo pequeno, pouco maior que uma pomba. Entretanto, sua aparência inofensiva era apenas uma cilada. As pessoas se aproximavam e diziam: “Olha que galinho bonitinho!”. Ele eriçava as plumas do pescoço e esporava as canelas e calcanhares de suas vítimas. Em pouco tempo se tornou o terror da vizinhança.
Havia uns moleques valentes, que munidos de paus e pedras desafiavam o galo, mas ele botava todos para correr. As visitas ignoravam o cachorro, que não era manso, e pediam para prender o galo, o que era muito difícil. Logo a rua da minha casa ficou deserta, e as visitas escassas.
Como se fosse pouco, o galo deu uma surra no cachorro, para provar quem era o rei do quintal. Começou a atacar os de sua própria casa, o que nos obrigava a usar calças grossas para não ter os tornozelos esfolados. Um dia, o galo invencível foi vencido pela velhice e bateu as esporas. Entre todas as crianças do bairro fui a única a ficar infeliz.
CHAGAS, Ricardo. Memórias do galo. Folha de Londrina. Disponível em <https://www.folhadelondrina.com.br/folha-2/cronica--- memorias-do-galo-695269.html>. .
A expressão destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Memórias do galo
Tive inúmeros bichos de estimação na minha infância. Desde cachorros, gatos, coelhos, micos, galos... Minha mãe chegou a acreditar que seria veterinário. Entretanto, o que espantava não era a diversidade de animais, mas as qualidades que alguns possuíam.
Aos oito anos tive um cachorrinho chamado Sheique que caía em prantos quando eu me fingia de morto. Eu ficava imóvel estirado no chão, ele não parava de choramingar e lamber o meu rosto enquanto eu não me levantava. Difícil de acreditar? Pois eu juro!
Tive uma cadela chamada Samantha que era centroavante do meu time de futebol. É claro que ela não conhecia as regras do jogo. Mas corria feito doida atrás da bola, tentando abocanhá-la. Como a bola era maior que sua boca, de focinhada em focinhada ela driblava os adversários e marcava vários gols – alguns contra. Samantha não tinha muito espírito esportivo. Quando finalmente abocanhava a bola, era o fim da brincadeira. Depois de furar umas cinco bolas, ela foi expulsa do time.
No entanto, entre todos os meus animais de estimação, o mais terrível e temido foi um galo. Zetti era um galisé, uma espécie de galo pequeno, pouco maior que uma pomba. Entretanto, sua aparência inofensiva era apenas uma cilada. As pessoas se aproximavam e diziam: “Olha que galinho bonitinho!”. Ele eriçava as plumas do pescoço e esporava as canelas e calcanhares de suas vítimas. Em pouco tempo se tornou o terror da vizinhança.
Havia uns moleques valentes, que munidos de paus e pedras desafiavam o galo, mas ele botava todos para correr. As visitas ignoravam o cachorro, que não era manso, e pediam para prender o galo, o que era muito difícil. Logo a rua da minha casa ficou deserta, e as visitas escassas.
Como se fosse pouco, o galo deu uma surra no cachorro, para provar quem era o rei do quintal. Começou a atacar os de sua própria casa, o que nos obrigava a usar calças grossas para não ter os tornozelos esfolados. Um dia, o galo invencível foi vencido pela velhice e bateu as esporas. Entre todas as crianças do bairro fui a única a ficar infeliz.
CHAGAS, Ricardo. Memórias do galo. Folha de Londrina. Disponível em <https://www.folhadelondrina.com.br/folha-2/cronica--- memorias-do-galo-695269.html>. .

