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O urso-de-óculos

A única espécie de urso que vive na América do Sul é exclusiva da região dos Andes e corre risco de desaparecer. Trata-se do urso-de-óculos, também conhecido como urso andino. Por serem excelentes escaladores, os ursos andinos costumam construir plataformas nas árvores onde descansam, se alimentam e guardam comida para quando precisam. Eles são encontrados em vários pontos da América do Sul, vivendo nos chamados Andes tropicais. Dentro desse território estão diversos ecossistemas, como florestas tropicais secas e úmidas de terras baixas e montanhosas, matagais tropicais secos e úmidos, e pastagens de alta altitude. Infelizmente, esses ursos não existem no Brasil.
É natural imaginar que todas as espécies de ursos hibernam durante os meses mais rigorosos do inverno. No entanto, esse não é o caso do urso andino. Como seu alimento fica disponível o ano todo na maior parte de seu habitat, os ursos-de-óculos não hibernam.
O urso-de-óculos tem marcas brancas ou bronzeadas em forma de anel ao redor dos olhos, características marcantes da espécie. São essas marcas que dão o nome ao animal. As manchas em sua pelagem contrastam com a cor preta e uniforme do resto do corpo do animal, que em alguns casos pode assumir também um tom marrom-avermelhado. O urso andino tem porte médio, cauda curta de cerca de sete centímetros, orelhas pequenas e redondas, pescoço curto e grosso e focinho robusto.
Destaca-se a preferência do animal por bromélias como alimento. Eles também comem frutas, além de palmeiras, musgo, cactos e outras espécies de plantas. De maneira oportunista, eles também se alimentam de mamíferos. Isso significa que podem comer coelhos e antas da montanha, e até mesmo gado doméstico quando estes pastam em liberdade.
Redação National Geographic Brasil – adaptado.
O urso-de-óculos

A única espécie de urso que vive na América do Sul é exclusiva da região dos Andes e corre risco de desaparecer. Trata-se do urso-de-óculos, também conhecido como urso andino. Por serem excelentes escaladores, os ursos andinos costumam construir plataformas nas árvores onde descansam, se alimentam e guardam comida para quando precisam. Eles são encontrados em vários pontos da América do Sul, vivendo nos chamados Andes tropicais. Dentro desse território estão diversos ecossistemas, como florestas tropicais secas e úmidas de terras baixas e montanhosas, matagais tropicais secos e úmidos, e pastagens de alta altitude. Infelizmente, esses ursos não existem no Brasil.
É natural imaginar que todas as espécies de ursos hibernam durante os meses mais rigorosos do inverno. No entanto, esse não é o caso do urso andino. Como seu alimento fica disponível o ano todo na maior parte de seu habitat, os ursos-de-óculos não hibernam.
O urso-de-óculos tem marcas brancas ou bronzeadas em forma de anel ao redor dos olhos, características marcantes da espécie. São essas marcas que dão o nome ao animal. As manchas em sua pelagem contrastam com a cor preta e uniforme do resto do corpo do animal, que em alguns casos pode assumir também um tom marrom-avermelhado. O urso andino tem porte médio, cauda curta de cerca de sete centímetros, orelhas pequenas e redondas, pescoço curto e grosso e focinho robusto.
Destaca-se a preferência do animal por bromélias como alimento. Eles também comem frutas, além de palmeiras, musgo, cactos e outras espécies de plantas. De maneira oportunista, eles também se alimentam de mamíferos. Isso significa que podem comer coelhos e antas da montanha, e até mesmo gado doméstico quando estes pastam em liberdade.
Redação National Geographic Brasil – adaptado.
• Nós viajamos para a praia, nadamos e assistimos ao pôr do sol.
• Ele chega cedo todos os dias, organiza os documentos e prepara o relatório.
• Fernanda ama dormir até meio-dia.
O urso-de-óculos

A única espécie de urso que vive na América do Sul é exclusiva da região dos Andes e corre risco de desaparecer. Trata-se do urso-de-óculos, também conhecido como urso andino. Por serem excelentes escaladores, os ursos andinos costumam construir plataformas nas árvores onde descansam, se alimentam e guardam comida para quando precisam. Eles são encontrados em vários pontos da América do Sul, vivendo nos chamados Andes tropicais. Dentro desse território estão diversos ecossistemas, como florestas tropicais secas e úmidas de terras baixas e montanhosas, matagais tropicais secos e úmidos, e pastagens de alta altitude. Infelizmente, esses ursos não existem no Brasil.