As formas e a ferragem são partes fundamentais na construção em concreto armado, pois garantem o formato correto das peças e a resistência da estrutura. As formas funcionam como moldes temporários que sustentam o concreto fresco até que ele endureça, definindo o tamanho e o alinhamento de vigas, pilares e lajes. Já a ferragem, feita com barras de aço, reforça o concreto, ajudando a suportar esforços de tração e evitando rachaduras e quebras. Quando bem montadas, formas e ferragens certificam segurança, durabilidade e qualidade à obra.
No concreto armado, as formas e a ferragem têm como principal função:
O cálculo de volume é muito importante no trabalho do pedreiro, pois permite saber a quantidade correta de concreto necessária para fundações, lajes, vigas e pilares, evitando desperdício ou falta de material.
Com esse cálculo, o profissional consegue planejar melhor a obra, economizar recursos e garantir que a estrutura seja executada com segurança e resistência.
Situação-problema:
Um pedreiro vai concretar uma sapata com 2 metros de comprimento, 1 metro de largura e 0,5 metro de altura.
Leia as afirmações sobre o cálculo do volume:
I. O volume é calculado multiplicando comprimento × largura × altura.
II. O volume dessa sapata é de 1 metro cúbico (1 m3).
III. Para achar o volume, deve-se somar as três medidas.
IV. O volume dessa sapata é de 3,5 metros cúbicos (3,5 m3).
Assinale a alternativa correta:
Em uma obra, o pedreiro prepara o concreto respeitando as funções de cada material para garantir uma estrutura firme e segura.
Leia as afirmações sobre os materiais do concreto:
I. O cimento é responsável por ligar os materiais e endurecer o concreto.
II. A brita contribui para a resistência e sustentação da estrutura.
III. A areia serve apenas para aumentar a quantidade de concreto, sem função estrutural.
IV. A água deve ser usada com cuidado, pois em excesso pode enfraquecer o concreto.
Assinale a alternativa correta:
Leia as afirmações sobre o traço de concreto:
I. O traço de concreto é a proporção correta entre cimento, areia, brita e água.
II. Um traço bem feito garante maior resistência e qualidade da estrutura.
III. Quanto mais água for colocada no concreto, mais resistente ele ficará.
IV. Um traço simples 1:2:3 significa 1 parte cimento, 2 partes de areia e 3 partes de brita.
Assinale a alternativa correta:
O uso do prumo, do nível e do esquadro é essencial no trabalho do pedreiro para garantir que paredes fiquem verticais, pisos e vigas fiquem retos e os cantos formem ângulos corretos. Essas ferramentas asseguram o alinhamento da construção, evitando paredes tortas, desníveis e erros estruturais que comprometem a estética, a segurança e a durabilidade da obra. Quando bem utilizados, contribuem para um acabamento de qualidade e para o fiel cumprimento do projeto.
Analise as afirmações a seguir:
( ) Prumo verifica verticalidade.
( ) Nível confere se está reto.
( ) Esquadro mede peso.
( ) São instrumentos de precisão.
( ) Ajuda a conservar materiais.
Marque a alternativa que contém a sequência correta, conforme julgue serem falsas (F) ou verdadeiras (V) as afirmações acima.

A impermeabilização é uma etapa indispensável na construção civil, pois protege a estrutura contra a ação da água, da umidade e de infiltrações que podem causar mofo, corrosão de armaduras, rachaduras e enfraquecimento das paredes e lajes. Para o pedreiro, compreender onde e como aplicar os produtos impermeabilizantes garante maior durabilidade da obra, economia com manutenções futuras e mais conforto para os moradores, especialmente em áreas como banheiros, lajes, fundações e paredes externas.
A principal função da impermeabilização em uma obra é:

Em uma obra residencial, o pedreiro participa da execução das fundações e precisa compreender os diferentes tipos de sapata utilizados para sustentar pilares e paredes. A escolha correta da sapata é essencial para garantir a estabilidade da construção, distribuir o peso da estrutura ao solo e evitar rachaduras ou afundamentos ao longo do tempo.
Leia as afirmações sobre os tipos de sapata:
I. A sapata isolada é usada para sustentar um único pilar, distribuindo sua carga diretamente no solo.
II. A sapata corrida é indicada principalmente para apoiar paredes contínuas de alvenaria.
III. A sapata associada é utilizada apenas em obras de madeira e não suporta estruturas de concreto.
IV. Todas as sapatas têm exatamente o mesmo formato e função, independentemente da obra.
Assinale a alternativa correta:
Leia as afirmações sobre o cálculo da área do piso:
I. A área do cômodo é obtida multiplicando o comprimento pela largura.
II. A área total do piso é de 12 metros quadrados (m2 ).
III. Para encontrar a área, deve-se somar o comprimento com a largura.
IV. A área do cômodo é de 7 metros quadrados (m2 ).
Assinale a alternativa correta:
A principal função da marcação da obra é:
A importância do projeto para o trabalho do pedreiro está principalmente relacionada a:
Qual é a alternativa correta?