É natural imaginar que todas as espécies de ursos hibernam durante os meses mais rigorosos do inverno. No entanto, esse não é o caso do urso andino. Como seu alimento fica disponível o ano todo na maior parte de seu habitat, os ursos-de-óculos não hibernam.
O urso-de-óculos tem marcas brancas ou bronzeadas em forma de anel ao redor dos olhos, características marcantes da espécie. São essas marcas que dão o nome ao animal. As manchas em sua pelagem contrastam com a cor preta e uniforme do resto do corpo do animal, que em alguns casos pode assumir também um tom marrom-avermelhado. O urso andino tem porte médio, cauda curta de cerca de sete centímetros, orelhas pequenas e redondas, pescoço curto e grosso e focinho robusto.
Destaca-se a preferência do animal por bromélias como alimento. Eles também comem frutas, além de palmeiras, musgo, cactos e outras espécies de plantas. De maneira oportunista, eles também se alimentam de mamíferos. Isso significa que podem comer coelhos e antas da montanha, e até mesmo gado doméstico quando estes pastam em liberdade.
Redação National Geographic Brasil – adaptado.
O urso-de-óculos

A única espécie de urso que vive na América do Sul é exclusiva da região dos Andes e corre risco de desaparecer. Trata-se do urso-de-óculos, também conhecido como urso andino. Por serem excelentes escaladores, os ursos andinos costumam construir plataformas nas árvores onde descansam, se alimentam e guardam comida para quando precisam. Eles são encontrados em vários pontos da América do Sul, vivendo nos chamados Andes tropicais. Dentro desse território estão diversos ecossistemas, como florestas tropicais secas e úmidas de terras baixas e montanhosas, matagais tropicais secos e úmidos, e pastagens de alta altitude. Infelizmente, esses ursos não existem no Brasil.
É natural imaginar que todas as espécies de ursos hibernam durante os meses mais rigorosos do inverno. No entanto, esse não é o caso do urso andino. Como seu alimento fica disponível o ano todo na maior parte de seu habitat, os ursos-de-óculos não hibernam.
O urso-de-óculos tem marcas brancas ou bronzeadas em forma de anel ao redor dos olhos, características marcantes da espécie. São essas marcas que dão o nome ao animal. As manchas em sua pelagem contrastam com a cor preta e uniforme do resto do corpo do animal, que em alguns casos pode assumir também um tom marrom-avermelhado. O urso andino tem porte médio, cauda curta de cerca de sete centímetros, orelhas pequenas e redondas, pescoço curto e grosso e focinho robusto.
Destaca-se a preferência do animal por bromélias como alimento. Eles também comem frutas, além de palmeiras, musgo, cactos e outras espécies de plantas. De maneira oportunista, eles também se alimentam de mamíferos. Isso significa que podem comer coelhos e antas da montanha, e até mesmo gado doméstico quando estes pastam em liberdade.
Redação National Geographic Brasil – adaptado.
( ) Dentro do território dos Andes tropicais, há matagais tropicais secos. ( ) Como os demais, os ursos andinos também hibernam. ( ) Os ursos-de-óculos não correm risco de desaparecer.
O urso-de-óculos

A única espécie de urso que vive na América do Sul é exclusiva da região dos Andes e corre risco de desaparecer. Trata-se do urso-de-óculos, também conhecido como urso andino. Por serem excelentes escaladores, os ursos andinos costumam construir plataformas nas árvores onde descansam, se alimentam e guardam comida para quando precisam. Eles são encontrados em vários pontos da América do Sul, vivendo nos chamados Andes tropicais. Dentro desse território estão diversos ecossistemas, como florestas tropicais secas e úmidas de terras baixas e montanhosas, matagais tropicais secos e úmidos, e pastagens de alta altitude. Infelizmente, esses ursos não existem no Brasil.
É natural imaginar que todas as espécies de ursos hibernam durante os meses mais rigorosos do inverno. No entanto, esse não é o caso do urso andino. Como seu alimento fica disponível o ano todo na maior parte de seu habitat, os ursos-de-óculos não hibernam.
O urso-de-óculos tem marcas brancas ou bronzeadas em forma de anel ao redor dos olhos, características marcantes da espécie. São essas marcas que dão o nome ao animal. As manchas em sua pelagem contrastam com a cor preta e uniforme do resto do corpo do animal, que em alguns casos pode assumir também um tom marrom-avermelhado. O urso andino tem porte médio, cauda curta de cerca de sete centímetros, orelhas pequenas e redondas, pescoço curto e grosso e focinho robusto.
Destaca-se a preferência do animal por bromélias como alimento. Eles também comem frutas, além de palmeiras, musgo, cactos e outras espécies de plantas. De maneira oportunista, eles também se alimentam de mamíferos. Isso significa que podem comer coelhos e antas da montanha, e até mesmo gado doméstico quando estes pastam em liberdade.
Redação National Geographic Brasil – adaptado.
“As manchas em sua pelagem contrastam com a cor preta e uniforme do resto do corpo do animal, que em alguns casos pode assumir também um tom marrom-avermelhado.”
A partir do exposto, pode-se inferir que:
O urso-de-óculos

A única espécie de urso que vive na América do Sul é exclusiva da região dos Andes e corre risco de desaparecer. Trata-se do urso-de-óculos, também conhecido como urso andino. Por serem excelentes escaladores, os ursos andinos costumam construir plataformas nas árvores onde descansam, se alimentam e guardam comida para quando precisam. Eles são encontrados em vários pontos da América do Sul, vivendo nos chamados Andes tropicais. Dentro desse território estão diversos ecossistemas, como florestas tropicais secas e úmidas de terras baixas e montanhosas, matagais tropicais secos e úmidos, e pastagens de alta altitude. Infelizmente, esses ursos não existem no Brasil.
É natural imaginar que todas as espécies de ursos hibernam durante os meses mais rigorosos do inverno. No entanto, esse não é o caso do urso andino. Como seu alimento fica disponível o ano todo na maior parte de seu habitat, os ursos-de-óculos não hibernam.
O urso-de-óculos tem marcas brancas ou bronzeadas em forma de anel ao redor dos olhos, características marcantes da espécie. São essas marcas que dão o nome ao animal. As manchas em sua pelagem contrastam com a cor preta e uniforme do resto do corpo do animal, que em alguns casos pode assumir também um tom marrom-avermelhado. O urso andino tem porte médio, cauda curta de cerca de sete centímetros, orelhas pequenas e redondas, pescoço curto e grosso e focinho robusto.
Destaca-se a preferência do animal por bromélias como alimento. Eles também comem frutas, além de palmeiras, musgo, cactos e outras espécies de plantas. De maneira oportunista, eles também se alimentam de mamíferos. Isso significa que podem comer coelhos e antas da montanha, e até mesmo gado doméstico quando estes pastam em liberdade.
Redação National Geographic Brasil – adaptado.
I. Os ursos constroem plataformas nas árvores onde descansam, se alimentam e guardam comida para quando precisam.
II. O urso andino não come animais em hipótese alguma.
III. Esses ursos podem ser encontrados no Brasil, já que o país faz parte da América do Sul.
Está CORRETO o que se afirma:
Uma imagem inédita do solo lunar, capturada por sua sonda não-tripulada “SLIM”, foi divulgada pelo Japão. O módulo pousou na Lua no sábado este ano, tornando o Japão como o 5º país do mundo a conseguir tal feito. De acordo com a Agência Espacial Japonesa (Jaxa), a sonda conseguiu fotografar e transmitir dados por meio de um robô ejetável. Mesmo com um problema em seu sistema de baterias solares, a nave apelidada de “Moon Sniper” (franco-atirador lunar), depois de 20 minutos de descida, pousou na superfície do satélite natural da Terra e conseguiu fazer comunicação. A SLIM é uma das muitas novas missões lunares que foram lançadas por países e empresas privadas 50 anos depois de Neil Armstrong pisar na superfície da Lua.
(Disponível em: https://www.otempo.com.br/mundo/japao-divulga-foto-inedita. Acesso em: junho de 2024.)
Os demais países que completaram esse intento foram:
A hanseníase, uma das doenças mais antigas da humanidade, é ainda considerada um problema de saúde pública no país. Por isso, o movimento “janeiro roxo” foi criado em 2016 pelo Ministério da Saúde (MS). O Brasil ocupa a segunda posição entre os países que mais registram casos novos no mundo. Em 2022, o país registrou um total de 19.635 casos novos de hanseníase na população geral (taxa de detecção de 9,67 casos por 100 mil habitantes) e o Ministério da Saúde anunciou R$ 55 milhões em ações de prevenção e tratamento da hanseníase.
(Disponível em: https://www.saude.sc.gov.br/index.php/noticias-geral. Acesso em: junho de 2024.)
Campanhas como o “janeiro roxo” são importantes para que a população tenha mais informações sobre a doença e para que ocorra uma intensificação de busca ativa de doentes, com o tratamento oportuno e interrupção da cadeia de transmissão da mesma, uma vez que:
(Disponível em: https://www.otempo.com.br/Acesso em: junho de 2024.)
“O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. Nesse sistema, as bandeiras tarifárias funcionam da seguinte maneira: a bandeira ______________ é a que tem um custo ________________, a ________________, médio e a _____________, ______________.” Assinale a afirmativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
A aposentadoria em shows foi confirmada pela assessoria de imprensa de Gil ao Estadão na tarde deste sábado, 29. Gil, de 82 anos, deverá fazer apresentações no Brasil, Estados Unidos e Europa para depois, a exemplo do que já fez Milton Nascimento, continuar na música, mas longe dos shows. O cantor começou a carreira na Bahia, nos anos 1960. A partir de 1965, projetou-se para o Brasil por meio dos festivais de música.
(Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/entretenimento/noticia. Acesso em: junho de 2024.)
Ao longo de mais de 50 anos de carreira, Gilberto Gil lançou discos fundamentais para a música brasileira, entre eles, “Expresso 2222”, “Refavela”, “Refazenda” e “Realce”. Seu último trabalho com músicas inéditas, “Ok, Ok, Ok” foi lançado em 2018. Ao lado de Caetano Veloso, Gal Costa, Tom Zé e Os Mutantes, foi um dos cérebros:
(Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/saude/noticia. Acesso em: junho de 2024.)
Considerando as maneiras adequadas de descartar medicamentos, assinale a única alternativa correta, com base nos casos práticos a seguir:
Joana e Sérgio, brasileiros, casados, moradores de um bairro de classe média em São Paulo, capital; pais de duas crianças, com seis e onze anos, respectivamente, muito insatisfeitos com as metodologias e pedagogias escolares que têm encontrado para seus filhos, resolveram educá-los por conta própria. A partir de então, eles próprios serão os preceptores de seus filhos, ensinando--lhes o que acharem mais adequado à sua concepção de ensino.
Tendo em vista a realidade educacional brasileira atual, podemos inferir, no caso anteriormente citado, que:
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente. Acesso em: junho de 2024.)
Segundo informações, o avanço chinês se deve à prioridade estatal à transição energética, ou seja, substituir ao máximo suas fontes energéticas atuais. Para implementar a energia nuclear, os chineses devem investir, prioritariamente, em:
Na segunda-feira, 1º de julho, completaram-se 30 anos do início da circulação do Real. A moeda brasileira, no entanto, começou a ser planejada bem antes, como parte do Plano Real, estratégia do Ministério da Fazenda da época para tentar controlar a hiperinflação e aumentar o poder de compra no país. O sucesso do plano e a estabilização da moeda brasileira faz com que os 30 anos do Real sejam alvo de conteúdos especiais por parte de veículos nacionais de mídia. Além da cobertura a respeito das três décadas da moeda, alguns veículos produziram especiais sobre a história do plano que estabilizou a economia brasileira, contextualizando a situação econômica da época e seus desdobramentos posteriores.
(Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/midia. Acesso em: junho de 2024.)
A moeda real fazia parte do “Plano Real”, criado por Fernando Henrique Cardoso, na época ministro da Fazenda no governo de Itamar Franco. Lançado em fevereiro de 1994, o programa tinha o objetivo de, entre outros fatores:
Estados e municípios poderão aumentar o público-alvo do imunizante para pessoas de 4 a 59 anos. Estratégia será adotada em localidades que tenham vacinas armazenadas com vencimento em 30 de junho e 31 de julho. O Ministério da Saúde autorizou estados e municípios a ampliarem o público-alvo da campanha de vacinação contra a dengue. A medida valerá para as localidades que tenham lotes com vencimento em 30 de junho e 31 de julho. A pasta recomendou que os governos locais liberem, de forma preferencial, a aplicação dessas doses para crianças e adolescentes de 6 a 16 anos. Atualmente, a campanha de imunização é voltada para pessoas de 10 a 14 anos.
(Disponível em: https://g1.globo.com/saude/Acesso em: junho de 2024.)
A vacina contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan (Butantan-DV), mostrou uma eficácia considerável para evitar a doença, de acordo com o estudo clínico. Os dados são de um acompanhamento de dois anos com mais de 16 mil indivíduos de todo o Brasil. Essa vacina:
I. A + B = C.
II. C – B = A.
III. C ⊂ A.
Das relações descritas, está correto o que se afirma apenas em